Tradução - The Chemical Wedding - Bruce Dickinson

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Tradução - The Chemical Wedding - Bruce Dickinson

Traduzido por Fernando P. Silva

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Chemical Wedding foi produzido e inspirado em temas como Alquimia, Ocultismo e História. As principais fontes de inspiração para as letras do álbum, foram extraídas de alguns manuscritos e livros do

KING IN CRIMSON

(B. Dickinson / Roy Z.)

In the darkness, the raven's head
In the courtyard, clothed in fear
I see gates that are opening
There's only one way out of here

Daylight has gone
The night has come...

See his twisted sons and daughters
Writhing slowly in Satan's mire
If you only could see the visions
The trembling world I now despise

As the veil reveals the outer darkness
I am sucked into the halls of flame...

Arise, awake
The king in crimson comes
Arise, awake
The king in crimson, crimson comes

He knows the weakness that you can't fight
The stone of night that weighs you down
If you only could see the visions
His hand is death if you take it now

As you scream into the web of silence
There is nothing that can save you now...

Arise, awake
The king in crimson comes
Arise, awake
The king in crimson comes
Arise, awake
The king in crimson comes
Arise, awake
The king in crimson, crimson comes

As you scream into the web of silence
There is nothing that can save you now...

Arise, awake
The king in crimson comes
Arise, awake
The king in crimson comes
Arise, awake
The king in crimson comes
Arise, awake
The king in crimson, crimson comes

To your window I come
At your window I come

O REI DE VERMELHO

(B. Dickinson / Roy Z.)

Na escuridão, a cabeça do corvo
No pátio, coberto de medo
Eu vejo os portões que estão se abrindo
Só existe uma saída daqui

A luz do dia se foi
A noite chegou...

Veja os filhos e filhas tortas dele
Retorcendo-se lentamente na lama de Satã
Se você ao menos pudesse ver as visões
O mundo trêmulo que eu menosprezo agora

Enquanto o véu revela a escuridão do lado de fora
Eu sou sugado para dentro de corredores em chamas...

Levante-se, acorde
O rei de vermelho é vindo
Levante-se, acorde
O rei de vermelho chega

Ele conhece a fraqueza que te domina
A pedra da noite que te sobrecarrega
Se você ao menos pudesse ver as visões
A mão dele é a morte, se você entende isto

Enquanto você grita na rede de silêncio
Não há nada que possa te salvar agora...

Levante-se, acorde
O rei de vermelho é vindo
Levante-se, acorde
O rei de vermelho é vindo
Levante-se, acorde
O rei de vermelho é vindo
Levante-se, acorde
O rei de vermelho é vindo

Enquanto você grita na rede de silêncio
Não há nada que possa te salvar agora...

Levante-se, acorde
O rei de vermelho é vindo
Levante-se, acorde
O rei de vermelho é vindo
Levante-se, acorde
O rei de vermelho é vindo
Levante-se, acorde
O rei de vermelho é vindo

Na sua janela, eu venho
Em sua janela, eu venho

CHEMICAL WEDDING

(B. Dickinson / Roy Z.)

How happy is the human soul
Not enslaved by dull control
Left to dream and roam and play
Shed the guilt of former days

Walking on the foggy shore
Watch the waves come rolling home
Through the veil of pale moonlight
My shadow stretches out its hand...

CHORUS:
And so we lay
We lay in the same grave
Our chemical wedding day

Floating in the endless blue
My seed of doubt I leave to you
Let it wither on the ground
Treat it like a plague you found
All my dreams that were outside
In living color, now alive

And all the lighthouses
Their beams converge to guide me home...

CASAMENTO QUÍMICO

(B. Dickinson / Roy Z.)

Como é feliz a alma humana!
Não escravizada por estúpido controle
Livre para sonhar, vagar e brincar
Jogar a culpa dos dias passados

Caminhando na praia nublada
Observo as ondas vindo agitadas
Através do véu do luar esmorecido
Minha sombra estica a mão...

