Testament e Cannibal: o melhor show extremo em Fortaleza em 2015

Resenha - Testament e Cannibal Corpse (Armazém, Fortaleza, 15/11/2015)

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Por Leonardo Daniel Tavares da Silva
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Demorei muito pra escrever esta resenha. Poderia ter simplesmente dito que foi o maior show de metal extremo de 2015. Seria suficiente. Pronto. Afinal, seria sucinto e verdadeiro. O que mais se poderia esperar de um show com o TESTAMENT como headliner e CANNIBAL CORPSE como co-headliner (para muitos, um show até mais aguardado que o da própria atração principal - "Tu vai pro Cannibal? Era uma pergunta bem mais recorrente no meio). Mas, OK, fomos ao Complexo Armazém, situado no entorno do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, para registrar detalhes destas duas bombásticas apresentações. Vamos aos detalhes então.

A espera dos cearenses (e também alguns potiguares, piauienses, etc) teve que ser ainda um pouco maior. Uma longa fila se formou às portas do Armazém e ficou por ali por muito, muito tempo. No horário marcado para o início dos shows, lá dentro do Armazém ainda acontecia a passagem de som do CANNIBAL CORPSE. Não havia muito a ser feito em relação a isso. O atraso foi claro, mas ambas as bandas tinham feito show no dia anterior em Recife e várias pequenas coisas acabam contribuindo para que o horário previamente divulgado não pudesse ser cumprido à risca. Isso, é claro, não deixou muito contentes quem aguardava do lado de fora por um tempo que se aproximou das duas horas. Uma coisa boa que acabou vindo desse contratempo foi que, quando as portas foram finalmente abertas, todos correram pra dentro da casa e puderam ver no palco as bandas de abertura (nada como foi no show do OBITUARY, no mesmo espaço, em que uma das maiores bandas do Ceará tocou pra mim, para mais três ou quatro pessoas e pro pessoal do staff, enquanto o pessoal biritava do lado de fora). Por outro lado, um detalhe que não pode deixar de ser mencionado é que os preços na casa são realmente muito altos, explicando (embora, sem justificar) a opção dos bangers de preferir entrar já "alegre" na casa ao invés de prestigiar as bandas de casa.

ENCÉFALO

Foto: Gandhi Guimarães

Vencedores da enquete promovida pela produtora em uma rede social, o trio ENCÉFALO, formado por Henrique Monteiro (baixo e voz), Lailton Sousa (guitarra) e pelo endiabrado Rodrigo Falconieri (bateria), foi o primeiro a se apresentar. A banda, antes um quarteto complementada por Alex Maramaldo, só pode botar pra moer às 20h. Henrique mostra competência em segurar as duas funções e faz questão de promover o motoclube do qual participa, deixando a jaqueta do Inferna-CE bem visível em um dos PAs. A primeira canção da noite foi uma longa e matadora instrumental, "CBD" (a sair no próximo disco da banda), seguida de alguns (poucos) sons pinçados cuidadosamente dos dois discos, "Slave of Pain" e "Die To Kill". Falconieri detona na bateria e isso fica mais evidente nas mudanças de andamento (comum em muitas das canções), enquanto Lailton também arrasa nos solos de guitarra. O show foi extremamente curto, mas deu pra mostrar que em qualidade os cearenses podem rivalizar com os americanos.

Foto: Gandhi Guimarães

Setlist ENCÉFALO

1. CBD
2. All The Hate In My Soul
3. Despair
4. Apocalypse
5. My Own Way

FACADA

O trio cearense de grind core FACADA, formado por Carlos James, Wilker Dângelo e Danyel Noir fez também um show direto (e o que mais se poderia esperar de um dos expoentes do Grind Core nacional?). A apresentação, que foi um pedido da própria produção da turnê teve muita porrada, pouca conversa e letras em português. Esse último detalhe não faz realmente diferença, poderia ser até em sueco (só que seria Dagmar ao invés de Nadir o nome de um dos petardos). Os resmungos de Carlos James são ininteligíveis, mas, who cares?

