Tradução - Bitter Suites To Succubi - Cradle Of Filth

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Tradução - Bitter Suites To Succubi - Cradle Of Filth

Traduzido por Vanessa Cristina e Fernando P.Silva

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Bitter Suites To Succubi é uma compilação que o Cradle lançou em 2001 contendo faixas inéditas e algumas regravações do primeiro disco da banda, The Principle of Evil Made Flesh. Deste, além da faixa-título foram regravadas Summer's Dying Fast e Black Goddess Rises. Dentre as inéditas, All Hope In Eclipse, Born In a Burial Gown, Suicide And Others Comforts, Scorched Earth Erotica e as instrumentais Sin Deep My Wicked Angel e Dinner At Deviant's Palace. A faixa No Time To Cry, é um cover da banda Sisters of Mercy.

ALL HOPE IN ECLIPSE

A thousand nights once succoured me
In the shadow of Miss Anne Thropy
Sat gargoyle-limbed amid my licking flame

A cruel tongue at work in Her secret vaults
Sent Rebellion's embers into revolt
The coming of extinction
Synched to whimpers of my name...
Legion I arose, a flood of inhumanity
An acid reign to purify the world
The Asp at Pharaoh's breast
The Atom split under duress
A sniper at the gates of spattered pearl

My heart, torn apart, left a rifled grave...
Save for an unfurled flag of hate
To enthrall a mindless zombie race

All heil, all heil, all heil the serpentine's gift
All heil, love fails, all hope lies in eclipse

Black bibles I inscribed
The words "Damnation through design"
Seemed a bitter truth
Far better for the lie
For as hope was felled by reason
Forlorn became the season
And Death was swift
To swallow on the hells of life

Lowered souls, growing cold
Tentered easy prey
When heaven's flock, a fair game
Dropped
I bored of war with God
With greater thrones to claim...

All heil, all heil, all heil the Libertine's wish
All heil, love fails, all hope lies in eclipse

(There was not a prayer
left in this wretched world)

Then between the past and the ravening dark
A sly Messiah came
In the thick of treaty with obligatory greed
She stole the soul hate had sold away

An ancient chill blew down the centuries
That night atonement's eyes
Lit a burning man in me

When love lay bleeding
And Fates sate feeding
From wounds gored 'neath
Those cherubic wings
She of kindred light
Gladly sacrificed
Eternity
Just to be
With Me

As the moon whose silvered fingers play
On words and dreams
Too cursed for day
She led my hand to lands I'd not accrued
Where the Faun Dawn bathed Her golden hair
And faith renewed, leapt joyous there
I praised their worth
Then planned their conquest too...

All heil, all heil, all heil the serpentine's gift
All heil, love fails, all hope lies in eclipse

All heil, all heil, all heil the Libertine's wish
All heil, love fails, all hope lies in eclipse
...And ignorance is truly bliss.

TODA ESPERANÇA NO ECLIPSE*

Milhares de noites já me socorreram
Na sombra da Senhorita Anne Thropy
Sentada na Gárgula (2) entre minha lambida intensa

Uma língua cruel trabalha na Sua câmara secreta
Lembranças da Rebelião foram transformadas em revolta
A extinção chega
Sincronizada às lamúrias do meu nome...
Legião eu acordei, uma inundação de maldade
Um reino rude para purificar o mundo
A Víbora no peito do Faraó
O Elemento Primordial do Universo (3) é obrigado a romper
Um franco atirador nos portões de pérolas espalhadas

Meu coração, dilacerado, deixou um túmulo violado...
Salvo por uma bandeira desfraldada de ódio
Para enfeitiçar uma raça de zumbis sem mentes

Todos saúdem, todos saúdem a dádiva da serpentina
Todos saúdem, o amor acaba, toda esperança está no eclipse

Bíblias negras eu escrevi
As palavras "Condenação por meio do planejamento"
Pareciam uma verdade amarga
Muito melhor do que a mentira
A esperança, fora derrubada pela razão
Desesperançada, tornou-se somente um tempo vago
E a morte fora rápida
Engolida nos infernos da vida

Almas decaídas, frio crescente
Vítima fácil
Quando o rebanho do paraíso, animais de caça
Se desprendeu
Cansei de guerrear com Deus
Com numerosos tronos para reivindicar...

Todos saúdem, todos saúdem o desejo da Libertinagem
Todos saúdem, o amor acaba, toda esperança está no eclipse

(Não restou um rezador
neste mundo desprezível)

Então entre o passado e a escuridão devoradora
Um astuto Messias chegou
No âmago do pacto, com uma cobiça exigente
Ela roubou a alma, o ódio fora vendido

Um frio arcaico destruiu os séculos
Os olhos da salvação daquela noite
Tornaram-me um homem importante

Quando o amor é ferido
E as Parcas (4) se satisfazem alimentando-se
Das feridas estancadas
Naquelas asas angelicais
Aquela, semelhante à luz
Sacrificada prazerosamente
Eternamente
Apenas para estar
Ao meu lado

Enquanto a lua cujos dedos prateados brincam
Com palavras e sonhos
Demasiadamente amaldiçoados para a alvorada
Ela me levou para terras de onde eu não vim
Onde Fauno (5) banhara Seu cabelo dourado
E a fé se renovou, saltei de alegria
Louvei seu valor
Então planejei seu triunfo também...

