Tradução - Death Cult Armageddon - Dimmu Borgir

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Tradução - Death Cult Armageddon - Dimmu Borgir

Traduzido por Fernando P. Silva

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ALLEGIENCE

(Silenoz)

Cuddled through a cold womb he was
Pitch black and without sunshine rays
Hell patiently awaiting him
On blood spilled soil
A noble grief stirred heart
Always ready to die

In sinister systematization
Submission is golden
As an apprentice to violence
Slaughter and bloodshed
He was like an object that is being processed
A force-fed destructor
Ready for abomination

The vast solitude in him witnessed it all
Those self afflicting eyes
And their fear painted faces
Made out of utter discipline
Failure unacceptable
Hosts to oblivion
Exploring the darkest of places
Stench of rotten flesh breathing down his neck

Every day seemed like an endless night
When would he ever wake from this void
No other voice than his own
Will ever tell
What was real and where he had been
What he had done

Did you bleed for the cause
Like the rest of his men
Did you capture the euphoria
How it was like to kill
Such a necromantic force behind it all
They sure did battle till the end

But when came all the glory
And who got spared to carry his body
Just pure death and too profound to be shared
Was it all a fabricated vision in his memory
To serve the wastelands of insanity
At the front

Life forever lost its innocence
Never to see the light of day again
He pondered his last few steps
Into the realms of death
With his hands bloodstained

Courage and consistency
Bravery and valor
Honor and pride
For what was it all worth

LEALDADE

(Silenoz)

Acariciado em um útero frio ele era
Preto como piche e sem raios de sol
O inferno o aguarda pacientemente
Em um solo derramado de sangue
Um nobre pesar mexeu seu coração
Sempre pronto para morrer

Numa sistematização sinistra
Submissão é de ouro
Como um aprendiz da violência
Morticínios e derramamento de sangue
Ele era como um objeto sendo processado
Um destruidor alimentado à força
Pronto para a abominação

A vasta solidão nele testemunhou tudo
Aqueles olhos aflitos
E seus rostos cobertos de medo
Tornaram a disciplina incondicional
Fracasso inaceitável
Hostes para o esquecimento
Explorando o mais obscuro dos lugares
Fedor de carne podre tomando conta de sua respiração

Cada dia parecia como uma noite infinita
Quando ele iria despertar deste vazio?
Nenhuma outra voz do que a dele próprio
Sempre contará
O que foi real e onde ele esteve
O que ele fez

Você sangrou pela causa
Como o resto dos homens dele?
Você captou a euforia
Como se fosse para matar?
Como uma força de necromancia por trás de tudo
Eles certamente batalharam até o fim

Mas quando veio toda a glória
E quem foi poupado para carregar seu corpo
Só a pura morte e profundo demais para ser compartilhado
Era tudo isso uma visão produzida em sua memória
Para servir as devastações da loucura
Na linha de frente?

A vida perdeu para sempre sua inocência
Nunca verá a luz do dia novamente
Ele ponderou seus últimos poucos passos
Nos reinos da morte
Com suas mãos manchadas de sangue

Coragem e consistência
Bravura e valor
Honra e orgulho
Para que serve tudo isso?

PROGENIES OF THE
GREAT APOCALYPSE

(Silenoz)

The battle raged on and on
Fuelled by the venom of hatred for man
Consistently, without the eyes to see
By those who revel in sewer equally

We, the prosperity of the future seal
Cloaked by the thunders of the north wind
Born to capture the essence
Of the trails of our kind

Zero tolerance must be issued forth
Behind the enemy's line
So it shall be written
And so it shall be done

Discover and conceive the secret wealth
And pass it unto your breed
Become your own congregation
Measure the sovereignty of its invigoration

We, who not deny the animal of our nature
We, who yearn to preserve our liberation
We, who face darkness in our hearts
With a solemn fire
We, who aspire to the truth and pursue its strength