Foto: Gandhi Guimarães

Um detalhe mais importante e poderia até passar desapercebido é que o baterista Wilker Dângelo vestia uma peita da OBSKURE, banda que integrou até o mês passado, mostrando que o respeito, admiração e apoio continuam. Foi outro show curto e o sentimento de que ambos os trios mereciam mais tempo parecia unânime entre os presentes que já lotavam o Armazém, castigados pela fila e afoitos pelo Cannibal.

Setlist Facada

1. Intro
2. Podem Vir
3. Tu Vai Cair
4. Socorro
5. O Joio
6. Nadir
7. Emptier
8. O Cobrador

CANNIBAL CORPSE

O público gritava "Cannibal", "Cannibal", "Cannibal" incessantemente enquanto a bateria (mesma usada pelas duas bandas) era rapidamente desmontada. Como cada banda americana trouxe seu próprio kit, até aquele momento o Armazém teve que comportar três baterias no palco. Felizmente, as duas bandas cearenses dividiram tudo o que foi possível em termos de estrutura.

E às 21h28, a loucura começou com as cadenciadas "Scourge of Iron" e "Demented Aggression", ambas de "Torture", 2012. O sonho dos headbangers fortalezenses, o dia que jamais chegaria, o impossível estava finalmente ali, diante dos olhos de umas centenas e tantas pessoas o quinteto formado por Alex Webster (baixo), Paul Mazurkiewickz (bateria), pelos guitarristas Rob Barret e Pat O'Brien e pelo poderoso pescoçudo George "Corpsegrinder" Fisher. Estávamos este repórter e o fotógrafo André Rocha junto à cerca que, junto com um fosso (não muito fundo, mas cheio de água - algo que em outro tipo de show até poderia ser um tanto "poético") divide o palco do público, mas, com a empolgação dos bangers e o empurra-empurra, tivemos medo real por nossos equipamentos e até pelos ossos de nossos braços e mãos e fomos literalmente expulsos dali pela multidão que insistia em nos esmagar. Meu bloco de notas chegou a ser arremessado para dentro d'água, para meu completo desespero. É o metal, é o death-metal e a enorme energia que contagia a todos os fãs do estilo e em todos se multiplica. Cada música era motivo para o público enlouquecer de novo , como "Evisceration Plague" em que eu e André lutávamos para proteger nossos equipamentos e corpos. Mesmo a vasta experiência de ambos em shows de todo porte e estilo não pareciam suficientes naquele ambiente que rivalizava com o inferno (a morada do tinhoso talvez fosse até um tanto mais tranquila).

Foto: Gandhi Guimarães

E se a loucura reina em meio à horda de zumbis famintos por metal, também é soberana sobre o palco. Cada músico não tocava uma nota sem bangear e o próprio George bangeava em círculos mais rápido que o ventilador colocado ao lado do batera Paul e que mantinha os seus cabelos constantemente no ar. Eu exagero. Será? O festival de porradas segue com "Stripped, Raped and Strangled", "Disposal of the Body" e "Sentenced to Burn", com seu frenético e longo solo de guitarra (para os padrões do Death Metal).

Foto: Gandhi Guimarães

Apesar da banda dar uma , mexida no som quase entre toda música, o frontman (e seu principal representante) estava sempre sorridente. "Eu quero saber que porra vocês estão fazendo", dizia para o público. "Nós temos um novo álbum e queremos tocar algumas canções só pra vocês", avisa (uma mentirinha "inocente" uma vez que o setlist da turnê tem sido o mesmo em todo o lugar, rigorosamente sem alterações). George até brinca "Vocês estão prontos" e faz a conhecida onomatopeia de falha para que o público grite ainda mais alto para receber a trinca "Kill or Become", "Sadistic Embodiment" e "Icepick Lobotomy". A faixa título do álbum até que poderia estar presente na turnê, mas não foi dessa vez (eu não entendo porque algumas bandas dão o nome de uma música a um trabalho e esquecem justamente dela quando saem promovendo a obra). George ainda deu água para alguns sobreviventes da grade e deu bronca em uns "gaiatos" que estariam "incomodando" algumas mulheres. "Não seja um saco de merda. A punição é a morte". Muito bem feito e bem dito, Corpsegrinder.

