Kiss em Curitiba: Algo de poder realmente mesmerizador

Resenha - Motorocker e Kiss (Pedreira Paulo Leminski, Curitiba, terça-feira, 21/04/2015)

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Por Haggen Kennedy
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Mascarados do KISS pisam em Curitiba pela primeira vez e fazem o que prometem: dão um show (literalmente) inesquecível a 15.000 presentes.

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A noite em Curitiba começou com um certo receio de que houvesse chuva, com nuvens pesadas pairando sobre a Pedreira e um dia anterior de fortes precipitações no período da tarde. Mas isso não impediu que uma imensa massa de fãs comparecesse ao local, fielmente munida de pinturas no rosto e camisas do KISS.

O MOTOROCKER, banda local, estava marcado para começar às 19:00, mas só subiu ao palco meia hora depois, devido a um problema técnico encontrado pela equipe do KISS com um gerador. Eram 19:30 quando o som mecânico de introdução do grupo curitibano mostrava imagens reunindo várias tatuagens, até pararem na icônica foto da beldade embelezando o segundo petardo do quinteto, “Rock na Veia”, de 2010. Abriram a noite com “Pegada Seca”, música de abertura também do “Estação das Almas” (2012), e a estranha qualidade do som no comecinho do show já estava ajustada quando emendaram com “Acelera e Freia”, outra do disco “Rock na Veia”.

Pra quem nunca ouviu, o MOTOROCKER é uma mistura de vocal do AC/DC com som blues com pegada dos anos 60 e 70 com alma heavy metal com letras em português com... enfim, não entendeu nada? Não precisa: basta dizer que é um rock n’ roll de primeiríssima qualidade, tocado com muita categoria por uma banda que já soma 22 anos de estrada. Assim, ao fim da segunda música, o vocalista Marcelus informava que “toda banda de rock que se preza pede pelo blues do Satanás”, concluindo: “desde 1940 enlouquecendo famílias”. Perguntando ao público se sabia “por que o Satanás não precisa visitar o Brasil”, deixou o suspense pegar força com o silêncio, para depois arrematar, em tom de desfaçatez: “porque ele já tem as almas dos nossos políticos”. Era a deixa para puxarem “Blues do Satanás”, do álbum de estreia, de 2006; e, aproveitando a deixa, seguirem com “Igreja Universal do Reino do Rock”, faixa que dá título ao disco homônimo, e cantada com muito prazer por quem compareceu ao evento.

Como dizia Marcelus ao microfone: “felicidade é a palavra do dia”. Visivelmente contentes por estarem abrindo para o KISS, o vocalista, em nome do MOTOROCKER, agradeceu efusivamente a plateia, inclusive quem estava ouvindo o conjunto pela primeira vez. Nem sequer o cameraman fugiu do clima de descontração e diversão, levando, literalmente, um chute na bunda quando foi pego desprevenido pelo vocal. Foi a metáfora que o cantor encontrou para comunicar que aquele era um show “chuta-bundas”, com a licença da paródia com a língua inglesa. Tocaram ainda três músicas do disco novo, “Rock Brasil”, lançado em setembro de 2014, antes de puxarem “Homem Livre”, com um belíssimo solo de guitarra. Surpreenderam com “Thunderstruck”, cover muitíssimo bem-feito do AC/DC e que ganhou a voz do público. Ao final da música, Marcelus chamou a atenção dos ouvintes para se posicionarem mais à esquerda na pista, pois muitos ainda chegavam na Pedreira e se amontoavam do lado direito, já saturado. Tocaram ainda “Para-raio de Encrenca” e “Salve a Malária”, quando terminaram o show mais cedo. A banda planejava tocar a última música da noite, “Rock Brasil”, faixa-título do novo disco, mas o som havia sido cortado, pois já eram 20:30 e a equipe de palco precisava de pelo menos meia hora para preparar o equipamento para a banda principal da noite. Assim, saiu do palco o MOTOROCKER em clima de extrema alegria por poder fazer parte daquela oportunidade única.