REFRÃO:
E então nós nos deitamos
Nos deitamos no mesmo túmulo
Nosso dia de Casamento Químico

Flutuando no azul infinito
Minha semente de dúvida que eu deixo para você
Deixe-a secar no solo
Trate-a como uma praga que você encontrou
Todos os meus sonhos que estavam lá fora
Em cores vivas, agora vivem

E todos os faróis
E raios de luz convergem para me guiar para casa...

THE TOWER

(B. Dickinson / Roy Z.)

There are twelve commandments
There are twelve divisions
Twelve are the pagans who have mapped the sky
In the outer circle
To the inner sanctum
From the octave at the end of time

The fountain, the trinity
The pilgrim is searching for blood
(Searching for his blood)
To look for his own free will
The stone of infinity, washed in the flood

Lovers in the tower
The moon and sun divided,
And the hanged man smiles
Lovers in the tower
The moon and sun divided, let the fool decide

In the atom circle
Where we break the stars
Hammer into anvil, stuffing out the sun
Witness all the killing
See the birth of Mars
Our religion thrown into the fire

The fountain, the trinity
The pilgrim is searching for blood
(Searching for his blood)
To look for his own free will
The stone of infinity, washed in the flood

Lovers in the tower
The moon and sun divided, the hanged man smiles
Lovers in the tower
The moon and sun divided, the magician laughs
Lovers in the tower
The moon and sun divided, and the priestess kneels
(Priestess kneels)
Lovers in the tower
The moon and sun divided, let the fool decide

Lovers in the tower
The moon and sun divided,
And the hanged man smiles
Lovers in the tower
The moon and sun divided, let the fool decide
Lovers in the tower
The moon and sun divided, the priestess kneels
To receive
Lovers in the tower
The moon and sun divided, the magician laughs

A TORRE

(B. Dickinson / Roy Z.)

Há doze mandamentos
Há doze divisões
Doze são os pagãos que mapearam o céu
No círculo externo
Para o lugar sagrado espiritual
Da oitava ao fim do tempo

A fonte, a trindade
O peregrino está procurando por sangue
(Procurando pelo sangue dele)
Para procurar o livre arbítrio dele
A pedra da infinidade, banhada no dilúvio

Amantes na torre
A lua e o sol divididos,
E o homem enforcado sorri
Amantes na torre
A lua e o sol divididos, deixe o tolo decidir

No círculo atômico
Onde nós quebramos as estrelas
Martelo na bigorna, enchendo o sol
Testemunhe toda a matança
Veja o nascimento de Marte
Nossa religião lançada ao fogo

A fonte, a trindade
O peregrino está procurando por sangue
(Procurando pelo sangue dele)
Para procurar o seu próprio livre arbítrio
A pedra da infinidade, banhada no dilúvio

Amantes na torre
A lua e o sol divididos, o homem enforcado sorri
Amantes na torre
A lua e o sol divididos, o mago sorri
Amantes na torre
A lua e o sol divididos, e a sacerdotisa se ajoelha
(a sacerdotisa se ajoelha)
Amantes na torre
A lua e o sol divididos, deixe o tolo decidir

Amantes na torre
A lua e o sol divididos,
E o homem enforcado sorri
Amantes na torre
A lua e o sol divididos, deixe o tolo decidir
Amantes na torre
A lua e o sol divididos, e a sacerdotisa se ajoelha
Para receber
Amantes na torre
A lua e o sol divididos, o mago sorri

KILLING FLOOR

(B. Dickinson / A. Smith)

So this is dreamtime, and all is quiet
So this is dreamtime, and all is night
You've never been held by the hand of God
Who's rocking the cradle, if he is not?

He turned the oil into his blood
Panzer divisions burning in the mud
The stain of freedom - he's washed it out
Who's rocking the cradle - I have no doubt

Sleeping eyes awake
To see his hooded gaze
Whispers on the wind
The darker side of ecstasy...