Foto: Éden Barbosa

"Vocês parecem cansados. Façam mais barulho", pede George antes do quinteto mandar "The Wretched Spawn" e permitir que o tumulto continuasse da forma mais "pacífica" possível. A cada bangueada de Fisher, uma chuva de suor varria os PAs, enquanto em meio ao público, rodas violentas e crowd surfing, muita destruição. O sempre brincalhão, bonachão até (algo um tanto inesperado para o tipo de música que pratica o CANNIBAL CORPSE), fez piada mais uma vez. "A próxima canção é uma canção de amor. E é dedicada ao cara que caiu na água. Se mais alguém cair, tá fudido. Essa é só pro primeiro". Sim, um maluco tinha tentado subir no palco e acabou caindo no fosso. Este mesmo cara apareceu nos braços dos amigos para ouvir de Gerge: "Essa canção de amor é pra você. Essa canção é sobre sair sangue de seus paus". Claro que estamos falando de "I cum Blood", que veio seguida de "Unleashing the Bloodthirsty" e "Make Them Suffer". E tome mais roda violenta. E tome mais som brutal. É preciso ressaltar que as breves intervenções para ajustar alguma coisa e a longa espera para o início do show pareciam ter feito efeito. O som estava absurdamente bom.

Foto: Éden Barbosa

Em uma das últimas vezes que George se dirigiu ao público, ele avisou. "Infelizmente esta é a última canção da noite", para desespero dos bangers que gritarão "Noooooo" em uníssono, para em seguida bradar em coro "Hammer Smashed Face, Hammer Smashed Face, Hammer Smashed Face". "O que? Não ouço?", respondia Corpsegrinder enquanto alguns bangers ainda jogavam presentes no palco (!). E se o Armazém não tinha virado um pandemonio completo ainda, foi aí que virou. Foi também a única oportunidade de ver Alex Webster sobrando (não que ele não estivesse muito bem durante todo o show, adicionando um peso absurdo o tempo inteiro, mas foi aí que seu baixo aproveitou melhor a folga dos riffs incessantes de Rob e Pat). Tudo bem. Isso é a fome insaciável de ver o mago Webster botando pra quebrar.

Quanto ao vocal, há quem prefira Chris Barnes, o primeiro vocalista do CANNIBAL, mas as músicas de sua fase, se perderam um pouco da podridão, ganharam em brutalidade na voz de George. E dizer que o "dilascerador de cadáveres" mostra extrema competência à frente da banda é chover no molhado. Ele ainda perguntou se queriam mais uma (só teatro, ela estava no set) e "Devoured By Vermin" foi o último prego no caixão.

Foto: Gandhi Guimarães

Setlist CANNIBAL CORPSE

1. Scourge of Iron
2. Demented Aggression
3. Evisceration Plague
4. Stripped, Raped and Strangled
5. Disposal of the Body
6. Sentenced to Burn
7. Kill or Become
8. Sadistic Embodiment
9. Icepick Lobotomy
10. The Wretched Spawn
11. Dormant Bodies Bursting
12. I Cum Blood
13. Unleashing the Bloodthirsty
14. Make Them Suffer
15. A Skull Full of Maggots
16. Hammer Smashed Face
17. Devoured by Vermin

TESTAMENT

O tempo de troca de palco, do CANNIBAL CORPSE para o TESTAMENT (o que incluiu a remoção da bateria de Mazurkiewickz) foi providencial para que o público pudesse recuperar as forças depois de extingui-las completamente no show do CANNIBAL. E, pelo menos para alguns, isso funcionou. Logo com "Over The Wall", a primeira do show, a roda começou. Chuck Billy, com seu característico mini-pedestal verde convocava. Era hora de "Rise Up" e o público respondia de punhos pro ar.