Are we not the undisputed prodigy of warfare
Fearing all the mediocrity that they possess
Should we not hunt the bastards down
With our might
Reinforce and claim the throne that is rightfully ours

Consider the god
We could be without the grace
Once and for all
Diminish the sub principle
and leave its toxic trace
Once and for all

PROGÊNIES DO
GRANDE APOCALIPSE

(Silenoz)

A batalha se alastrou incessantemente
Abastecida pelo veneno do ódio pelo homem
Consistentemente, sem os olhos para ver
Por aqueles que se divertem no esgoto igualmente

Nós, a prosperidade do futuro marcado
Ocultos pelos trovões do vento norte
Nascidos para captar a essência
Das trilhas de nossa espécie

Tolerância zero deve continuar
Atrás da linha do inimigo
Assim será escrito
E assim será feito

Descubra e conceba a riqueza secreta
E transmita-a para a sua criação
Torne-se sua própria congregação
Meça a soberania de seu avigoramento

Nós, que não negamos o animal de nossa natureza
Nós, que ansiamos para preservar nossa libertação
Nós, que enfrentamos a escuridão em nossos corações
Com um fogo solene
Nós, que aspiramos à verdade e perseguimos sua força

Não somos nós o prodígio indiscutível da guerra?
Temendo toda a mediocridade que eles possuem
Não deveríamos caçar os bastardos
Com nosso poder
Reforçar e reivindicar o trono que legalmente é nosso?

Considere deus
Poderíamos estar sem a graça
De uma vez por todas
Diminua o sub princípio
e deixe seus vestígios tóxicos
De uma vez por todas

LEPERS AMONG US

(Silenoz)

Annihilate!
The commotion breeding the perverse
For bloodbath is on your doorstep
A mass impending threat
The perfection of religion
Becoming our death

Do not respond blindly
To growing gardens in decay
Stand guard when visitors fall silent
Blow the candles out, end the road here

No solace will be found
Within elements of the tribe
When covered with filth from all sides
Compassion will fail

Their promises are honored
In a mind controlled state
The absence of reality, reason and logic
Prove failure of faith

Enriched by the presence of its clarity
Darkness descends, everyone dies

For wisdom aligns in our favor
Illuminated before our eyes

Uncover!
A new beginning, the inevitable dawn
Justice will be given where justice is due
And guide the righteous ones
Back to the final resting ground
To perceive the truly hellbound

Demonstrate superiority
A grand gesture of liberation
Need no judge or jury
Demons rate inferiority
Scatter the remains of the prey

LEPROSOS ENTRE NÓS

(Silenoz)

Aniquile!
A comoção gerando o perverso
Pois um banho de sangue está à sua porta
Uma ameaça iminente em massa
A perfeição da religião
Tornando-se nossa morte

Não responda cegamente
Aos jardins que crescem em decadência
Fique de guarda quando visitantes caírem silenciosamente
Apague as velas, a estrada termina aqui

Nenhum consolo será encontrado
Dentro dos elementos da tribo
Quando coberta de imundície de todos os lados
A compaixão falhará

Suas promessas são honradas
Em um estado de mente controlada
A ausência de realidade, razão e lógica
Provam o fracasso da fé

Enriquecido pela presença de sua claridade
A escuridão desce, todos morrem

Pois a sabedoria se alinha a nosso favor
Iluminada perante nossos olhos

Revele!
Um novo começo, o amanhecer inevitável
Justiça será dada onde merecer justiça
E guiará os justos
De volta ao solo do descanso final
Para perceber a verdadeira fronteira do mal

Demonstrar superioridade
Um grande gesto de libertação
Não necessita de juiz ou júri
Demônios em inferioridade
Espalham os restos da presa

VREDESBYRD

Reis deg opp
La oss bestride
Den tanke fra vår lend

Og dyrk
På en forbannet jord
En smertens ætt

For så og tynge
De barmhjertiges skjød
Som har tiltro til
Den sjelloses brød

For den tro du besitter
Er intet annet enn avsmak og hovmod
Og din nøden etter viten
Er en overflod av hån og skjend

