Os únicos 5 álbuns do rock nacional na lista de melhores da história de Regis Tadeu
Por Gustavo Maiato
Postado em 20 de janeiro de 2024
Recentemente, Regis Tadeu e Paulo Baron fizeram uma live elegendo os melhores álbuns da história da música. Na lista do ácido crítico musical, bandas gringas como Deep Purple, Iron Maiden e Metallica abocanharam a maioria das posições.
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Uma observação mais cuidadosa, entretanto, mostra que cinco discos de rock nacional estão entre os eleitos de Regis Tadeu como melhores já produzidos. Vale reforçar que a listagem não se prendeu a gêneros específicos. Confira abaixo.
"Canções Dentro da Noite Escura" (Lobão): O décimo álbum solo de Lobão teve produção a cargo de Carlos Trilha. Destacando-se por sua diversidade musical, apresenta faixas como "Você e a Noite Escura", "A Gente Vai se Amar", "Quente" e "Pra Sempre Essa Noite".
"Krig-há, Bandolo! (Raul Seixas): O álbum recebe seu nome de um grito de guerra de Tarzan, presente nas histórias em quadrinhos da EBAL. Este trabalho, assim como seu sucessor "Gita", buscava conquistar o mercado norte-americano com algumas canções gravadas em inglês, mas a ideia não se concretizou.
"Secos & Molhados" (Secos & Molhados): Álbum de estreia do grupo homônimo, lançado em 1973, mescla poesia de autores como Vinícius de Moraes com danças e canções do folclore português e brasileiro. Em meio ao contexto de censura e o Regime Militar, o disco aborda temas como liberdade de expressão, racismo e guerras, destacando-se com músicas como "Sangue Latino", "O Vira", "Assim Assado" e "Rosa de Hiroshima".
"Terreno Baldio" (Terreno Baldio): Reconhecida mundialmente como uma das bandas mais importantes do rock progressivo, Terreno Baldio lançou seu álbum de estreia em 1976. Gravado em 4 canais, o álbum conta com a contribuição de músicos como Mozart Mello, Roberto Lazzarini, João Ascenção, Jô e João Kurk (Fusa).
"Criaturas da Noite" (O Terço): O Terço, formado em 1968, evoluiu do rock clássico para o rock progressivo e rural. "Criaturas da Noite" é o terceiro álbum da banda, lançado em 1975, apresentando uma sonoridade mais orientada para o folk e rock. Considerado o disco de rock progressivo brasileiro mais vendido na Europa e no Japão, inclui sucessos como "Hey Amigo", "Queimada" e a faixa título, além da longa peça "1974". Reeditado pelo selo Magazine, com uma capa alternativa.
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