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Almah: pela primeira vez em edição de festival cearense SANA

Resenha - Almah (Sana, Centro de Eventos do Ceará, Fortaleza, 26/07/2014)

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Por Leonardo Daniel Tavares da Silva
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

O Sana, realizado pela Fundação Cultural Nipônica Brasileira (FCNB), é o maior evento dedicado à cultura oriental do Nordeste e um dos maiores do Brasil. O festival acontece quase ao mesmo tempo que o Anime Friends (no Campo de Marte, na Capital Paulista), mas agrega muito mais que seu concorrente do Campo de Marte, reunindo, além de amantes das culturas japonesa e coreana, gamers fãs de Herry Potter, Tolkien e George Martin, gamers e até fãs da saga Percy Jackson.

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Foto: Daniel Tavares

Foto: Daniel Tavares

Foto: Daniel Tavares

Durante três dias, 25, 26 e 27 de julho, jovens otakus, geeks, gamers encontraram muitas novidades e diversão em diversos pavilhões do Centro de Eventos do Ceará. Este ano, com a presença do ALMAH, um público de camisas pretas também foi atraído ao evento. Não era difícil encontrar pessoas com camisas do IRON MAIDEN, ANGRA e do próprio ALMAH.

Outra atração do evento era o encontro com os dubladores Wendel Bezerra (voz de personagens como Bob Esponja e Goku, do Dragon Ball) e Tânia Gaidarji (voz de Bulma, também do Dragon Ball).

Com uma grande área destinada a stands de materiais diversos e uma sala com Action Figures que impressionavam pelo realismo, o SANA também se mostra um local em que aficionados podem voltar pra casa com farto material. E desfilando pelos corredores, vários cosplayer exibiam suas fantasias, algumas com enorme riqueza de detalhes.

Foto: Marcelo Sousa

Foto: Marcelo Sousa

Foto: Marcelo Sousa

Foto: Marcelo Sousa

Foto: Marcelo Sousa

Foto: Marcelo Sousa

Gamers também tiveram seu point, a Arena Sana Games, ocupando um enorme pavilhão dedicado à tecnologia dos games, com os últimos lançamentos em jogos, consoles e placas de vídeo, além de campeonatos e da presença de Johnathan Wendel "Fatal1ty", um dos mais bem sucedidos gamers profissionais da história.

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Foto: Marcelo Sousa

Apesar do sucesso do festival, alguns pontos podem ser ajustados. O mais importante deles diz respeito ao horário das atrações. Com uma extensa programação ocorrendo paralelamente em nove diferentes locais, o mais indicado para o participante maximizar sua experiência é fazer um roteiro ainda em casa. No entanto, é preciso que os horários divulgados também sejam cumpridos. Não foi nada agradável perder todas as palestras sobre Guerra dos Tronos por não terem acontecido no horário estabelecido. Pior ainda foi perder o bate-papo que Edu Falaschi e Marcelo Barbosa tiveram com alguns fãs. Inicialmente marcada como um workshop que aconteceria às 14h e que, obviamente, deveria receber toda a atenção do Whiplash.net, a conversa aconteceu em horário e sala diferente. Chegamos a passar um tempo de prontidão na sala de imprensa, antes do horário marcado, mas não conseguimos obter informação nenhuma se o workshop ainda aconteceria. Aconteceu. E não assistimos. Um dos voluntários da organização chegou a me confidenciar: "Cara, eu estou doido pra ver esse workshop. Se eu soubesse onde seria, eu também iria pra lá". O fato de ser um evento que também atrai o público infantil e tem uma duração que vai da manhã à noite reforça a necessidade de compromisso com os horários.

As opções de alimentação disponíveis também aparecem como algo que poderia ser melhorado. Tá certo que a faixa etária alvo do evento é bem adepta dos fast foods, mas, para um evento de longa duração, o bom e velho "arroz com feijão" faz falta. Algum(ns) ponto(s) com delícias e curiosidades da culinária oriental também seriam bem adequados. Apenas um dos quiosques instalados no local servia algo de mais "sustância", mas com filas tão longas que era preciso muita coragem (e pouca fome) para encarar. Apenas o Maid Café, com seus butlers e maids devidamente fantasiados servindo os clientes como "goshujinsama", não tinha filas e pareceu um melhor local para um almoço, apesar do cardápio ser basicamente salgado+refrigerante

