Slash: Encontro "Gunner" marca fim de semana em Porto Alegre

Resenha - Slash (Pepsi On Stage, Porto Alegre, 20/03/2015)

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Por Guilherme Dias
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Um encontro "Gunner" marcou o início do final de semana em Porto Alegre. Na sexta feira, 20 de Março, o guitarrista Slash visitou Porto Alegre a trabalho, acompanhado de "Myles Kennedy and The Conspirators". A banda promove o último álbum solo de Slash, "World On Fire", lançado em 2014. O responsável pela abertura foi outro ex-Gunner, o também guitarrista Gilby Clarke.

Fotos por: Liny Oliveira
facebook/photoslinyoliveira

Antes das bandas entrarem em ação, no palco o Dj Ricardinho F. ficou com a missão de aquecer o público que entrava no Pepsi On Stage, após longas filas. Ricardinho animou o público com o melhor do rock and roll, como todos mereciam. Após o bombardeio sonoro nas caixas de som, era a vez de Gilby e sua banda continuarem a festa. A banda atrás do desempenho de Gilby (vocal/ guitarra) foi formada por argentinos, os hermanos Coverheads Gaby Zero (guitarra), Dani Chino (baixo) e Dukke (bateria).

Gilby fez uma mescla entre canções próprias e covers. Abriu o show com "Wasn't Yestarday Great" e fechou com "Cure Me... Or Kill Me..." e "Tijuana Jail". No meio do caminho dois covers do Rolling Stones: "It's Only Rock and Roll (But I Like It)" e "Dead Flowers" que teve a participação especial de Frankie Clarke na guitarra, filha do vocalista/guitarrista . O show ainda teve "Knockin' On Heaven's Door" que embora seja de Bob Dylan, foi imortalizada pelo Guns N' Roses. Na plateia não havia quem não cantasse junto, sendo o maior destaque da apresentação.

Com a casa já praticamente lotada, antes das 21h30 Slash e sua banda já corriam para o palco, pois o show seria longo e nenhum segundo poderia ser desperdiçado, como realmente não foi. A mesma banda retornou para o mesmo lugar que tocou em 2012. O show teve um formato semelhante, com acréscimo das ótimas músicas do novo lançamento de Slash, Myles Kennedy e The Conspirators.

A primeira do set foi "You're a Lie" (Apocalyptic Love) e desde já era possível sentir a energia positiva da banda no palco. Como mencionado lá no topo, Slash esteve em Porto Alegre para trabalhar, mas não era bem isso que estava sendo visto, via-se uma grande festa de amigos muito animados, fazendo o que amam. O líder é Slash (guitarra), mas o frontman é Myles Kennedy (vocal), que têm a companhia de Frank Sidoris (guitarra), Todd Kerns (baixo) e Brent Fitz (bateria).

Logo em seguida um pouco do que levou a maioria dos fãs ao show, "Nightrain" do Guns N' Roses, banda que estampa as camisetas de vários dos presentes na casa. "Ghost" e "Back From Cali" (Slash, 2010) mantiveram acesa a chama do público, que continuava cantando muito alto, assim como em "Wicked Stone" e "Too Far Gone" que foram as primeiras do disco "World On Fire" na noite. Estava enganado quem achou que Gilby e sua banda já haviam ido embora, para "Mr. Brownstone" (Guns N' Roses), Myles chamou Gilby de volta para o palco, reeditando a antiga dupla de guitarras com Slash.

Na sequência mais Guns N' Roses, com aquela que não poderia faltar no repertório: "You Could Be Mine". Myles apresentou Todd Kerns para assumir a bronca também nos vocais. O baixista cantou "Dr. Alibi" (Slash, 2010) e "Welcome to the Jungle" (Guns N' Roses). Slash se dirigiu ao microfone e chamou Myles para assumir o seu posto de vocalista novamente. "The Dissident" e "Beneath the Savage Sun", ambas de "World On Fire" agradaram bastante o público. Em "Rocket Queen", destaque positivo e também negativo para o super solo de Slash. Positivo pois é muito bom ve-lô solando de uma forma tão técnica e sentimental e negativo pela longa duração, tornando-se chato e cansativo quando passava de seus 10 minutos de duração.

Inspirada em Johann Sebastian Bach, "Anastasia" (Apocalyptic Love) foi a última canção de Slash. O final do show se aproximava e o cansaço não era problema. Tanto por parte dos fãs, como por parte dos músicos. Ambos queriam mais, e foi o que aconteceu. "Sweet Child O' Mine", clássico dos clássicos do Guns N' Roses agradou, mas por incrível que pareça, quem agradou mais foi "Slither" (Velvet Revolver), a última antes do bis.

Para este a já esperada "Paradise City", que entre choros e risos, garantiu um ótimo momento para a plateia, com direito a chuva de papel picado para acabar com a festa.

Set-lists completos:

Gilby Clarke
Wasn't Yesterday Great
Under the Gun
Motorcycle Cowboys (Kill for Thrills)
Black
It's Only Rock 'n' Roll (But I Like It) (The Rolling Stones cover)
Knockin' on Heaven's Door (Bob Dylan cover)
Monkey Chow (Slash's Snakepit)
Dead Flowers (The Rolling Stones cover)
Cure Me ... Or Kill Me ...
Tijuana Jail

Slash feat. Myles Kennedy and The Conspirators

You're a Lie
Nightrain (Guns N' Roses cover)
Standing in the Sun
Ghost
Back from Cali
Wicked Stone
Too Far Gone
Mr. Brownstone (Guns N’ Roses cover)
You Could Be Mine (Guns N’ Roses cover)
Doctor Alibi
Welcome to the Jungle (Guns N’ Roses cover)
The Dissident
Beneath the Savage Sun
Rocket Queen (Guns N’ Roses cover)
Bent to Fly
World on Fire
Anastasia
Sweet Child O' Mine (Guns N’ Roses cover)
Slither (Velvet Revolver cover)

Paradise City (Guns N’ Roses cover)

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Sobre Guilherme Dias

Sou Guilherme Figueiró Dias, de Porto Alegre, estudante de educação física, tenho 23 anos e sou fanático por música e futebol, especialmente hard rock e heavy metal. Preferências entre Helloween, Gamma Ray, Pink Cream 69, Bon Jovi, Hellacopters, Michael Kiske, entre outros. O que gosto realmente de fazer (além de torcer, cantar e pular pelo Grêmio na Geral) é curtir um bom show das bandas que eu adoro e tomar umas cervejas pra celebrar a vida.¨

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