Carol Morreu - Táticas Lenny no Fashion Rio (Parte II)

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Por Felipe Ricotta
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"Cara, nós estamos no melhor lugar da noite, a gente não pode sair daqui. Eu me recuso a

sair daqui."

"Vamo arejar o pênis?"

"Na verdade, a pessoa mais importante da noite pra gente aqui dentro é a garota da porta que é muito gatinha."

"Que tesão a mulherzinha da porta..." - Toother gemeu.

"Olha, eu acho que chegou um cara muito importante aqui dentro porque ele tá recebendo toda a atenção. Vamo tentar puxar papo com ele, tentar ser amigo, perguntar o que ele achou e tal?"

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"Tem que ser na hora certa."

O cara tinha levado a família inteira pra lá e... - "Acho que temos que tentar fazer amizade com os filhos dessas pessoas importantes, porque aí a gente faz amizade pro resto da vida com essas pessoas que tem dinheiro e que vão poder ajudar a gente quando a gente tiver na merda."

Reparamos que o cara importante que chegou tava sendo muito bem tratado mesmo pelo cara de camisa apertadinha.

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"Aí, esse maluco tá pelando um saco violento desse velho aí, ou seja, esse cara deve investir um milhão de dólares na revista por dia, sei lá..."

"Ele deve ficar esfregando o umbigo nas páginas da revista, depois ele vai lá e tira fotos..."

"Olha, eu não tô entendendo nada do que você tá falando hoje, cara. E sabe o que eu acho? Acho que as pessoas que vão ler isso aqui também não vão entender nada do que você tá falando."

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"Então não bota essa parte do umbigo aí não."

"É melhor mermo."

Até que eu fui falar com o tal cara que tava pelando o saco do velho.

"A gente tava reparando que aqui tá um pessoal muito mais... né?"

"Com certeza. O pessoal da Revista Quem prima por essa seleção de pessoas, que é exatamente esse movimento de pessoas de sociedade, de moda, que é o perfil da revista."

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"Eu reparei que esse senhor que chegou aí teve um tratamento bem legal..."

"É porque ele é conhecido do diretor da revista, né?"

"Amigo do diretor então, né?" - e fiquei fazendo colchetes ([]) em movimento com o dedão e o indicador pro cara.

"Na verdade, todo mundo que tá aqui recebe um tratamento muito bom."

Tá, tudo bem que a gente não recebeu o mesmo tratamento quando entrou mas tudo bem, tudo bem. Abstrai, vai.

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Enquanto isso, o Toother recebeu a notícia mais triste da noite.

"Gisele Bitchen não está aí." - o barman entregou, o desfile que a gente narrou aquela hora era do dia anterior.

"Mitch, o cara em uma frase acabou com a minha noite."

(...)

Foi inevitável, sabia que cedo ou tarde eu iria ter um Surto Fashion.

"Toother, as garotas mods me disseram uma vez que eu precisava usar roupas mais apertadinhas e eu fiquei pensando PUTZ, É VERDADE. E cara, eu tô aqui no Fashion Rio com uma blusa mais apertadinha e tal, cara, acho que eu devia usar mais roupas apertadinhas sempre, o que você acha?"

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"Que merda ter que achar alguma coisa sobre isso."

"É ruim, né?"

"Eu não vou te responder isso."

O problema foi que os Lanchinhos Agropônicos começaram a bater com força. Toother já estava bêbado desde às 11 da manhã e não parava de entornar Absolut lentamente. Até que certa hora, a gente avistou os 3 Potinhos Mágicos. Um com balas juquinha. Outro com chicletes de baixa categoria. Outro com paçoquinhas. Fudeu.

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"Nós somos realmente ridículos. Várias pessoas do mundo da moda aqui e a gente preocupado em roubar paçoquinha."

(...)

"Cara, eu tô muito com tesão de sair por aí pra entrevistar outras pessoas, o que você acha?"

Uma coisa que tava me incomodando era que o Toother tava falando demais.

"Antes que você estrague esse texto, eu vou te falar uma coisa. Você só funciona em pequenas doses, lembre-se disso."

"De quê? De Vodka?"

"Cara, os momentos certos. Você tá indo muito além, tá perdendo toda a magia do personagem."

"Mas a tua função é editar o que eu falo."