Ao contrário do último show que presenciamos no Centro de Eventos, quando o artista principal, conhecido por seus atrasos, começou a show quase na hora, nesta tarde de sábado, o shows começaram cerca de duas horas após os horários previstos. Vamos aos shows de sábado:

Ricardo Cruz, Nobuo Yamada, Eizo Sakamoto e HATTORI HANZO

Apesar da mistura de inglês e japonês, foi surpreendente ver que o público cantou junto as duas primeiras músicas apresentadas por Ricardo Cruz ao lado da banda HATTORI HANZO. O brasileiro é o único "estrangeiro" componente da banda JAM Project (acrônimo para Japan Animationsongs Makers Project) e é bastante conhecido por interpretar músicas de animes e tokusatsus. Com arranjos cheios de peso, com características de power metal, bateria ultra-rápida de Vicente Ferreira (IN NO SENSE) e solos de guitarra marcantes por Cesário Filho, a banda, com muita competência, empolgava mesmo quem não era versado no assunto.

Ricardo Cruz. Foto: Marcelo Sousa

Ricardo Cruz e Cesário Filho. Foto: Marcelo Sousa

Vicente Ferreira. Foto: Marcelo Sousa

Para a terceira música, entra a figura de Eizo Sakamoto, considerado por muitos o maior artista de heavy-metal do Japão. O japonês é a voz da banda Animetal, que mistura animesongs com o poder do heavy metal. Com um timbre que lembra nomes como DORO, maquiagem meio Eric Singer/Peter Criss, meio corpse paint e casaco de onça como um hard-rocker, Sakamoto disparou agudos e fez o show enveredar por um caminho ainda mais pesado, ainda que o conteúdo lírico tratasse de um desenho animado. E ainda deu uma de OZZY ao agradecer ao final da música com o que pareceu, repito, pareceu, ser um "Obrigado Uecifeee" (Recife).

Eizo Sakamoto. Foto: Marcelo Sousa

Eizo Sakamoto. Foto: Marcelo Sousa

Sai Eizo e entra Nobuo Yamada, também conhecido cantor de trilhas sonoras, cantando o tema de Cavaleiros do Zodíaco, com menos peso que o vocalista anterior. O trio de vocalistas, Ricardo, Eizo e Nobuo, continuaria se revesando até o final do show, às vezes se dirigindo a plateia em japonês com Ricardo fazendo a ponte entre os dois vocalistas e o público. "Estou muito feliz de estar em Fortaleza com o Nobuo e fazer esse show que tá foda", disse Eizo em seu idioma.

O tema de Kamen Rider Black RX, por Eizo Sakamoto, aparece no set como uma canção realmente empolgante, com baixo sobrando e tecladista dando uma de guitarrista. Na seguinte, com vocais de Nobuo, o guitarrista Cesário Filho, discípulo aplicado de MALMSTEEN e PAUL GILBERT, entrega um solo arrasador.

Mais uma vez no palco, Ricardo Cruz faz um medley homenageando os metal heroes dos seriados da extinta TV Manchete (faltou o Jaspion), para, em seguida apresentar "On The Rocks", música que dá nome ao seu primeiro CD autoral, homenageando o estilo tokusatsu. Quando o metal hero (em outra conotação) Eizo Sakamoto volta ao palco já dispara: "Vocês gostam de heavy metal?", botando fogo no Centro de Eventos com "The Trooper", do IRON MAIDEN, e o competente Cesário Filho se dividindo em três.

Já com Nobuo, "Go On Fighting", apresentada como uma canção incidental de batalha, que tem realmente intro matadora, mas que, na opinião deste redator, perde para "Football Fight", do QUEEN, na trilha sonora de Flash Gordon. O show continua com o público com as mãos pra cima, viajando nas trilhas sonoras com uma roupagem heavy metal de seus seriados favoritos. Ricardo disse que "Fortaleza é um dos shows mais animados do Brasil inteiro, se não for o mais animado". Eizo diz que "vai se esforçar para voltar a Fortaleza". Nobuo, pela terceira vez no Sana e décima-sexta vez no Brasil afirma que "está tão acostumado que nem diz mais konichi wa". Ricardo ainda sugere que Eizo e Nobuo comprem uma casa em Fortaleza, ou Jericoacoara. Os três vocalistas encerram o show cantando juntos "Soldier Dream", segunda abertura de Saint Seiya, seguida de "Pegasus Fantasy" com um trecho em português que emocionou o público.

