Y&T

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Por Allan Jones
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O Y& T é uma banda de hard rock americana dos anos 70, mas que foi despontar realmente na década de 80 em meio ao movimento hard Californiano. É um caso típico de uma banda altamente conceituada que não estourou no Brasil, assim como Def Leppard, April Wine e outras que não emplacaram em terras tupiniquins. O Idealizador do Y & T é Dave Menikketti, um talentoso guitarrista, vocalista e compositor. Tem como seu fiel escudeiro o baixista Phil Kenmore.

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O Y& T já tem quase 30 anos de carreira. Nesse tempo, a banda teve altos e baixos, e duas mudanças na formação. A primeira conta com Leonard Haze (d) e Joey Alves (g) ,além dos já citados. O primeiro álbum do Y & T, saiu em 76, com o mesmo nome, e trazia a faixa “Beaultiful Dreamer” como carro-chefe. O segundo álbum se chamou “Struck Down” e foi lançado em 78. Nesta época a banda não tinha ainda resumido seu nome, e era possível ver nas capas dos albuns o nome Yesterday and Today. A mídia não gostou das capas dos primeiros albuns, as fotos dos integrantes estavam num estilo disco music.

Os próximos albuns, “Earthshaker” e “Black Tiger” deram status à banda. A resposta do público era positiva e apesar de tentarem boicotar, a mídia estava tendo que engolir a banda à força. Em 1983 os que estavam engolindo a banda pela força ainda teriam uma indigestão, pois a banda colocava o álbum “Meanstreak” na praça. O álbum entrou nas paradas de uma maneira arrasadora, com destaque para a faixa título e “Midnight in Tokyo” que se tornaram hits em pouco tempo.

Mais dois álbuns de estúdio, “In Rock We Trust” e “Down for the Count” se seguiram, e a popularidade da banda só crescia. As bandas de Hard se dividiam entre as que queriam fazer shows junto do Y&T e as que não queriam, já que, se por um lado a banda carregava sempre um bom público em seus shows, pelo outro as performances eram tão arrasadoras que ofuscavam as outras bandas. Nesta época já circulava nas rádios e na TV o hit “Summertime Girls”, do álbum “Down for count”.

Com a fama de banda “ao vivo” O Y & T resolve gravar um de seus shows e lançar. “Open Fire” sai em 1985. O álbum é curto, mas deixa à mostra a força da banda.

Em 87, sai “Contagious”, que traz a primeira mudança no line-up; sai Leonard Haze e entra Jimmy Degrasso (atual Megadeth). O álbum foi considerado razoável.

Com a entrada da década de 90, a banda muda outra vez. Steff Burns substitui Joey Alves. Lançam o álbum “Ten”, que não obtém grande repercussão e traz à tona o fato de que o Y & T havia perdido a força. O único destaque do álbum é a faixa “Hard Times”.

A gravadora lança uma série de caça-níqueis no mercado, mas a popularidade da banda estava mesmo em baixa. Dave resolve dar um tempo, mas antes grava mais um ao vivo, o que seria um álbum de despedida. “Y & T Live” é gravado no San Jose Cabbaret e mostra uma apresentação coesa, mas melancólica, no estilo “fim de jogo”. Os Destaques ficam para “Don’t Stop Runnin” (uma das melhores músicas da banda) do álbum “In Rock We trust” e a clássica “Black Tiger”.

Após algumas tentativas frustradas no mercado musical, resolvem colocar a banda na ativa de novo e lançam em setembro de 95 o disco “Musically Incorrect” com a assinatura do Produtor Scott Boorey. O disco conseguiu boa repercussão no Japão e em parte da Europa, apenas.

No intuito de atingir a América, eles entraram em estúdio novamente e lançaram “Endangered Species”, mas o público que a banda havia conquistado na América parecia haver desaparecido. Numa tentativa apelativa e desesperada, Dave traz os integrantes originais de volta à banda e em 2000 lançam mais um ao vivo, desta vez gravado através da BBC, no Friday Rock Show. O disco foi classificado como um interessante registro ao vivo de uma banda injustiçada, já que eles não deixavam nada a dever a outros nome do hard rock americano que estavam em melhor situação.

Em 2001, a banda lança a compilação “The Ultimate Collection”.

A banda atualmente vem tentando reconquistar um lugar ao sol, fazendo shows em países como Holanda, Suécia, Espanha e em pequenas cidades Americanas.

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Sobre Allan Jones

É carioca, tem 23 anos e ouve rock desde pequeno. Suas principais influências são dos anos 70 e 80. Fez vários trabalhos relacionados ao rock, desde programas de rádio até promoção de eventos. Além disso, é músico e também faz trabalhos relacionados ao teatro. Oficialmente trabalha para a secretaria de fazenda de uma prefeitura de um município do Rio. Atistas prediletos: Kiss, Alice Cooper, Van Halen, Todd Rundgren, Asia, Kansas, Journey e as bandas do cenário do hard oitentista.

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