Carol Morreu - Stones em Copacabana

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Por Felipe Ricotta
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"Toother, eu não tenho nenhum problema na minha vida. Você tem?"

"Não tenho. Eu espero achar o meu carro, mas eu não tenho nenhum problema na minha vida."

Lou Lou Borboletinha também compartilhava da nossa visão de mundo naquele momento.

"Eu não tenho nenhum problema na minha vida porque eu sei onde tá a minha casa e eu sei onde tá o carro dele, então tá tudo bem."

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STONES EM COPACABANA por felipe ricotta

"É bom estar aqui. Mas é bom estar em qualquer lugar." (a tradução do que o véio maldito Keith Richards falou, ou melhor, a tradução do que eu acho que ele falou, vai saber.)

NOTA: PERCEBAM QUE EU NÃO LEMBRO DE QUASE NADA DEPOIS QUE O SHOW COMEÇOU.

Stones. Muvucão. Copacabana.

"Toother, estamos aqui na praia sem a menor criatividade pra escrever sobre o show dos Rolling Stones... e aí?"

"Cara, eu acho que a gente tá num excelente local, daqui nós vamos ver através de telões mas a promiscuidade está a uns 50 metros do nosso lado esquerdo." - é, era aquela loira ali.

(...)

(a cantada parte 1.)

"Pra quê muvuca? Pra quê ficar naquele esfrega esfrega com várias pessoas..."

"Pode ser divertido também."

"...sendo que os melhores esfrega-esfregas não são com muita gente."

"É verdade."

"Normalmente eles rolam embaixo de coqueiros." - eu falei pra ela.

"Você é o melhor. Ah ah."

(...)

"Sente o poder da areia em contato com o teu corpo..." - hã? - "... a gente não aproveita a cidade que a gente tem. Esses momentos de sentar na praia e trocar idéia com as pessoas... eu acho que hoje eu entendo o Serguei, que faz sexo com árvores e tal. Porque eu tô fazendo sexo com Copacabana agora, cara. Aí, tem 1 milhão e meio de pessoas aqui, todo mundo aqui querendo ver os ROLLINGUISTONIS e eu tô aqui sentado fazendo sexo com a areia de Copacabana. Tô sendo estuprado por Copa."

(...)

"Eu preciso registrar esse momento, porque eu senti agora uma das paradas mais intensas da minha vida. Duas mulheres passando a mão em mim, no meu corpo, nas minhas costas, no meu cabelo e eu sentado na areia de Copacabana com um disco do Poison no meu colo. Esse foi um dos melhores momentos da minha vida. Agora ela tá passando a mão no meu cabelo e eu tô lembrando daquele clip dos Stones SEX DRIVE." - eu lembro quando ele passou no Fantástico e as famílias do Brasil inteiro ficaram totalmente chocadas, todo mundo comentou no escritório na segunda feira, essas coisas e tal.

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Sobre o disco do Poison, eu explico. Durante o pré-copa que rolou na casa de Lou Lou Borboletinha, seu roommate dj me presenteou com uma cópia iluminada do clássico Flesh & Blood em vinil. E é lógico que eu tive que levar a bolacha pra mostrar pro mundo. Você que não foi no show por acaso viu na tevê quando rolou algum close da galera e apareceu aquele ser humano levantando um quadrado laranja com uma tatoo irada verde escrito POISON? Era eu.

(...)

Geral tava sentado na areia e rolou um momento bonito.

"Aí, queria falar uma parada pra vocês. Nesse momento, Bret michaels, grande líder do Poison, vocalista e sex symbol, com certeza está sentindo vibrações positivas porque a gente está aqui com um vinilzão deles no colo e lembrando deles e pensando CARALEO, POISON É MUITO MELHOR QUE ROLLINGUISTONIS. POISON É ROCKENROU DE VERDADE. ROLLINGUISTONIS É O CARALEO. MELHOR QUE POISON SÓ OS BÍTOUS."