Todos saúdem, todos saúdem a dádiva da serpentina
Todos saúdem, o amor acaba, toda esperança está no eclipse

Todos saúdem, todos saúdem o desejo da Libertinagem
Todos saúdem, o amor acaba, toda esperança está no eclipse
...E a ignorância é a verdadeira bem-aventurança.

(1) All Hope In Eclipse = A tradução literal da frase é Toda Esperança no Eclipse, porém a palavra Eclipse é usada como um simbolismo para designar a escuridão, as trevas, a noite.

(2) Gárgula = Cano saliente situado na parte externa de beirais ou cimalhas, que capta e escoa as águas da chuva para longe das paredes, e que, em antigas construções, tinha final esculpido quase sempre representando figura grotesca de animal ou pessoa. Aqui, o autor refere-se à gárgula como um ser que possui membros.

(3) Elemento Primordial do Universo: antigos filósofos gregos foram os primeiros a descreverem o Átomo como a partícula básica da matéria, indivisível e indestrutível. Neste contexto, esta sentença se aplica melhor do que simplesmente “átomo”.

(4) Parcas: deusas gregas que regiam a vida humana e o destino. Eram elas: Cloto; Láquesis e Átropo.

(5) Faun = Fauno. Deus dos campos e dos pastores, neto de Saturno na mitologia romana. A criatura metade homem e metade bode é “faunos”, ser que acompanhava Fauno. Na mitologia grega, ele era conhecido como Pã, o deus pagão.

BORN IN A BURIAL GOWN

Sibilant and macabre
Walpurgis sauntered in
Skies litten with five-pointed stars
The work of crafts surpassing sin
As She graced
Her window ledge
An orphaned gypsy nymph
This issue of the forest's bed
Skin flushed with sipped absinthe
Her eyes revealed, as Brocken's peak
Tried once concealing Hell
A snow white line of divine freaks
In riot, where they fell...

The circus lurches in
A ring of promised delight
For seven days and seven festival nights
What wicked wonders lie within the confines
Of the panther's den

She watches from a maypole
On the rip of Her tongue
The restless spirit of Christmas to come
A Gretel sick of merely sucking Her thumb
Than gingerbread men

Spawned scorned, abhorred by the aerial
She was the light of the world going down
War-torn*, forlorn and malarial
She was found
Born in a burial gown

Unloosed, the chain of Her God-given cross
Seduced, now pagan ribbons swathe Her repose
In a carnival of souls sold and similarly lost

Too many decades misfit and mislaid
In innocence, a tender legend of prey
Parades Her second coming
Now they're running afraid

Spawned scorned, abhorred by the aerial
She was the light of the world going down
War-torn, forlorn and malarial
She was found
Born in a burial gown

Now She moves with a predator's guile
Beyond the firelit circle of life
She soothes your cold heart for a while
Then matches its beat, synching in with a knife
She wrestles Her dreams with a delicate case
Espied by Her cross on the wall
And should She awake
Through embrace or mistake
She would take Jesus
Bless foot forward and all...

Sibilant and at last
The circus crawled away
With another lover in its arms
Dancing on Her grave...

NASCIDA EM UM VESTIDO FÚNEBRE

Sibilante e macabro
Walpurgis (1) caminha entre
Os céus iluminados com pentagramas
O trabalho das artes supera o pecado
Do mesmo modo que
Ela enfeitara o peitoril de Sua janela
Uma ninfa cigana órfã
Esta origem do leito da floresta
Pele corada devido ao absinto ingerido
Seus olhos revelados, como o pico de Brocken (2)
Tentara uma vez ocultar o Inferno
Uma linha branca de caprichos divinos
Em desordem, onde eles caíram...

A festa (3) começa bruscamente
Um círculo de prazer prometido
Por sete dias e sete noites festivas
Que maravilhas perversas repousam dentro dos limites
Do retiro da pantera

De um mastro enfeitado com flores e fitas ela observa (4)
Na ponta de Sua língua
A chegada do agitado espírito natalino
Gretel (5) cansada de apenas chupar o dedo Dela
Ao invés de bolinhos de gengibre (6)

Gerada, desprezada, abominada pela atmosfera
Ela era a luz do pôr-do-sol
Devastada pela guerra, abandonada e malárica (7)
Ela foi encontrada
Nascida num vestido fúnebre

Libertada, a corrente de sua cruz, dádiva de Deus
Seduzida, agora adornos pagãos envolvem seu descanso
Numa celebração de almas vendidas e perdidas

Muitas décadas desordenadas e perdidas
Na inocência, uma sutil lenda de caçada
Prepara Sua segunda vinda
Agora eles estão fugindo amedrontados

Gerada, desprezada, abominada pela atmosfera
Ela era a luz do pôr-do-sol
Devastada pela guerra (8), abandonada e malárica
Ela foi encontrada
Nascida num vestido fúnebre

Agora Ela se move com a astúcia de uma predadora
Além do círculo luminoso da vida
Ela conforta, por um tempo, seu gélido coração
Depois iguala sua palpitação, acertando-o com um punhal
Ela luta com Seus sonhos com um jeito delicado
Espiada por Sua cruz na parede
E Ela deveria acordar
Num abraço ou engano
Ela aceitaria Jesus
Pediria a benção de Deus e seguiria adiante...

Sibilante e por final
A festa se acaba
Com outro amante em seus braços
Dançando sobre Sua sepultura ...