Smerten i mitt hjerte er ikke tørste
Etter himmelsk legeme

Ei er det sviktende søken etter englemakt
Det er ilden og den brenner
Det er bare det at du
Skjemmer for den

Ta del i skyldens skygge
Behag din sjel med syndens under
For hvor er vel du
Når lampen slukkes

Men døden kommer ei
Med vårt bud
Gjenklang fra den prektiges arv
Vil innfri det endelige forderv

Bring dom over andre en ditt eget hode
Der du gjemmer din skam i lovsang
Så skal du få smake frukten
Av din egen bortgang

Som en flokk av helveds opphav
Og forvaltere av foraktens sønn
Parerer vi deres list med avskyens prakt
Med beviset på vår tunge byrde
Ligger deres sinn i åndenød
Skamfert tilbake uten makt

VREDESBYRD

Reis deg opp
La oss bestride
Den tanke fra vår lend

Og dyrk
På en forbannet jord
En smertens ætt

For så og tynge
De barmhjertiges skjød
Som har tiltro til
Den sjelloses brød

For den tro du besitter
Er intet annet enn avsmak og hovmod
Og din nøden etter viten
Er en overflod av hån og skjend

Smerten i mitt hjerte er ikke tørste
Etter himmelsk legeme

Ei er det sviktende søken etter englemakt
Det er ilden og den brenner
Det er bare det at du
Skjemmer for den

Ta del i skyldens skygge
Behag din sjel med syndens under
For hvor er vel du
Når lampen slukkes

Men døden kommer ei
Med vårt bud
Gjenklang fra den prektiges arv
Vil innfri det endelige forderv

Bring dom over andre en ditt eget hode
Der du gjemmer din skam i lovsang
Så skal du få smake frukten
Av din egen bortgang

Som en flokk av helveds opphav
Og forvaltere av foraktens sønn
Parerer vi deres list med avskyens prakt
Med beviset på vår tunge byrde
Ligger deres sinn i åndenød
Skamfert tilbake uten makt

FOR THE WORLD TO DICTATE
OUR DEATH

(Silenoz)

Let us sit by and watch
Death and destruction's devotees revel
Let us sit back and witness
Innocent semen being poured

Into the arms of Armageddon
Let it pour, more and more
Pure fucking Armageddon
Let it pour more and more

Reason faithfully defiles
On bloodstained hands
Where graceful motions
Are lost arts

There are only battles to be lost
In the kingdoms of the blind
For those who seek salvation
In the dust of the earth
Will only find wrath
In the sands of time

Engulfed by the desert
We taste death in the dry heat
The disciples of prophetic ablution
Had sworn to let the skeptics bleed
For great are their love for warfare
Henchmen of the disastrous creed

Watch us all celebrate in their name
The lambs of our time being slain
Awaiting the final perdition
Defeat against all and everything
Justice never wait for the guilty to speak the truth

For mankind so hated the world
That gave it all its begotten sons and daughters
That whoever believed the lie
To perish and receive everlasting hell

PARA O MUNDO DITAR
NOSSA MORTE

(Silenoz)

Deixe-nos sentar e assistir
O deleite pela morte e destruição dos devotos
Deixe-nos sentar e testemunhar
O sêmen inocente sendo derramado

Nos braços do Armageddon
Deixe verter, cada vez mais
Puro Armageddon do caralho
Deixe verter cada vez mais

A razão fielmente se polui
Em mãos manchadas de sangue
Onde os movimentos graciosos
São artes perdidas

Há apenas batalhas a serem perdidas
No reino dos cegos
Para aqueles que buscam salvação
Nas cinzas da terra
Encontrarão somente ira
Nas areias do tempo

Tragado pelo deserto
Nós provamos a morte no calor seco
Os discípulos da ablução profética
Tinham jurado deixar os céticos sangrarem
Pois grande é o seu amor pela guerra
Cúmplices da crença desastrosa

