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Cannibal Corpse: "Todos se ofendem com qualquer coisa se não for politicamente correto"

Por
Postado em 13 de abril de 2021

Paul Mazurkiewicz foi entrevistado por Duane James, do site australiano Wall of Sound, onde falou sobre o novo álbum da banda, "Violence Unimagined", que será lançado nesse sábado, dia 16 de abril, cultura do cancelamento e outros assuntos. Na matéria Duane também descreveu como era ser um fã do Cannibal Corpse nos anos 90: "o governo australiano naquela época, em toda sua sabedoria, baniu tudo ligado ao Cannibal Corpse. Sem música, posters, nada. Se você vestisse uma camiseta do Cannibal Corpse em qualquer lugar era considerado contrabando. O filme Ace Ventura foi censurado ou totalmente banido porque esses titãs do metal estavam nele por um minuto". Confira alguns trechos da entrevista.

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Tem algum assunto que seja potencialmente fora dos limites para os mestres do grotesco?

"Sabe, normalmente não. Quero dizer, você sabe que obviamente não vamos falar muito sobre religião. Acho que temos só uma música. Algo que mal toca na religião. Eu lembro que foi quando Jack estava na banda quando fizemos ‘When Death Replaces Life’ e eu co-escrevi com ele as letras. Sabe, não somos uma banda religiosa ou satânica, obviamente. Nós realmente não parecemos ir por esse lado. Basicamente se resume a ser verdadeiro com as coisas de não-ficção da vida. Olhe para nossas letras, 95% delas são histórias de terror de ficção. Nós, algumas vezes, aqui e ali, falamos algo que pode ser vagamente baseado em algo que realmente aconteceu, ou acrescentamos alguma coisa que nos faz pensar 'uau, estamos tocando em algo que realmente aconteceu', e isso é muito raro, é claro.

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Ao ser questionado se a cultura do cancelamento é ridícula e se ele em algum momento se preocupou que isso pudesse afetar a banda

"Sim, claro que isso é ridículo. Assim como a censura, isso sempre foi ridículo pra gente. Espera um pouco, somos uma banda. Somos uma banda fictícia de horror. Olha as capas dos nossos álbuns. Elas não são reais. São obras de arte e é uma arte de fantasia bem maluca na maioria dos casos. Caramba pessoal, essas coisas não podem acontecer. Isso é como um filme de terror, ou um conto ou um livro. Então sempre foi ridículo para nós, coisas desse tipo.

E tem essa cultura do cancelamento. Acabei de ouvir sobre, e fico, tipo ‘o que está acontecendo aqui?’ Todo mundo parece estar ofendido com tudo. Se não for 100% politicamente correto hoje em dia aí as pessoas tem problema com alguma coisa. Está ficando fora de controle, eu acho."

Confira a entrevista completa (em inglês).

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Assistir vídeo no YouTube

FONTE: Wall of Sound
https://wallofsoundau.com/2021/04/13/paul-mazurkiewicz-cannibal-corpse-inhumane-harvest-interview/

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Sobre Emanuel Seagal

Descobriu o metal com Iron Maiden e Black Sabbath até chegar ao metal extremo e se apaixonar pelo doom metal. Considera Empyrium e X Japan as melhores bandas do mundo, Foi um dos coordenadores do finado SkyHell Webzine, escreveu para outros veículos no Brasil e exterior, e sempre esteve envolvido com metal, seja com eventos, bandas, gravadoras ou imprensa. Escreve para o Whiplash! desde 2005 mas ainda não entendeu a birra dos leitores com as notícias do Metallica. @emanuel_seagal no Instagram.
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