(1) Walpurgis: relativo ao encontro de bruxas realizada na véspera de 1° de Maio no Brocken. Faz parte do folclore germânico.

(2) Brocken: o ponto mais alto das montanhas Harz, na Alemanha central. É associado ao folclore e ritos tradicionais, incluindo a noite de Walpurgis.

(3) Aqui, “circus” significa um evento ou acontecimento importante. Neste contexto, este evento está intimamente relacionado aos Sabás, ou encontro de bruxas.

(4) Maypole: mastro enfeitado com flores e fitas: é erguido para as festas do dia 1° de maio e em torno do qual se dança.

(5) Gretel: referente ao conto de fadas “Hänsel und Grete”, dos irmãos Grimm. Aqui é conhecido como “João e Maria”. Gretel é “Maria”.

(6) Gingerbread man: bolachas feitas de gengibre cuja forma é de uma pessoa.

(7) Malárica: referente à malária.

(8) War torn = devastado pela guerra. Fala-se de um lugar que sofre de guerras contínuas e da destruição causadas por elas.

N.R: Esta música refere-se a Antiga Religião, proibida pelo cristianismo. O Seu retorno (o retorno da Deusa) é agora, depois de séculos de esquecimento.

O Sabbat Beltane marca a união da Deusa e do Deus, representando a fertilidade dos animais e as colheitas do próximo ano. Beltane é o tempo de celebrar a vida em todas as formas. É o momento de dar boas-vindas ao Verão, momento de equilíbrio, no qual nos despedimos das chuvas, e as colinas e vegetações atingem tons dourados. Era celebrado com flores e uma grande festa pública. Um dos símbolos mais conhecidos associado com esse Sabbat é o Mastro de Beltane ou Maypole (Mastro de Maio, pois no hemisfério Sul Beltane é festejado no primeiro dia de maio). Feito do tronco de uma árvore forte e alta, normalmente o vidoeiro ou freixo era enfeitado com flores e tiras. Uma vez decorado era elevado freqüentemente na praça da aldeia, ponto focal das atividades da comunidade. Seu simbolismo era fálico em honra da fertilidade renovada da Terra. O Mastro simboliza o falo do Deus e ele sempre é ornado com uma coroa de flores, representando a vulva da Deusa e fitas multicoloridas. Cada participante pega uma fita e começam então a entrelaçar uma na outra até que todo o Mastro esteja revestido por elas. Ao dançarem e entrelaçarem as fitas no Mastro, estão representando a união da Deusa e do Deus. Na essência, os participantes estão realizando uma incrível união sexual no nível divino.

SUMMER DYING FAST

Through acrid clouds of summer
Flies the garden swells
With a thousand more wise (1)
Forever flung to celestial dreams
Clawing at the grave of the dead Nazarene

I watch the storm approaching
The darkness calls my name
The trees are growing restless
They feel the season change
Their fruit has putrefied
Forbidden once and bound to die
The thread of life lies severed
On the brink of paradise

Grinning winds of hate unfurled
Dash towers tall that grip the sun
Talons stretch her veil
Reclamation, our time has come...

Autumn spreads its golden wings
And lays the path for those unseen
A tangled web of evil spun at last...
Winter spawn from barren thighs
To readdress, to slay the blind
And throw the reins untethered to the skies

They pray to the full moon rising
Diana moving with such infinite grace
Wrapped alone in a blanket of nightfall
How any secrets can they read by your face?

Will they know of majesty
Of beauty held in dream-dead sleep
And scarlet seas that bleed the frozen shores?
Will their "god" of bridled love
Assuage our rule from planes above
Or shrink in fear
From Chaos roused for war?

WAR!

Wrest askew the nails
That have held you, lurking deep
September prayers are waning
Burn the shrines of fettered sheep
Spearhead the insurrection
Of a world that seeks no end
"We are what we are, what we shall be, again..."

Appear; draped in terror
To the comfort of your kin
Stain the milky sunset red
And let the other in...

Summer's dying...

O VERÃO ESTÁ MORRENDO RAPIDAMENTE

Entre nuvens ríspidas de verão
Sobrevoa as elevações do jardim
Com mais de milhares de formas
Para sempre lançados a sonhos celestiais
Agarrando-se no túmulo do Nazareno morto

Eu vejo a tempestade se aproximando
A escuridão chama por mim
As árvores estão crescendo em desordem
Elas sentem a mudança da estação
Seu fruto apodreceu
Uma vez proibida e prestes a morrer
A linha da vida é cortada
À beira do paraíso

Ventos abertos de ódio desfraldado
Colidem-se com torres altas que se agarram ao sol
Talons estica seu véu
Regeneração, nossa hora chegou...

O Outono abre suas asas douradas
E prepara o caminho para os que são invisíveis
Uma teia maligna entrelaçada é repuxada, finalmente...
O inverno é gerado de coxas infecundas
Para mudar seu rumo, derrubar a cortina
E lançar as rédeas libertas para os céus

Eles oram para a Lua cheia que surge
Diana (2) movendo-se com uma graça tão infinita
Sozinha,abrigada na manta do anoitecer
Quantos segredos eles podem desvendar através de sua face?

Terão eles conhecimento da majestade
De beleza aprisionada num sono sem sonhos
E dos mares escarlates (3) que sangram as praias congeladas?
Irá seu “deus” de amor reprimido
Diminuir nosso poder dos planos superiores
Ou irá se esquivar de medo
Do Caos despertado para a guerra?