Observe todos nós celebrar em nome deles
Os cordeiros de nossa época sendo abatidos
Aguardando a perdição final
Derrota contra todos e tudo
Justiça nunca espera o culpado falar a verdade

Pois a humanidade então odiou o mundo
Que deu tudo a seus filhos e filhas gerados
Que, seja quem for, acreditou na mentira
Para perecer e receber o inferno eterno

BLOOD HUNGER DOCTRINE

(Silenoz/Shagrath)

Man and his faithful ethics
Intoxicated by the fruits of the earth
Diabolical fanatikism, so cold and grim
The perfect perversion, bestiality incarnate

As instruments of torture
And leaving no room for sympathy
We bring forth the monstrous birth
To the world’s light

As all great art is made from suffering
So are we good in nature
But evil by our own free will
Incestuously created by the will to kill

Time is here to walk the final abyss march
Bound to the force of the last holocaust
Pour free the gifts of grace
And slaughter the entire human race

Not permitted to redemption
When pain rises high in purgatory
A reality so convincingly justified
Feeding from Death Cult's gown

We bring forth monstrous birth
To the worlds light

DOUTRINA DO APETITE SANGRENTO

(Silenoz/Shagrath)

O homem e seus princípios fiéis
Intoxicado pelos frutos da terra
Fanatismo diabólico, tão frio e horrendo
A perversão perfeita, bestialidade encarnada

Como instrumentos de tortura
E sem deixar nenhum motivo para compaixão
Nós geramos o nascimento monstruoso
Para a luz do mundo

Como toda grande arte é feita de sofrimento
Então nós somos bons de natureza
Mas diabólicos por nosso próprio livre arbítrio
Incestuosamente criados pelo desejo de matar

É hora de caminharmos para a marcha do abismo final
Ligadas à força do último holocausto
Jorram livremente as dádivas da graça
E aniquila toda a raça humana

Não é permitida a redenção
Quando a dor aumentar no purgatório
Uma realidade tão convincentemente justificada
Alimentando-se do manto de Culto da Morte

Nós geramos um nascimento monstruoso
Para a luz do mundo

ALLEHELGENS DØD I HELVEDS RIKE

Vren er aktens utfoldelse og tanke
Vten hemning i ukjent ekstase
Ei ett tilbørlig ønske om a avle avkom for Gud
Frivillig nedsmittet og gjennomsyret
I kjødelig sødme
Fengslet av logn og vlydighet

Menneskets skrøpelige atferd
Må tuktes med heder og ære blir det sagt
Men godhet fødte evig ondskap kun
Da Edens tyrann skjenket frukten

Visdom berikes fritt i Dyrets mangfold
Når himmerikets salige urett
Og svulstige barmhjertighet
Vekker forkastelse ved vårt åsyn

Gnisten har slått flamme
Og piner i pestilensens vilje
De ynkelige slaver knelende i skam
Besvangret med skyld og miskunn

Ætlinger som sverger eden
Med troskapsløfte om å vgjøre freden
A styrte himmelslavers velvære
Og triumfere i kulde til Dyrets ære

Vredens beger renner over
I forherdelse fra opprørdjevlers svovelvind
Glødende, fra regionen av Belial's barn
Avlet hinsides harmens trossende tind

De siste tegn fra Kristi tepende engler
Brenner ubønnhørlig i ravnens ild

Smertefull og blek er døden
Med blodstyrtning fra lysets gild
Dødens fremmøte sparer ingen
Det fromme liv kveles av egne tunger
Den kosteligste jord blir pyntet
Med fattigdom og hunger

Utspente vinger over Mørkets dype svelg
Satt til verden for å meske seg
Med pest og død
Fråtsende i synd og hor

Overmakten fra polens bastarder
Naren behag i syndens hierarki
Et evig liv i paradis
Er fullkommenhet i Satans dynasti

