Sebastian Bach: o novo disco tem um som atemporal
Por Fernando Portelada
Fonte: Blabbermouth
Postado em 17 de abril de 2014
Brian Aberback da revista Steppin’ Out, de Nova Jersey, conduziu uma entrevista com o ex-vocalista do SKID ROW, Sebastian Bach. Alguns trechos seguem disponíveis abaixo.
Steppin’ Out: Como você se sente sobre seu novo álbum solo, "Give ‘Em Hell’"
Sebastian Bach: "Eu absolutamente amo o disco. Eu trabalhei muito duro nele, eu me torturei. O processo é bem engraçado. Eu fico no pior humor do mundo uma vez no ano, quando estamos fazendo isso e então eu ouço o que quero ouvir e no fim eu sou o cara mais feliz e bem humorado no mundo. Eu acho que ele soa atemporal. Há certos vocalistas que podem ainda soar bem quando estão mais velhos, como Steven Tyler [AEROSMITH], e eu tenho muita sorte de poder fazer isso também, mas eu não sei como consigo fazer isso. É meu álbum com o melhor som. Eu sou totalmente audiófilo e quero um som claro, limpo e sem separação entre os instrumentos.
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Steppin’ Out: Como Duff McKagan acabou envolvido no álbum?
Sebastian Bach: "Eu estava nessa banda com DUFF chamada KINGS OF CHAOS. Nós estávamos tocando em Sydney [Austrália] há um ano e eu disse para ele: ‘Eu tenho que fazer um novo disco, você quer colaborar?’ Ele disse: ‘Onde e quando?’. ‘Give ‘Em Hell’ já tinha John 5, Steve Stevens e Devin Bronson, além de Bobby Jarzombek na bateria. Musicalmente nós temos uma grande profundidade."
Steppin’ Out: Esse é o 25º aniversário do primeiro disco do SKID ROW, alguns pensamentos sobre este período de sua vida?
Sebastian Bach: "Os fãs ainda perguntam: ‘Você vai voltar com sua velha banda?’ Se eu fosse fazer isso, não existiram novos discos, e é isso o que eu amo fazer. Seria somente uma coisa retro. Eu preciso de mais do que isso na minha vida, mas eu acho insano não celebrarmos os 25 anos do primeiro disco com uma versão remasterizada com músicas não lançadas ou um box set ou algo assim. Eu não entendo os motivos de alguns outros caras na banda terem uma reação tão adversa em fazer algo assim. Isso me deixa intrigado."
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