As 13 melhores músicas de Rod Stewart nos anos 1970, segundo o próprio
Por Gustavo Maiato
Postado em 02 de outubro de 2026
Rod Stewart apontou 13 músicas lançadas nos anos 1970 entre as suas favoritas de toda a carreira. A seleção foi reunida pela Far Out Magazine, que destacou como a lista reflete a fase mais inquieta do cantor britânico, marcada por guinadas de estilo e por alguns dos maiores sucessos de sua trajetória.
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Entre as escolhidas estão "Maggie May", "It's All Over Now", "Gasoline Alley", "Every Picture Tells a Story", "Oh! No Not My Baby", "Jodie", "You Wear It Well" e "Let Me Be Your Car". Completam a relação "Pinball Wizard", "Sailor", "Angel", "Mine for Me" e "What's Made Milwaukee Famous (Has Made a Loser Out of Me)", faixas que transitam entre o rock, o soul e o folk.
A presença de "Maggie May" era praticamente obrigatória. Um dos maiores clássicos do cantor nasceu de uma lembrança pessoal: a primeira mulher com quem ele dormiu, num encontro que, segundo o próprio Stewart, terminou em poucos segundos. "'Maggie May' foi mais ou menos uma história real. É sobre a primeira mulher com quem fiz sexo, no Beaulieu Jazz Festival", contou o músico.
Outra faixa lembrada é "Gasoline Alley", que dá nome ao disco de 1970. Na época, Stewart já tinha rodado o mundo tocando em diferentes bandas, e os longos períodos na estrada despertavam nele a saudade de casa. A canção nasceu desse sentimento, com o cantor revisitando a infância e a juventude em tom nostálgico.
A publicação britânica observa que a década foi de experimentação para Stewart. Depois do fim dos Faces, em 1975, o artista passou a se dedicar exclusivamente à carreira solo e, nos últimos anos daquele período, abraçou uma sonoridade mais pop, que resultou em sucessos como "Da Ya Think I'm Sexy?". Essa liberdade, segundo a Far Out, torna difícil apontar quais seriam suas melhores gravações da época.
A versatilidade continua sendo uma das marcas do cantor, conhecido desde os anos 1960 pela voz rouca e carregada de soul. Em 2025, Stewart subiu ao palco do Festival de Glastonbury com um repertório formado por clássicos, apresentação que reforçou o tamanho do catálogo construído ao longo de quase seis décadas de carreira.
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