Foto: Gandhi Guimarães

Foto: Gandhi Guimarães

O vocalista Charles "Chuck" Billly, os guitarristas Eric Peterson e Alex Skolnick, acompanhados pela cozinha privilegiadíssima de Gene Hoglan (bateria) e Steve DiGiorgio despejaram um festival de riffs e Thrash Metal da melhor qualidade. Os dois últimos citados, dois gigantes, já tiveram passagem pelo TESTAMENT em fases anteriores e várias outras bandas queridas pelos bangers, como DEATH e FEAR FACTORY.

Chuck, mostrando extrema simpatia como o frontman que acabara de antecedê-lo no palco, faz questão de sentar próximo aos PAs e se comunicar com o público. "Como vocês vão indo? É bom vê-los, meus amigos. Esta estamos tocando especialmente para vocês nessa turnê". A dita música era "Henchmen Ride", do penúltimo álbum "Formation of Damnation" e que estava ausente dos setlists desde o lançamento de "Dark Roots of Earth" em 2012 e voltara a partir do show de Recife. Outra novidade na turnê era "Dog Faced Gods", também resgatada para estes shows na América Latina. Eric tinha me contado em entrevista que tocariam algo do álbum (que não visitavam há um bom tempo). Confira o que conversamos no link abaixo:

Testament: "Tocaremos músicas que não tocamos há 10 anos"

Foto: Gandhi Guimarães

Foto: André Rocha

Foto: Éden Barbosa

Um fato curioso, que boa parte dos presentes sequer deve ter notado, é que, discretamente, no canto direito do palco, queimam alguns palitos (ou barras, ou estacas, ou como quer que se chame isso) de insenso enfiadas em uma banana. Nunca ouvi ou li nada sobre esse detalhe tão particular, mas creio que se trate de alguma parte de ritual dos pomos, tribo indígena da qual Chuck Billy descende. Chuck inclusive vencera um câncer anos atrás e disse em entrevista que rituais xamânicos teriam sido responsáveis por sua recuperação. Confira a entrevista no link abaixo.

Testament: como terapias nativas ajudaram Chuck Billy

Foto: Éden Barbosa

E é exatamente sobre isso que fala o próximo som no set. "Esta canção está muito próxima do meu coração", comenta Chuck sobre "Native Blood". O vocalista também demonstra preocupar-se com todos os que estão no recinto, não apenas com quem estava mais ao seu alcance, cantando também na lateral do palco para parte do público que estava por ali. A banda inteira mostra porque faz jus a pertencer ao panteão das grandes do Thrash Metal ao lado dos conterrâneos e contemporâneos METALLICA, EXODUS. Os solos não vem apenas do grande e parcialmente grisalho Alex Skolnick. Eric Peterson também faz solos impossíveis, às vezes maltratando o braço de sua guitarra e DiGiorgio também ensaia um solo de baixo em "True Believers".

Foto: Éden Barbosa

Foto: Éden Barbosa

Chuck pergunta se o público quer algo mais veloz, mais old-school e avisa que vão voltar para o "New Order" antes da arrasadora "Into The Pit", que transforma o Armazém inteiro, inteiro mesmo, em uma roda. Até esquecemos de ver Skolnick solando mais um de seus solos fantásticos para ver a roda (ou participar dela).

Foto: Gandhi Guimarães

Foto: Gandhi Guimarães

Foto: Éden Barbosa

Assim como ocorrera no show anterior, também teve gente que quis se aventurar em direção ao palco durante "Practice What You Preach" e acabou caindo na água do fosso. Só que nesse caso, o doido resolveu ficar por lá mesmo. Chuck até presenteou o maluco com alguns souvenirs, ofereceu-lhe cerveja e fez o sinal universal de doido. Todos caiaram na gargalhada (banda inclusive) e até um roadie correu pra lateral do palco pra tirar fotos. É. Em Fortaleza não são apenas os fãs que querem registrar pra sempre os shows em seus smartphones.