Satan - has left his killing floor
Satan - has left his killing floor
Satan - hellfire’s burn no more
Satan - has left his killing floor

(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)

So now it's dreamtime for you tonight
So now it's dreamtime, and all is quiet
You've never been held by the hand of God
Who's rocking your cradle, if he is not?

Sleeping eyes awake
To see his hooded gaze
Whispers on the wind
The never-ending breathe goodbye...

Satan - has left his killing floor
Satan - has left his killing floor
Satan - his fires burn no more
Satan - is coming back for more

Satan - has left his killing floor
Satan - has left his killing floor

CHÃO MORTAL

(B. Dickinson / UM. o Smith)

Então essa é a hora de sonhar, e tudo está quieto
Então essa é a hora de sonhar, e tudo é noite
Você nunca foi segurado pela mão de Deus
Quem está balançando o berço, se ele não é?

Ele transformou o óleo no seu próprio sangue
O carro blindado queimando na lama
A mancha da liberdade - ele é lavado
Quem está balançando o berço - eu não tenho dúvida

Olhos adormecidos se despertam
Para ver o olhar contraído dele
Sussurros no vento
O lado mais escuro do êxtase...

Satã – saiu do seu chão mortal
Satã – saiu do seu chão mortal
Satã - o fogo do inferno não queima mais
Satã – saiu do seu chão mortal

(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)

Portanto agora é a hora de sonhar para você esta noite
Portanto agora é a hora de sonhar, e tudo está quieto
Você nunca foi segurado pela mão de Deus
Quem está balançando o seu berço, se ele não é?

Olhos adormecidos se despertam
Para ver o olhar contraído dele
Sussurros no vento
O adeus infinito da respiração...

Satã – saiu do seu chão mortal
Satã – saiu do seu chão mortal
Satã - os fogos dele não queimam mais
Satã - está voltando para mais

Satã – saiu do seu chão mortal
Satã – saiu do seu chão mortal

BOOK OF THEL

(B. Dickinson / Roy Z. / E. Casillas)

The mark is on you now
The furnace sealed inside your head
Melting from the inside now
Waxy tears run down your face

The whore that never told her tale
Relives it every night with you
Far off stands the lamb and waits
For the wolf to come and end its life

Stand inside the temple
As the book of Thel is opening
The priestess stands before you
Offering her hand out, she's rising

Come the dawning of the dead
In famine and in war
Now the harlot womb of death
Spits out its rotten core

Serpent on the altar now
Has wrapped itself around your spine
So you look into its mouth
And you kiss the pearly fangs divine

Happy that your end is swift
The weeping virgin cries in bliss
The snake and priestess, they are one
The veil of flesh is ripped undone

Stand inside the temple
As the book of Thel is opening
The priestess stands before you
Offering her hand out, she's rising

Come the dawning of the dead
In famine and in war
Now the harlot womb of death
Spits out its rotten core
By the pricking of my thumbs
Something wicked this way comes
And when sleep takes you tonight
Will you wake to see the light...?

(woah-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(woah-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)

The burning sweat of poison tears
The river flowing red with blood
The cradle-robbing hand of death
Caresses every dreaming head

Waiting for the marriage hearse
To take you to the funeral pyre
So you burn the family tree
The generations burning higher

Stand inside the temple
As the book of Thel is opening
The priestess stands before you
Offering her hand out, she's rising

Come the dawning of the dead
In famine and in war
Now the harlot womb of death
Spits out its rotten core
By the pricking of my thumbs
Something wicked this way comes
And when sleep takes you tonight
Will you wake to see the light?

By the dawning of the dead...
By the dawning of the dead...
By the dawning of the dead...
By the dawning of the dead...

(Spoken:)

What demon hath formed this abominable void…?
This soul shuddering vacuum?

