A regra não escrita que o Iron Maiden impõe nos solos de guitarra, segundo Adrian Smith
Por Gustavo Maiato
Postado em 06 de abril de 2026
Ao longo de décadas, o Iron Maiden construiu uma identidade sonora bastante definida - e isso inclui até mesmo a forma como os solos de guitarra são estruturados. Segundo o guitarrista Adrian Smith, existe uma espécie de "regra não escrita" dentro da banda.
Em entrevista à Guitarist (via Ultimate Guitar), o músico explicou que os solos no Maiden seguem um padrão bastante rígido. "Eu toco no Iron Maiden há tanto tempo, e os solos fazem parte da música. Quase sem exceção, eles têm 16 compassos, e é isso. Não há solos estendidos", afirmou.

Essa abordagem também se reflete nos shows ao vivo. "A maioria dos solos que eu toco com o Maiden são os mesmos do disco, porque é isso que as pessoas querem ouvir, especialmente em músicas antigas como 'The Trooper'", explicou, destacando o compromisso da banda com a fidelidade ao material original.
Adrian Smith e solos de guitarra
O cenário muda quando Smith trabalha fora do Maiden, especialmente ao lado de Richie Kotzen no projeto Smith/Kotzen. Nesse contexto, o guitarrista encontrou espaço para explorar uma abordagem mais livre. "O jeito do Richie tocar é muito mais improvisado, e isso me encorajou a ser mais assim também", disse.
A parceria acabou impactando diretamente sua confiança como músico. "Estou ficando mais confiante em me soltar. Só tenho três solos no set inteiro que toco iguais toda noite. O resto é tudo improvisado", revelou.
Apesar disso, Smith deixa claro que sua essência permanece a mesma. Segundo ele, a principal diferença está no contexto musical. "O que eu toco não é tão diferente do que faço no Maiden, mas o pano de fundo muda tudo. Talvez o lado mais blues apareça um pouco mais", comentou.
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