ALLEHELGENS DØD I HELVEDS RIKE

Vren er aktens utfoldelse og tanke
Vten hemning i ukjent ekstase
Ei ett tilbørlig ønske om a avle avkom for Gud
Frivillig nedsmittet og gjennomsyret
I kjødelig sødme
Fengslet av logn og vlydighet

Menneskets skrøpelige atferd
Må tuktes med heder og ære blir det sagt
Men godhet fødte evig ondskap kun
Da Edens tyrann skjenket frukten

Visdom berikes fritt i Dyrets mangfold
Når himmerikets salige urett
Og svulstige barmhjertighet
Vekker forkastelse ved vårt åsyn

Gnisten har slått flamme
Og piner i pestilensens vilje
De ynkelige slaver knelende i skam
Besvangret med skyld og miskunn

Ætlinger som sverger eden
Med troskapsløfte om å vgjøre freden
A styrte himmelslavers velvære
Og triumfere i kulde til Dyrets ære

Vredens beger renner over
I forherdelse fra opprørdjevlers svovelvind
Glødende, fra regionen av Belial's barn
Avlet hinsides harmens trossende tind

De siste tegn fra Kristi tepende engler
Brenner ubønnhørlig i ravnens ild

Smertefull og blek er døden
Med blodstyrtning fra lysets gild
Dødens fremmøte sparer ingen
Det fromme liv kveles av egne tunger
Den kosteligste jord blir pyntet
Med fattigdom og hunger

Utspente vinger over Mørkets dype svelg
Satt til verden for å meske seg
Med pest og død
Fråtsende i synd og hor

Overmakten fra polens bastarder
Naren behag i syndens hierarki
Et evig liv i paradis
Er fullkommenhet i Satans dynasti

CATACLYSM CHILDREN

(Silenoz)

Are you born from the abyss
And have you sought the creed
That drape the shadows
Of your own thought?

Is your heart mesmerized
By the fire that burns forevermore
And do the secrets from the flames
Hold the mysteries over which you preside?

Reveal the infantile wound and regain strength
Free your spirit from those who lead in praise
Recollect the anger and the hate
For not shall your morals dissolve in pity

Righteous warmth accompanied
By deceitful tongues
Stay away from processed promises
Let them fear what you know
A malicious smile on their lips
To keep us all under control
Now it's time to rise and demand our due
The whores and their illusions
Left us bitter and cold

Drench them in their own poison
Spit back the scorn of their ways
Out win their defect morality
And the words they pray
Consolidate the troops
And expose the lies in their eyes
The ones deprived from the ecstasy
That binds the neglect

Better lead than being led
Earn any victory
For you stand superior above the plague
And its mass
The burden of proof rests on your shoulders

FILHOS DO CATACLISMO

(Silenoz)

Você nasceu do abismo
E buscou a crença
Que drapeja as sombras
De seu próprio pensamento?

Seu coração está hipnotizado
Pelo fogo que queima para todo sempre
E faz os segredos das chamas
Controlar os mistérios nos quais você preside?

Revele a ferida infantil e recupere a força
Livre seu espírito daqueles que conduzem em louvor
Recorde a raiva e o ódio
Para que suas morais não se dissolvam em piedade

Uma ternura íntegra acompanhada
Por línguas enganadoras
Fique longe de promessas preparadas
Deixe-lhes temer o que você sabe
Um sorriso malicioso nos lábios deles
Para nos manter sob controle
Agora é hora de nos erguer e exigir o que nos devem
As prostitutas e suas ilusões
Nos deixaram amargos e frios

Encharque-os no seu próprio veneno
Cuspa de volta o desprezo de seus modos
Vença sua moralidade corrompida
E as palavras que eles rezam
Consolide as tropas
E exponha as mentiras nos olhos deles
Aqueles desprovidos do êxtase
Que se unem à omissão

Melhor conduzir do que ser conduzido
Conquiste qualquer vitória
Pois você se encontra superior sobre a peste
E sua magnitude
A obrigação de provar está sobre seus ombros

