O curioso motivo que levou Tobias Sammet a compor músicas curtas em novo álbum do Avantasia
Por Gustavo Maiato
Postado em 24 de outubro de 2022
Quem analisa a discografia do Avantasia pode encontrar hits bem longos, como "The Tower" e "Scarecrow". Mas por que será que no novo álbum – "A Paranormal Evening With the Moonflower Society" – Tobias Sammet resolveu não abusar e só compor uma música grande?
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Em entrevista ao jornalista musical Gustato Maiato, Tobias confessou que isso tem a ver com a possibilidade de colocar mais músicas nos shows e assim facilitar o rodízio entre os muitos vocalistas convidados.
"Sei que as pessoas vão amar ‘Arabesque’, porque ela é muito épica. É bem maior do que as outras músicas. É majestosa e tem o Michael Kiske, Jorn Lande e eu nos vocais! Estou tão feliz com todas as músicas. Não é falando só por falar! Todas as 11 músicas dariam certo ao vivo. Fazer um set ao vivo não é nada fácil. Especialmente no Avantasia, que temos um monte de músicas gigantes! Nesse novo álbum, quis colocar o máximo possível de músicas mais curtas. Fiz isso de propósito. Percebi que quando pensei o setlist das últimas três turnês, fiquei tipo: ‘Porra, essa aqui tem 7 minutos, essa tem 8!’. Não é fácil de acomodar todos os vocalistas da turnê. Quero sempre dividir de forma igual entre eles. É mais fácil quando são músicas menores. A decisão será baseada em quais músicas se tornarão as preferidas das pessoas e também baseada em quem irá se juntar a nós na turnê. Também preciso ver essa questão sobre o equilíbrio no set. Precisa ter músicas mais rápidas, mais antigas, mais lentas. Tem também o fator da intuição. É preciso estar atento em muitos aspectos", disse.
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