Resenha - If Then Else - Gathering

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Por Rodrigo Simas
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Após o polêmico How to Measure a Planet, que dividiu opiniões dos fãs e da crítica em geral por ser um disco demasiadamente "viajante", e depois de um álbum ao vivo da mesma turnê, If Then Else traz de volta Anneke Giersbergen (é impossível não citá-la como destaque) com mais uma performance maravilhosa, sabendo tirar todo proveito da sua voz, com melodias lindas que muitas vezes emocionam o ouvinte, em mais uma excelente obra.

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A banda continua fazendo o seu trabalho muito bem, pois cria os climas perfeitos para a vocalista, além de escrever excelentes composições, como Shot to Pieces (bem mais rápida e pesada que o habitual da banda), a poderosa Saturnine e a belíssima Morphia Waltz, onde os vocais de Anneke dão um toque mais do que especial.

É também importante notar que neste novo álbum algumas mudanças no estilo foram feitas, já que cada disco do Gathering difere um do outro, e neste as guitarras estão aparecendo bem mais do que no anterior. As viagens exageradas foram amenizadas, mas sem desaparecer, fazendo com que If Then Else reúna os melhores atributos dos lançamentos anteriores, provando ser o disco mais maduro da banda holandesa. Traz também mais peso, como na faixa The Colorado Incident , que remete aos tempos de Madylion, sem nunca perder sua originalidade.

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Outro ponto importante é a arte gráfica, que parece ser de grande importância para os membros da banda, visto que a cada lançamento há uma preocupação neste sentido, rendendo sempre capas muito legais, até mesmo nos singles. If Then Else não foge à regra.

Desde a abertura, com Rollercoaster (o single do disco), até a última faixa, a instrumental Pathfinder, a qualidade não é perdida, garantindo a viagem do ouvinte. Muito aconselhado.

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Sobre Rodrigo Simas

Designer, carioca e tricolor. Começou a ouvir música aos 11 anos, com Iron Maiden, Metallica e Rush. Tem como hobby quase profissional, a música. Além de produzir shows e eventos, trabalhou por 5 anos em loja especializada em Heavy Metal, e já escreveu para alguns sites e revistas de música. Hoje escuta de tudo um pouco, e cada vez mais descobre que existem apenas dois tipos de música: a boa e a ruim, independente do estilo. Bandas e artistas favoritos: Dave Matthews Band, Peter Gabriel, Rush, Iron Maiden, Led Zeppelin, Ben Harper, Radiohead, System of a Down... e a lista continua...

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