Wintersun: Jari Maenpaa fala sobre o novo álbum, "Time I"
Por Mirella Camargos
Fonte: Wintersun Brazilian Fansite
Postado em 31 de outubro de 2012
Em entrevista ao site Dagheisha.com, o vocalista/guitarrista Jari Mäenpää comentou sobre o novo álbum do Wintersun, "Time I".
"Time I" foi lançado no dia 19 de Outubro na Alemanha, e em 22 de Outubro na América do Norte, via Nuclear Blast Records.
"Time I'' é uma épica aventura musical. Você teve a mesma visão quando começou a compor ou a perspectiva foi alterada durante o processo?
Jari: A visão era a mesma desde o começo, mas é natural que haja a adição de outras ideias e o estabelecimento de vários detalhes. Os primeiros registros datam há seis anos. Os vocais e as orquestrações foram introduzidos durante a produção, o que era realmente enorme. O principal problema foram as orquestrações porque as camadas eram numerosas e eu não podia imaginar o quanto de sofrimento seria exigido. Por anos eu lutei com computadores e limitações do softwares diferentes. Além disso, por causa do trabalho de construção, eu levei vários meses para instalar tudo no apartamento, e isso levou a mais atrasos.
Quais os conceitos por trás do álbum?
Jari: As letras têm a ver com as emoções que os seres humanos experimentam em sua curta existência, e o que achamos sobre o que é a criação do universo. Nós nos perguntamos o tempo todo o que somos e de onde viemos, e também sobre a tristeza e o sentimento de perda no momento em que se desvanece.
Sobre o conceito de tempo, podemos lembrar ''Dark Side Of The Moon'', do Pink Floyd?
Jari: Eu não sou tão familiarizado com esse álbum, mas posso lhe dizer que as canções são musicalmente muito distintas umas das outras, com harmonias influenciadas pela cultura japonesa e o conteúdo é diferente. As letras tendem a manter unidas as canções e, curiosamente, elas incidem sobre a fragilidade da definição que damos ao tempo.
Seis anos é realmente muito tempo. Você não acha que poderia ser perigoso em relação aos fãs e gravadora?
Jari: Tem sido muito surpreendente e estamos profundamente gratos a todas as pessoas que nos apoiaram e esperaram por tanto tempo. Por outro lado, estes eram os nossos recursos, o selo entendeu e continuou a acreditar cegamente em nós. Todas as vezes em que o prazo foi modificado, consequentemente, certas expectativas e pressões foram sentidas.
Quanto tempo você levou para compor o material?
Jari: Algumas ideias surgiram oito anos atrás, mas a parte sobre os riffs e a seção de ritmo foram concluídas rapidamente.
Como você lidou com tudo isso?
Jari: Kai Hahto tem um desempenhado e papel fundamental na implementação do disco. Ele me ajudou no processo de escrita e no arranjo da bateria. Algumas de suas ideias foram usadas para melhorar o riff. Teemu Mäntysaari gravou as melodias com o violão, o que ajudou a tornar esta primeira parte mais variada. O segundo será ainda mais cheio de contrastes.
Por que você decidiu dividir 'Time I' em duas partes?
Jari: Nós pensamos que era uma boa jogada para revitalizar a banda depois de anos de silêncio. Além disso, conseguimos muito material para um só álbum.
Não acho que seja uma coincidência a Nuclear Blast lançar ''Time I'' cerca de um mês após o "Unsung Heroes" do Ensiferum ...
Jari: Eu não acho que isso foi premeditado. Talvez pela Spinefarm, mas se tivermos uma base de fãs semelhantes que vão ouvir o disco, vão perceber as diferenças entre os dois grupos.
Eu imagino que o seu relacionamento com Markus Toivonen (Ensiferum) ainda seja bom.
Jari: Nunca houve desentendimentos entre nós. Na época, eu percebi que não poderia sair em turnê e preferiram me demitir por mútuo acordo. Eu estava muito ocupado com o trabalho do primeiro álbum do Wintersun. Eu ouvi "Unsung Heroes" e não é ruim, mas eu ainda prefiro os dois primeiros álbuns. O coral também é do Hinkka Sami bem como Matthias Nygard. Olli Vänskä e Jukka-Pekka Miettinen dos Turisas, Mikko Salovaara do Kiuas, e Joenssen Heri de Týr.
Em um ponto de vista técnico, qual é a parte do disco mais difícil?
Jari: Eu diria a "Sons of Winter and Stars''. A guitarra é bastante complexa e até mesmo a bateria é intrincada.
Você está prestes a ir para os EUA em uma turnê com o Eluveitie e Varg. Você acha que a música do Wintersun irá atrair o público americano mais do que o europeu?
Jari: A resposta até agora tem sido boa, mas eu duvido que exceda o da Europa Central.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Capital Inicial cancela shows nos Estados Unidos após vistos negados
20 bandas que nunca lançaram um disco ruim, de acordo com a Metal Hammer
Rush é parado na fronteira dos Estados Unidos com o México e precisa adiar show
O que torna o Slayer diferente, na opinião de Dave Mustaine
Rhapsody se despedirá com formação clássica ao lado do Epica na América do Sul
Por que Iron Maiden nunca será grande como Metallica, segundo Bruce Dickinson
Ripper Owens: "Há uma razão pro Iron Maiden tocar pra 20 mil e o Judas pra 5 mil"
A música do Anthrax que Andreas Kisser considera "quase prog"
Dave Lombardo conta que "névoa mental" o fez usar anotações nos shows
A grande omissão do Rock and Roll Hall of Fame segundo Steve Stevens
Os dois clássicos do Judas Priest que Ripper Owens não queria cantar no Masters of Voices
Classic Rock ranqueia discografia do Bon Jovi do pior ao melhor álbum
O cantor de prog metal que foi cotado para substituir Bruce Dickinson no Iron Maiden em 1993
Em clima de Copa do Mundo, Angra lança videoclipe da releitura de "Pra Frente Brasil"
Shane Embury (Napalm Death) fala abertamente sobre luta contra o alcoolismo
O álbum de Raul Seixas que é o preferido de Marcelo Nova - e também era do próprio Raul
Kurt Cobain: a teoria de assassinato do músico
A opinião de Paulo Ricardo sobre o contemporâneo Humberto Gessinger


Lemmy: tatuagens, política, strippers e atrizes pornô
Bob Daisley: baixista dá detalhes de sua briga com Osbourne



