Por que mãe de Anette Olzon não gostou do som do Nightwish: "Você não cantou perfeito"
Por Gustavo Maiato
Postado em 29 de setembro de 2026
Anette Olzon cresceu cercada de música, mas longe do metal. Na casa da família, na Suécia, o som dominante era o das bandas de baile, e era esse repertório que a mãe cantava em grupo, enquanto a filha pequena dormia nos bastidores. Em entrevista ao Chaoszine, gravada na Finlândia, a ex-vocalista do Nightwish contou como a família reagiu quando ela passou a cantar numa banda de heavy metal.
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Segundo Anette, a reação dos pais foi bem diferente. O pai reagiu apenas com entusiasmo, enquanto a mãe, cantora e musicista, foi assistir ao primeiro show da filha com o Nightwish, em Copenhague, e não gostou do que ouviu. A cantora explicou que a família não vem desse universo e que a mãe achou que havia baixo e bateria demais no palco.
"No primeiro show, ela dizia: 'Eu achei, sabe, que a bateria estava um pouco alta demais e você não cantou perfeito ali'. Mas agora eles apoiam totalmente. Ela é cantora e musicista também e teve que se adaptar. Ela gosta dos meus guturais nos vocais e fala: 'Ah, eu adoro'."
A distância entre a família e o som pesado aparece também na formação musical de Anette. Ela contou que a primeira coisa mais pesada que ouviu foi "Hysteria", do Def Leppard, por volta dos 16 anos, e que o primeiro disco que comprou foi do ABBA. As referências de canto vinham de grandes vozes femininas, como Whitney Houston, Celine Dion e Aretha Franklin, além de musicais como "Chess" e "Les Misérables".
Hoje, a mãe virou conselheira. Antes da etapa europeia da turnê recente, Anette admitiu estar nervosa e ouviu dela que bastava repetir o que tinha feito na América do Sul e ser ela mesma. A cantora, que começou a se apresentar ainda criança com o grupo da mãe, por volta dos 10 ou 11 anos, disse que levou a recomendação para o palco.
Confira o vídeo completo abaixo.
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