Ozzy Osbourne: tecnofobia, álcool, drogas e Black Sabbath

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Por F. C., Fonte: Blabbermouth, Tradução
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U.K.'s Birmingham Post conduziu em outubro de 2009 uma entrevista com o lendário vocalista de heavy metal OZZY OSBOURNE. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.

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Sobre você ser um tecnofóbico que não consegue nem mesmo enviar um e-mail:

"Eu não sei nem mesmo como ligar um computador. Eu dito meus e-mails e peço para meu assistente Tony carregar meu iPod.

Eu sei como ligar o iPod, ajustar o volume e escolher o que eu quero nele, mas o resto, estou perdido. E todos temos iPhones agora. Eu não posso sequer fazer uma chamada em um desses. Só sei que toco na tela e alguma coisa acontece!"

De que maneira, após passar maior parte de seus 40 anos, utilizando-se de bebidas e drogas, o álcool e produtos farmacêuticos começaram a tomar conta de sua vida?

"Eu tive que tomar uma decisão e perguntei a mim mesmo: 'quero me matar com drogas e álcool?'

Naqueles tempos, quando parava de me drogar, eu sempre costumava pensar sobre os bons tempos de que sentia falta. Agora tudo que eu penso é como os bons tempos sempre se tornavam ruins.

Eu não posso te dizer o quanto um gole de cerveja me custa agora, e eu não quero saber. O que é surpreendente para mim, considerando o fato de que minha vida se passou boa parte em torno de uma mesa de bar. Eu simplesmente não me interesso mais."

Sobre a forma como o livro "I Am Ozzy" surgiu:

"Eu de fato não coloquei a caneta no papel, eu tenho a ajuda de um escritor, Chris Ayres, que me fazia perguntas sobre a infância e de tudo que consigo me lembrar.

Ele pegava um aspecto qualquer de minha mente quando eu estava falando e pedia para que eu falasse ainda mais. Uma vez que começava a sair, se tornava fácil. No final das contas, ele levou apenas cerca de seis semanas. Me pareceu que o tempo voou".

Sobre a possibilidade de um segundo volume ser lançado futuramente?

"Eu gostaria de fazer algo com maior profundidade, mais tarde. Como você pode colocar minha vida em 400 páginas? Tive uma existência surpreendente ao longo dos anos.

Eu me lembro que estava dizendo para o Chris: 'Você já tem o suficiente?' Ele me disse: 'Eu tenho mais que o suficiente, há um monte de coisas que não sei onde colocar, então, eu vou guardá-las para outra ocasião'.

Ao voltar para Birmingham na semana passada para a assinatura de seu livro, você teve a oportunidade de olhar novamente para sua antiga casa e sua antiga escola, Prince Albert e a prisão Winson Green, onde você cumpriu pena de três meses por roubar a loja de roupas de Sarah Clarke em Aston.

"Meu filho, Jack, está fazendo um documentário sobre mim e sobre minha vida. Eu fui até minha casa antiga e ela ainda está lá, mas mudou muito. O cara que é proprietário agora, tem feito um grande trabalho renovando-a. Não é nada como parecia antes".

Sobre o fato de que você não tenha desistido de uma outra reunião com o BLACK SABBATH, apesar de estar em andamento um processo judicial entre você e o guitarrista Tony Iommi sobre o uso do nome da banda.

"Com o Black Sabbath sempre há alguns processos em andamento. Estamos sempre tendo que ir de um para outro, é como estar casado, eu suponho.

Quanto a voltar com a banda, eu nunca direi nunca, jamais. Mas agora não. Se algo surgir e realmente valer a pena acontecer, seria estupidez não fazer".

Clique aqui para ler mais (em inglês).

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