GUERRA!

Arranque as unhas retorcidas
Que lhe conteve, se escondendo
As orações de setembro estão diminuindo
Queimam os santuários de ovelhas acorrentadas
Lideram a revolta
De um mundo que não procura um fim
"Nós somos o que somos, o que deveremos ser, outra vez..."

Surge; coberto de terror
Para o conforto de sua família
Mancha o branco pôr do sol de vermelho
E deixa os outros entrarem...

O Verão está morrendo...

(1) Wise: Neste contexto, palavra germânica arcaica cujo significado é “forma”.

(2) Diana: na mitologia romana, deusa da lua e da caça. Equivalente latina da virginal deusa grega Ártemis, Diana era a guardiã das correntes e das fontes e protetora dos animais selvagens.

A Deusa Diana, é mãe da Rainha das Bruxas, Arádia que supostamente viveu na Itália no século XIV, ela também é conhecida com "a bela peregrina". Era a rainha das fadas e segundo o livro de Charles Leyland, enviou sua filha a terra para que ela ensinasse bruxaria a todos.

“Eles oram para a Lua cheia que surge...”: para os povos da Antiguidade e hoje em dia, para os pagãos e praticantes da Antiga Arte, a Lua é muito importante, representando as várias faces da Deusa.

(3) Mares escarlates: referente à cor escarlate.

NO TIME TO CRY

It's just a feeling
I get sometimes
A feeling
Sometimes
And I get frightened
Just like you
I get frightened too
But it's...

Chorus:
(no no no) No time for heartache
(no no no) No time to run and hide
(no no no) No time for breaking down
(no no no) No time to cry

Sometimes in the world as is you've
Got to shake the hand
That feeds you
It's just like Adam says
It's not so hard to understand
It's just like always coming down on
Just like Jesus never came and
What did you expect to find
It's just like always here again it's...

Chorus

Everything will be alright
Everything will turn out fine
Some nights I still can't sleep
And the voices pass with time

And I keep no time for tears
No time to run and hide
No time to be afraid of fear
I keep no time to cry

NÃO É HORA PARA CHORAR

Isto é só um sentimento
Que tenho às vezes
Um sentimento
Às vezes
E eu fico assustado
Assim como você
Eu fico assustado também
Mas é...

Refrão:
(não não não) Não é hora para lamentar
(não não não) Não é hora para correr e se esconder
(não não não) Não é hora para entrar em desespero
(não não não) Não é hora para chorar

Às vezes no mundo em que está
È necessário dar um aperto de mãos
Nas mãos que lhe alimentam
É exatamente como Adão diz
Não é tão difícil de entender
É como se estivesse sempre numa queda
Assim como Jesus nunca veio e
O que você esperava encontrar
É exatamente como sempre foi, mais uma vez é….

Refrão

Vai dar tudo certo
Vai terminar tudo bem
Algumas noites eu ainda não consigo dormir
E as vozes passam com o tempo

E eu não tenho hora para lágrimas
Não é hora para correr e se esconder
Não é hora para ter medo do medo
Eu não tenho hora para chorar

THE PRINCIPLE OF EVIL MADE FLESH*

From the primeval mass
Let precious chaos vent
Sacred flesh drenched in fornication
Beloved by Set
May the winds gather her together
From the secrets of men
After thousands of years of terrifying silence
She comes again

(All Destroyer)

The abolition of the yeshua begins...

Shattered are the icons of the worthless
The Goddess scorned is a Valkyrie born
Scattered are the wings of the virulent holy
Leave their husks
To be the prey of vultures
And dogs

World without end
Cherish the lissome wants of pernicious evil
Dusk in her eyes
Torn bloody weeping skies
Darkness will hasten to devour
And the weak will flee or die

Heil Vaskt, drinker of blood
Dancer on flames
Disposer of light
Lover of darkness
Shes holding an inquisition
From the bandaged feeble, watch

I slay the lamb in the fervour of thine
Abandonment unto Our Lady
With a quenchless thirst for the infinite
For Her that exists beyond all knowledge

Storming from tired centuries
Under the glare of a waxing death-moon
Terrible beauty of love severed
Rip the baby from the virginal womb

The blood of Jesus
Is the wine of the dead
And the drunken angels
Bleed with incest

The Liliot suckle on Her fruitful breasts
And yield the swords that sever and stain
There will be no act or passion wrought
That shall not be attributed to Her names

To the name of Baphomet...
Artemis, Bastet, Astarte

I yearn to thee who art darkness in thy rising
"Weltmacht oder Niedergang"

FEZ-SE A HUMANIDADE A PARTIR DO MAL

Da primeira missa
Deixara preciosas aberturas de caos
A carne sagrada encharcada em fornicação
Amada por Set (2)
Podem os ventos a colher
Dos segredos dos homens
Após milhares de anos de silêncio assustador
Ela está de volta

(Todos Destruam)

A abolição de yeshua começa...