"Ah, então tá."

"A gente tá parecendo dois mendigos, roubando na cara dura os chicletes, as juquinhas e as paçoquinhas, bebendo pra caraleo, a gente não é importante, cara. O quê que a gente tá fazendo aqui?"

"Cara, eu quero jogar naquela mulherzinha."

"Olha, ela deve ser modelo. Mas sei lá, tô achando ela muito feia pra ser modelo, mas vai lá."

"Cara, eu acho que o mamilo dela deve ser bege."

Eu tava louco pra sair logo de lá e andar por aí, sei lá.

Toother dizia que a gente não deveria sair do nosso uterozinho materno.

"Aqui as pessoas chegam, se satisfazem, tem almofadinhas promíscuas..."

"Eu nunca fiquei num ambiente melhor do que esse."

"Nem eu."

"Garçonetes Peitinhos Mirins oferecendo salgadinhos..."

"Sabe quando você tá namorando e fica louco pra ficar solteiro quando você vê outras mulheres passando? Eu tô me sentindo assim... tipo, esse lugar aqui é quentinho e aconchegante igual uma namorada mas aí eu fico olhando por esse vidro pras vááárias mulheres lindas passando ali do lado de fora, me dá uma vontade louca de sair. Estar aqui dentro é que nem estar namorando. Repara como é tudo vermelho, tipo assim... aí, eu acabei de descobrir qual foi a idéia da pessoa que decorou esse ambiente... ele quis passar essa idéia mesmo, como se estar aqui dentro fosse estar num relacionamento estável de amor. Isso aqui é muito namoro, eu quero sair daqui."

Enfim, acabamos saindo logo de lá depois de minha sábia analogia. Mas precisávamos fechar nossa participação naquele lounge com chave de ouro entrevistando logicamente a pessoa mais importante presente naquele recinto. A loirinha da porta.

"Oi, tudo bem. A gente precisava da tua opinião pra fechar a nossa matéria. Você pode falar com a gente?"

"Mas eu?"

"É. Sabe o que é? É que a gente achou que você era a pessoa mais importante daqui de dentro."

"Olha, meu namorado tá vindo aí, hein?"

"Não, mas é com todo o respeito, é sério. faz parte da matéria."

"Só falo se você me der um estágio."

"Um estágio?" - porra, aí. se aproveitou da situação violento.

"Tô no sétimo período de jornalismo. Oitavo, aliás."

Ela simplesmente me broxou por completo, estragou o texto. Ela teve tudo pra se tornar a musinha desse texto, mas mandou malzaço. Mó interesseira.

(...)

"Eu tô ansioso é pela contagem."

"(...) - ?

"A contagem de paçocas que a gente vai tirar do bolso."

"Paçocas for free é o melhor remédio contra a birita."

"A gente vai comer paçoca agora a noite inteira e não vamos ter ressaca no dia seguinte."

Saímos enfim do lounge chic mas acabei entrando na paranóia de que estávamos sendo seguidos por um crachá feminino que recebeu ordens superiores pra descobrir quem nós eramos. Ou será que foi por causa do roubo das paçoquinhas em excesso? Eu devo ter pego mais de 13. Fui abordá-la.

"Oi, tudo bem? Posso te fazer uma pergunta? Eu tô escrevendo uma matéria e eu percebi que a gente tava lá dentro e você tava lá dentro também... tá rolando uma espionagem midiática ou algo do tipo? Posso ver sua credencial? Ah, podecrer, você é da revista..."

"Sou sim."

"Então, a gente tá escrevendo sobre nossas impressões só que a gente faz bem ao vivo mesmo, bem fiel ao que tá acontecendo mesmo, ou seja, tudo que a gente tá falando aqui as pessoas vão estar lendo, saca?"

"Ah, legal. Então você não vai inventar nada, né?"

"Não, tenho uma ética violenta com relação à isso."

Ela disse que tava esperando uns amigos pra ir lá pro lounge do GNT, ou seja, era paranóia minha mesmo. Ou não.

(...)

Fomos até a sala dos fumantes e Toother reparou na escultura curiosa que decorava a entrada...

"...bem na porta, tem uma mulher sem braço, sem perna, sem todos os membros simbolizando bem o fumódromo, a mulher perdeu todos os membros, ela não tem mais nada."

