Death Slam
Postado em 06 de abril de 2006
Noite do dia 04 de outubro de 1990. Provavelmente, outra data em que políticos e grandes empresários se reuniam para tramar novos golpes contra a sociedade, nascia, na esquina da QNJ 21, em Taguatinga Norte, mais um grupo de amigos para bradar contra as mazelas do sistema. Gritos de revolta em forma de música bruta, esse era o lema e assim brotaram os primeiros acordes dissonantes da DEATH SLAM.
Em meio aos pedidos vociferados por uma sociedade mais justa e igualitária, existiam ainda outros propósitos, como, por exemplo, produzir músicas (?!?) sem apelos comerciais e lutar pela união dos movimentos Banger, Hardcore e Punk, que à época era ainda mais fragmentado. Para dar o exemplo e alcançar seus propósitos, a DEATH SLAM iniciou suas atividades com pessoas vindas de 3 diferentes frentes: Fellipe CDC (vocalista e fundador. Vindo da banda de Hardcore HCS), Wilson ‘Gordinho’ (baterista e fundador, integrante do extinto grupo musical Anarco Punk DESTROÇOS) e Milton, guitarrista, que tocava bateria na banda Thrash PITLESS. Osvaldo, também um dos fundadores, era responsável pelas 4 cordas, na verdade, uma ou, no máximo, duas cordas! Essa formação durou poucos meses, aliás, como todos as outras que a sucederam.
Death-Metal, Hardcore, Grind e Punk foram e sempre serão as influências musicais da DEATH SLAM.
As referências musicais mais diretas são: Napalm Death, Extreme Noise Terror, Terrorrizer, Doom, Sore Throat, Cryptic Slaughter, Dorsal Atlântica, ROT e Scum Noise.
A formação atual é a vigésima sétima. A torcida é para que não haja necessidade de alterar tal informação!
(05/12/74) Adélcio
Entrou na banda como baixista para dar uma força. foi ficando, ficando e, felizmente, ficou. Há um bom tempo é guitarrista e principal compositor da DEATH SLAM. Fundou e ainda toca na Seconds of Noise.
(23/03/77) Ademir
Há mais de sete anos comanda a cozinha. Tornou-se uma das principais figuras da banda. Fundamental! Já passou pelas bandas Catholic (Death-Metal) e Who Farted? (Crossover) e continua nas baquetas da Seconds of Noise desde sua fundação.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
(08/06/71) Felipe CDC
Fundador e único membro remanescente. Letrista pricnipal e autor de músicas toscas como Argh!, Desperate Hours e Strange Fear. Já passou, também como fundador, pelas extintas bandas Cursed, HCS, Teratôgenia e A.I.D.S. Hoje toca paralelamente na Terror Revolucionário, grupo de HC que fundou ao lado do guitarrista Tiago.
(30/12/83) Júnior
Peça que completa o clã. Funciona como um maestro. É o décimo baixista da família. Roga-se que seja o definitivo. Sua banda principal, a Flashover, está à todo vapor. Além do baixo é responsável pelas vozes de apoio e construções ritímicas.
O nome da banda
Originalmente, DEATH SLAM era para ser o nome do primeiro show que a banda faria, no entanto, Gordinho e Osvaldo gostaram tanto do título que resolveram aproveitá-lo para batizar a banda.
A 1º apresentação
A primeira apresentação da DEATH SLAM foi no Bar do Lincoln, Guará 2, ao lado de bandas Punks, HCs e Thrash. Nessa, a banda tinha 10 dias de vida 9 sons próprios e 1 cover do Olho Seco no gatilho. Barulheira que só durou 15 minutos.
A 1º apresentação II
A primeira apresentação da DEATH SLAM na capital foi ao lado das bandas Roasting (Thrash’n’Death) e Royal Street Flash (Crossover). A Casa do Piauí, que era um excelente espaço para gigs, estava entupida de gente. Um dos melhores shows de nossa história. Isso já faz uns 11 anos!
Produção propria
Desde o início a DEATH SLAM sempre esteve envolvida direta ou indiretamente nas produções dos shows que tocou!
Integrantes por acaso
Todos os integrantes que são ou que já passaram pela DEATH SLAM tocaram/tocam em outras bandas. Na verdade, todos os integrantes só entraram para dar uma força e foram ficando além do que esperavam. Algumas dessas bandas são: Destroços, Pitlless, Alto QI, Embalmed Souls, Desintegration, DFC, Kaos Klitoriano, Noise Incorporation, Besthoven, Mantra, Distúrbio Auditivo, Seconds of Noise, Flashover, Abhorrent, entre outras...
o 1º "cache"
A primeira vez que a DEATH SLAM ganhou alguma coisa para tocar foi em um dos muitos shows que fez na Cidade Ocidental – GO. A gig foi ao lado da Nomes Feios, Schzofrênia e mais um monte. A recompensa: 02 pães com mortadela para cada um!
PROCURA-SE
A demo Change Your Life sairia em formato 7 EP pelo selo alemão Disgraceland, mais eis que, quando o material foi enviado, uma DAT que continha também a primeira demo, foi informado que tratava-se de material único e original, uma vez que não dispunha de recursos para reprodução. Após isso o selo nunca mais retornou. A arte do compacto foi toda feita por Maurício Jr.. Por favor, se souberem de algum 7 alemão da DEATH SLAM dêem um toque!!!
Gordinho (bt) e Osvaldo (bx), ambos da primeira formação, saíram na porrada durante um ensaio no estúdio caseiro do amigo Phélix. O bagulho foi tão escroto que o baixista deu uma pancada com seu instrumento na cabeça do batera, no melhor estilo El Kabong. O mais foda de tudo é que no final do ensaio os caras já estavam bebendo e se abraçando!
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