Parkway Drive e Heaven Shall Burn: I-N-E-S-Q-U-E-C-Í-V-E-L

Resenha - Parkway Drive, Heaven Shall Burn e Bayside Kings (Carioca Club, SP, 08/02/2014)

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Por Durr Campos
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

É por nada não, mas este que vos escreve já assistiu uma quantidade considerável de shows ao longo dessa estrada da vida. “Se chorei ou se sorri...” é outro papo, mas preciso registrar que nunca, repito, nunca presenciei algo como ocorreu no último sábado no Carioca Club, capital paulista, quando estiveram no mesmo palco – não ao mesmo tempo – as bandas BAYSIDE KINGS, HEAVEN SHALL BURN e o protagonista – tanto da noite quanto de minha empolgação supracitada – PARKWAY DRIVE. Confesso que da primeira não conhecia nada (vergonha!), dos alemães um tanto e da derradeira mencionada muito, mas muito pouco. Eu os via como um “Napalm Death vai à praia”, algo que não é tão distante da verdade, mas limitava-me em alguns vídeos e canções soltas aqui e acolá. Resultado: pirei! Creio que o calor absurdo tenha ajudado, bem como algumas cervejas a mais as quais “utilizei” como alento às altas temperaturas (desculpa de bêbado!). Só sei que o evento entrou fácil em minha lista de melhores de todos os tempos! Agradeço à Liberation Music pela façanha e, em tempo, ao Luciano Piantonni, assessor de imprensa, pela atenção de sempre. Vamos ver se a memória não me falha nas linhas a seguir. Sorte a minha as fotos do Diego estarem tão boas, assim roubam toda a atenção ;)

Texto: Durr Campos
Fotos: Diego Cabral da Camara - galeria completa no link abaixo.
Fotos: Parkway Drive, Heaven Shall Burn e Bayside Kings em SP

BAYSIDE KINGS

Diretamente de Santos, os reis da Baixada provaram sua majestade pelo show incrível apresentado. Sei que alguns leitores irão escrever “não é novidade...”, mas como afirmei na introdução eu os conheci ali, o que não me orgulha em nada. Impressiona o traquejo do quinteto e seu ‘Modus operandi’ perante um público com suas letras na ponta da língua. Detalhe para o Carioca já quase lotado quando a rapaziada detonava seu set. O ‘rolê’ transbordava amizade, dentro e fora do palco, muito respeito e atitude. Ora, estamos a falar de um dos nomes mais fortes do hardcore brasileiro, agora sei disso. Particularmente percebi referências ao Biohazard, Madball, Agnostic Front, Sick Of It All e até algo de R.D.P. no som do Bayside Kings.

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A roda foi aberta já nos primeiros acordes e assim ficou até a cortina se fechar pela última vez naquela feita. Eles vieram já na pegada certa, inclusive na noite anterior abriram o show do Bad Religion para mais de 2500 pessoas em sua cidade natal. E já que a galera não podia subir no palco valia “audience-diving”, isto é, um subindo no outro; houve até quem levasse tubarão, golfinho, jacaré e jet ski infláveis. Dentre o ritos tocados cito a primeira “My Freedom”, a p(f)oderosa “Warship”, “Get Up and Try Again”, “Bigger Than Me and You”, o cover majestoso do Suicidal Tendencies para “Cyco Vison”, a ótima “Share 2 Multiply” e o ‘hit’ “Still Strong”, detentora de um vídeo muito legal. Você confere a seguir. Enfim, só me resta ficar de olho na agenda do grupo e vê-lo de novo em ação, u-r-g-e-n-t-e!

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Line-up Bayside Kings
Milton (vocal)
Leo (guitarra/vocal)
Teteu (guitarra/vocal)
Manolo (baixo)
David Kid (bateria)

Set-list Bayside Kings
My Freedom
Warship
Live Dead Inside
Get Up and Try Again
Bigger Than Me and You
Refuse To Sink
Triumph
Cyco Vison (cover do Suicidal Tendencies)
Takedown,
Share 2 Multiply
Still Strong

Links Relacionados Bayside Kings
http://baysidekings.tumblr.com
http:/www.tramavirtual.com/baysidekings(free mp3)
http://www.facebook.com/baysidekings
http://twiter.com/baysidekings
baysidekings013@gmail.com

HEAVEN SHALL BURN

Quando a banda alemã veio ao Brasil pela terceira vez há sete anos (antes esteve em 2002 e 2004), sua música já gozava de boa popularidade por esses lados, inclusive “Deaf to Our Prayers” (2006), disco o qual vieram promover à época, tornou-se item bastante querido após a visita. De lá retiraram para esta terceira investida “Counterweight”, “Profane Believers”, “Trespassing the Shores of Your World”, esta responsável por encerrar o brutal concerto. No entanto, escolheram o soberbo “Antigone” (2004), terceiro em sua agraciada discografia [se não contarmos o EP "In Battle There Is No Law" (1998)], para iniciar o pandemônio. Após o alvoroço geral com a intro “Echoes", os músicos surgiram quase que ao mesmo tempo e já com a audiência ganha mandaram “The Weapon They Fear”, uma de suas mais inspiradas, perdão pelo clichê. Em tempo, o tema inicial é uma das contribuições do músico islandês Ólafur Arnalds ao álbum em questão. ‘By the way’, as demais são “Risandi Von” e “Deyjandi Von”, todas baseadas em violino e piano acrescidos de alguns ‘noises’.