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Eram exatas 21:00 quando a bateria de John Bonham soou no PA anunciando a famosíssima “Rock and Roll”, do LED ZEPPELIN – uma das maiores influências do KISS e música de abertura de todos os shows da KISS 40th Anniversary World Tour. Ao final, no telão, imagens da banda saindo do camarim e dirigindo-se ao palco, dando a impressão de acontecimentos ao vivo, como se os integrantes caminhassem naquele momento – na verdade, desde o fim do som mecânico os quatro músicos já se encontravam no palco, imerso em escuridão, com uma imensa faixa com o logotipo do grupo cobrindo a frente da estrutura cuidadosamente montada na Pedreira. O telão então mostrou imagens do Google Maps, focando no planeta Terra e fechando mais até centrar no local exato do show em Curitiba, para que o som explodisse com os acordes de Detroit Rock City. Explodisse mesmo: eram explosões, labaredas de fogo, rojões, fogos de artifício, lasers, um mundo de luzes e tudo o mais que a “banda mais quente do planeta” traz – em quantidades extremas – a seus fãs. Tudo em primeira mão, e pela primeira vez em Curitiba.

Logo no início o volume do microfone de Paul estava baixo, para não salientar tanto o fato de que parecia estar um pouco rouco – ou isso ou, de acordo com alguns, o resultado da voz já um tanto falha após 40 anos de estrada cantando tons bastante altos. De uma forma ou de outra, o som continuou, Gene colocou a língua quilométrica para fora e tanto o Spaceman quanto o Gato, agora nas pessoas de Tommy Thayer e Eric Singer, não deixaram a peteca cair. O som foi um estouro até ser emendado, sem parada para respirar, com Creatures of the Night, também cantada pelo Starchild. O público, claro, vibrava com extremo fervor, ainda zonzo e sem compreender muito bem a força sonora que assolava a Pedreira, mas agitando do mesmo jeito. A emoção de ver a trupe mascarada pela primeira vez ao vivo, logo ali na frente, com aqueles saltos imensos, aquela roupa exótica e toda a parafernália que faz do KISS o KISS, é algo de inacreditável.

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E foi assim que, sem dar tempo ao púbico de absorver tanta emoção, a segunda música já terminava, o roadie entrava correndo do lado esquerdo do palco com uma guitarra na mão para trocar a que Paul Stanley segurava, enquanto o resto da banda já puxava a terceira da noite, Psycho Circus. Que ribombou no local com belíssima pujança do som de guitarras e do baixo, fazendo todo mundo cantar junto o refrão. Aliás, o público estava animadíssimo, em particular a parcela feminina dos presentes. Eram muitíssimos gritos, emoções ardentes e letras ecoadas em uníssimo pela maioria da plateia. Assim foi a resposta do público à energia do KISS, durando início, meio e fim do show.

Ao final de Psycho Circus a banda finalmente parou para respirar e Paul foi se comunicar com o público, no que seria a primeira de muitas interações do vocalista com os presentes. Perguntou como todos estavam, dizendo que amava o Brasil e que queria ver se os fãs eram mesmo “loucos”. Fez então o jogo de disputa para ver de que lado da Pedreira os fãs faziam mais barulho. Jogou a esquerda contra a direita e depois fez todos se esgoelarem juntos, anunciando que a noite teria muita coisa boa, com material desde o começo da carreira até o disco de estúdio mais recente, Monster, de 2012. Informou também que o KISS havia entrado para o Rock and Roll Hall of Fame (museu em Cleveland, nos EUA, dedicado a registrar a história de artistas super famosos do mundo da música rock e pop) e chamou a quarta da noite, I Love It Loud. Na tela ao fundo do palco (o fundo do palco inteiro era uma tela imensa de TV), imagens de equalização de volume subiam e desciam, em alusão ao nome da música. Foi a primeira do show a ser cantada por Gene Simmons, e no meio da música os telões mostraram o público cantando o “yeah, yeah” da música.

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Logo depois foi a vez de “War Machine”, que apesar de não ser cantada pelos espectadores com a mesma emoção das anteriores, construiu um tremendo suspense para o que todos esperavam no final. No apagar das luzes, Gene trazia do fundo do palco uma imensa tocha de fogo, dardejando olhares ao público como quem dá a entender que algo inusitado estava prestes a acontecer. Entre os presentes, pais levantavam os filhos ainda crianças para que pudessem ver aquela cena icônica: levando a tocha à boca, a entidade demoníaca cuspia fogo, para delírio dos presentes.

