Lita Ford: suspeita de manipular resenhas de seu álbum
Por Nacho Belgrande
Fonte: Free Press Release/Amazon.com
Postado em 18 de janeiro de 2010
O site americano AMAZON.COM, o maior varejista de música do mundo, apagou 124 críticas '5 estrelas' do último CD de LITA FORD, 'Wicked Wonderland' da relação de resenhas enviadas por seus clientes. Isso baixa o número real de resenhas para o realístico índice de 74, abaixo da soma fabricada de 198, e classifica o disco como merecedor de belas 3 estrelas. Aparentemente, todas as 124 resenhas falsas vieram da mesma fonte e coincidentemente todas elogiavam os vocais de Jim Gillete (marido de Lita e ex-vocalista do NITRO). Este tipo de 'manipulação' é ilegal, assim como imoral.
Matéria completa do site Free Press Release (de 23 de novembro de 2009):
Tal como visto no website da Amazon, as resenhas do novo de LITA FORD têm sido variadas, ainda que sejam absurdamente frequentes (156 desde a última contagem ou aproximadamente 5 por dia desde o lançamento do disco).
Para um álbum lançado por um selo desconhecido e desacreditado - com pouco ou nenhum apoio à distribuição, ganhar tal quantidade sem precedentes de resenhas 'imparciais' é algo inédito. Compare a contagem de resenhas que os discos do KISS ou os outros da mesma Lita Ford que tem estado no mercado durante toda a história da Amazon.com para dar-se conta do escancarado desrespeito pela política da Amazon.
As resenhas deste CD, e comentários feitos destinados às resenhas não-favoráveis feitas por esse 'desconhecido' ou relatos de resenhas obviamente fabricadas mancham o que é, de outro modo, um bom sistema para julgar a adequação, forma e função de um produto para aqueles que possam estar interessados em uma compra.
Enquanto a qualidade musical do CD e o apelo aos fãs realmente tem seu mérito, esse autor acha que a Amazon e outros grandes pilares no jogo do mercado online deveriam rever o que eles chamam de críticas 'imparciais', e tentar impor suas políticas estabelecidas contra descarada auto-promoção, técnicas de marketing mal-operadas e relatos falsos.
Enquanto certamente qualquer um possa se esconder atrás do anonimato da internet para fazer (ou saber de) quaisquer males que possam desejar, aqueles que possam reconhecer os padrões nas inverdades e palavras deceptivas dos doentes patológicos deveriam defender seus direitos de obter informação limpa e sugestões úteis daqueles 'por dentro'.
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