Robert Fripp revela a qualidade do Slipknot que ele gostaria no King Crimson
Por Bruce William
Postado em 31 de agosto de 2023
De um lado o Slipknot, uma das principais bandas de heavy metal da atualidade, formado em 1995 em Des Moines, no Iowa, e que apresenta uma imagem forte e marcante tocando uma música intensa em performances pesadas e repletas de energia e teatralidade, replea de riffs de guitarra pesados, bateria agressiva e vocais poderosos.
Do outro lado o King Crimson, banda seminal de rock progressivo fundada em 1968 e centrada na figura de Robert Fripp, tendo ficado marcada pelas composições complexas, experimentações musicais e também pela mudança frequente nas suas formações, o que fez o som também se alterar bastante ao longo dos anos, com elementos de jazz, música clássica e rock.
Parecem duas coisas completamente diferentes, certo? Pode ser que em termos musicais sim, mas uma banda vai muito mais além disso, conforme deixou claro o próprio Fripp, durante um papo com a Guitar World onde o assunto foi a hilária recriação que ele e sua esposa, a cantora e atriz Toyah Willcox, fizeram de "Psychosocial" durante um vídeo da série "Toyah & Robert's Sunday Lunch".
"O que eu gosto em 'Psychosocial' e no Slipknot é que a ética da banda está mais próxima da ética das bandas em geral. Basicamente, a música vem em primeiro lugar e a banda vem antes dos próprios membros. Nem todos com quem trabalhei no King Crimson foram tão comprometidos com a banda quanto com suas próprias carreiras solo, o que provavelmente ajuda a explicar algumas das dificuldades pessoais que as pessoas tiveram com o Robert... aquele 'terrível homem' que foi desagradável com eles", disse Fripp, se referindo, sem citar ninguém em específico, a alguns músicos com quem trabalhou ao longo dos anos no King Crimson, e comentando em seguida aspectos técnicos da afinação que ele usou, que ele disse ser bem diferente do que fizeram os músicos originais do Slipknot.
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