(crises de riso)

"Cara, acho que essa foi a propaganda anti tabagista mais foda da história. Perfeito."

Andávamos pelo lugar e tava meio bolado com as pessoas ao meu redor. Cheguei a comentar com o Toother sobre como algumas pessoas bonitas ficavam totalmente Ridículas e Mais Feias do Mundo quando era estampado em seus olhares todo o deslumbramento com a própria beleza... o papo foi cortado porque fomos abordados pela Velha Mendiga Do Fashion Rio com dois copos de Campari em formato de tubos de ensaio.

"Vocês querem uma bebidinha dessas?"

"ÔÔ..."

"Eu só tô querendo o copo."

Ela queria que a gente bebesse porque ela queria levar os copos pra casa.

"Mas senhora, você quer eu beba assim blablabla?" - no vira virô?

"É, toma e me dá o copo. Ali ó, tá dando ali, acabou o desfile, tão distribuindo."

"Ah é? E a senhora já pegou vários desses hoje?" - olhei pra bolsa dela e imaginei que deveria estar tão cheia de copos chiques do Fashion Rio quanto o bolso da minha berma estava cheio de paçoquinhas for free curadoras de ressaca. - "E quê mais que deram?"

"Olha, você vai ali que tem loiras e morenas distribuindo, tem outros tipos de bebida... é que eu não bebo, eu só peguei por causa do copo."

(imaginei ela agora em casa bebendo água com esses copos e pensando EU SOU CHIQUE MESMO. EU BEBO ÁGUA NO COPO DO FASHION RIO e a empregada doméstica com inveja dela e tal.)

"Mas elas podiam distribuir as loiras e morenas também, não é não?" - baby, baby.

"Tem beijo na boca lá também, vai lá."

"Ih alá, a velhinha me sacaneou, olha que manero, Toother."

"Maneiro a coroa te zoando."

E ele acabou emendando numa explicação louca sobre o universo velho feminino.

Aliás, Djavan toca o universo feminino das mal comidas.

Eu tento tocar o universo feminino das musas problemáticas.

E pelo visto, o Toother tá se especializando em tocar o universo feminino idoso.

"Tem coroa que na época delas não seguiram esse lado da moda ou então não foram tão promíscuas o suficiente pra moda. Aí, porra, elas chegam nesse evento, sei lá, através de conchavos da filha ou da loja da filha, essas porras assim e fica manero, ficam tirando uma onda de mamilo..." - e eu senti que ele ia acabar chegando numa conclusão bacana mas uma gostosa passou ao nosso lado e... - "...NOSSA SENHORA!" - ...o papo morreu.

"Cara, você tá no Fashion Rio! Num fica falando NOSSA SENHORA pras mulheres que passam. Isso não é algo fashion de se fazer. A gente tem que se utilizar de Táticas Lenny aqui, todo mundo é mais bonito que a gente." - o que seriam as Táticas Lenny?

"Eu sei, cara. Mas é que a gente às vezes esquece que tá num outro mundo."

(...)

"Olha que bizarro. Eu consegui reparar a burrice da mulher só de olhar na cara dela."

E não foi só uma vez. Horas antes, já tinha reparado num cara que de longe era todo estiloso mas que era visível em sua face todos os contornos de uma personalidade incrivelmente estúpida. E de repente, eu conseguia olhar nos olhos de cada pessoa que passava e era como se eu tivesse lendo seus olhares e decifrando cada uma, aquela ali é linda por dentro também, aquela ali é uma puta interesseira... e eu? O que eu era ali? As pessoas olhavam aquele ser cambaleando, falando sozinho com um gravador... alguém poderia estar olhando e pensando NOSSA, AQUELE CARA ALI É UMA PESSOA BEM FEIA MESMO. FICA SÓ ANALISANDO AS OUTRAS.

Mas sei lá, é aquilo... não dá pra pensar e ser bonito ao mesmo tempo. Já reparou que alguém pensando é sempre algo meio feio?

Pensar é uma merda, não se enganem com esses malditos intelectuais. Sejamos todos sempre muito estúpidos. É o melhor a se fazer.

Porque depois, amigão... não tem mais volta, saca?

Não digam que eu não avisei.

(...)

