Um pouco de funeral doom metal para animar o Natal; ouça nova música do Shape of Despair
Por Emanuel Seagal
Postado em 22 de dezembro de 2021
Shape of Despair, o ícone finlandês do funeral doom lançará seu novo álbum, "Return to the Void", no dia 25 de fevereiro de 2022 pela Season of Mist. A banda está compartilhando agora seu novo single, "Dissolution", que pode ser ouvido abaixo.
A capa do disco, criada por Mariusz Krystew, a lista de faixas e mais informações estão disponíveis abaixo.
"Return to the Void" já está disponível para pré-venda.
"Return To The Void" tem as seguintes faixas:
01. Return To The Void (09:14)
02. Dissolution (08:59)
03. Solitary Downfall (11:06)
04. Reflection In Slow Time (08:08)
05. Forfeit (08:00)
06. The Inner Desolation (11:48)
O Shape of Despair retorna da escuridão nórdica com seu novo álbum, "Return to the Void". Entre o sucesso de "Monotony Fields" (2015) e hoje, os membros do Shape of Despair têm composto e se apresentado com seus outros projetos como Finntroll, Impaled Nazarene, Throes of Dawn, e Counting Hours. Os finlandeses nunca foram ou acharam a necessidade de serem prolíficos, no entanto. A corrida para a escuridão fria é uma tarefa contemplativamente sem pressa. "Return to the Void" é musicalmente e tematicamente a mesma jornada, de solidão perpétua e dolorida falta de esperança, conduzida direto para o coração do crepúsculo gelado. Como sempre, esta é uma música triste para dias sem sol.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
"Não muito depois de 'Monotony Fields', comecei a compor para o 'Return to the Void', disse o guitarrista e membro fundador Jarno Salomaa. "No início a música-título parecia muito primitiva. Pensei em fazer um álbum solo com ela, mas depois de um tempo, a música me lembrou de um material mais antigo do Raven. Naturalmente e eventualmente começou a parecer como uma música do Shape of Despair."
O Shape of Despair foi formado a partir das cinzas do Raven, em Helsinque, no ano de 1998. Na verdade, a transformação no nome atual não foi tão violenta quanto parece. Uma simples mudança de nome, iniciada por Jarno, coincidiu com o desenvolvimento da predileção dos finlandeses por metal lento, embora gelado. A grande estreia do Shape of Despair, com "Shades of ..." (2000), foi a prova de que a desgraça imponente do jovem sexteto já estava em ascensão. A partir daí, os músicos se transformaram em membros, mas continuaram sua marcha fúnebre para se tornarem lendas com "Angels of Distress" (2001) e "Illusion's Play" (2004) antes de hibernar por quase uma década. Enquanto "Return to the Void" é a continuação natural de "Monotony Fields" e representa mais de seis anos de desenvolvimento de composições, a narrativa principal (e de fato o oportuno retorno do baterista Samu Ruotsalainen) está enraizada no passado.
"'Return to the Void' não é a continuação de 'Monotony Fields' no sentido tradicional", afirma Jarno. "Como declarado, a composição remonta à primeira música que fizemos para o Raven. Eu diria que minha abordagem mudou depois de todos esses anos fazendo música. Eu encontrei maneiras novas e diferentes de moldar os arranjos e minhas composições. O que mais importa, eu acho, é que ainda tenha a atmosfera do Shape of Despair."
"Return To The Void" é, sem dúvida Shape of Despair. Do olhar vazio de "Dissolution" e da beleza gélida de "Reflection in Slow Time" à catedral em colapso em "Forfeit" e a queda do vazio que é a impressionante faixa-título, os finlandeses superaram os seus hits anteriores "Woundheir", "Angels of Distress" e "Sleep Mirrored" com uma facilidade surpreendente. O funeral doom costuma ser limitado em seu escopo, mas "Return to the Void" se opõe à isso com seus vales desesperadamente inspirados e picos angelicais, alimentado pelos vocais angelicais de Natalie Koskinen. Com as letras obscuras de Henri Koivula, o Shape of Despair oferece uma exibição de classe de um gênero expansivo e fílmico.