Some said it is Uri Zen -
But unknown, abstracted, brooding secret
The dark power hid

O LIVRO DE THEL

(B. Dickinson / Roy Z. / E. Casillas)

A marca está em você agora
A fornalha se fechou dentro da sua cabeça
Derretendo por dentro agora
Lágrimas de cera escorrem pelo seu rosto

A prostituta que nunca contou a própria história
Revive a vida dela todas as noites com você
Longe está o cordeiro e ele espera
O lobo chegar e acabar com sua vida

Estamos dentro do templo
Enquanto o livro de Thel é aberto
A sacerdotisa fica á sua frente
Oferecendo a mão dela, ela está se levantando

Chega o amanhecer dos mortos
Na fome e na guerra
Agora o útero vagabundo da morte
Cuspe fora o seu caroço podre

A serpente está no altar agora
Toda enrolada ao redor da sua espinha
E aí você olha dentro da boca dela
E beija os dentes divinais, cobertos de pérolas

Feliz por seu fim ser rápido
As virgens que choram, gritam de felicidade
A serpente e a sacerdotisa, são os mesmos seres
O véu da carne é rasgado e destruído

Estamos dentro do templo
Enquanto o livro de Thel é aberto
A sacerdotisa fica á sua frente
Oferecendo a mão dela, ela está se levantando

Chega o amanhecer dos mortos
Na fome e na guerra
Agora o útero vagabundo da morte
Cuspe fora o seu caroço podre
Pela picada dos meus dedos polegares
Alguma coisa perversa vem desta maneira
E quando você pegar no sono esta noite
Você acordará para ver a luz...?

(woah-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(woah-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)

O suor ardente de lágrimas de veneno
O rio que corre vermelho de sangue
O berço – a mão usurpadora da morte
Acaricia cada mente que sonha

Esperando pelo carro funerário do casamento
Para te levar até a lenha da fogueira
Então você queima a árvore genealógica
As gerações queimam imensamente

Estamos dentro do templo
Enquanto o livro de Thel é aberto
A sacerdotisa fica á sua frente
Oferecendo a mão dela, ela está se levantando

Chega o amanhecer dos mortos
Na fome e na guerra
Agora o útero vagabundo da morte
Cuspe fora o seu caroço podre
Pela picada dos meus dedos polegares
Alguma coisa perversa vem desta maneira
E quando você pegar no sono esta noite
Você acordará para ver a luz...?

Pelo amanhecer dos mortos...
Pelo amanhecer dos mortos...
Pelo amanhecer dos mortos...
Pelo amanhecer dos mortos...

(Falando:)

Que diabos criou este abominável vazio...?
Esta alma tremendo no vazio?

Alguns dizem que foi Uri Zen -
Mas o desconhecido, o abstrato, o segredo que cria
O poder sombrio se escondeu

GATES OF URIZEN

(B. Dickinson / Roy Z.)

As above, so below
All things come from the one
Now you are the victim
Carried by the wind, rooted in the ground
If you want to learn the secrets
Close your eyes...

The ladder falls away
At the gates of Urizen
Fallen eagles blaze
At the gates of Urizen
Eternal twins are damned
At the gates of Urizen
Separate lives begin...

In every woman is a man
From the moon come silver ghosts
Spectres of the blood
From my spirit comes the darkness
From the void, the crimson fortress rises...

At the gates of Urizen
The ladder falls away
At the gates of Urizen
Fallen eagles blaze
At the gates of Urizen
Eternal twins are damned
At the gates of Urizen
Separate lives begin...

At the gates of Urizen
The ladder falls away
At the gates of Urizen
Fallen eagles blaze
At the gates of Urizen
Eternal twins are damned
At the gates of Urizen
Separate lives begin

At the gates... of Urizen...
The gates of Urizen...
The gates of Urizen...
At the gates...

PORTÕES DE URIZEN

(B. Dickinson / Roy Z.)

