Tradução - Still Life - Opeth

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Tradução - Still Life - Opeth

Traduzido por Vinicius Rezende

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“Still Life” é um álbum conceitual e sua história é contada em primeira pessoa, um pária cujo nome nunca é revelado, vivendo na era medieval. Ele retornou para sua terra natal por seu amor, Melinda, quinze anos depois de ser banido. Ele convence Melinda a fugir com ele, nem que seja por uma noite. O Conselho da cruz acha-os, prende Melinda e a mata, decapitada, por "falta de fé" pela Igreja. Numa raiva cega, ele mata os soldados que assassinaram Melinda, mas fica severamente machucado na luta. Ele é então capturado e enforcado, e vê Melinda enquanto morre.

Imagem

THE MOOR

The sigh of summer upon my return
Fifteen alike since I was here
Bathed in deep fog, blurring my trail
Snuffing the first morning rays

Weary from what might have been ages
Still calm with my mind at peace
Would I prosper or fall, drain the past
The lapse of the moment took its turn

I was foul and tainted, devoid of faith
Wearing my death-mask at birth
The hands of God, decrepit and thin
Cold caress and then nothing
I was taken away from my plight
A treason bestowed to the crowd
Branded a Jonah with fevered blood
Ungodly freak, defiler

Pale touch, writhing in the embers
Damp mud burning in my eyes
All the faces turned away
And all would sneer at my demise

Outcast with dogmas forged below
Seared and beaten
Banished from where I was born
No mercy would help me on my way
In the pouring rain nothing is the same

Vows in ashes
I pledge myself to no-one
Seethed and spiteful
All shudder at the call of my name
If you'll bear with me
You'll fear of me

There is no forgiveness in these eyes
For any of you but one
Dispel the mist for now
Melinda is the reason why I've come

She is water drops over the pyre
A thistle in my hands
Stained and torn, aged and brown
Virtuous shell with kindred innocence

I awoke from the miasma
Passing swiftly through the moor
This is here, waters stir
And in the distance all that was lost
If you'll bear with me
You'll fear of me
You'd never leave me to
A fate with you

O BREJO

O suspiro veranil sob o meu retorno
Quinze (anos) iguais desde que parti
Banhado na densa névoa, embaçando meu caminho
Farejando os primeiros raios matinais

Estafado pelo que parecem eras
Ainda calmo e com paz de espírito
Eu prosperaria ou falharia? Esqueça o passado
Chegara a vez do lapso do momento

Eu era detestável e corrupto, destituído de fé
Usando minha máscara de morte desde nascença
As mãos de Deus, decrépitas e finas
Carícia gélida e nada mais
Fui escorraçado de meu noivado
Uma traição concedida ao povo
Portador de má sorte de sangue quente
Ateu paranóico, contaminador

Toque pálido, contorcendo-se nas brasas
Lama úmida queimando em meus olhos
Todos os rostos se viraram
E todos zombaram de minha morte

Excomungado por dogmas forjados secretamente
Espancado e queimado
Banido do lugar onde eu nasci
Nenhuma misericórdia me ajudaria em meu caminho
Sob a chuva que cai, nada continua igual.

Promessas em cinzas
Eu não me comprometo com ninguém
Agitado e rancoroso
Todos se amedrontam ao chamar de meu nome
Se fores paciente comigo
Então me temerás

Não há perdão nesses olhos
Para todos vós, exceto a uma
Dissipe a névoa por um momento
Melinda é a razão pela qual eu volto

Ela é as gotas de água sobre a pira
Um espinho em minhas mãos
Manchada e rasgada, velha e marrom
A concha virtuosa com inocência afim

Eu acordo do miasma
Passando rapidamente pelo brejo
É aqui onde as águas se agitam
E, à distância, tudo que foi perdido
Se fores paciente comigo
Então me temerás
Nunca me deixarias
Por um destino contigo

GODHEAD’S LAMENT

Marauder
Staining the soil, midst of stillness
Beloved fraternity to an end
Red eyes probe the scene
All the same
Stilted for the beholder
Depravity from the core
Hand carved death in stone laden aisles

