Ulcerate: entrevista com a banda no Blog Intervalo Banger
Por Mário Rabelo
Fonte: Intervalo Banger
Postado em 16 de janeiro de 2011
Lançando seu terceiro álbum de estúdio, os neozelandeses do ULCERATE deram uma entrevista ao Blog Intervalo Banger, onde falaram sobre o novo álbum intitulado "The Destroyers of All", sobre a cena na Nova Zelândia e os planos da banda para 2011.
Em 2007, no Of Fracture and Failure, o Ulcerate ainda era uma banda com 5 membros. Você acha que enxugar o número de membros tornando-se Power Trio, ajudou a banda no processo de amadurecimento para chegar a sonoridade única que fazem hoje?
Não muito… a música sempre foi escrita desde sua fundação pelo guitarrista Michael Hoggard e eu, os outros membros que tivemos somente permitiram que apresentassemos o som ao vivo. A mudança principal para nós foi o baixista Paul finalmente tomar conta dos vocais e letras, então definitivamente tivemos um novo direcionamento nesse departamento.
Se algo nos é dado que apresenta mais eficiência e uma direção mais focada, é ótimo para que nossas mentes mantenham um caminho certo para onde vamos criativamente. Nós estamos atualmente trabalhando com um novo segundo guitarrista, o qual é um amigo de longa data, e será um prazer dividir o palco em um futuro próximo.
Onde quer que eu leia sobre vocês, a banda é colocada como Brutal Technical Death Metal. Particularmente acho que o Ulcerate está muito longe dessa categoria, por trabalhar elementos muito mais densos, atmosferas muito claustrofóbicas que hoje já são particulares para a banda. Diria que hoje o Ulcerate criou um caminho próprio e já não depende mais desse rótulo para ser categorizado. Como você enxerga o Ulcerate na cena Death Metal hoje?
Acho que esse é o rótulo que nós caímos, para alguns é a forma de descrição mais próxima da nossa música em um jeito mais amplo, então eu entendo isso de uma perspectiva puramente categórica. E sim você está certo, os elementos de composição que trabalhamos não são os mais típicos do estilo, então honestamente eu não ligo para o que as pessoas nos marcam - qualquer definição geral provavelmente não irá cobrir todos os aspectos de nossa música.
Em termos pessoais ou como outros nos definem na cena Death Metal, eu não acho que nenhum de nós liga como ou aonde nos encaixamos na cena, somos o que somos. Já existe tanta homogenização esses dias, eu posso contar em uma mão a quantidade de álbuns de Death Metal que eu comprei que eu realmente gostei na última década que não são apenas a mesma fórmula velha e experimentada.
Leia a entrevista completa no link
http://intervalobanger.tumblr.com/post/2713024001/entrevista-ulcerate
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O rockstar dos anos 1980 que James Hetfield odeia: "Falso e pretensioso, pose de astro"
Veja Andreas Kisser de sandália e camiseta tocando na Avenida Paulista de SP
Confira os vencedores do Grammy 2026 nas categorias ligadas ao rock e metal
A humildade de Regis Tadeu ao explicar seu maior mérito na formação da banda Ira!
Polêmica banda alemã compara seu membro com Eloy Casagrande
Produtor descreve "inferno" que viveu ao trabalhar com os Rolling Stones
Novo disco do Megadeth alcança o topo das paradas da Billboard
Mike Portnoy admite não conseguir executar algumas técnicas de Mike Mangini
Para Lars Ulrich, o que tornava o Slayer interessante era seu extremismo
A banda punk que Billy Corgan disse ser "maior que os Ramones"
As 40 melhores músicas lançadas em 1986, segundo o Ultimate Classic Rock
Músicos do Angra encontram Bruce Dickinson gravando novo disco em estúdio de Dave Grohl
Bruce Dickinson grava novo álbum solo em estúdio de Dave Grohl
O guitarrista americano que sozinho ofuscou todos os britânicos, segundo Carlos Santana
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir

Cradle Of Filth: o lado negro do vocalista Dani Filth
Bob Daisley: baixista dá detalhes de sua briga com Osbourne


