Sirenia: o visual é muito importante neste tipo de música

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Por Durr Campos, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Dimitris Kontogeorgakos, do site Metal-Temple.com, entrevistou em janeiro de 2009 a mente por trás do SIRENIA, o norueguês Morten Veland.

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Metal-Temple.com: Então, você pode afirmar que o [novo álbum do SIRENIA], "The 13th Floor", soa do jeito que imaginava antes de gravá-lo?

Morten Veland: "Você sabe, um álbum sempre tende a sair um tanto diferente de quando você o mentalizou. Ok, você trabalha em certas direções mas as coisas mudam durante o processo em si. Eu tive a sorte de trabalhar novamente em estúdio com pessoas que desejam alcançar os mesmos resultados que eu para o SIRENIA. Aprendemos muito uns com os outros durante as gravações e, sim, eu posso afirmar que o álbum saiu muito próximo do que eu imaginei".

Metal-Temple.com: Eu perguntei isso porque eu estava pensando, quando um artista pode ter a certeza de que um novo álbum está pronto para ser gravado? Quando você pode dizer: "Ok, terminei!"?

Morten Veland: "É verdade que você nunca tem certeza de que tudo está pronto; sempre haverá alguma coisa a mais para acrescentar. Eu pessoalmente, trabalho muito na pré-produção até que tudo soe perfeito aos meus ouvidos e mente. Todos os arranjos e detalhes aparecem nesta fase. Então, quando eu alcanço meus objetivos eu sei que se for adicionado mais às canções o álbum poderia soar exagerado. Eu acredito que há um limite onde você sente que não deve seguir mais para não perder o controle de tudo".

Metal-Temple.com: Onde o novo álbum situa-se musicalmente? Você diria que está ainda dentro do que deve ser um típico trabalho do SIRENIA?

Morten Veland: "Eu acho que está bem próximo disso. Geralmente eu gosto de dar um passo adiante no desenvolvimento musical do grupo. Mas com o 'The 13th Floor', mesmo evoluindo, eu quis dar uma visitado no passado da banda. Os fãs poderão encontrar elementos de todos os nossos discos neste lançamento, a exemplos dos 'At Sixes And Sevens' e 'An Elixir For Existence', além de novidades. Acredito que seja o álbum mais completo do SIRENIA justamente por este motivo; contém o que costumamos fazer e situa o fã aonde a banda está neste momento".

Metal-Temple.com: E sobre a nova cantora, Ailyn; como você chegou até ela?

Morten Veland: "Foi um longo processo para encontrá-la, cerca de um ano e meio".

Metal-Temple.com: (interrompendo) Você já tinha uma voz específica em mente quando a procurava?

Morten Veland: "Há sempre coisas importantes a você e, logicamente, à banda. O mais notável seria encontrar alguém com uma voz única e que se encaixasse tanta nas canções recentes quanto nas dos álbuns anteriores. Também há o lado pessoal de tudo isso; a química entre os membros do grupo. Quando se está em uma banda que sai em longas turnês isso faz muita diferença. Um outro fator importante que veio à tona durante o processo de busca pela nova cantora foi que decidimos que esta fosse da Europa [nota do tradutor: Por que eu não me surpreendo com isso?] pois seria complicado se morássemos longe um dos outros. Por último, mas não menos importante, o visual, algo muito importante neste tipo de música".

Metal-Temple.com: Que mudanças Ailyn trouxe à música do SIRENIA?

Morten Veland: "Ela tem uma grande extensão vocal; ela canta bem tanto as notas altas quanto as mais graves. Para mim, como compositor, é muito positivo pois fico bem mais livre para escrever. Posso agora experimentar mais do que no passado. É demais ter a voz dela na banda".

Metal-Temple.com: Você compôs as canções já com Ailyn na banda?

Morten Veland: "As músicas estavam mais ou menos prontas antes mesmo do início da busca pela vocalista. Mas este é o jeito que eu escrevo para o SIRENIA; Eu acho meio complicado compor junto a outro músico. Prefiro estar em paz e comigo mesmo apenas. A distração quando se está em grupo não me agrada quando componho (risos). Posso trabalhar melhor sozinho".

Leia a entrevista completa (em inglês) neste link.

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Sobre Durr Campos

Graduado em Jornalismo, o autor já atuou em diversos segmentos de sua área, mas a paixão pela música que tanto ama sempre falou mais alto e lá foi ele se aventurar pela Europa, onde reside atualmente e possui família. Lendo seus diversos artigos, reviews e traduções publicados aqui no site, pode-se ter uma ideia do leque de estilos que fazem sua cabeça. Como costuma dizer, não vê problema algum em colocar para tocar Napalm Death, seguido de algo do New Order ou Depeche Mode, daí viajar com Deep Purple, bailar com Journey, dar um tapa na Bay Area e finalizar o dia com alguma coisa do ABBA ou Impetigo.

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