Estilhaçadas estão as imagens sacras do inútil
A Deusa desprezada é uma Valquíria (3) de nascença
Espalhadas estão as asas do divino maligno
Deixem seus exteriores sem valores
Serem o alimento dos abutres
E dos cães

Mundo sem fim
Afaga os sutis desejos do mal nocivo
Obscuridade em seus olhos
Os céus derramando lágrimas sangrentas
A escuridão se apressará para devorar
E o fraco fugirá ou morrerá

Saudação Vaskt, bebedor de sangue
Dançarino sobre chamas
Que se liberta da luz
Amante da escuridão
Ela está agüentando uma inquisição
Do fraco coberto, veja

Eu mato o cordeiro em devoção a ti
Renúncia à Nossa Dama
Com uma sede insaciável pelo infinito
Para Ela que habita o além de todo o conhecimento

A invasão dos séculos fatigados
Sob o olhar de uma lua crescente da morte
Beleza terrível de amor violento
Arranque o bebê do útero virgem

O sangue de Jesus
É o vinho dos mortos
E os Anjos embriagados
Sangram com incesto

Liliot se alimentou nos Seus seios abundantes
E concedeu as espadas que cortam e sujam
Não haverá obra ou paixão forjadas
Que não estarão atribuídas aos Seus nomes

Ao nome de Baphomet*...
Ártemis*, Bastet*, Astarte*

Eu anseio por ti, que és a escuridão em tua ascensão
“A força do Universo se acaba”

(1) Flesh: significa, neste contexto, o ser humano em geral, com seus desejos, limitações, etc. Não é somente a carne que o cobre, propriamente dita.

(2) Set = De acordo com o relato egípcio da criação, no princípio só existia o oceano. Então Rá, o Sol, surgiu de um ovo (segundo outras versões de uma flor) que apareceu sobre a superfície da água. Rá deu à luz quatro filhos, os deuses Shu e Geb e as deusas Tefnet e Nut. Shu e Tefnet deram origem à atmosfera. Eles serviram-se de Geb, que se converteu na terra, e elevaram Nut, que se converteu em céu. Rá regia todas as coisas. Geb e Nut posteriormente tiveram dois filhos, Set e Osíris, e duas filhas, Ísis e Neftis. Osíris sucedeu Rá como rei da terra ajudado por Ísis, sua esposa e irmã. Set odiava seu irmão e o matou. Ísis embalsamou o corpo do seu esposo com a ajuda do deus Anúbis, que desta forma tornou-se o deus do embalsamento. Os feitiços poderosos de Ísis ressuscitaram Osíris, que chegou a ser rei do mundo inferior, da terra dos mortos. Horus, filho de Osíris e Ísis, derrotou posteriormente Set em uma grande batalha tornando-se o rei da terra.

Desse mito da criação surgiu a concepção da eneada, grupo de nove divindades, e da tríade, formada por um pai, uma mãe e um filho divinos. Cada templo local tinha sua própria eneada e sua própria tríade. A eneada mais importante foi a de Rá com seus filhos e netos. Este grupo era venerado em Heliópolis, centro do culto ao Sol no mundo egípcio. A origem das deidades locais é obscura; algumas vieram de outras religiões e outras de deuses animais da África pré-histórica. Gradativamente foram se fundindo em uma complicada estrutura religiosa, ainda que comparativamente poucas divindades locais tivessem chegado a ser importantes em todo o Egito. As divindades importantes incluíam os deuses Amon, Thot, Ptah, Khnemu e Hapi e as deusas Hator, Nut, Neit e Seket. Sua importância aumentou com o ascendente político das localidades onde eram veneradas. Por exemplo: a eneada de Menfis era encabeçada por uma tríade composta pelo pai Ptah, a mãe Seket e o filho Imhotep. De qualquer modo, durante as dinastias menfitas, Ptah chegou a ser um dos maiores deuses do Egito. De forma semelhante, quando as dinastias tebanas governaram o Egito, a eneada de Tebas adquiriu grande importância, encabeçada pelo pai Amon, a mãe Mut e o filho Khonsu. Conforme a religião foi se desenvolvendo, muitos seres humanos glorificados após sua morte acabaram sendo confundidos com deuses. Assim Imhotep, que originariamente fora o primeiro ministro do governador da III Dinastia Zoser chegou a ser conceituado como um semideus. Durante a V Dinastia, os faraós começaram a atribuir a si mesmos ascendência divina e desde essa época foram venerados como filhos de Rá. Deuses menores, simples demônios, ocuparam também um lugar hierárquico entre as divindades locais."

(3) Valquírias: na mitologia escandinava, eram jovens guerreiras que serviam Odin e que recolhiam as almas dos heróis mortos em combate conduzindo-os até Valhalla.

(4) Baphomet: no satanismo, é os Poderes das Trevas combinados com a fertilidade procriadora da cabra.

(5) Ártemis: na mitologia grega, era filha de Zeus e Leto. Regia deuses e deusas da caça e dos animais selvagens.

(6) Bastet: na mitologia egípcia é a deusa do amor e da fertilidade.

(7) Astarte: suprema divindade feminina dos fenícios, deusa do amor e da fertilidade.

