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Def Leppard Motley Crue 2

Mayhem: black metal hoje é arte, e não queimar igrejas

Por Maurício Dehò
Fonte: UOL Música
Postado em 05 de dezembro de 2013

A banda seminal do Black Metal Mayhem completa 30 anos de caos, mortes e polêmicas em 2014. Antes disso, em passagem pelo Brasil para um único show, em São Paulo, o vocalista Attila Csihar, que esteve em parte dos momentos mais importantes da banda, revisitou o passado e também analisou o presente.

As mortes de Dead e Euronymous e as queimas de igrejas ligadas à banda são tratadas com naturalidade por Attila, em entrevista ao UOL Música. Ele diz que o Mayhem não tem do que se arrepender e que a história do grupo é algo que os acompanhará sempre.

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"Lá atrás, a cena toda era muito underground e eram muito poucas pessoas. Era muito extremo, mudou muito daquilo para hoje. Nós éramos muito jovens, estávamos descobrindo novas forças. Elas existem, não é só um teatro que fazemos, é algo que acontece. E se você vai muito longe, pode se machucar. É o que aconteceu, as pessoas estavam enlouquecendo. Você tem de ter autocontrole. Eu tenho 42 anos e gosto, vejo uma perspectiva diferente em tudo. Não acho que foi errado o que passamos. Entendo que foi uma mensagem filosófica muito legal para chocar as pessoas, para fazê-las acordar. Mas teve muitos lados negativos. Não foi legal destruir igrejas milenares, isso eu sei que foi errado. Transformar essas igrejas em algo mais útil seria o certo", opinou ele, ao UOL, antes de concluir: "Se você tomou uma decisão pensada no seu passado e fez algo, por que se arrependeria agora?"

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"Eu acho que hoje o Mayhem e o black metal funcionam realmente mais como arte. Claro que fazemos desafios à religião. A banda tem um longo caminho falando sobre religião. Mudamos, mas não significa que somos outros. As coisas evoluíram, tudo ficou mais complexo. O aspecto sombrio da mente humana e da natureza ficou mais claro para mim, e isso é um espectro bem vivo para se tratar nas letras. O tema religião é meio old school, é difícil acreditar que as pessoas ainda sejam tão crentes. Quer dizer, entendo que acreditem, mas não nesses dogmas, nessa lavagem cerebral. Nossa mensagem é contra isso", explicou ele.

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Leia a entrevista completa no UOL:
http://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2013/12/05/banda-norueguesa-toca-em-sp-e-reve-passado-de-mortes-e-queima-de-igrejas.htm

Leia a íntegra do papo com Attila no blog Heavy Nation:
http://heavynation.blog.uol.com.br/arch2013-12-01_2013-12-31.html#2013_12-05_09_25_06-158497053-0

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Sobre Maurício Dehò

Nascido em 1986, é mais um "maidenmaníaco". Iniciou-se no metal ao som da chuva e dos sinos de "Black Sabbath", aos 11 anos, em Jundiaí/SP. Hoje morando em São Paulo, formou-se em jornalismo pela PUC e é repórter de esportes, sem deixar de lado o amor pela música (e tentando fazer dela um segundo emprego!). Desde meados de 2007, também colabora para a Roadie Crew. Tratando-se do duo rock/metal, é eclético, ouvindo do hard rock ao metal mais extremo: Maiden, Sabbath, Kiss, Bon Jovi, Sepultura, Dimmu Borgir, Megadeth, Slayer e muitas, muitas outras. E é de um quarteto básico que espera viver: jornalismo, esporte, música e amor (da eterna namorada Carol).
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