Passei o gravador pra ela e...

"Não, eu não quero comandar isso não. Eu tenho medo disso."

"Por quê? Tem medo de falar merda e ser publicado depois?"

"É, cara. eu li uma coluna aí que eu fiquei bolada, o garoto perdeu a linha, falou um monte de merda..."

"E por acaso você tá falando do Toother no Fashion Rio?"

(ricotta #118)

Falando nisso, Toother...

"Você que é o fotógrafo que nunca bate fotos... já bateu alguma foto hoje?"

"Mas hoje eu não vim de fotógrafo não, hoje eu vim de participante. Nunca bati fotos porque acho foto um lance assim Roberto Marinho Hipocrisia Total."

Hã?

"Na verdade, eu sempre bati fotos nas matérias com o Ricotta e nunca foi publicada nenhuma foto. Aí eu desisti de bater fotos, eu levava a máquina no bolso só pra entrar de graça nos lugares."

Meu primo de minas ficou surpreso ao saber quem era o Toother, que agora virou mó estrelinha da mídia agora.

"Imaginava o Toother diferente."

"Como?"

"Um cara baixinho, quietão e que tirava fotos."

"Ultimamente, é ele quem diverte os textos, sacoé? Os momentos mais psicodélicos são dele e tipo, ao invés de seguir uma carreira solo, ele segue firme fixo dentro dos meus textos. Mas eu já falei que ele precisa fazer uma carreira solo, escrever os próprios textos, porque ele tem muito talento e não bota isso pra fora."

Foi quando Toother deixou bem claro que não pretende seguir carreira artística.

"Olha, eu digo uma coisa pros leitores do Ricotta... quem quiser conhecer minhas idéias, converse comigo."

(...)

De repente, percebi que na nossa roda tinha uma garota que eu nunca tinha visto na vida.

Era a gaúcha gateenha.

"Vem cá, como você apareceu aqui? Quem é você? Chegou e já veio fazendo amizade, como assim?"

"Não, eu me perdi da garota que eu tava conversando e eu conheço ele (O Fotógrafo Vampiro) mas não sei o nome dele mas eu conheço ele da faculdade..."

("Eu vou fazer um adentro aqui... ela se perdeu na selva de pedra rolante." - toother said.

"É por causa desse tipo de epifania que o Toother tem que ter uma carreira solo.")

"...e aí eu tô aqui, cara, não sei nem quem são vocês, mas vamo curtir um show junto, trocar uma idéia."

"Mas aí, isso que é a melhor parada, né? Os Rolling Stones unem as pessoas, né cara? E tem um maluco aqui me olhando que eu tô ficando bolado. Ele tá cheirando cola. Que doido. Você já cherou cola?"

"Não, nunca."

Ela era do Sul mas morava aqui faz 4 anos e a gente começou a falar sobre Wander Wildner e Júpiter Maçã ("são minhas maiores inspirações, blahblahblah...") e foi aquela velha história... sempre quando você conhece alguém do Sul, rola aquela discussão sobre o rock gaúcho e tal. Normalmente essas discussões são sempre as mesmas e só servem mesmo pras pessoas que ainda não se conhecem falarem sobre algo em comum. Todo mundo tem alguma opinião sobre o rock gaúcho. E ela não foi diferente.

"Eu acho assim, o rock nacional é muito mais pop que o rock do sul. E o rock gaúcho é muito forte lá no sul, mas não tem abertura pra cá."

"Podecrer. E você tem alguma ligação afetiva com o Poison?" - e mostrei o vinilzão pra ela.

"Cara, eu não conheço."

"Você nunca ouviu Poison?"

"Olha, eu acho que eu ouvi mas nem sei explicar. É que eu escuto muita coisa."