Quanto mais alto, mais baixo
Todas as coisas vêm do mesmo lugar
Agora você é a vítima
Carregada pelo vento, enraizada no solo
Se você quer aprender os segredos
Feche os seus olhos...

A escada desaparece
Nos portões de Urizen
Águias decaídas queimam
Nos portões de Urizen
Gêmeos eternos são amaldiçoados
Nos portões de Urizen
Vidas separadas se iniciam...

Em cada mulher está um homem
Da lua vêm os fantasmas prateados
Espectros do sangue
Do meu espírito vem a escuridão
Do vazio, a fortaleza vermelha se levanta...

Nos portões de Urizen
A escada desaparece
Nos portões de Urizen
Águias decaídas queimam
Nos portões de Urizen
Gêmeos eternos são amaldiçoados
Nos portões de Urizen
Vidas separadas se iniciam...

Nos portões de Urizen
A escada desaparece
Nos portões de Urizen
Águias decaídas queimam
Nos portões de Urizen
Gêmeos eternos são amaldiçoados
Nos portões de Urizen
Vidas separadas se iniciam

Nos portões... de Urizen...
Os portões de Urizen...
Os portões de Urizen...
Nos portões...

JERUSALEM

(B. Dickinson / Roy Z.)

And did those feet in ancient times
Walk upon England's mountains green?
Was the holy Lamb of God
On England's pleasant pastures seen?

And did the countenance divine
Shine forth on our clouded hill?
Was Jerusalem built here
In England's green and pleasant land?

Let it rain
Let it rain
Wash the scales from my eyes
Let it rain
Let it rain
Let me see again...

Bring me my bow of burning gold
Bring me my arrows of desire
I shall not sleep till the clouds unfold
Bring me my chariot of fire

Let it rain
Let it rain
Tears of blood fall out of the sky
Let it rain
Let it rain
Wash me clean again...

From the frozen waters
The king will rise again
With two suns in the sky...

I shall not cease from mental flight
Nor shall my sword sleep in my hand
Till we have built Jerusalem
In England's green and pleasant land

Let it rain
Let it rain
Tears of blood fall out of the sky
Let it rain
Let it rain
Wash me clean again...

See the gleaming spires of the citadel
The king and queen will dwell
In our hearts...

Can Jerusalem be rebuilded here
In this trivial time, in this land of fear?
In Jerusalem, where the grail remains
Walk into the light and dissolve the chains

(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh)
Jerusalem...

(Spoken:)

Here is her secret place
From hence she comes forth on churches in delight
Here is her cup, filled with its poisons
In these horrid veils
And here, her scarlet veil
Woven in pestilence and war

Here is Jerusalem, bound in chains
In the dens of Babylon...

JERUSALÉM

(B. Dickinson / Roy Z.)

E aqueles pés em tempos passados
Caminharam sobre as montanhas verdes da Inglaterra?
Foi o santo Cordeiro de Deus que foi visto
Sobre os pastos exuberantes da Inglaterra?

E foi o semblante divino
Que brilhou adiante, sobre a nossa colina nublada?
Jerusalém foi construída aqui
Nas terras verdes e agradáveis da Inglaterra?

Deixe chover
Deixe chover
Lave as balanças dos meus olhos
Deixe chover
Deixe chover
Deixe-me ver novamente...

Tragam-me, o meu arco de ouro em chamas
Tragam-me, as minhas flechas do desejo
Eu não irei dormir até que as nuvens sumam
Tragam-me a minha carruagem de fogo

Deixe chover
Deixe chover
Lágrimas de sangue caem do céu
Deixe chover
Deixe chover
Me lave novamente...

Das águas congeladas
O rei irá ressuscitar
Com dois sóis no céu...

Eu não cessarei do vôo mental
Nem minha espada descansará em minha mão
Até que tenhamos construído Jerusalém
Na terra verde e exuberante da Inglaterra

Deixe chover
Deixe chover
Lágrimas de sangue caem do céu
Deixe chover
Deixe chover
Me lave novamente...