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O mais recente, “Veto” (2013), fora lembrado com “Land of the Upright Ones” e seu groove sensacional. Os bumbos duplos insanos de Christian Bass nos remete ao debut do Fear Factory, “Soul of a New Machine” (1992), o que é um baita elogio, deixemos claro. A dobradinha do “Invictus (Iconoclast III)” (2010) trouxe a fervorosa “Combat” e “The Omen”, grata surpresa no repertório. Antes de tocarem, porém, o vocalista Marcus Bischoff encontrou um par de óculos, brincou com ele e perguntou se os fãs estavam preparados para mais pancadaria sonora. Que palhetada precisa aquela no final. A postura do HSB revelou-se na seguinte, o hino vegano “Voice of the Voiceless”. A letra desta pode conectá-la também ao mais famoso genocídio da história mundial, mas de fato é sobre o abate de animais quando Marcus berra “(...) A barbárie e o assassinato estão por todo lado/ Uma ética desprezível, remanescente/ Pelos mais fracos dos fracos/ Pelos mais baixos dos baixos/ Minha voz pelos sem voz/ Meus punhos pelos inocentes” (Nota do redator: Tradução livre do original “Barbarity and slaughter are everywhere/ A contemptible ethic, a relict/ For the weakest of the weak/ For the lowest of the low/ My voice for the voiceless/ My fists for the innocent”).

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Sem muito papo, a bela intro “Awoken” deu lugar à “Endzeit”, música cujo título é grafado em alemão (significa “Fim dos Tempos”), mas a letra é cantada na língua inglesa. Sendo um de seus maiores sucesso comerciais, deixo o clipe dela ao fim deste parágrafo. Quem acompanha o Heaven Shall Burn mais de perto já notou a afeição da banda para gravar covers. A maioria dos álbuns traz pelo menos um, daí já teve de tudo, dentre eles: Paradise Lost (“True Belief”), Tiamat (“Whatever That Hurts”), Therapy? (“Nowhere”), Blind Guardian (“Valhalla”), Killing Joke (“European Super State”), Life of Agony (“River Runs Red”) e a tocada da vez, “Black Tears”, brilhante versão de um dos muitos clássicos do Edge of Sanity, uma das bandas de death metal mais importantes da Suécia. Caso queria ouvi-la na sua faceta em estúdio basta pegar o seu “Iconoclast (Part 1: The Final Resistance)” (2008) e mandar ver. Peço licença para discorrer um pouco mais sobre a cantiga. O “Purgatory Afterglow” (1994), álbum do Edge of Sanity de onde saiu a supracitada, foi um disco dedicado ao Kurt Cobain em mais uma prova da liberdade criativa com que Dan Swanö sempre imprime aos seus trabalhos. Assista aos vídeos da versão original e da releitura e escolha sua favorita. Está logo abaixo. Danke ein nochmal, Jungs!

Vídeo de “Endzeit” do Heaven Shall Burn:

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Cover de “Black Tears” feita pelo Heaven Shall Burn (video official):

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Versão original do Edge of Sanity para “Black Tears”:

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Line-up Heaven Shall Burn
Marcus Bischoff – vocais
Maik Weichert – guitarra
Alexander Dietz – guitarra
Eric Bischoff – baixo
Christian Bass – bateria

Set-list Heaven Shall Burn
Intro
The Weapon They Fear
Counterweight
Profane Believers
Land of the Upright Ones
Combat
The Omen
Hunters Will Be Hunted
Voice of the Voiceless
Awoken
Endzeit
Black Tears (cover do Edge of Sanity)
Trespassing the Shores of Your World

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PARKWAY DRIVE

Pouco após as 20h os surfistas australianos estavam lá “para a nossa alegria”. Eu cheguei a duvidar por um instante se depois do cataclisma germânico haveria forças naqueles seres castigados pelo extremo calor, mas cala-te boca porque parecia que a noite começara naquele instante. Bastou “Sparks” iniciar para a energia renovar-se como em um passe de parafina! Já que o papo era com o mais recente “Atlas” (2012) seguiram com a excelente “Old Ghost / New Regrets” e ali ficava clara uma das características mais latentes do Parkway Drive: não há espaço para vocais limpos como em boa parte dos nomes similares no metalcore. Por conta disso acabei os conectando ao Hatebreed e em menor proporção ao The Black Dahlia Murder. Logicamente há elementos de Killswitch Engage, In Flames e até Pennywise se analisarmos as belas melodias de guitarra em praticamente todas as canções, mas não adianta refutar: os caras possuem estilo único.