I hide the scars from my past
Yet they sense my (mute) dirge
This is when it all falls apart
White hands grasping for straws

Sly smile, poisoned glare behind
Undisguised manmade nova
Mute cry, don't dare to tread
Searing beams tracking you down

Adoring what never has been
Some will bring with them all they have seen

Searching my way to perplexion
The gleam of her eyes
In that moment she knew

Thought I could not leave this place
On this imminent day
As I've reached the final dawn
To what's gone astray
What would they care if I did stay
No-one would know
What would they care if I did stay
No-one should know

Still brooding, soothing clam
That rigid, twisted face
Blank godhead, tear my name
Lost virtue, frantic lust

Sly smile, poisoned glare behind
Undisguised manmade nova
Mute cry, don't dare to tread
Searing beams tracking you down

Adoring what never has been
Some will bring with them all they have seen

Searching my way to perplexion
In crumbling faith I saw her
Bearing her pain in the wilderness
The gleam of her eyes
In that moment she knew

O LAMENTO DA DIVINDADE

Saqueador
Manchando o solo, o centro da imobilidade
Uma fraternidade amada chega ao fim
Olhos vermelhos sondando a cena
Tudo igual
Pomposa para o observador
A depravação que vem de dentro
A morte esculpida à mão em corredores de pedra

Escondo as cicatrizes do meu passado
Mas eles sentem minha (muda) nênia
É quando tudo desaba
Mãos brancas agitando-se desesperadas

Sorriso dissimulado, olhar envenenado às costas
A indisfarçada estrela nova artificial
Grito mudo, não se atreva a pôr os pés
Raios ardentes te perseguindo

Adorando o que nunca foi
Alguns trarão consigo tudo que viram

Procurando meu caminho à perplexidade
O lampejo em seus olhos
Naquele momento ela soubera

Pensei que não podia deixar esse lugar
Neste dia iminente
Conforme chego à última aurora
Para tudo que deu errado
Eles se importariam se eu ficasse?
Ninguém saberia
Eles se importariam se eu ficasse?
Ninguém pode saber

Ainda remoendo, prisão apaziguante
Aquele semblante rígido e deformado
Divindade oca, chora meu nome
Virtude perdida, luxúria frenética

Sorriso dissimulado, olhar envenenado às costas
A indisfarçada estrela nova artificial
Grito mudo, não se atreva a pôr os pés
Raios ardentes te perseguindo

Adorando o que nunca foi
Alguns trarão consigo tudo que viram

Procurando meu caminho à perplexidade
Com a fé despedaçada eu a vi
Agüentando a dor na vastidão
O lampejo em seus olhos
Naquele momento ela soubera

BENIGHTED

Come into this night
Here we'll be gone
So far away
From our weak and crumbling lives
Come into this night
When days are done
Lost and astray
In what's vanished from your eyes

What came and distorted your sight
Saw you benighted by your fright

Come into this night
Your plight alone
Carry your weight
You are flawed as all of us
Come into this night
You only home
It's never too late
To repent, suffer the loss

What came and distorted your sight
Saw you benighted by your fright

What came and distorted your sight
Saw you benighted by your fright

Come into this night
When you're able
To undo your deeds
And atone with your lonely soul
Once you're into this night
All minds are stable
Forget all your needs
Lose the grip of all control

CONFUNDIDO

Venha a esta noite
Aqui nós fugiremos
Para bem longe
De nossas fracas vidas despedaçadas
Venha a esta noite
Quando os dias terminam
Perdidos e desviados
Naquilo que desapareceu de nossos olhos

O que veio e distorceu tua visão
Achou-te confundido por teu medo

Venha a esta noite
Tua solidão
Carrega teu fardo
És imperfeito igual a todos nós
Venha a esta noite
Teu único lar
Nunca é tarde
Para se redimir, e sentir a perda

O que veio e distorceu tua visão
Achou-te confundido por teu medo

O que veio e distorceu tua visão
Achou-te confundido por teu medo

Venha a esta noite
Quando podes
Desfazer teus feitos
E repará-los com tua alma solitária
Uma vez que estejas nesta noite
Toda mente é estável
Esqueças do que precisas
Perca o controle de tudo

