Slayer: "Metal é o que gosto de ouvir. Metal é o que faço."

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Por Karina Detrigiachi, Fonte: Spin.com, Tradução
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Kerry King, guitarrista do SLAYER, concedeu uma entrevista ao site SPIN.com em novembro de 2009, e abaixo podem ser conferidos alguns trechos da conversa.

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Algo que me deixa curioso com relação às bandas de Metal é a forma como, uma vez que você trabalha dentro de um estilo com limites um pouco predefinidos, você é capaz de mantê-lo fresco? Há momentos em que você se sente como se cada riff de guitarra já tivesse sido feito anteriormente?

Kerry: “Acho que não importa qual é o tipo de música que você toca, sempre haverá momentos em que você sentirá como se tudo já tivesse sido feito anteriormente. É realmente uma questão de simplesmente se adaptar ao tempo. Se você continuar trabalhando e não se importar, eventualmente encontrará algo de bom - mas eu não vou sentar aqui e te dizer que cada riff em cada música do SLAYER é completamente surpreendente e original.”

Munca pensou em trazer uma música lenta para um ensaio do SLAYER?

Kerry: [Risos] “Não, cara! Eu acho que Jeff às vezes traz algumas coisas muito estranhas. Mas eu sou um fã de Metal. Metal é o que eu gosto de ouvir. Metal é o que eu toco. Quando sento com minha guitarra, é o que sai. Meu cérebro nem sequer pensaria em fazer outra coisa.”

Há uma série de comentários sobre o "World Painted Blood" ser um dos maiores álbuns da banda durante muito tempo. Quando vocês estavam gravando e escrevendo tinham a sensação de que estavam fazendo um bom trabalho?

Kerry: “Sim, nós tínhamos. É difícil dizer exatamente o porque, mas acho que simplesmente havia uma boa vibração no estúdio. Desta vez, ao invés de trazer músicas que estavam quase prontas, o Jeff [Hanneman, guitarrista] e eu trabalhamos na maior parte do material que foi feito fora do estúdio.

Então eu acho que poderia ter tido algo a ver com isso. E também estamos confortáveis pelo Dave Lombardo estar de volta na bateria. Da última vez, no ‘Christ Illusion’, tivemos de nos acostumar a tocar com ele novamente. Agora não. Sua forma de tocar é uma grande parte do som. O SLAYER é formado por mim, Jeff, Tom [Araya, vocal/baixo] e o Dave — e é isso que faz sermos o que somos. Então o que você ouve no ‘World Painted Blood’ é SLAYER puro.”

Quando o álbum "Christ Illusion" foi lançado em 2006, ele ficou na posição Nº 5 da Billboard. É o álbum que ficou em melhor posição na carreira da banda — 25 anos após ter sido formada. Porque você acha que a banda tem sido capaz de crescer, e não apenas manter a sua popularidade, após tanto tempo de carreira?

Kerry: “Bem, números em paradas musicais podem ser errôneos. Atualmente um álbum não tem que vender muito para estar no topo das paradas. Eu duvido que o ‘Christ Illusion’ tenha vendido mais do que o [clássico da banda, 1986] ‘Reign in Blood’ e não tenho idéia de qual elevada posição ele ficou.
Mas eu acho que a razão pela qual ainda somos populares é que os fãs de Metal não são inconstantes como os fãs de outros tipos de música. Metal é como uma irmandade. Não é uma coisa de momento ou esse tipo de coisa. O cara que comprou o ‘Reign in Blood’ o deu ao seu irmão. Em seguida, os dois adquiriram o ‘Christ Illusion’ - e ambos compraram o álbum porque eles realmente se preocupam com os músicos que fazem a música que eles amam”.

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Sobre Karina Detrigiachi

Designer, nascida na cidade de São Paulo, Kari como é mais conhecida, cresceu ouvindo Deep Purple, Led Zeppelin, Skid Row e Alice Cooper. É apaixonada por todas as vertentes do Metal, porém ouve de tudo um pouco sem se prender a rótulos.

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