Korn: baixista fala sobre seus parceiros na Stillwell

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth.net, Tradução
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Matéria de 05/06/11. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Rick Florino, editor do site ARTISTdirect.com, entrevistou recentemente o baixista do KORN Reginald "Fieldy" Arvizu sobre a STILLWELL — a nova banda que conta com Fieldy na guitarra, Q nos vocais, Wuv (P.O.D.) na bateria e Spider no baixo. Seguem alguns trechos da conversa.

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ARTISTdirect.com: Houve uma química instantânea entre vocês?

Fieldy: Definitivamente estamos no mesmo nível. Tudo sai assim num estalo quando o STILLWELL está gravando. Quando você vai pro palco, não há nada que você possa fazer senão viver a experiência. Tocar ao vivo é tão diferente de se fazer um disco, e é um tamanho desafio. Antes, o KORN não era sempre bom (risos). Éramos tão desleixados e tínhamos de dar um jeito em tudo. Hoje, temos o YouTube, o que é meio ruim porque se você faz um show ruim vai estar lá no YouTube naquela noite (risos). Quando começamos, tínhamos a graça de fazer shows e apertar os cintos.

ARTISTdirect.com: Como vocês fizeram sua própria "Whole Lotta Love" (versão cover do STILLWELL da música do LED ZEPPELIN).

Fieldy: É uma música tão simples, mas não é. Ela é muito singular. Eu não queria pegar uma música clássica e mudá-la muito. Contudo, eu sempre a quis mudar (risos). Quando você muda uma música demais, as pessoas ficam com raiva. Nós deixamos ela a mesma coisa, mas eu a toquei numa guitarra de sete cordas que faz descer uma oitava abaixo. Ela ficou com um som bem pesado, mas está no exato tom do LED ZEPPELIN. Ficou com um som tão pesado no sete cordas. Aceleramos ela um pouquinho. Eu não queria ir longe demais porque você afasta as pessoas assim. Nós encurtamos a seção do meio. Isso foi tudo o que fizemos.

ARTISTdirect.com: Como estão saindo as novas músicas do KORN?

Fieldy: Ainda é muito cedo e tudo ainda está muito novo que não fizemos muito. Quando você está nos estágios iniciais e você está se reinventado, é muito difícil dizer aonde vai dar. Eu acho que vai ser definitivamente de enlouquecer porque estamos obviamente fazendo algo que está por aí. A música com que mexemos gerou um retorno das pessoas que nunca tive igual. Vai ser algo novo e fresco do KORN. Eles vão saber o que é e vão identificar que é o KORN.

Leia a entrevista na íntegra (em inglês) no ARTISTdirect.com.

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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