Gibson: especialista em finanças diz que a marca está em sérios problemas financeiros
Por Ivison Poleto dos Santos
Fonte: Nashville Post
Postado em 16 de fevereiro de 2018
"A Gibson Brands, Inc. anunciou em 9 de fevereiro que emitiu cupons de pagamento de US$ 16,6 milhões aos seus credores da dívida de US$375 milhões, 8,875% das notas que vencerão em 2018."
Esta simples afirmação realizada uma semana atrás, de um total de 26 palavras, é menos de um quarto da descrição de referência da empresa que o acompanha, sugere o tom usual de uma companhia que cumpre suas responsabilidades contratuais.
Porém, a situação enfrentada pela icônica fábrica de instrumentos com base em Nashville, que aliás tem mais de US$ 1 bilhão de dólares em receitas, está muito fora do normal: o CFO Bill Lawrence recentemente deixou a companhia após menos de um ano no cargo e apenas seis meses antes do vencimento dessas notas de US$375 milhões. Mais que isso, empréstimos na ordem de US$145 milhões imediatamente recairão se estas notas, lançadas em 2013, não forem refinanciadas até 23 de julho.
Há menos de seis meses do final destes prazos cruciais, os prospectos para um refinanciamento imediato, a Gibson contratou o banco de investimentos Jefferies para auxiliar no processo, parece muito apertado, segundo observadores. E os cenários alternativos parecem preocupar o proprietário e CEO Henry Juszkiewicz.
"Em algum momento alguém vai tomar o controle desta companhia, sejam os credores ou os acionistas," afirmou o repórter da Debtwire Reshmi Basu ao Post esta semana. "Isso já é algo esperado."
Basu disse que os acionistas têm reclamado da falta de clareza da Gibson, uma situação que não melhorou com a chagada da GSO Capital Partners, parte da gigante Blackstone que emprestou à Gibson US$130 milhões.
Kevin Cassidy, analista de crédito senior da Moody’s Investors Service, disse que Juszkiewicz essencialmente tem três opções:
1) Ele e sua equipe poderiam negociar uma troca dos débitos a vencer por novas notas, o que pode não ser plausível por um preço razoável.
2) Ele poderia ser persuadido, ou forçado, a desistir de suas posições em troca do pagamento de todos os débitos.
3) Ou ele pode levar uma das mais globalmente reconhecidas marcas de Nashville às cortes de falência.
"Este ano é crítico e eles estão ficando sem tempo. Rapidamente." disse Cassidy, que no último verão rebaixou as notas da Gibson. "E se isso acabar em insolvência, ele desistirá de toda a companhia".
"Algum tipo de reestruturação será necessário", disse Cassidy. "O negócio principal da marca é bastante sólido e sustentável, porém você tem um problemas com o balanço e operacional."
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