(8) Weltmacht oder Niedergang: Do alemão, “A força do Universo se acaba”

SUICIDE AND OTHER COMFORTS

I pace, alone
In a place for the dead
Overcome by woe
And here, I've grown
So fond of dread
That I swear it's heaven

Oh sweet May
Dressed in grief
Roll back the stone

With these words scrawled in a severed hand
Tears fall like shards of glass that band
In rivers, like sinners
Swept with me to join the damned

A darkened sky
The day that laughter died
Fell swiftly into night
And stayed within Her sight
Staring at the knife
Oh God, how easy now the sacrifice
My life, to have Her with me

So farewell to distant thunder
Those inept stars I've worshipped under
Fall father, their Father
Lies in wait in flames below
Whilst my love, a blood red flower
Calls to me from verdant bowers
Graveside, I cry
Please save me from this Hell I know

A darkened sky
The day that laughter died
Fell swiftly into night
And stayed within Her sight
Staring at the knife
Oh God, how easy now to sacrifice
My life, to have Her with me

An eye for an eye as espied in the bible
My faith is lost to the burning of idols
One less cross to press upon the survival
Of this lorded agony

And I, (much as I have tried
To bury Her from mind
Fate's tourniquet was tied, when She died...)
Still sense Her presence so divine
Lithe arms about my throat
Like pining swans entwined
Footfalls at nightfall close to mine

Suicide is a tried and tested formula for release

I snatch Her whisper
Like the wind through cedars
See Her face in every natural feature
Midst the mist and sleepy hollows of fever...
With glee deceiving me

Suicide is a tried and tested formula for release

I hear Her voice from where the grave defies
Her sirensong to sing along, no finer
Suicide notes, harmonized in a minor
Strike a chord with misery

No light nor reef
No unsinkable of romance keeps me
Safely from the stormy seas
Now drowning, resounding
Death-knells pound my dreams
Unthinkable to dredge through this
Listless and lonely winter frieze

A darken sky
This day hereafter dies
Falls swiftly into night
Abed stays within my sight
Staring at the knife
Oh God, how ease it was to sacrifice
My life, to have Her with me

No more a victim of a crusade
Where souls are strung from a moral palisade
I slit my wrists and quickly slip away...
I journey now on jeweled sands
Beneath a moon to Summerlands*
To grace Her lips with contraband
The blaze once in my veins

SUÍCIDIO E OUTROS ALÍVIOS

Eu ando, sozinho
Num lugar para os mortos
Dominado pela desgraça
E aqui, eu cresci
Tão admirador do medo
Que juro ser o paraíso

Oh doce Maio
De luto
Repele as pedras

Com essas palavras rabiscadas em uma mão cortada
As lágrimas caem feito caco de vidro que unem
Em rios, como pecadores
Arrebatados comigo para se unir ao maldito

Um céu escurecido
O dia em que a alegria morreu
Caiu imediatamente noite adentro
E permaneceu dentro de Sua visão
Olhando para a faca
Oh Deus, como é fácil agora o sacrifício
Minha vida, para tê-la comigo

Então adeus ao distante trovão
Aquelas estrelas ineptas que eu tenho adorado
Cai o pai, o vosso Pai
Jaz em espera nas chamas no inferno
Enquanto meu amor, uma flor vermelha-sangue
Chama-me dos verdes arvoredos
Ao lado da sepultura, eu choro
Por favor, salve-me deste inferno que vivo

Um céu escurecido
O dia em que o riso morreu
Caiu imediatamente noite adentro
E permaneceu dentro de Sua visão
Olhando para a faca
Oh Deus, como é fácil agora o sacrifício
Minha vida, para tê-la comigo

Olho por olho, como está na bíblia
Minha fé é desperdiçada à queima dos ídolos
Uma cruz a menos para pressionar o sobrevivente
Desta agonia soberana

E eu, (mais do que tentara
Retirá-la da sua mente
O torniquete do destino estava preso, quando Ela morreu...)
Ainda sinto Sua presença tão divina
Braços macios em minha garganta
Como cisnes entrelaçados
Som de passos no anoitecer se aproximando de mim

Suicídio é uma fórmula experimentada de libertação

Agarro-me em Seu sussurro
Como o vento pelos cedros
Vejo Seu rosto em todas as feições naturais
Em meio à névoa e vales sossegados de perturbação...
Com alegria me enganando

Suicídio é uma fórmula experimentada de libertação

Eu escuto Sua voz, de onde a sepultura desafia
Seu canto de sereia para cantar junto, sem formosuras
Notas de suicídio, harmonizadas em uma (escala) menor
Toque um acorde com miséria

Sem luz, nem recifes
Nenhuma separação de romance me mantém
A salvo dos mares tempestuosos
Agora se afogando, ressoando
Os dobres fúnebres de sinos badalam em meus sonhos
Inimaginável de acalma-los em meio a este
Inverno solitário e indiferente

Um céu escurecido
Daqui por diante este dia acaba
Cai rapidamente noite adentro
Não perco Abed de vista
Olhando para a faca
Oh Deus, que alívio foi sacrificar
Minha vida, para tê-la comigo

Nunca mais uma vítima de uma cruzada
Onde as almas estão presas numa paliçada moral
Eu corto meus pulsos e rapidamente vou embora...
Eu viajo agora nas areias adornadas com jóias
Sob a lua para as Terras de Verão*
Para adornar de forma proibida Seus lábios
A chama uma vez em minhas veias

* Terras de Verão ou Summerlands: o plano espiritual para onde vamos após a morte. Crença da Bruxaria Medieval e Wiccana.

