Roadrunner: capa do Sepultura entre as mais marcantes

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Por Carlos Henrique Schmidt, Fonte: Roadrunner Records, Tradução
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Desde 1910, músicos associaram artes visuais com sua energia sonora na forma da toda-poderosa capa de disco. E desde 1987 a Roadrunner Records tem sido fonte de imagens visualmente extasiantes e perturbadoras na vasta arte mundial dos álbuns, ainda assim honrando a tradição. Seja usando uma imagem para dar o tom para o que vai seguir nos seus auto-falantes, ou como um meio de deixar uma marca na eternidade associando uma imagem com um título, não há dúvidas quanto ao poder de uma capa de disco – que é por esta razão que o selo correu os olhos por todos álbuns lançados na Roadrunner Records U.S. para encontrar as maiores capas em sua celebrada história.

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Votada pela equipe mundial da Roadrunner, com um mostruário que vai do icônico contra o blasfemo, o pintado contra o fotografado, bem como da arte descoberta contra a arte encomendada, nós lhes damos as "Dez maiores Capas da História da Roadrunner", uma por vez, sendo que esta do SEPULTURA está no sétimo lugar:

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Este lançamento de 1993 dos metalheads brasileiros do SEPULTURA vê sonoramente a banda transcender da estética death metal a uma saída mais eclética, apresentando ritmos com mais groove, incorporando riffs mais melancólicos, sonoridades industriais e até mesmo introduzindo elementos de punk / hardcore em todo o disco. Com canções de protesto como "Refuse / Resist" e "Biotech is Godzilla" (assinada por Jello Biafra) jorrando teorias da conspiração e as letras politicamente carregadas adicionadas ao "Chaos AD", tornaram-no um álbum inovador para a banda em todo o mundo.

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E a capa? Nós vamos deixar o fundador do SEPULTURA e ex-vocalista Max Cavalera descrever sua concepção.

"A capa de 'Chaos AD' foi encomendado a Michael Whelan. Nós já o haviámos usado em dois álbuns anteriores: 'Beneath the Remains' e 'Arise'. Mas estes traziam pinturas já existentes, e 'Chaos AD' foi uma pintura completamente nova que foi encomendado por nós a Michael Whelan para criar com base no nome do álbum. Nós demos o disco a ele, e ele veio com o saco de corpos com o dinheiro de cabeça para baixo e todo o material eletrônico atravessando o saco de corpos no que eu achei muito legal".

"Há muito detalhes na arte de Michael Whelan. Há muitas pequenas coisas para pessoas verem - na maquinaria pode-se ver pequenas mãos e as faces de pessoas e outras coisas assim. Eu estava realmente orgulhoso porque eu realmente gosto de Michael, eu penso que ele é um dos melhores artistas. E eu estou realmente orgulhoso que eu consegui trabalhar com ele em 'Chaos AD'. Ele conseguiu, você sabe, ele fez uma grande capa de disco que muitas pessoas amam".




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Sobre Carlos Henrique Schmidt

Graduado em Computação e Administração, a paixão pela música pesada surgiu nos primeiros anos da adolescência e permanece até os dias de hoje. Apesar da preferência pelos estilos mais x-tremos da música pesada (Black, Death, Grind), o seu universo musical não limitado por estes rótulos, mas pelo que a música em si transmite.

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