Veja os cumes brilhantes da cidadela
O rei e a rainha irão morar
Em nossos corações...

Jerusalém pode ser reconstruída aqui
Nesta época trivial, nesta terra de medo?
Em Jerusalém, onde o santo cálice permanece
Caminhe na luz e quebre as correntes

(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
(oh-oh-oh-oh)
Jerusalém...

(Falando:)

Aqui é o lugar secreto dela
Desde então ela entra nas igrejas com alegria
Aqui está a xícara dela, cheia com seus venenos
Nestes véus repugnantes
E aqui, o véu escarlate dela
Entrelaçado em pestilência e guerra

Eis aqui Jerusalém, cercada por correntes
Nas cavernas da Babilônia...

TRUMPETS OF JERICHO

(B. Dickinson / Roy Z.)

This is the maze of life
This is the maze of death
This is the matrix of eternity
The demon never sleeps
The demon never lies
He beats my heart and leaves no echo...

What heavy burden holds me back
Every step along the track?
Fear that reaches deep inside of me...

At the trumpets of Jericho
Still the walls remain
At the trumpets of Jericho
Avalon's in chains

This is the river of space
This is the river of time
Chase the dragons of infinity
Atlas stands and laughs
Throws his burden down
Rolls the earth in the inferno...

Fingers holding onto cracks
The howling wind that blows us back
Sucked into the grinding wheels of hell...

At the trumpets of Jericho
Still the walls remain
Blow the trumpets of Jericho
Still the walls remain
At the end of the rainbow
There the grail remains
Sound the trumpets of Jericho
Avalon's in chains...

As they drag you down
In your clothes of lead
See the golden light
Flashing overhead
Mocking you...
(hahahahahahahahahahahaha...)

Do you know who you are
In your robes of skin?
How many creatures live inside you?

Man is born forever free
But is everywhere in chains
Trapped inside this earthly prison cell...

At the trumpets of Jericho
Still the walls remain
At the trumpets of Jericho
Avalon's in chains
At the trumpets of Jericho
There the grail remains
At the trumpets of Jericho
Still the walls remain...
Still the walls remain...
Still the walls remain...
Still the walls remain...

The silence of the tomb...
The wheel of fortune round...
(yea-eah)

TROMPETES DE JERICHO

(B. Dickinson / Roy Z.)

Esse é o labirinto da vida
Esse é o labirinto da morte
Esta é a matriz da eternidade
O demônio nunca dorme
O demônio nunca mente
Ele pulsa meu coração e não deixa nenhum eco...

Que carga pesada é essa que me segura
A cada passo ao longo do caminho?
O medo que me atinge por dentro...

Os trompetes de Jericho
As muralhas ainda permanecem
Os trompetes de Jericho
Avalon está acorrentada

Este é o rio do espaço
Este é o rio do tempo
Caçar os dragões da infinidade
Atlas resiste e sorri
Joga sua carga para baixo
Rola a terra no inferno...

Dedos que seguram sobre rachaduras
O vento forte que nos sopra de volta
Sugados pelas rodas moedoras do inferno...

Os trompetes de Jericho
As muralhas ainda permanecem
Soam os trompetes de Jericho
As muralhas ainda permanecem
Ao fim do arco-íris
Lá o santo cálice permanece
Soam os trompetes de Jericho
Avalon está acorrentada...

Enquanto eles te arrastam para baixo
Em suas roupas de chumbo
Veja a luz dourada
Brilhando lá em cima
Zombando de você...
(hahahahahahahahahahahaha...)

Você sabe quem você é
Em suas roupas de pele?
Quantas criaturas vivem dentro de você?

O homem nasceu livre para sempre
Mas está preso em todos os lugares
Preso dentro desta cela de prisão terrestre...