Depois foi a vez de Paul vir novamente conversar com o público, perguntando se todos estavam gostando do show e dizendo que tinha uma pergunta. “Você gosta da minha limusine, do modo como as coisas acontecem, dos meus saltos de sete polegadas e de ir a todos os shows, mas!” – a letra era a deixa para puxar Do You Love Me?, a segunda do que somariam três músicas do disco Destroyer, de 1976. Na tela de fundo, inúmeras imagens dos dias iniciais do KISS, com fotos inclusive da adolescência de Gene e Paul, incluindo um certo bigode anos 60 e uma bandana que não favorece muito quem a usa. Respectivamente. No fim, Mr. Stanley agradeceu ao público – em português, com um “obrigado”, adicionando ainda: “and I can say tudo bom”. Em meio a risadas dos presentes, anunciou a próxima da noite, “uma do primeiro disco”. Levaram Deuce, para emoção de quem adora as mais antigas, acompanhada de Paul atirando palhetas do lado esquerdo do palco como se fosse uma metralhadora. Deve ter visto alguém interessante ali na frente, pois logo voltou para jogar outra. Depois, no meio do palco, juntou-se a Gene e Tommy para fazer a rotina coreografada de guitarras e baixo, dançando no ritmo da levada da canção.

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Em seguida, Paul pergunta se o pessoal está gostando do show, afirmando que a banda está só começando – de fato, após tanta emoção com sete músicas, não estavam nem na metade do show. Anunciou que a próxima era do Monster, novo petardo do conjunto, e informou que clássicos não se fazem do dia para a noite: a passagem do tempo é indispensável para que clássicos sejam definidos como clássicos. E que sabiam que essa iria se encaixar nessa categoria: puxaram Hell or Hallelujah, de espírito incontestavelmente KISS na levada (e na performance), colando um solo de Tommy Thayer ao final, com direito a foguetes sendo lançados de sua guitarra e iluminando com sabor de festa (e muito rock n’ roll) o palco enegrecido.

Depois foi a vez de chamarem o “doutor Amor”. Em Calling Dr. Love, Paul tocou sentado bem de boa na beirada do palco, as pernas (e os saltos imensos) dançando na levada da música. Nesse ponto a maquiagem de Gene já ia se desfazendo na parte da boca, com tanto suor e fogo – literalmente. As explosões e as labaredas vinham dando as caras desde a primeira música do show e quem estava de frente para o palco na pista prêmium – mesmo quem estava na última fileira – conseguia sentir o calor intenso das rajadas de fogo que subiam de tempos em tempos.

Dali a pouco o Starchild perguntava se a galera estava pronta: “are you ready?”. A pergunta fazia sentido, pois Lick It Up, que entrou na sequência, foi a que mais aqueceu o show. Literalmente. Eram filetes triplos de fogo sendo cuspidos o tempo todo, com muita fumaça e explosões acontecendo em meio ao jogo de luzes e laser da banda. A faixa-título do disco homônimo, de 1983, durou mais que seus 4 minutos habituais devido aos enxertos de Won’t Get Fooled Again, do THE WHO. Na verdade, um cover inteiro da música já havia sido tocado na Asylum Tour, de 1985-86, dando provas de uma das influências menos conhecidas do KISS.

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Mas as surpresas não pararam por aí. No intermédio das músicas, foi a vez do demoníaco Gene Simmons aparecer sozinho no meio do palco, iluminado apenas por uma sombria luz verde. Ao som funesto do próprio baixo, em tom dramático para encenar a próxima atração, repentinamente deixou sangue escorrer da própria boca, num espetáculo que culminou com um levantar voo. Sim, isso mesmo. Gene foi içado rapidamente ao teto do palco, na parte de cima dos refletores, de onde, olhando para baixo, avistou alguma beldade e falou, inusitadamente: “bunda linda!”, em português mesmo, gerando risadas inesperadas do público. O teatrinho era a introdução perfeita para o som que se seguiu. Entrou God of Thunder, com muitas imagens de relâmpagos aparecendo na tela de fundo do palco, com direito a um solo com um feeling monstruoso de Tommy Thayer.