Summerland é um termo geralmente empregado na wicca como referência ao outro mundo para o qual as almas dos mortos se encaminham após a vida física. Pode ser visto como uma espécie de paraíso pagão não muito diferente dos conhecidos ALEGRES CAMPOS DE CAÇA de algumas tradições dos nativos norte-americanos. O summerland dos wiccanos existe no plano astral e é experimentado de modos diferentes por cada individuo, de acordo com a vibração espiritual que ele leve a esse plano de existência. O período em que alguém permanece em summerland depende da habilidade do individuo de libertar e retomar o material que a alma carrega vida após vida, o que pode fazer com que essa alma renasça na dimensão física. A existência em summerland permite a um individuo a oportunidade de estudar e compreender as lições da vida anterior e como estas se relacionam com outras vidas já passadas. Na teologia wiccana, este é conhecido como um período de descanso e recuperação. Uma vez encerrado este período de tempo, o plano elemental começa a atrair o individuo para o renascimento em qualquer dimensão que se harmonize com seu á sua natureza espiritual naquele momento. A alma a reencarnar é então submetida ao plano das forças e pode ser atraída pelo vértice de uma união sexual em curso na dimensão física.

DINNER AT DEVIANT'S PALACE

(Instrumental)

(Backwards)

Our Father who art in heaven
Hallowed be thy name
Thy kingdom come
Thy will be done, as in heaven, so on earth
Give us this day our daily bread
And forgive us our debts
As we also have forgiven our debtors
And bring us not into temptation
But deliver us from the evil one

JANTAR NO PALÁCIO DO DEPRAVADO

(Instrumental)

(De trás pra frente)

Pai nosso que estás no céu
Santificado seja o teu nome
Venha a nós o vosso reino
Seja feita tua vontade, assim na terra como no céu
O pão nosso de cada dia nos dai hoje
E perdoa-nos nossas dívidas
Assim como nós perdoados os nossos devedores
E não nos deixei cair em tentação
Mas livrai-nos do mal

THE BLACK GODDESS RISES II

Thee I invoke, bornless one
All woman, pure predator
Wherein conspiracy and impulse dwell
Like a seething fall from grace

Thee I worship...

Thou art darkest Gabrielle
No church shall bar our path
Seductive Evil drink your fill
Of the bleeding christ in your arms

You are in my dreams
The darkness in my eyes
The rapture in my screams
Black Goddess arise

Nothing will keep us apart
We could kill them all
If our desire tore free
Our union is one, sweet, sinful Eve

And the night draws in beside her
As we embrace the dark side by side
I pour my soul to those eyes full of fire
To harvest the seed ploughed inside her

Archangel, snare the flesh
Suck dry the ebbing wound
Leave them lifeless and broken
My beloved...

Oh, how I craved for you
You so pure and worldly
With your scent of Winter
Am I to bleed myself dry to see your delight?

And the fear retreats forever
(come to me...Black Goddess arise)
When my secrets are buried in thine
(come to me...Black Goddess arise)
Under seven stars we came together
(come to me...Black Goddess arise)
To plot the new age's decline
(come to me...ARISE!)

Ishtar my Queen
Come forth to me
And help me seize
My future from the House of Death

That in the release of immortality
I should slay their fucking nazarene
Ah...the lies...the jew...I kill for you

Hidden lusts will break the gates and swarm
As love secretes the thrill for war
The virgin raped shall seek to whore
She-wolf bare your snarling jaw

A DEUSA NEGRA APARECE II

A ti eu invoco, a não nascida
Toda mulher, predadora pura
Na qual a conspiração e o impulso residem
Como uma fervente desgraça

A ti eu adoro...

Tua arte obscura Gabrielle
Nenhuma igreja irá barrar nosso caminho
O Mal Sedutor se aproveita de você
Do Cristo que sangra em seus braços

Você está em meus sonhos
A escuridão em meus olhos
O êxtase em meus gritos
A Deusa Negra (1) aparece

Nada irá nos separar
Poderíamos matar a todos
Se nosso desejo for libertado
Nossa união é única, doce, Eva pecadora

E a noite repousa ao seu lado
Enquanto abraçamos a escuridão lado a lado
Eu jogo minha alma àqueles olhos cheios de fogo
Para colher a semente cultivada no interior dela

Arcanjo, engana a humanidade
Chupa a ferida seca
Os deixa sem vida e destruídos
Minha amada...

Oh, como eu desejo você
Você tão pura e profana
Com seu perfume de Inverno
Eu estou pronto para sangrar para ver seu prazer?

E o medo foge para sempre
(venha para mim... Deusa Negra, apareça)
Quando meus segredos estão enterrados em ti
(venha para mim... Deusa negra, apareça)
Sob sete estrelas nós nos reunimos
(venha para mim... Deusa negra, apareça)
Para tramar o declínio da nova era
(venha para mim... APAREÇA!)

Ishtar (2) minha Rainha
Venha para mim
E me ajude a dominar
Meu futuro da Casa da Morte

Naquela libertação da imortalidade
Eu deveria matar o Nazaré maldito
Ah...as mentiras...o judeu... Eu mato por você

As luxúrias escondidas irão quebrar os portões e aglomerar-se
Enquanto o amor oculta a emoção pela guerra
A virgem estuprada deverá procurar a prostituta
A loba revela suas mandíbulas

(1) Deusa Negra: Entre muitas Deusas Negras podemos citar Lilith, Hecate, Gaya e Kali. É o aspecto mãe da Deusa, procriador, a Lua.

(2) Ishtar = (Civilização Babilônica e Assíria) Deusa do Amor, da fertilidade e da guerra. Equivalente a Ashtoreth e Astarte, suprema deusa dos fenícios.