Determinado momento enquanto andávamos, percebi que o Fashion Rio nem era tão pequeno como eu tava imaginando. A gente é que tinha se movimentado muito pouco desde que entramos no Útero Materno Lounge.

A parada era grandaça, era o último dia e a gente mal tinha circulado.

"Estamos aqui na porta do lounge do GNT, rolando mó som black e tal..."

"O cara que tá tocando tem mó estilinho Lenny Kravitz, olha só."

"Cara, ele É o Lenny Kravitz." - eu fiquei com raiva da chupação estética alheia aquela hora.

"Vamos lá perguntar pra ele se ele usa Táticas Lenny que nem a gente ou se ele é apenas só mais um babaca."

"Eu acho que ele é só um babaca."

"Ele é um babaca em largo espectro que chega nas mulheres e fala assim Ó, O LENNY KRAVITZ É MANEIRO, TEM MAMILO PARDO E TAL aí ele diz E EU TAMBÉM TENHO MAMILO PARDO ENTÃO VOU TENTAR SER IGUAL À ELE, ACHO QUE DÁ."

"Cara, sei lá. Acho que a gente tá viajando e ele tem feeling. Vou chamar ele pra tocar comigo, porque ele deve ter feeling pra acompanhar as músicas."

"Olha, ele pode não tocar porra nenhuma, mas ele tem um estilo visual maneiro."

"E é isso que interessa hoje em dia, não?"

"Hoje, aqui nesse momento, o que interessa é isso, cara."

(...)

"Não adianta, cara. Nesse aspecto a gente nunca vai ser igual. Eu nunca vou chegar numa mulher do jeito que tu chega. As mulheres devem achar que você é mó idiotão."

"Mas eu não tô chegando em ninguém... a promiscuidade me deixou um cara romântico, já aprendi isso. Eu pego mulher há muito tempo, mas acho que é maneiro curtir a promiscuidade feminina e tipo entender as mulheres e as nights delas porque elas tem mais sentimento e é legal ficar dançando, fingindo que tá gostando e tira essa parte..."

"Tiro."

"Ficar dançando e conhecer a mulher sem ser aquele lance de OI, QUAL O TEU NOME? UTEROZINHO MATERNO? EU TÔ AQUI DENTRO E..."

"Podecrer, entendi. Quer dizer, eu não entendi nada do que você falou."

Encontrei uma amiga de infância e ela tava com uma camiseta da Oi.

"É sério que tu tá trabalhando no lounge da Oi?" - era o lounge mais pegação que o barman tinha me falado.

Mais tarde, ela chegou com duas pulseirinhas...

"Ricotta, não conta pra ninguém que eu te dei essas pulseirinhas, hein?"

(continua...)

* Felipe Ricotta e Daniel Nunan são os Irmãos Brothers Toother e Mitch.

Mas afinal, vocês querem saber como continua essa história? Vão ficar querendo, porque ainda tem metade do lado b da fita do gravadorzinho pr'eu ouvir e eu não tô com o menor saco de continuar a fazer essa porra. Desculpa pela sinceridade.

(...)

* auto espaço publicitário.

Lembra quando você assumiu pra mim naquela mesa de bar que realmente tinha um péssimo gosto musical? Lembra que você falou que o grande problema hoje em dia era que tava faltando um programa de rádio decente? Lógico que você não lembra, drunkie (e eu sempre duvidei da tua eterna amnésia alcóolica, que isso fique bem claro). Você também vai dizer que não se lembra quando a gente se trancou dentro do banheiro feminino e eu cheguei bem perto do teu ouvido e disse DOMINGO ÀS 23h NO WWW.JOVEMFM.COM.BR TEM RICOTTA'N'ROLL RADIÔ E VOCÊ VAI OUVIR STEVIE RAY VAUGHAN, NINA SIMONE, HELLACOPTERS, JEFF BUCKLEY, SUPERDRAG, JOHNNY THUNDERS & THE HEARTBREAKERS, não vai? Agora eu concordo contigo que esse lance de gostar de forró universitário é só uma boa desculpa pra mulher que quer esfregar a xana por aí sem que ninguém pegue mal com isso.

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Sobre Felipe Ricotta

Felipe Ricotta, 24, é vocal e guitarra do Carol Azevedo.

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