Foto: André Rocha

Registro: Daniel Tavares

Em "Do Not Resuscitate", que também atende pela alcunha de "D.N.R", as luzes se apagam, uma intro é executada e é como o show começasse novamente. E aí é Eric que vem ao encontro do público, tocando sobre umas caixas posicionadas na lateral direita do fosso. Ele não seria louco o suficiente para se aventurar e ir mais adiante e tocar em meio à turba enfurecida. Skolnick, por sua vez, se finge tonto ou bêbado no palco, enquanto DiGiorgio os acompanha mostrando todo o poder se seus graves. Chuck, que lá bem no início da carreira, foi guitarrista, faz sua voz ecoar em "Disciples of The Watch" e, como durante todo o show, usa o pedestal de criptonita (expressão que roubo não lembro de quem - sinto muito) para tocar sua air guitar. Aqui já não há mais roda. Todos estão parados. Estáticos. Os motivos podem ser o cansaço depois de dois shows tão repletos de energia, mas também o solo de Skolnick, seguido pelo de Peterson. Não há como não ficar paralisado.

Foto: Gandhi Guimarães

Foto: André Rocha

Foto: Éden Barbosa

A banda agradece e deixa o palco e apagam-se as luzes, mal dá pra ver qualquer coisa, como se realmente tivessem ido embora. Só que Chuck esqueceu o pedestal ligado, o que era sinal óbvio de que mais haveria por vir. "Eu quero dizer que foi um tempo muito maravilhoso. Eu espero ver vocês em breve. Estamos perto de um novo álbum, mas agora quero que vocês cantem comigo, façam barulho". Dito e feito. "Fortaliza", como chamada várias vezes por Chuck, recebeu uma das melhores composições do quinteto norte-americano com um coro à altura do duelo de solos de Skolnick e Peterson.

Foto: Gandhi Guimarães

O ponto alto (e último daquela noite que se mostrava como a melhor noite de metal extremo que Fortaleza já recebera) pode ser considerado "The Formation of Damnation" e o wall of death da qual até este reporter, já recuperado das porradas recebidas nas duas primeiras músicas do CANNIBAL CORPSE, participou. O Wall Of Death foi filmado da "esquina do muro" por um fã. Aos 1min3s, o símbolo do Whiplash.net pode ser visto.

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Vídeo: C3SAR

Era o fim de tudo, o fim do maior show de metal extremo que "Fortaliza" recebera em 2015 (eu já disse isso? Se disse, repetir quinze vezes nem faria mal). Estávamos todos, aquela multidão que lotou o Armazém até a tampa (a produção confirmou que o show foi sold out), destruídos. Destruídos, mas felizes. E, àquela altura, ninguém mais lembrava do contratempo na entrada, da fila, do horário. Houve mesmo contratempo? Ninguém nem lembrava mais.

Setlist TESTAMENT

1. Over the Wall
2. Rise Up
3. The Preacher
4. Henchmen Ride
5. Dog Faced Gods
6. Native Blood
7. Legions of the Dead
8. True Believer
9. Into the Pit
10. Practice What You Preach
11. The New Order
12. D.N.R. (Do Not Resuscitate)
13. 3 Days in Darkness
14. Disciples of the Watch
15. More Than Meets the Eye
16. The Formation of Damnation

Foto: André Rocha

Foto: Gandhi Guimarães

Agradecimentos:

Gandhi Guimarães, pela maioria das imagens que ilustram esta matéria

André Rocha e Eden Barbosa, por contribuírem também com imagens em momentos chave para melhor contar o que aconteceu naquele domingo.

Jonatan Oliveira, pela atenção e credenciamento.

Confira mais imagens deste show nos álbuns abaixo:
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Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

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