Quais foram os desafios para filmar novos clipes do Megadeth? Diretor brasileiro responde
Por Gustavo Maiato
Postado em 01 de setembro de 2022
Quem vê o resultado incrível dos últimos clipes "We’ll Be Back" e "Night Stalkers", do Megadeth, não imagina o trabalho que dá nos bastidores. Em entrevista ao jornalista musical Gustavo Maiato, o diretor brasileiro Leo Liberti contou detalhes dos desafios para a produção.
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No caso do Megadeth foi algo tipo ‘estejam livres para propor e vamos discutir sobre’. A arte não tem uma regra, muito engraçado isso. Não tem regra de produção. Cada um tem uma escola e um jeito. Gosto de equipe enxuta. Pessoas com vários talentos fazendo várias coisas. Fui editor antes e tem uns que não pegam na câmera. Eu gosto. Então cada um tem um jeito. Renan Pacheco, por exemplo, opera steadicam comigo faz 10 anos. É um exímio profissional de steadi, mas não se recusa a ajudar no set se precisar... Aqui ninguém tem o braço curto!
Essa parte de fazer de forma remota foi tranquila, por causa do produtor Rafael Pensado. Ele matou no peito. O mais difícil foi a quantidade de locações. Nós achamos que todos nos EUA nasceram sabendo cinema. Ou seja, tem essa cobrança por sermos brasileiros.
O fato de uma banda americana chamar um brasileiro para trabalhar... Ficamos tipo: ‘Caramba!’. Essa foi uma dificuldade pessoal. Poxa, brasileiros fazem coisas legais também. Se eles estão chamando, né?
Agora, as viagens são difíceis. Levar as pessoas, é tudo muito cansativo. Todos ficam cansados tanto física quanto mentalmente.
E quando falamos de equipe esquecemos de uma grande retaguarda! Eu sou 100% família em primeiro lugar. Logo tem uma retaguarda na minha casa chamada Érica que me dá segurança com meus filhos pra ir alçando novos vôos. Ela começou a Libertà comigo e decidimos ter filhos, nossa maior benção... Fazer clipes internacionais, grandes coisas só é possível quando se tem essa estrutura por trás", disse.
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