"Você tem noção de que estar aqui com um vinil do Poison em pleno show do Rolling Stones significa muito pra mim? Porque o rock é justamente isso, você ir contra tudo, inclusive contra o rock. Ou seja, Rolling Stones é rock? Então se tu é um cara rocker mermo, você anda por aí com um disco do Poison e sai falando que POISON É MELHOR QUE STONES, POISON É MELHOR QUE STONES, isso é rockenrou, sacoé? Pergunta pro Lobão. É tu sempre tá indo contra tudo, inclusive contra o próprio rock." - o rock é isso mesmo. é ser idiota.

(...)

"Dizem que os Rolling Stones eram rock porque os caras iam contra os Bítous e..." - meu primo entrou no papo.

"Ou não, hein? mas como diria o Toother... Das duas, uma."

"Das duas, uma. Ou isso. Ou não."

"Mas então, rola essa rixa com os bítous... mas eu acho que eles tem luz própria, os caras são muito bons. Sabe o Exile On Main Street? Pra mim tá no meu Top 5 dos melhores discos de rock, junto com Revolver dos Bítous, Pet Sounds do Beach Boys, Ziggy Stardust e o último eu ainda não defini..." - porra, garota! flesh & blood do poison, caraleo! é o que falta! - "...ah, lembrei... o meu último é Led Zeppelin 1 ou o Houses Of The Holy."

O Toother não quis fazer seu Top 5 porque ele agora é estrelinha da mídia.

"Eu não vou fazer nenhum top 5 não, mas eu vou falar sobre uma banda que eu escutei ontem e hoje que é eu não tô lembrando o nome mas é a primeira banda do George Michael..."

"O Wham?"

(aí todo mundo começou a cantar WAKE ME UP BEFORE YOU GOGO. é... eu sei....)

"E eu vou fazer um comentário porque é uma música muito boa que ficou muito pra Biba mas como todos nós temos nosso lado biba de ser, todo mundo tem o seu lado gay de viver, podemos fazer uma grande observação."

Mas peraí, como assim, Toother? Nossa repórter borboleta ficou intrigada com a questão.

"Você tem um lado gay de viver?"

"Olha, essa é uma história muito longa."

E o gravadorzinho passou pra Garota Que Pegou O Fotógrafo Vampiro e ela fez o seu Top 5 direto das areias de Copacabana.

"Under My Thumb. You Could Be Mine do Guns, não importa qual do Rage Against The Machine e The Number Of The Beast do Iron Maiden."

O meu Top 5 foi todo gaúcho porque o fiz com o pau, eu confesso.

"O meu top 5 é todo gaúcho. Júpiter Maçã. Wander Wildner. Cachorro Grande. Graforréia Xilarmônica e Cascavelettes." - olhando pra ela que ria.

"Olha, eu sou sinistra pra fazer Top 5 porque eu sou apaixonada..."

"Se falar em Reação Em Cadeia, eu vou dar na tua cara, hein?"

"...não, na boa... eu sou gaúcha, nasci num ambiente bem tradicionalista, aquela parada bem gauchona mesmo, só que cara, quando eu conheci Elvis Presley, minha vida mudou, e eu não consigo fazer Top 5 porque eu amo todas as músicas dele, entendeu?"

"Mas fala então as 5 primeiras que vierem na tua cabeça."

"As que vierem na cabeça?

"É. Ou então faz um top 5 de momentos." - genial isso.

"Eu aqui com a galera em Copacabana sem conhecer ninguém, esse foi o momento número 1. O momento número 2 foi quando eu vim pro Rio de Janeiro que era pr'eu ter ficado 10 dias e eu já tô quase há 4 anos aqui."

"Se apaixonou?"

"É, não tinha como voltar. Momento número 3. Ontem que aconteceu uma coisa muito interessante na minha vida."

"Então conta."

"Não! (risos) Isso fica pra próxima coluna." - me cobrem mais pra frente caso bata a curiosidade.

"Momento número 4..."

"O Rockeiro de areia?" - meu deus, quem era o rockeiro de areia?

"É, o rockeiro de areia. E o momento número 5 é o tio aqui do lado catando latinha e trabalhando, o povo brasileiro que não tem vergonha de blahblahblah..."