Paul chama a atenção para o público, mandando as câmeras mostrarem como o pessoal é bonito, e puxa Hide Your Heart. Nessa altura a garoazinha que havia começado a cair em Curitiba no meio do show do MOTOROCKER se transforma efetivamente em chuva, e ainda assim os presentes permaneciam mistificados pelo KISS, que jorrava poder e carisma de cima do palco. Tommy, por exemplo, mais uma vez impulsionava a qualidade do som lá para cima, com bends fantásticos na guitarra; e Paul, por algum motivo, mostra uma melhora na voz, talvez por já tê-la aquecido.

E quando Paul foi ao microfone para dizer aos presentes que queria sentir o calor da galera de perto, pediu que gritassem o nome dele ao contar até três – se gritassem seu nome, ele veria que o sentimento era recíproco e iria para mais perto do público. E contou. E todos gritaram. E não é que ele foi mesmo para o meio do público? Subindo numa tirolesa no canto esquerdo do palco, deslizou até o meio da Pedreira, onde havia sido instalada uma torre. Dali de cima, a vários metros de distância do palco, a criança estelar puxou Love Gun com confiança, enquanto o resto da banda acompanhava do outro lado, no palco. Ao final, pouco importava estar longe ou perto do resto da banda: Paul trocou de guitarra ali mesmo, em cima da estrutura no meio da Pedreira, antes de levarem Black Diamond, cantada pelo batera Eric Singer. Com a deixa do dedilhado inicial de Tommy na guitarra, Paul pegou a tirolesa de volta para o palco e se juntou ao resto da trupe, gritando ao microfone: “Curitiba, vou ficar todo molhado com vocês”, evocando gritos da plateia, que se divertia com as declarações (intencionalmente) ambíguas de Paul (lembre-se da chuva que caía). Singer fez ainda uma brincadeira com o fim da letra: “out on the streets for a living / picture's only begun / your day is sorrow and madness / Curitiba, you got us under your thumb” (algo como “Curitiba, vocês têm a gente na palma da mão”). De repente, muita fumaça, estouros e todo o kit de bateria do fundo do palco sobe até os refletores no teto, num verdadeiro show de grandiosidade. É o símbolo do espírito do entretenimento, que o KISS realmente domina com maestria. Terminaram a última parte do primeiro set com rojões que estouravam em sincronia com os movimentos dos integrantes.

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Pouco depois a banda deixava o palco sob a ovação irrestrita dos fãs. Era hora do bis, e em menos de cinco minutos voltaram para tocar mais três músicas. Em meio a muitos elogios de Paul, parabenizando o público de Curitiba pelo comparecimento em massa, pediu que todos levantassem as mãos, pois o conjunto desejava registrar o momento numa foto. Perguntou ainda se os presentes queriam mais, e a banda emendou Shout It Out Loud e I was Made for Lovin’ You sem descanso antes de puxar Rock and Roll All Nite, em um fechamento simplesmente espetacular da noite, com uma chuva de papel recortado que cobriu a Pedreira enquanto Paul e Gene subiam em gruas que se partiam de cada extremidade do palco, levando os dois integrantes originais do KISS até o espaço em cima do público. Tudo isso regado a um som nas alturas, muito fogo, luzes, explosões, gelo seco, lasers e muita, mas muita diversão. Era um pouco antes das 23:00 quando o quarteto agradecia e deixava novamente o palco, dessa vez definitivamente. A noite terminou com inesperados (mas belíssimos) fogos de artifício lançados da parte de trás da Pedreira, que explodiam em dezenas de cores diferentes no céu enquanto se ouvia o som mecânico de God Gave Rock n' Roll to You II numa conclusão magistral daquela fatídica noite de terça-feira.