Os trompetes de Jericho
As muralhas ainda permanecem
Os trompetes de Jericho
Avalon está acorrentada
Os trompetes de Jericho
Lá o santo cálice permanece
Os trompetes de Jericho
As muralhas ainda permanecem...
As muralhas ainda permanecem...
As muralhas ainda permanecem...
As muralhas ainda permanecem...

O silêncio do túmulo...
As rodas da fortuna giram...
(yea-eah)

MACHINE MEN

(Bruce Dickinson / Adrian Smith)

Bring the toys out for the boys
Let the children make their noise
See the monsters in their metal cages
Turn the lights down in your soul
Cut the power to your heart
See the carcass in its dying rages...

(Mumbling)

Machine men - cannibals of rust
Machine men - iron bites the dust
Machine men - built with feet of clay
Are coming to sweep you all away...

What bitter vampire made you this?
Gave you life with its deathly kiss
Ground your limbs to bloody stew
Made a new machine of you

Turned a nightmare into day
Sucks your breath, takes your life away
Beating harder through your veins
Someone else's cold remains...

Machine men - cannibals of rust
Machine men - iron bites the dust
Machine men - built with feet of clay
Are coming to sweep you all away
They're coming to sweep you all away...

(mumbling)

Away...
Iron - in the soul (x9)
(iron...)

HOMENS MÁQUINAS

(Bruce Dickinson / Adrian Smith)

Tragam os brinquedos para os garotos
Deixem as crianças fazerem o barulho delas
Vejam os monstros em suas gaiolas de metal
Diminua a intensidade das luzes em sua alma
Corte o poder para o seu coração
Veja a carcaça nas suas iras mortais...

(Murmurando)

Homens máquinas - os canibais da ferrugem
Homens máquinas - o ferro enferruja
Homens máquinas - construídos com pés de barro
Estão vindo para varrer você longe...

Que vampiro amargo fez isso com você?
Te deu vida com seu beijo mortal
Triturou partes do seu corpo para uma sopa sangrenta
Fez uma nova máquina de você

Transformou um pesadelo em dia
Chupa sua respiração, tira a sua vida
Batendo mais forte em suas veias
Restos mortais de outra pessoa...

Homens máquinas - os canibais da ferrugem
Homens máquinas - o ferro enferruja
Homens máquinas - construídos com pés de barro
Estão vindo para varrer você longe...
Eles estão vindo para varrer você longe...

(murmurando)

Longe...
Ferro - na alma (x9)
(Ferro...)

THE ALCHEMIST

(B. Dickinson / Roy Z.)

Wash away the blackness with the silver rain
Don't turn away - don't turn away
Wash away the blackness with the silver rain
Don't turn away - don't try to hide...

Sulphurous and burning, spitting out the sun
The beginning of creation, of the golden one
A window to the west, a blazing star above
In Taurus we begin it and the ladder has begun

Don't try and blame me for your sins
For the sun has burned me black
Your hollow lives - this world in which we live
I throw it back

Four-headed dragon for the four degrees of fire
Purify the insane bring the solution ever higher
Bring me all the elements
Spread them round my head
Bring me mad men's bodies
I will break them all like bread

Don't try and blame me for your sins
For the sun has burned me black
Your hollow lives - this world in which we live
I hurl it back

(ah-ah-ah-ah)
(ah-ah-ah-ah)
(ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah)
(ah-ah-ah-ah)
(ah-ah-ah-ah)
(ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah)

Don't try and blame me for your sins
For the sun has burned me black
Your hollow lives - this world in which we live
I throw it back

(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
Don't try and blame me for your games
Your games are death
My world is light - the angels fill my eyes
With every breath...

And so we lay
We lay in the same grave
Our chemical wedding day

And so we lay
We lay in the same grave
Our chemical wedding day

And so we lay
We lay in the same grave
Our chemical wedding day...

(Long pause...)