(...)

"E você, Lou Lou Borboletinha, o que achou de tudo que ela acabou de falar sobre o cosmos e a existência?"

"Não entendi porra nenhuma, não tenho nada a dizer sobre isso."

"O que você quer mermo é ver a dancinha da galinha do Miquijeguer, não é?"

"Eu vim aqui pra ver a dancinha da galinha do Miquijeguer e se eu tivesse num dia fértil, tinha vindo aqui pra entrar nos bastidores e dar pra ele."

"Você acha mesmo que ele botou silicone nos lábios ou é papo furado?"

"Papo furado. Aquilo é dele. Já viu o filho dele, o Miquinho? Ele tem a boquinha igual à dele."

"A boca do Mik é excitante pra você?"

"A boca dele é muito sexual."

"Desperta a sua libido?"

"Desperta muito a minha libido."

"Então quando você vê o Mik fazendo a dança da galinha você tem vontade de sair por aí dando?"

"Eu tenho vontade de dar pra ele."

"E o CaiteRixardis, não?"

"Não, não."

"Ele não podia ficar ali só olhando, só fumando um cigarrinho?"

"Não, meu negocio é vocalista. Tem coisas que são sexy. E ponto. Cabou. Cara, ele pode ter 80 anos, foda-se. Ele ainda vai ser aquele velho magro, safado, sacana que dança se rebolando todo, que parece que o velhinho vai quebrar no meio."

"E três mamilos? Mexem contigo? Você sabia que 20% da humanidade tem três mamilos que eu vi no Google?"

("Isso é a juventude de hoje. Ficou na dúvida? Vamos para o Google.")

"Olha, eu tô ciente disso. Mas eu acho que eu ia correr. Se o maluco tira a blusa e eu dou de cara com três mamilos, eu não vou encarar não. Vou achar meio esquisito."

"Tá, mas aí você tá dando uma declaração muito preconceituosa. Poxa, 20% da humanidade sofrem desse mal. A gente não pode descriminar as pessoas com mamilos supérfluos."

"Você tem três mamilos?"

"Não, não tenho. Mas eu tenho uma pinta na perna igual à da Angélica."

"É peluda?"

"É. É peluda sim. Olha."

"Aiiiiiiii."

(...)

"Você tem o costume de pegar em mamilos por aí?"

"Por aí não. Só quando as pessoas insistem muito."

"Mulher com três mamilos? É uma mão em cada e a língua no terceiro." - e foi a frase mais sábia da noite, provavelmente.

(...)

(mais da gaúcha, lógico...)

"Pras pessoas que odeiam o Rio de Janeiro, você que é gaúcha... onde é melhor morar?"

"Cara, meu sonho sempre foi ter uma cobertura na Barra. Na época eu morava em Jacarepaguá. Agora que eu tô morando em Botafogo, eu acho que o melhor lugar pra morar é a Zona Sul, de preferência numa cobertura de frente pra praia em Ipanema."

"Pô, você quer morar em cobertura? Pra quê isso?"

"Sei lá, eu sou baixinha, quero ficar por cima."

"Você é muito materialista?"

"Olha... eu não sou muito materialista. Mas se eu puder me apaixonar por um cara que tenha um carro, um apartamento..."

Tá.

(...)

Entendendo o universo feminino como Djavan.

Lição 1. Mulher não dá mole. Mulher nasceu pra ser desejada.

Lição 2. Açaí. Guardião. Zum de Besouro. Um Imã.

Lição 3. Escute o que elas falam sempre pra você poder perceber que elas só falam merda.

"O kit básico é um bom contato de bagulho, um emprego, uma fonte de renda, uma locomoção, ele não precisa ter carro, mas ele tem que ser bem resolvido com relação à locomoção..."

"Tipo morar perto do Metrô? E silicone nos lábios?" - choveram perguntas.

