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Babe Ruth: A banda ainda está bem viva!

Por Carlos Garcia
Fonte: Site Road to Metal
Postado em 17 de abril de 2017

Em recente entrevista ao site Road to Metal, a vocalista Jenny Haan falou sobre o início d Babe Ruth, cultuada banda de Progressive Rock e Classic Rock formada nos anos 70. Entre outras histórias, Jenny lembra de quando fez o testo para entrar na banda,eram 40 pessoas e ela era a única garota. Ela foi a escolhida e até a gravadora que havia contratado a banda, formada pelo guitarrista Alan Shacklock (inicialmente o grupo levaria somente o seu sobrenome), a EMI, ficou em dúvida sobre a banda ter uma garota à frente. Naquela época, Jenny era uma das pioneiras, sendo muito mais raras as garotas em bandas de Rock.

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Jenny também contou várias histórias de bastidores, onde cruzaram com dinossauros que também recém estavam no início de sua história, como Jimmy Page, David Gilmour, e figuras já consagradas como Wings e Lennon.

O Babe Ruth lançou 5 álbuns nos ano 70, encerrando as atividades em 76, e retornou as atividades em 2005, lançando "Que Pasa" em 2007. O grupo segue fazendo shows esporádicos e Jenny afirma aos fãs que o grupo continua bem vivo!

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Confira alguns trechos da entrevista:

RtM: Seu primeiro trabalho profissional foi já com o Babe Ruth?
Jenny: Sim, foi. Eu estava respondendo anúncios para participar de audições com algumas bandas. Eu respondi a um anúncio, sobre uma banda que a gravadora EMI estava trabalhando, chamada Shacklock, e estava à procura de um vocalista. Liguei e David Hewitt atendeu o telefone. Eles vieram me visitar na minha casa em Finchley, acho que foi o Alan que tocou em um violão e eu cantei. Eles estavam testando meu ouvido para ouvir música. Eles então me convidaram para ir para o Auditions no EMI Manchester Square onde eu fiz o teste junto com outros 40 cantores masculinos (eu era a única garota!) E foi entre mim e um cantor de Nova York, que já tinha um álbum lançado no exterior .... e eles decidiram ficar comigo! A piada é que eles estavam muito envergonhados por oferecer um salário muito pequeno (Risos). Começamos ensaiar intensivamente. A EMI, primeiramente, não estava muito confiante em ver uma cantora à frente da banda. Os rapazes me ajudaram muito, e Nick Mobbs, que contratou o Sex Pistols, veio nos ver e ele adorou o que ele ouviu ... Em poucas semanas, estávamos no Abbey Road Studios gravando o primeiro álbum "First Base!!!"

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RtM: Nossa, que deve ter sido incrível pra você! Conte mais um pouco sobre o seu início com Babe Ruth, e o lançamento de "First Base" (72), considerado como o grande clássico da banda pelos fãs.
Jenny: Foi um tempo incrível. Todos os rapazes da banda eram muito protetores, eu tinha apenas 18 anos na época. Eu tinha uma base muito boa de disciplina musical. Alan Shacklock formou-se em música clássica na Royal Academy of Music, David Punshon também treinou de forma clássica e era um pianista de jazz afiado, David Hewitt tinha um pé no baixo Blues, e Dick Powell mergulhou na bateria progressiva. Funcionou. Eles me treinaram bem na arte da disciplina na preparação. Eu sou eternamente grata a meus irmãos por esta educação

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RtM: Seu vocal poderoso, e também performance e aparência (muito bonita e atlética), atraiu muita atenção. E naquela época as mulheres também eram mais raras no cenário Rock, e você merece muito mais reconhecimento pela qualidade, personalidade e pioneirismo.
Jenny: Muito obrigado. Recordando, eu era bem provocante! (Risos). Recém chegada da área de São Francisco uma garota selvagem e um espírito livre ..

RtM: A música que é considerada a mais importante da banda é "The Mexican". Conte-nos um pouco sobre essa música. Ele ainda tem essa história curiosa, para ter influenciado a cultura Hip-Hop e Break Dance, e os filmes de Clint Eastwood também, com a utilização de trechos.
Jenny: Sim está certo. Essa música já passa de 4 décadas sendo idolatrada pela cultura hip hop. Começou no New York, e as famosas "Loft Party" (festas somente para convidados) criadas por Mancuso (David Mancuso 1944-2016) que tornou-se famoso por iniciar a cultura da música urbana e hip-hop, tocando músicas como James Brown, Babe Ruth e mixando-as ... A razão porque "The Mexican" tocou seus corações por causa da questão da opressão, e o ritmo dela e bpm eram perfeitos para trabalhar a "Break Dance" sem ter que mudar trilhas. Tornou-se um hino para os BBoys

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RtM: É uma pergunta difícil eu acho, mas você poderia nos citar suas cinco canções favoritas da banda?
Jenny: "The Mexican", for obvious reasons
"Black Dog"
"Sun Moon and Stars"
"2000 Sunsets"
"We People who are Darker than Blue"

Confira entrevista completa no site Road to Metal (there is an english versin available on the web site):

http://roadtometal.com.br/2017/04/entrevista-jenny-haan-babe-ruth-um.html

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Sobre Carlos Garcia

Antes de tudo sou um colecionador, que começou a cair de cabeça no Metal e Classic Rock quando o Kiss esteve no Brasil em 1983, a partir daí não parei mais. Criei fanzines, como o Zine Barulho, além de colaborar com outros zines e depois web zines e sites, como os saudosos Metal Attack e All the Bangers. Atualmente sou um dos editores e redator do Road to Metal. O melhor de tudo são as amizades que fazemos, além do contato e até amizade com alguns de nossos heróis.
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