Nossos ouvidos podem não estar acostumados à musicalidade do idioma japonês da mesma forma que estão à dos anglo-saxões, mas, os vocais de Eizo, os solos, as levadas de baixo requerem atenção mais apurada. Falando de rock e metal, Nobuo e Ricardo entregam aquilo que prometem, mas, Eizo Sakamoto é um nome que merece ser mais conhecido pelos metalheads.

Foto: Marcelo Sousa

ALMAH

Foto: Marcelo Sousa

Foto: Marcelo Sousa

Foto: Marcelo Sousa

O show começou com a bombástica "Hypnotized", seguida da ótima "Beyond Tomorrow". Edu Falaschi declarou que "estava feliz em voltar ao SANA, agora com sua banda completa, o ALMAH". Anteriormente, o vocalista já tinha se apresentado cantando temas de animes e tokusatsus. Agora era hora de celebrar as composições do ALMAH, com os solos cheios de feeling de Marcelo Barbosa, a empolgação de Diogo Mafra, a cozinha precisa de Rafael Dafras e do simpático Marcelo Moreira e a memória do grande Paulo Schroeber.

Foto: Marcelo Sousa

Do mais recente lançamento do ALMAH, "Unfold", vem "Raise The Sun". É preciso repetir o comentário que já fiz quando resenhei o mais recente lançamento da ex-banda de Falaschi, o ANGRA. Em músicas como "Children of The Grave" (a seguinte na sequência) e "Heroes of Sand" (do ANGRA), a presença de um tecladista no palco faz falta. É claro, isto poderia aumentar o custo da turnê e foi o próprio Edu que gravou os teclados na gravação original, quando o ALMAH ainda era apenas o seu projeto paralelo, mas há um certo desconforto em perceber que nem todo som que está saindo dos falantes está sendo executado ali naquele instante (uma intro aqui outra ali, tudo bem). Fica como sugestão, não como crítica.

Foto: Marcelo Sousa

Antes da próxima, Edu avisa que está filmando tudo para o próximo vídeo-clipe da banda (inclusive, todos os instrumentos tem uma câmera atachada a eles) e "quer ver a galera do Sana insana". A música é "Believer" e o público atende ao pedido e até chega a fazer roda. Por alguns instantes apenas. Os seguranças, não sabedores da energia que rola em um show de rock entraram no meio do circle e acabaram com a festa (mesmo com o pedido de Edu).

Foto: Marcelo Sousa

O show segue com "Birds of Pray", a já citada "Heroes of Sand", dedicada por Edu ao público, afirmando que esta é uma das canções que alavancaram sua carreira na banda paulista. Cada solo de Marcelo Barbosa levava o público ao delírio. Uma das mais belas canções do ALMAH, cartão de visitas onde quer que a banda se apresente, "Days of The New" não poderia faltar e não faltou. Aqui, apesar dos backing vocais serem a cereja do bolo, apenas Edu Falaschi segura um microfone no palco. Corta um pouco o tesão não ver alguém assumindo os trechos cantados por Edu Cominato em "Motion". E é um problema bem mais simples de resolver do que transformar a banda num sexteto ou contratar um músico convidado para as teclas. Garotada, vocês mandam ver. Vamos fazer os backing vocais pra ficar tudo perfeito. Não fica como sugestão. Fica como crítica mesmo.

Foto: Marcelo Sousa

Os clamores que parte do público vinha fazendo desde o início do show por "Nova Era" chegaram a Edu Falaschi, mas quem veio em seu lugar foi a bela "Late Night in 85" e a cataclismática "Traice of Trait", com a voz de Edu soando bem em seu timbre original. A galera não resistiu e fez roda de novo, a despeito da proibição do recinto, até alguém cair ou deixar cair alguma coisa e a turma fazer o montinho para protegê-lo. Aprendam, seguranças. Isto é um show de rock.

Foto: Marcelo Sousa

Antes de "Torn", Edu recebe um martelo de cosplay e Marcelo Moreira, competindo em simpatia com o vocalista, tenta usá-lo na bateria. O mesmo Marcelo quase não desgrudava de sua cerveja, tomando um gole sempre que ficava com uma das mãos livres.São momentos memoráveis que só podem acontecer num evento como esses, reunindo heavy-metal e cultura oriental. Infelizmente, sem photo pit e sem acesso ao frontstage neste show ficamos sem uma foto melhor deste momento.