"'Return to the Void' é o título que pensamos que melhor descreveria o álbum", afirma Henri Koivula. "É um retorno para nós de muitas maneiras. Estávamos caminhando (musicalmente) para o início do Shape of Despair. Além disso, Samu está de volta à banda. No geral, minhas letras têm uma linha vermelha - uma sensação de solidão e depressão. O estado em que você descobre que tudo perdeu seu significado. Não há passado ou futuro, apenas este momento à deriva perto do firmamento."
O projeto "Return to the Void" começou no ano de 2020 e continuou até maio de 2021. Os trabalhos de produção foram arrancados do produtor anterior, Max Kostermaa, e repassados diretamente para à banda. Samu Ruotsalainen, Jarno Salomaa, Henri Koivula e Miika Niemelä trabalharam, respectivamente, no Beat Domination Studios, D-Studios e Doom Cave Studios. O grupo também olhou dentro de suas fileiras para mixar, passando o trabalho para o baterista Samu Ruotsalainen (Finntroll, Metsatöll). A masterização foi concedida ao premiado ás Svante Forsbäck (Volbeat, Rammstein) na Chartmakers West em Espoo. Se as produções anteriores do Shape of Despair eram enormes, "Return to the Void" é incomensuravelmente massivo. Basta ouvir "Solitary Downfall" e a esmagadora "The Inner Desolation", sendo aparente que o Shape of Despair criou um templo de som para ruminar a crueldade da existência.
"Gravamos o álbum por conta própria, o que nos deu a liberdade de gravar quando e pelo tempo que quiséssemos", diz Jarno. "Tudo foi feito no final do inverno, com a mixagem acontecendo entre fevereiro e março de 2021. Tivemos alguns finais de semana para mixar com Samu, mas a maior parte foi feita sem nós. A masterização foi então finalizada em maio de 2021. O som é principalmente cru, mas ainda pesado. O foco principal era manter nosso mundo sonoro intacto. Acredito que este álbum soa o mais preciso que quisemos que nossos álbuns soassem", concluiu o grupo.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rafael Bittencourt, fundador do Angra, recebe título de Imortal da Academia de Letras do Brasil
Iron Maiden fará show em Curitiba na turnê de 50 anos "Run For Your Lives"
O álbum do Iron Maiden eleito melhor disco britânico dos últimos 60 anos
A música "pop genérica" de um disco clássico do Jethro Tull que incomoda Ian Anderson
Scott Ian explica significado de "It's for the Kids", nova música do Anthrax
As 5 músicas pesadas preferidas de Mille Petrozza, frontman do Kreator
O melhor cantor de blues de todos os tempos, segundo Keith Richards
A música que Regis Tadeu mandaria ao espaço para representar o melhor da humanidade
"Seria um idiota se aceitasse": guitarrista descarta retorno ao W.A.S.P.
Evanescence lança vídeo oficial da música "Who Will You Follow"
"Lemmy gostava de estar no controle e amava a vida", diz Zakk Wylde
O álbum dos Beatles que todos amam e John Lennon elogiou, mas depois ficou com um pé atrás
Baterista do Megadeth ouve Raimundos pela primeira vez e toca "Eu Quero Ver o Oco"
As duas bandas de metal que James Hetfield não suporta: "Meio cartunesco"
A música sobre John Lennon que Paul McCartney ainda acha difícil cantar ao vivo
Black Metal: cinco bandas do lado depressivo do satanismo
O baterista que, sem querer, criou a sonoridade dos anos oitenta e mudou a história do Rock
AC/DC: a história do nome e a idéia do uniforme de Angus

Vícios: As 10 melhores músicas sobre drogas
O dia que Sting enlouqueceu assistindo ícone do violão brasileiro em pé-sujo na Lapa
A crítica de Portnoy ao trabalho de Matt Sorum, ex-baterista do Guns N' Roses
Motorhead: a dieta que mantinha Lemmy jovem e viçoso
Metallica e Iron Maiden: veja a diferença absurda de faturamento em shows nos EUA
Rockstars: 18 roqueiros que já apareceram em filmes
