Grave Digger

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Por Felipe Matula e Marco Guelfi Jr

O Grave Digger surgiu em novembro de 1980 na Alemanha. A banda ficou conhecida na cena heavy mundial quando houve o estouro da cena alemã junto com maravilhas como Running Wild, Helloween, Accept, entre outras. Tendo se apresentado bastante na Alemanha, finalmente em 1983, conseguiu uma formação estável que contava com Chris Boltendahl (vocal), Peter Masson (guitarra), Willi Lackman (baixo) e Albert Eckert (bateria). Ainda em 1983, o grupo participou da coletânea "Rock From Hell" com a música "Violence" e assim conseguiu seu primeiro contrato com a Noise Records.

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O primeiro álbum foi lançado em 1984 e pode ser considerado o grande clássico da banda. "Heavy Metal Breakdown", teve sucesso imediato dentro da cena heavy mundial, o que rendeu ao grupo excursões com Sinner, Warlock e Running Wild pela Europa. Como quase todo grande álbum tem grandes singles, foi lançado o maxi-single "Shoot Her Down". No ano seguinte (como era bom isso), lançaram o segundo álbum, chamado Witchhunter, outro excelente petardo que manteve a popularidade do grupo.

Como só a Tiazinha ganha dinheiro na cama, a banda continuou batalhando por espaço, tocando ao vivo, participando de programa de rádios, etc. Participou também da coletânea "Metal Attack Vol.1" com duas músicas.

O terceiro álbum teve o nome de "War Games", que não obteve o sucesso dos dois anteriores. Então, vêm a moda glam-rock no mundo todo. Como os membros da banda precisavam sobreviver (ganhar dinheiro), mudaram seu nome apenas para Digger e recrutaram Uwe Lulis para tocar guitarra. Com os cabelos armados e um pouco menos de purpurina que os outros grupos, foi lançado o disco "Stronger Than Ever" em 1987. Apesar do glam ser moda, as mulheres provavelmente não acharam Chris e seus companheiros bonitos, então o grupo não obteve o mesmo sucesso do Poison, Cinderella e Motley Crüe.

Quando o glam passou, talvez o grunge não tenha agradado Chris, e ele decide reformular o excelente GRAVE DIGGER. A banda tinha na sua formação, além de Chris e Uwe, Tomi Göttlich tocando baixo e Jörg Michael (atual Stratovarius) na bateria. Foi gravado a demo-tape "The Return Of The Reaper" e com um contrato assinado com a Gun, lançou o álbum "The Reaper", que foi muito bem aceito entre os fãs.Na tour deste disco, a banda chegou a tocar com o Manowar, só não sei se foram boicotados.

A banda após 3 anos sem soltar nada no mercado, lança o MCD "Symphony Of Death". Um ano depois é lançado "Heart Of Darkness", que na minha opinião não é tão bom como "The Reaper", mas nada comprometedor.

O próximo álbum causou uma certa reviravolta, trazendo novamente o nome da banda a toda a cena heavy mundial. Foi o "Tunes Of War", de onde saiu o que é talvez o maior hit da banda: a música "Rebellion", que teve seu videoclipe gravado em montanhas escocesas, podendo ser visto até hoje num programa como o Furia MTV. Na tour de "Tunes Of War" a banda chega a vir para o Brasil junto com o Rage, outra banda alemã que em breve terá uma biografia aqui no Whiplash!.

Em 1997 a banda lança seu segundo MCD, chamado "The Dark Of The Sun", que tem inclusive uma versão ao vivo de Rebellion gravada na Grécia. Esse MCD foi lançado também em formato picture disc.

Quando tudo parecia bem, Tomi sai da banda e entra em seu lugar o baixista Jens Becker, que já havia tocado no Running Wild. Jens é um baixista superior a Tomi, então tudo ficou melhor ainda. A banda foi um dos headliners do grande festival Wacken Open Air.

"Knights Of The Cross" foi lançado em 1998. Esse álbum tem uma capa belíssima e o som da banda continua o mesmo. É um álbum conceitual que gira em torno da história da ordem dos templários.



No ano de 1999 o Grave Digger lança o album "Excalibur" trazendo mais um CD temático, desta vez sobre Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda. Este CD possui uma sonoridade maravilhosa, da mesma forma que o fabuloso "Tunes of War", incluindo a participação da banda alemã Subway to Sally fazendo os arranjos medievais

Dois anos depois do clássico "Excalibur", em 2001, Chris Boltendahl decide lançar seu novo CD com uma nova formação. Saindo Uwe Lulis e entrando o maravilhoso Manni Schmidt nas guitarras, junto a HP Katzenburg nos teclados, sai depois de tanta espera o petardo "The Grave Digger" acabando com aquela história de CDs temáticos. Era o Grave Digger voltando às raizes do metal. Clássicos como "Son of Evil" e "Spirits of the Dead" fazem o mesmo que "Heart Attack" fez nos anos 80.

Após toda a empolgação do "The Grave Digger", o medo de não haver mais nenhum CD nos próximos anos atormenta os pobres corações. Ele desaparece em 2002 com o lançamento do fabuloso "Tunes of Wacken", primeiro CD ao vivo. É maravilhoso você ver caras que a 20 anos empolgavam grupinhos de Headbangers fazerem vibrar o Wacken ao som de clássicos como "Rebellion", "Heavy Metal Breakdown" e "Lionheart".

Em 2003, sem muita espera mais uma vez, chega a nossos ouvidos a fabulosa orquestração que compõe as músicas do majestoso "Rheingold". Mais uma vez eles retornam aos temas épicos, desta vez contando sobre a lenda nórdica dos anéis de Nibelungo. O CD ainda inclui duas faixas bônus, sendo uma delas a balada emocionada "Goodbye"

Neste mesmo ano, Chris e sua turma viram fazer um fabuloso show aqui na terra do futebol, conseguindo lotar o Directv Hall.

Após toda essa empolgação, saem anuncios sobre o novo CD do Grave Digger entitulado "The Last Supper", prometido para Jan/2005. Seguindo a linha de CDs temáticos, este novo CD falará sobre contos biblicos, como a Paixão de Cristo.

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