MOONLAPSE VERTIGO

Kept warm by the light of the lantern
Lost sight of everything tonight
My presence blackens their pattern
A pock in the healthy and calm

Their scorn behind your back
My promise would put them down
No trace of reverence left
Immemorial fire in their eyes

I would perish at the given signal
At the slightest touch from my soul
Tainted prophet in flesh
For all the plagued and lost

Dripping sin
Decision in stalemate
Dare to feel death at hand
Surprised me with its voice
Through the forest came the morn

Across the leafy pathway
Their deeds smeared in blood
For all to behold
The council of the cross
Must have sensed my coming
The pest through the air
With despise for squalor
Lashing out at the poor

I turned away my eyes
In pallor escape from the end
Fading time to leave from here
And less to fulfill my task
She would be safe and firm
Nothing of this is in vain
Taken away from stifling grace
And saved from the past

VERTIGEM DO LAPSO LUNAR

Aquecido pela luz do lampião
Perdi a vista de tudo esta noite
Minha presença enegrece o feitio deles
Uma pústula no saudável e calmo

Seu escárnio quando dão às costas
Minha promessa os derrubaria
Nenhum rastro de reverência foi deixado
Fogo imemorial nos olhos deles

Eu pereceria ao sinal dado
No mais suave toque da minha alma
Profeta maculado na carne
Para tudo que está atormentado e perdido

Pecado pingando
Decisão no empate
Atrevo-me a sentir a morte que chega
Que me surpreendeu com sua voz
Através da floresta veio o luto

Através do caminho folhado
Seus feitos untados em sangue
Para todos contemplarem
O conselho da cruz
Deve ter sentido minha chegada
A peste infestando o ar
Com ódio pela sordidez
Açoitando os pobres

Eu virei meus olhos
Na palidez, escapei do fim
Pouco tempo para fugir daqui
E menos ainda para completar minha tarefa
Ela deve estar segura e forte
Nada disso é vão
Levada para longe dessa graça sufocante
E protegida do passado

FACE OF MELINDA

By the turnstile beckons a damsel fair
The face of Melinda neath blackened hair
No joy would flicker in her eyes
Brooding sadness came to a rise

Words would falter to atone
Failure had passed the stepping stone
She had sworn her vows to another
This is when no-one will bother

And conceded pain in crumbling mirth
A harlot of God upon the Earth
Found where she sacrificed her ways
That hollow love in her face

Still I plotted to have her back
The contentment that would fill the crack
My soul released a fluttering sigh
This day fell, the darkness nigh

I took her by the hand to say
All faith forever has been washed away
I returned for you in great dismay
Come with me, far away to stay

Endlessly gazing in nocturnal prime
She spoke of her vices and broke the rhyme
But baffled herself with the final line
My promise is made
But my heart is thine

O ROSTO DE MELINDA

Perto da catraca acena uma bela moça
O rosto de Melinda sob os cabelos negros
Alegria nenhuma iria tremeluzir em seus olhos
Uma tristeza profunda surgiu

As palavras vacilariam tentando reparar
O erro que já atravessara os degraus
Ela já estava prometida a outro
Assim ninguém mais a importunaria

E a dor concedida numa alegria que desmoronava
Uma meretriz de Deus na Terra
Encontrada onde ela sacrificou seus caminhos
Aquele amor vazio em seu rosto

Mesmo assim eu tramei para tê-la de volta
O contentamento que preencheria o buraco
Minha alma suspirou agitada
Este dia findou-se, a escuridão aproximou-se

Peguei-a pela mão para dizer
"Toda fé, para sempre, foi levada embora
Retorno a ti em grande desalento
Venha comigo, e longe ficaremos"

Contemplando eternamente no apogeu noturno
Ela me falou de suas depravações e quebrou a rima
Mas ficou desnorteada com o verso final
Minha promessa está feita
Mas meu coração é vosso