ERADICATION INSTINCTS DEFINED

(Silenoz)

As mortal manufactured waste
And part of the commonly infected
You prevent the ones worthy the gift of life
To surface on once a prosperous soil

As superficially bewildered whores
And succumbing to fictional truth
You are taught to preserve and profit
The life institutional lie

You worthless piece of shit
May we all depart from this world
And dissolve into nothingness
Compassion will not be granted
When life's value
Is point below zero

Human depravity is at our disposal
As the perfect tool to destroy mankind
The worst kind of them all
Modern times' ignorance, the world disease
Appeal to death of every man

A living hate smoldering abyss
Nurtured through centuries
With quietly exercised wrath
Seeks the easiest way to feed the engine
Praising the final bloodbath

Uncertainty and guilt
Will no longer endorse our fate
There will be no remorse
We kill to kill again
Killing all

Go ahead end it all, we deserve no better
As a forever unblessed detonation
The great plutonium chord fulminates
Blinding the eyes of creation

Cutting off all life support
Sweeping away existence instantly
Iced desolate ruins linger
Leaving traces of our lovely humanity

INSTINTOS DE EXTERMINAÇÃO DEFINIDOS

(Silenoz)

Como um mortal fabricado e refugado
E parte dos geralmente infectados
Você evita aqueles dignos da dádiva da vida
Para aparecer em um antes solo próspero

Como prostitutas superficialmente desnorteadas
E sucumbindo a verdade imaginária
Você é ensinado a preservar e aproveitar
A mentira institucional da vida

Você um pedaço desprezível de merda
Talvez todos nós partiremos deste mundo
E nos dissolveremos no nada
Compaixão não será concedida
Quando o valor da vida
Apontar abaixo de zero

Depravação humana está à nossa disposição
Como a ferramenta perfeita para destruir humanidade
O pior tipo de todas elas
A ignorância dos tempos modernos, a doença do mundo
Apela à morte de cada homem

Um ódio vivo um abismo que queima sem chamas
Nutrido por séculos
Com a ira exercitada calmamente
Busca o modo mais fácil para alimentar a máquina
Louvando o banho de sangue final

Incerteza e culpa
Já não mais endossará nosso destino
Não haverá remorso
Nós matamos para matar de novo
Matando todos

Vá em frente termine tudo, nós merecemos nada melhor
Que uma detonação não abençoada para sempre
A grande corda de plutônio fulmina
Cegando os olhos da criação

Cortando todo o amparo da vida
Arrebatando a existência instantaneamente
Ruínas desoladas cobertas de gelo tardam
Deixando rastros de nossa adorável humanidade

UNORTHODOX MANIFESTO

(Aldrahn/Silenoz)

The memories far beyond the reckoning
Have begun to lurk in the distance
Like visual objects dearly known
The grace of devils hands

As they walk with me like a medium
When I choose and require a burn-out
Resting in expanded malicious force
Drained for murderous weapons

Knowing where you stand
In the magnitude of this thought
Looking at the spirit of fire and flames
Enduring on the throne of the black heart

A bringer of evil I am
And therefore also a carrier of light
As I use this focus through the dark
And face the sunshine in the dead end

Limitations do not exist
When you are ahead of the crowd
With the art of confidence
I reign at the throne of my soul

The value of this darkness unwinds
Traveling the other path
A hidden triumph
But obvious to the strong and wise

By understanding this reality
I remain in a twice-colored cloud
With feet connected solid in the ground
And thus I get peace of mind

A bringer of evil I am
And also a carrier of light
As I use this focus through the dark
And face the sunshine in the dead end

MANIFESTO NÃO ORTODOXO

(Aldrahn/Silenoz)

As recordações muito além do que parece
Começaram a espreitar ao longe
Como objetos visuais carinhosamente conhecidos
A graça de mãos demoníacas

Enquanto eles caminham comigo como um médium
Quando eu escolho e exijo algo perdido
Descansando em força maliciosa expandida
Drenada para armas assassinas