SCORCHED EARTH
EROTICA

Sunset, expect
This to be your last with our vast return
As Death is set
At three sixes where hill-beacons burn

Darkness, undress
Your descending skirts yield a thirsting altar
Blood-red, yet still unfed
Lips distend ending, time to falter

Welcome arms wide and crucified...
The slaughter

Lightening freezes seven
Outtakes from the rape of the world
Sins expelled from Heaven
Now befoul from the bowels of Hell

Where the tragic in theory and practice fell

Last prayers, hang in the air
Each unto their own rag and bonemeal saviours
Strung where crippled vultures dare
Golgotha
Coughs another cross to grave God's failure

Once the forests spired
Nurtured in Nature heart
Now dreat cedars feed the pyres
Need-fires lit for greater harm
As Her children toy with razors

Sightless and deeply scarred
And the moon arose to phase Her
Cracks a grin so wide it hides the stars

And lights our path
Back through the shattered glass

(We come like drumming thunder
Tides enwreathed in scum and plunder
Kraken-teethed to tear asunder
All those too blind to see...)

Where the tragic in theory and practice meet

Deranged, uncaged
We rage like a plague
Through this age of greed
Sowers of discord, growing wars to reap
A terrible crop to beat a vicious retreat

Scroched Earth, rebirth
Disintered in the writhe of the lone survivor
Whose worth is worse than the curse
Of Sardonicus choking on his own saliva

Who shares the last laugh now
Dead wedded fates fulfil their vows?
Foot in mount of sacred cows
Facedown in dust and poisoned ground...

LITERATURA ERÓTICA
DE UMA TERRA CHAMUSCADA

Pôr do sol, espere por
Este que será o seu último, com o nosso vasto retorno
Enquanto a Morte é preparada
Em três (números) seis onde o farol da torre queima

Escuridão, nua
Suas saias abaixadas produzem um altar de desejos
Sangue-vermelho, ainda não alimentado
Os lábios acabam se inchando, hora de hesitar

Braços abertos e crucificados que dão as boas vindas...
O abate...

O brilho congela sete das
Cenas cortadas (2) do estupro do mundo
Pecados expelidos do Céu
Agora profanados nos quintos do Inferno

Onde o elemento trágico na teoria e na prática falhou

As últimas orações, pairam no ar
Cada qual juntas a seus próprios trapos e salvadores de adubo
Amarrado onde os abutres mutilados desafiam
O Calvário
Arremessa outra cruz para a sepultura, o fracasso de Deus

Uma vez as florestas se elevaram
Alimentadas no coração da Natureza
Agora os cedros sombrios alimentam as piras
Necessita de mais fogos para um dano maior
Enquanto Seu filho brinca com navalhas

Cego e profundamente marcado
E a lua subiu para Sua fase
Solta um sorriso tão largo que encobre as estrelas

E ilumina nosso caminho
De volta através de vidros estilhaçados

(Chegamos como o estrondo do trovão
Marés cercadas de lixos e roubos
O monstro Kraken (3) com seus dentes para dilacerar
Todos aqueles, cegos demais para verem...)

Onde o elemento trágico se encontra na teoria e na prática

Demente, em liberdade
Nos enfurecemos como uma peste
Em meio a esta época de cobiça
Semeadores da discórdia, cultivando guerras para colher
Uma safra terrível para trilhar uma retirada cruel

Terra chamuscada, renascimento
Desenterrado no tormento do sobrevivente solitário
Cujo preço é pior que a maldição
De Sardonicus (4) sufocando na própria saliva

Quem compartilha o último riso agora
Os destinos dos mortos unidos cumprem suas promessas?
Pisam no morro de vacas sagradas
Viradas para baixo na poeira e na terra envenenada...

(1) Scorched earth = Terra chamuscada. Área queimada para não deixar recursos de sobrevivência para o inimigo invasor.

(2) Outtakes = Cenas cortadas: refere-se a cenas de um filme, que são cortadas normalmente por conterem erros de gravações.

(3) Kraken – um fabuloso monstro marinho Escandinavo, freqüentemente descrito como a aparência de uma ilha, mas algumas vezes descrito como um imenso polvo.

(4) Sardonicus = Personagem principal do filme Mr. Sardonicus do diretor William Castle, gravado em 1961. O filme retrata a história do misterioso Barão Sardonicus, um homem cujo rosto ficou desfigurado a uma careta terrível após sofrer violento choque psicológico ao ver o cadáver decomposto de seu pai. Sardonicus morava em um castelo na Europa, e era um homem sádico de métodos cruéis e de torturas contra seus empregados, encobertos por seus modos aristocráticos. Até que certo dia, o Dr. Robert Cargraves é chamado para ir até o castelo onde o barão vivia com sua esposa Maude. Chegando ao local o médico fica surpreso ao ver que a Srta. Maude é casada com um nobre que se esconde atrás de uma máscara. Sardonicus explica que anos atrás, para recuperar um bilhete de loteria premiado que ficara nas roupas do corpo do seu falecido pai, ele se dirigiu até o cemitério e ao desenterrar o cadáver, ficou tão horrorizado ao ver a expressão do sorriso do esqueleto que seu rosto congelou instantaneamente em uma careta semelhante, não conseguindo ali naquele momento mover seu rosto, perplexo e aterrorizado.

Desde então é obrigado a esconder sua face horrenda usando uma máscara. E nesse dia, chamara o Dr. Cargraves para que este lhe trouxesse uma cura para sua aflição facial. Caso contrário, ele alerta o médico, que sua esposa Maude sofrerá as conseqüências.









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