SERENITY PAINTED DEATH

Returned from a hibernal dream
Voices fell like marble
No longer by my side
Gone all that would linger

Ripped from my embrace
Melinda reflected in shafts
Red line round her neck
Met the earth in silence

White faced, haggard grin
This serenity painted death
With a halo of bitter disease
Black paragon in lingering breath

Saw here fading, blank stare into me
Clenched fist from the beautiful pain

Darkness reared its head
Tearing within the reeling haze
Took control, claiming my flesh
Piercing rage, perfect tantrum
Each and every one would die at my hand
Choking in warm ponds of blood
At last, weak and torn, I went down
Drained from strength, flickering breath

Came with the moon
The wayward in conscious state
Flanked and barred in destiny's end
Underneath with hope in laches
Swathed in filth, any would betoken
Starlit shadows on the wall
Finally there to collect me
From the bowels of sin

A SERENIDADE PINTOU A MORTE

Despertado de um sonho hibernal
Vozes caíram como mármore
Não mais ao meu lado
Tudo que duraria se fora

Arrancada de meus braços
Melinda refletida nas lanças
A linha vermelha em seu pescoço
Encontrou a terra em silêncio

Com o rosto branco, horrível esgar
Esta serenidade pintou a morte
Com um halo de doença amarga
Negro paradigma num respiro demorado

Aqui eu vi desaparecer, o rosto pálido me olhando
Punhos cerrados pela linda dor

A escuridão levantou a cabeça
Chorando em meio à névoa vacilante
Tomou controle, exigindo minha carne
Raiva perfurante, a cólera perfeita.
Eu mataria a todos com minhas mãos
Afogando-os em poças quentes de sangue
Por fim, fraco e despedaçado, eu caí
Sem forças, arfante.

Veio com a lua
O rebelde em estado consciente
Flanqueado e trancado ao fim do destino
Embaixo, com esperança omissa
Envolto em imundície, sinalizaria
As sombras iluminadas pelas estrelas nas paredes
Finalmente lá para me recolher
Das entranhas do pecado

WHITE CLUSTER

Still it came passing by
The pieces weaved together rose the sun
And fooled me with another day
The knocking message called for my life

Sealed the spell of my scrawny body
Soil to skin, my next of kin
Damp air grasped, stole the words
And greeted me with a hiss

This is forgiveness, so I know
Once I repent I seal the lid
I slither for you
And I'm dying
I find trust in hate

They wear white for me
Seemingly jaded and lost
I forge myself into your dreams
And here I am your life

Hangman, clutching at his tools
I will come for you

The noose is tied
Murmur through the crowd
Plunging into anywhere but here

Cloak-captured sighs of relief
As the primal touch brought me back
And the last sight I did see is still here
Beckoning right behind me

O GRUPO DE BRANCO

Imóvel, veio passando
Os pedaços entrelaçados fizeram o sol surgir
E me enganaram com um novo dia
A mensagem que batia clamou por minha vida

Selou o feitiço do meu corpo esquelético
Do solo à pele, meu parente mais próximo
O ar úmido agarrou e roubou as palavras
E me recebeu com um beijo

Este é o perdão que eu conheço
Uma vez que me redima, eu fecho a tampa
Arrastei-me para perto de vocês
E agora morrendo
Encontro confiança no ódio

Eles vestem branco para mim
Aparentemente estafado e perdido
Eu me forjo em teus sonhos
E aqui sou tua vida

Carrasco, segurando suas ferramentas
Eu voltarei para te buscar

O nó está apertado
Murmúrios entre a multidão
Jogados em qualquer lugar, menos aqui

Suspiros de alívio sob as capas
Conforme o toque primevo trouxe-me de volta
E a ultima visão que tive ainda está aqui
Acenando bem atrás de mim





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Sobre Vinicius Rezende

Rezende colabora com o Whiplash! sobretudo com traduções de notícias e álbuns. Graças ao Pink Floyd é fã de Douglas Adams e de Rock Progressivo, e tem o desejo de um dia viver na Suécia, país de bandas maravilhosas como Opeth, Pain Of Salvation, Porcupine Tree e The Flower Kings.

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