Em entrevista na cidade de Erfurt, na Alemanha, depois de uma apresentação no programa de TV “Wetten Das”, em 27 de fevereiro de 2010, Gene Simmons respondeu à apresentadora que perguntava o que os homens em geral poderiam fazer para conseguir ficar com as mulheres que queriam: “faça-a se sentir como se fosse a única. E faça a mesma coisa com a próxima”. Para o bem ou para o mal, é um conselho que o baixista segue à risca também na parte profissional: mesmo com centenas de shows na lista, todo show que fazem parece ser o único da vida deles. Essa capacidade de fazer o fã se sentir especial já havia começado desde antes, na sessão de autógrafos e fotos que a banda sempre oferece (os famosos meet & greet) e que rolou na Pedreira por volta de 16:30 para quem tinha o ingresso VIP.

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A noite em resumo: grande show do Motorocker, que desfilou um rock n’ roll de qualidade e segurou o público até a banda principal entrar no palco, com competência mesmo tendo a última música cortada e mostrando muito respeito pelo KISS, com a felicidade estampada nos rostos de cada um do grupo. E depois disso, um verdadeiro espetáculo, em toda a acepção da palavra. Assistir a uma banda como o KISS no palco é uma conquista e um presente que não tem igual: é aprender, na prática, o que significa testemunhar uma apresentação de verdade, com tudo o que existe de melhor no show business, e tudo o que a área de entretenimento pode proporcionar. Os caras têm 40 anos de estrada, e a elegância e o profissionalismo de sua performance realmente acusam o motivo de tanto sucesso durante incríveis 4 décadas de som pesado. Lembrando que com a voz boa ou ruim, Paul assumiu os microfones e fez o que devia fazer: estamos falando de uma banda que não se esquiva do dever, e que sabe, porque faz ao vivo. Nada de playback, nem de cancelar shows. Bem ou mal, eles encaram o que vier pela frente. E é um espetáculo mesmo, porque é incrível como parece simplesmente inexistir qualquer compunção na quantidade exorbitante de rojões, explosões, fogo e outros recursos caríssimos que, não obstante, teimam em aparecer o tempo todo no palco. É como se eles transformassem o 4 de julho (dia da independência) dos EUA num show de rock. Algo de excepcional, de poder realmente mesmerizador, com o condão de fazer quase 2 horas passarem como se fossem 20 minutos. Ao final de tudo, mesmo com tanta fartura de som, o gostinho de quero mais – prova inequívoca de que o KISS sabe o que faz. Não é por acaso que são “a banda mais quente do planeta”.

SET LISTS

MOTOROCKER:
Intro
1. Pegada Seca
2. Acelera e Freia
3. Blues do Satanás
4. Igreja Universal do Reino do Rock
5. TCO
6. Rock na Veia
7. Curva de Rio
8. Vamo Vamo
9. Homem Livre
10. Thunderstruck (cover AC/DC)
11. Pára-Raio de Encrenca
12. Salve a Malária
13. Rock Brasil (cortada por falta de tempo)

KISS:
Rock and Roll (Led Zeppelin)
1. Detroit Rock City
2. Creatures of the Night
3. Psycho Circus
4. I Love It Loud
5. War Machine (Gene cospe fogo)
6. Do You Love Me
7. Deuce
8. Hell or Hallelujah
9. Calling Dr. Love
10. Lick It Up (com enxertos de Won’t Get Fooled Again, do THE WHO)
Solo de baixo (Gene cospe sangue e voa)
11. God of Thunder
12. Hide Your Heart
13. Love Gun (Paul voa para o meio do público)
14. Black Diamond
Bis:
15. Shout It Out Loud
16. I Was Made for Lovin' You
17. Rock and Roll All Nite
God Gave Rock 'n' Roll to You II (som mecânico)

Fotos: Fernando Yokota. Set completo em

https://www.flickr.com/photos/fernandoyokota/sets/7215765213...

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Sobre Haggen Kennedy

Nascido ao fim dos anos 70 e adolescido em meio ao universo metálico, Haggen Heydrich Kennedy já trabalhou e atuou numa vultosa gama de atividades, como o jornalismo, o desenho, a informática, o design e o ensino, além de outros quefazeres. Atualmente vive em Atenas, Grécia, onde estuda História, Arqueologia e Grego Antigo na Universidade de Atenas. A constante nesse turbilhão de ofícios, todavia, sempre constituiu-se de dois fatores: as línguas (ainda hoje trabalha com tradução e interpretação) e a música - esse último elemento, definitivo alimento espiritual.

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