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O aclamado pela crítica “Deep Blue” (2010) foi logo apontado através de duas das melhores ali, na ordem “Sleepwalker” e “Karma”. Lembra dos infláveis que mencionei mais acima? Pois eles deram um show à parte nas mãos da plateia e protagonizaram momentos engraçadíssimos com alguns tentando subir nos objetos que já estavam flutuando na massa. Por segundos cheguei a observar tentativas bem sucedidas, mas a intenção era cair na brincadeira mesmo. Aliás, cair é um verbo adequado se lembrarmos dos “camarote-divings” durante boa parte da apresentação. Você não leu errado, caro leitor, houve gente pulando da parte superior da casa nos braços/costas/ombros da galera. Aquilo chegou a me preocupar, pois não queria ver ninguém se machucando. Felizmente nada de grave ocorreu que tenha chegado aos meus ouvidos.

Parecia que seria assim, com duos representando cada disco. O clássico “Idols and Anchors” e a extremamente linda “Boneyards” foram responsáveis pelo “Horizons” (2007) figurar ali no set. Aquele trabalho foi produzido pelo Adam Dutkiewicz (Killswitch Engage) e entrou em ótimas posições nos charts. Curiosidade: Uma das músicas, “Feed Them To The Pigs”, infelizmente não tocada, foi batizada em homenagem ao filme “Snatch”, do diretor Guy Ritchie, também lembrado como ex-marido da cantora Madonna. O arquétipo colocado no início deste parágrafo foi quebrado ao anunciarem a ‘balada’(?) “Dark Days”, daquelas que enganam nas primeiras notas e descambam para a porradaria desenfreada. A seguinte foi reconhecida por uma singela batida no prato. Sim, “Deliver Me” transborda jovialidade, frescor e agressividade litorânea como poucas vezes ouvida. Metal puro, linha insana do baterista de Ben Gordon e peso absoluto nas seis cordas. Aliás, dezesseis se somarmos todas em cena. Amo esta! O vocalista Winston McCall aparentemente levou um soco ‘nas partes’ por um fã mais afoito, porém sem intenção alguma em machucar seu ídolo, mas mesmo assim acabou expulso de acordo as regras da produção de não invasão ao palco.

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“Vocês conhecem esta”, afirma Winston, pouco antes de “The River” ser cantada em uníssono em um dos momentos mais belos e emocionantes de todo o show. O golfinho inflável caiu nas graças da banda e o guitarrista Jeff Ling não perdeu a chance de sentar no dito arrancando gargalhadas. O frontman até brincou: “cavalgue o Free Willy, cara”! Outra que simplesmente fez o Parkway Drive se chocar devido à reação de seus fãs foi “Home Is for the Heartless”. Visivelmente perplexos devolveram a gentileza ao executarem uma das versões mais brutais e exatas dela. Se duvidar verifica no YouTube! “Vamos mandar uma bem antiga, se souberem a letra nos ajude, caso contrário tudo bem”, disse McCall ao anunciar a ode “Romance Is Dead”, uma aula de como se unir metal e hardcore. A soalheira era tamanha que o cara ajoelhou antes de tomar sua centésima garrafa d’água. Muito atenciosos, a moçada sempre jogava algumas para o público do fervo.

“Swing” abriu a maior e mais bem sincronizada roda da noite. Era uma grande festa aquilo lá, uma celebração à música pesada. Ah! Mais gente pulando do camarote também. Em “Wild Eyes”, pedida sob um coro sobrenatural, o palco estava tão liso que o baixista Jia O'Connor caiu, mas sem perder o molejo. Pode parecer maldoso, mas ficou muito bom vê-lo finalizar o tema ali mesmo no chão e girando como em um passo de ‘street dance’. A turma já sabia quem viria depois, tanto que berravam o nome dela. Sabemos qual era, não é? Com “Carrion”, a mesma que encerrou o concerto daquele dia 12 de novembro de 2011 no idêntico local, o sentimento de saudosismo invadiu o Carioca Club e promoveu um último momento de confraternização à ressumada e afável multidão. Inesquecível!

Line-up Parkway Drive
Winston McCall – vocal
Jeff Ling – guitarrista
Luke Kilpatrick – guitarrista
Jia O'Connor – baixista
Ben Gordon – baterista

Set-list Parkway Drive
Sparks
Old Ghost / New Regrets
Sleepwalker
Karma
Idols and Anchors
Boneyards
Dark Days
Deliver Me
The River
Home Is for the Heartless
Romance Is Dead
Swing
Wild Eyes
Encore:
Carrion

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Sobre Durr Campos

Graduado em Jornalismo, o autor já atuou em diversos segmentos de sua área, mas a paixão pela música que tanto ama sempre falou mais alto e lá foi ele se aventurar pela Alemanha, país onde reside atualmente e possui família. Lendo seus diversos artigos, reviews e traduções publicados aqui no site, pode-se ter uma ideia do leque de estilos que fazem sua cabeça. Como costuma dizer, não vê problema algum em colocar para tocar um Scum do Napalm Death, seguido de Substance do New Order ou Black Celebration do Depeche Mode, daí viajar no tempo com Stormbringer do Deep Purple, se acabar ao som do Bounded By Blood do Exodus e finalizar o dia com alguma coisa do ABBA ou Impetigo. Simples assim.

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