Foto: Marcelo Sousa

"Fortaleza é foda sempre", comenta Edu. "Não dá pra fazer um show em Fortaleza toda semana?", conclui.

Foto: Marcelo Sousa

Foto: Marcelo Sousa

"Warm Wind" dá uma acalmada nos ânimos, com parte do público assistindo ao show num grande abraço múltiplo. Felizmente, logo vem "Living and Drifting", outra grande pedrada do ALMAH, para acabar com toda aquela choradeira. Letra linda, solo lindo, música linda.

Edu Falaschi ainda divide uma versão quase "a capella" de "Pegasus Fantasy" com o público e Marcelo Moreira na bateria. O vocalista também contou sobre uma capivara que invadiu a pista (deu uma de Cid Gomes) e foi atropelada pelo avião anterior ao que os trouxe a Fortaleza, causando o atraso no vôo.

É aí que vem "Wings of Revolution", que o assou despercebida pela FIFA, mas poderia muito bem estar junto a "Thunderstruck" do AC/DC na trilha sonora da Copa (seria melhor que aquela bobagem com a CLAUDIA LEITTE). Atenção, COI. Abra o olho pro Rio2016.

Foto: Marcelo Sousa

Aquela noite, infelizmente, tinha que chegar ao fim e "King" fechou com brilhantismo o setlist, inclusive com Diogo Mafra e Marcelo Barbosa exibindo virtuosismo dividindo a mesma guitarra. Ainda houve tempo para uma versão jam de "Believer" que encerrou o show.

Foto: Marcelo Sousa

No dia seguinte, subiram ao mesmo palco a banda japonesa BACK-ON, também especialista em trilhas sonoras para seriados japoneses com um som que vai do rock ao pop passando pelo rap (em alguns momentos lembra LINKIN PARK) e os vocalistas SHI-NO (da também japonesa GRAM∞MARIA) e Yuki (RICE, ex-RAPHAEL).

Sayonara, SANA. Mesmo com os pontos a corrigir relatados, o festival mostrou mais uma vez sua força e garante que a próxima edição será aguardada ansiosamente por otakus, geeks e, a partir de agora, metalheads de todo o Ceará.

Agradecimentos à coordenação do evento pelo credenciamento, em especial a Caio Túlio Costa.

Crédito de todas as fotos (exceto Parada Cosplay): Marcelo Sousa
Fotos da Parada Cosplay: Daniel Tavares

Veja mais fotos em
https://www.facebook.com/marcelo.sousa.31105674/media_set?se...

Mais fotos também no Instagram do SANA
http://instagram.com/sana_fcnb

HATTORI HANZO line up
Vocal - Graça Santtos
Cesário Filho - Guitarra
Nathiel Silva - Teclado
Vicente Ferreira - Bateria
Juvencio Linhares - Baixo
Músicos convidados: Joelder Amora - Saxophone; Flauta; Teclado João Filho - Trompete Carlos Fernando - Trombone

Setlist Ricardo Cruz, EIZO SAKAMOTO, NOBUO YAMADA e HATTORI HANZO

1. Guren No Yumiya / Go!
2. Cha-La Head Cha-La
3. Pegasus
4. We are!
5. Kamen Rider Black RX
6. Can't Say Goodbye
7. Metal Hero Medley
8. On The Rocks!
9. Zankoku Na Tenshi No Teeze
10. The Trooper (IRON MAIDEN)
11. We Gotta Power
12. Go On Fighting
13. Never
14. Haruka Kanata
15. Butter Fly
16. Blue Forever
17. Soldier Dream
18. Pegasus Fantasy

Line Up ALMAH

Edu Falaschi - Vocal
Marcelo Barbosa
Marcelo Moreira
Raphael Dafras
Diogo Mafra

Setlist ALMAH

1. Hipnotized
2. Beyond Tomorrow
3. Raise The Sun
4. Children of Lies
5. Believer
6. Beware The Stroke
7. Birds of Prey
8. Days of The New
9. Heroes of Sand
10. Late Night in 85
11. The Hostage
12. Torn
13. Trace of Trait
14. Warm Wind
15. Living and Drifting
16. Wings of Revolution
17. King
18. Believer (reprise)

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Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

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