Hammett: "Elo entre And Justice for All e o álbum preto!"

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Por Luciano Alexandre Rodrigues, Fonte: MetalRemains
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Na passagem do Metallica pela Noruega como parte da turnê "Sick of the Studio", a emissora de televisão VG-TV realizou uma entrevista com Kirk Hammett. Seguem alguns trechos em que ele comenta sobre o novo álbum.

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VG-TV: A turnê se chama "Sick of the Studio" ("Cansado do Estúdio", em tradução livre). Mas vocês estão realmente cansados do estúdio? Como vão as gravações?

Kirk: Sabe, eu não diria que nós estamos cansados do estúdio. É mais que nós precisávamos de um nome para a turnê e isto soou bem sarcástico e engraçado ao mesmo tempo, então nós a chamamos de "Sick of the Studio". Mas as coisas estão indo bem no estúdio. Nós terminamos a maior parte das baterias e está tudo indo muito bem. Nós estamos trabalhando com Rick Rubin, o que definitivamente é diferente de trabalhar com Bob Rock. Nós estamos trabalhando em 14 músicas com a idéia de colocarmos no álbum talvez 9 ou 10. Tudo depende se vamos pegar as músicas mais curtas ou mais longas, mas quero dizer, nós temos algumas músicas bem longas, então vamos ver como vai ficar.

VG-TV: O que os fãs podem esperar do novo álbum?

Kirk: Bem, é bem complicado e difícil descrevê-lo neste momento. Eu diria, se eu tivesse que comparar com nosso material antigo, ele está em algum lugar entre o "...And Justice for All" e o álbum preto. É meio que o elo perdido entre estes dois álbuns, pois há muitas músicas que são bem progressivas e muitas músicas que têm um toque melódico nelas, como o álbum preto. E sim, têm solos de guitarra por toda parte. Nós não gravamos no QG desta vez, nós estamos gravando em Los Angeles em alguns estúdios diferentes, então o som propriamente dito será um pouco diferente. Mas, sabe, ainda é cedo demais para dar uma boa descrição de como ele será.

VG-TV: Quando estão tocando com o novo baixista, Robert Trujillo, vocês têm tocado algumas coisas funkeadas. Como isto influencia as novas músicas no novo álbum?

Kirk: Você sabe que o Rob pode liberar o funk quando ele quer, mas ele também pode liberar o metal quando ele quer, e ele tem um aspecto meio que progressivo em suas músicas. Muitas coisas que o Rob escreve, ou tem escrito para a banda, têm sido bem progressivas, e nós estamos meio que "Sim! Isto é muito, muito bom", isto dá às músicas um pouco de nota no quesito de, sabe, habilidade de tocar e técnica, então ele tem muito a oferecer a banda. Variedade de estilos. Ele ainda não ficou tão funky ainda - mas ele definitivamente tem isto nele.

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VG-TV: Qual é a inspiração das novas músicas e do novo álbum?

Kirk: Eu acho que nós estamos mais em paz uns com os outros atualmente, e de novo, ter Rob na banda nos anima mais pois é sangue novo e nós meio que estamos tirando proveito do fato de todos nós estarmos compondo juntos, os quatro escrevendo juntos como um grupo. Sobre o "St. Anger", era quatro de nós, mas Bob Rock estava tocando baixo. É bom ter um baixista em tempo integral atualmente, com Rob trabalhando em período integral e tê-lo a bordo para toda a experiência. É muito inspirador só de sair de todo o período do "St. Anger", que foi bem difícil para nós três. Eu estou feliz em dizer que é bom ter deixado tudo isso para trás, nós nos sentimos como a banda que éramos nos anos 80, sabe.


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