"Silicone nos lábios eu dispenso. Mas uma coisa que é fundamental... ter amigos. Uma vida própria, um joguinho de futebol sagrado toda quinta feira, e isso tudo faz parte do kit básico." - do homem ideal.

"Olha, acho que esse texto vale mais que temporadas completas de Sex & The City pra se entender o universo feminino."

"Vale sim. O universo feminino é muito complexo, os homens são binários. O universo feminino é algo muito bonito de se tentar entender."

"Então pra você o homem é igual um computador? É binário?" - meu primo.

"É. Ou quer ou não quer. Vai ou não vai. É preto ou é branco." - vale deixar bem claro aqui que eu, artista sensível e com feeling, discordo gravemente dessa afirmação - "Mulher é tudo cinza. Existem vários tons de cinza no meio e a gente se perde nessa coisa. Homem não. O cara quer ou o cara não quer."

"Bom, talvez pra você os homens sejam binários, mas será que eles se entendem assim?"

Puta merda, o texto de repente virou praticamente o programa da Silvia Poppovic. Ou então só faltava aparecer a Marina Person pra chegar e comandar a discussão, caraleo.

"Não sei. Eu já conversei com muitos homens com relação à isso e a opinião sempre é a mesma. Homem é binário."

(tradução: ela conhece muitos homens idiotas.)

"E você?" - ela perguntou pro meu primo.

"Eu discordo, não posso me considerar binário. Não dá, pô. Primeiro que eu sou um cara muito indeciso. Pra caraleo. E segundo que as coisas me levam, então uma hora eu posso achar que sim e outra hora eu posso achar que não. E isso contradiz todo o princípio de ser binário..."

"Cara, eu só to falando merda." - ela começou a amarelar.

"...e eu não sou viado."

"Muito importante essa declaração dele agora."

(...)

(a cantada parte 2. não deu certo.)

"Tu quer impressão melhor do que essa do show? Estar aqui registrando o que nós estamos conversando?" - olhos nos olhos. nós dois sentados na areia bem perto um do outro. - "Aliás, eu tenho que deixar registrado também que às vezes eu paro e fico te olhando e..."

BUUUUUUM! (gritaria, gritaria)

Ela levanta toda histérica. Começou o show.

Puta merda. Mas logo agora?

(...)

"Será que eles vão tocar Ride the Wind?"

"Vão, lógico, cara! A gente vai gritar tanto que eles vão acabar escutando."

"Aí, sabe o que eu posso fazer no texto dessa vez? Eu posso tentar fingir que eu entrevistei vááárias pessoas só que na verdade eu entrevistei só vocês, sabe? E ninguém vai perceber que eu fiquei parado no mesmo lugar fazendo entrevistas com as mesmas pessoas."

"Mas eu sei que tu vai contar isso no texto mermo, então não vai ter graça."

Eu sempre me perco em lugares muito cheios e naquele dia, algo me dizia pra colar com a minha galera mesmo. Mas foi estranho, tava me sentindo mó sufocado. Ser espírito livre às vezes é uma grande merda, sabia?

De repente, começa de vez... JUMPIN JACK FLASH.

E logicamente... movimentos pélvicos intensos à flor do mamilo.

Assistir um show desses é algo que me dá uma vontade louca de ir pra casa, compor umas músicas e não parar de tocar nunca mais. Porque essa é a melhor coisa do mundo.

Aliás, quê que eu tô fazendo aqui parado atrás dessa tela de computador?

Meu deus, o que eu ando fazendo da minha vida?

* Felipe Ricotta é artista sensível com feeling e leva fé que as Ricottas estão chegando ao fim. Será?

(epílogo tootherminiano)

"Que música é essa?"

"Parece uma música do cara que acordou e a mulher foi embora e ele viveu o dia dele." - era uma música que o Keith Richards cantou.

"Alguém sabe o nome?"


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Sobre Felipe Ricotta

Felipe Ricotta, 24, é vocal e guitarra do Carol Azevedo.

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