(Spoken:)

And all this vegetable world appeared
On my left foot
As a bright sandal
Formed immortal of precious stones and gold

I stooped down, and bound it on
To walk forward through eternity...

O ALQUIMISTA

(B. Dickinson / Roy Z.)

Lave a escuridão com a chuva prateada
Não se afaste - não se afaste
Lave a escuridão com a chuva prateada
Não se afaste - não tente se esconder...

Sulfuroso e ardente, cuspindo o sol
O início da criação, das coisas douradas
Uma janela para o oeste, uma estrela brilhante acima
Em Touro nós a começamos, e a escada tem sido feita

Não tente me culpar por seus pecados
Pelo sol que tem me queimado
Suas vidas vazias - este mundo na qual vivemos
Eu o rejeito

Dragão de quatro cabeças, para as quatro escalas do fogo
Purificar o louco, traz sempre a melhor solução
Tragam-me todos os elementos
Esparramem-nos ao redor da minha cabeça
Tragam os corpos dos homens loucos para mim
Eu irei quebrar a todos como um pedaço de pão

Não tente me culpar por seus pecados
Pelo sol que tem me queimado
Suas vidas vazias - este mundo na qual vivemos
Eu o rejeito

(ah-ah-ah-ah)
(ah-ah-ah-ah)
(ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah)
(ah-ah-ah-ah)
(ah-ah-ah-ah)
(ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah)

Não tente me culpar por seus pecados
Pelo sol que tem me queimado
Suas vidas vazias - este mundo na qual vivemos
Eu o rejeito

(oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh)
Não tente me culpar por seus jogos
Seus jogos são a morte
Meu mundo é a luz - os anjos enchem os meus olhos
Com cada respiração...

E então nós nos deitamos
Nos deitamos no mesmo túmulo
Nosso dia de casamento químico

E então nós nos deitamos
Nos deitamos no mesmo túmulo
Nosso dia de casamento químico

E então nós nos deitamos
Nos deitamos no mesmo túmulo
Nosso dia de casamento químico...

(Longa pausa...)

(Falando:)

E todo esse mundo vegetal apareceu
No meu pé esquerdo
Enquanto uma sandália brilhante
Me fez imortal ao transformar pedras preciosas e ouro

Eu me abaixei, e saltei sobre elas
Para caminhar adiante pela eternidade...




Notas:

O título The Chemical Wedding foi inspirado pela obra homônima que era extensamente usada por alquimistas clandestinos. O tratado original era em rosa-cruzeano, traduzido para o inglês pelo alquimista Ezekiel Foxcroft (?-1675), professor do King's College de Cambridge, mas esta versão traduzida só chegou a ser publicada 15 anos depois de sua morte. Mesmo assim, a versão original era bastante conhecida entre os alquimistas britânicos. Isso é apenas mais um item que mostra as inspirações alquimistas de Bruce para músicas.

O próprio Arthur Brown, é quem faz as leituras das poesias entre as músicas do The Chemical Wedding. Estas poesias são trechos das originais de William Blake, pintor, místico e poeta inglês, que serviu de inspiração total para o álbum. As pinturas que ilustram o encarte do CD foram digitalizadas e editadas de pinturas originais do artista, emprestadas pela Tate Gallery da Inglaterra.

A faixa Jerusalem foi diretamente inspirada em um poema de William Blake chamado 'The New Jerusalem'. Algumas estrofes da música foram retiradas do poema, com apenas algumas modificações em certos casos. Outras músicas também foram inspiradas a partir da obra de Blake, como The Gates of Urizen, inspirada na obra Book of Urizen, e Book of Thel inspirada na obra homônima.

A voz baixa no início da música Machine Men, do Chemical Wedding, depois da primeira estrofe, é Bruce lendo trechos das páginas amarelas.

Fonte: Informações extraídas do site "The Darkside Of Aquarius", site este dedicado á Bruce Dickinson. Endereço: http://dsaquarius.tripod.com







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Sobre Fernando P. Silva

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