Sabendo onde você está
Na magnitude deste pensamento
Olhando para o espírito de fogo e chamas
Firme no trono do coração negro

Um portador do mal eu sou
E portanto também um mensageiro da luz
Enquanto eu uso este foco pela escuridão
E encaro a luz do sol no beco sem saída

Limitações não existem
Quando você está à frente da multidão
Com a arte da confiança
Eu reino no trono de minha alma

O valor desta escuridão se desata
Viajando pelo outro caminho
Um triunfo escondido
Mas óbvio para o forte e sábio

Pela compreensão desta realidade
Eu permaneço em uma nuvem bicolorida
Com os pés firmes no chão
E assim eu tenho paz de espírito

Um portador do mal eu sou
E também um mensageiro da luz
Enquanto eu uso este foco pela escuridão
E encaro a luz do sol no beco sem saída

HEAVENLY PERVERSE

(Silenoz)

Devoted to your own opiate
In escapades from discontentment
Are you shutting off from the outside world
To reflect on your mind shallow gutter?

For this is your empire
This is your intrigue
Here you own them all
Here you seal the deed

Contaminated from the spree of self salvation
To keep the fever flowing in the veins
Prominently manipulating heaven and hell
Does your sophistically discreet interlude
Maintain stories not to be revealed?

In your search for redemption
Greed and lies become the savior
Through the lecherous eyes disgust withstand
For are not these the windows to your soul?

Fatherly fornication of sweat lips in dismay
Repeatedly unlocking the vaults to the holocaust
The dormant prodigy seeks its reason for rebirth
But it will never, never gain the strength

A surrender in superficial scorn
The rape of an ever unborn
Seeds have been planted in the name of the son
Until this day, ungodliness is yet to be gone

Sacramental suicide amidst the flow of virgin vine
The only way to comfort the defeat

Regrets can no longer find its ways
Streams of innocent bitter tears
Flowing down the drain
Mirrored in the haze of a partaker's eyes

DIVINAMENTE PERVERSO

(Silenoz)

Devotado ao seu próprio opiato
Em fugas do descontentamento
Você está se fechando do mundo lá fora
Para refletir em sua mente a sarjeta rasa?

Pois este é o seu império
Esta é a sua intriga
Aqui você possui todos eles
Aqui você acaba com a realidade

Contaminado da farra da própria salvação
Para manter a agitação fluindo nas veias
Manipulando proeminentemente o céu e o inferno
Seu interlúdio sofisticamente discreto
Mantém histórias que não são para serem reveladas?

Em sua busca pela redenção
Ambição e mentiras se tornam o salvador
Através de olhos luxuriosos a repugnância se opõe
Pois não são estas as janelas para sua alma?

Fornicação paternal de lábios de suor em desânimo
Repetidamente destrancando as passagens para o holocausto
O prodígio dormente busca sua razão para o renascimento
Mas nunca irá, nunca ganhará a força

Uma rendição em desprezo superficial
O estupro de um que sempre está por nascer
Sementes foram plantadas em nome do filho
Até este dia, a descrença ainda tem de acabar

Suicídio sacramental entre a vazão de videiras virgens
O único meio para aplacar a derrota

Pesares já não podem encontrar seus caminhos
Correntezas de lágrimas amargas e inocentes
Escorrendo pelo cano
Refletidas na neblina dos olhos de um cúmplice









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Sobre Fernando P. Silva

Fernando Silva é membro do Whiplash! e responsável pela seção de traduções. Colaborando com o site há mais de 5 anos, é quem organiza e revisa todas as traduções que são publicadas nesta seção, contando também com o auxílio de amigos e colaboradores do site. Eclético, curte desde o blues e um bom rock n' roll até o melhor do hard e do heavy, sendo o Metallica (até a eternidade) sua banda preferida. Correções de material postado anteriormente, críticas ou sugestões para novas traduções podem ser feitas através do contato direto com o autor. Email: [email protected].

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