Resenha - Paul McCartney (Passagem de Som, Mineirão, Belo Horizonte, 04/05/13)

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Resenha - Paul McCartney (Passagem de Som, Mineirão, Belo Horizonte, 04/05/13)

Postado por Charles e Eduardo Bianchi Rolim

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Para a felicidade dos fãs, pouco mais de um ano depois da passagem da turnê “On The Run” pelo Brasil, Paul McCartney começou no país a nova digressão “Out There!”, um motivo de orgulho para todos nós. Como em 2012, eu e minha esposa compramos o pacote HOT SOUND assim que as vendas começaram (28 de março), apostando que esta seria a opção menos “sofrida”, embora muito mais cara, e viajamos com folgada antecedência, a fim de repousar bastante antes do grande dia.

O texto representa a opinião do autor, não do Whiplash.Net ou de seus editores.

Por Charles de Freitas.

Saímos de casa em 1.º de maio, pouco depois das 18 horas, e pegamos o avião no aeroporto de Viracopos em Campinas, chegando a Belo Horizonte ainda na noite de quarta-feira. Gostamos muito do hotel onde nos hospedamos na Capital mineira, o Clarion Lourdes. Na manhã do dia 2, fomos até o Mineirão, a fim de já conhecer o local, ter uma noção do tempo que levaríamos para chegar até lá no dia do show e retirar um ingresso “extra” que eu havia comprado para guardar intacto, como recordação. Já havia fila na bilheteria do estádio para a retirada de ingressos… dessa vez, os ingressos eram mais simples que nos anos anteriores, o que talvez tenha a ver com o barateamento dos preços.

Segundo o e-mail que havíamos recebido em 26 de abril, teríamos que estar junto à entrada do Setor Norte do estádio às 13 horas do sábado. Mas quem disse que aguentamos esperar? Mesmo com o dia prometendo ser um lindo sábado de sol, saímos do hotel às 10h45min e às 11h02min já estávamos diante do Mineirão… atrás de uma longa fila que se estendia pela calçada e já dava volta, avistamos um portão com a placa do HOT SOUND, diante do qual entre cinco e dez pessoas já estavam a postos. Desde a nossa chegada, não demorou muito para que as pessoas que se encontravam ali começassem a fugir do sol. Às 11h28min, fomos nos sentar no canteiro central da Avenida Antônio Abraão Caram, em busca de sombra, ficando, porém, de olho no “nosso” portão. Como previsível, o “martírio” começara – e, por ser o primeiro show da turnê, com todos os desdobramentos a isso inerentes, era preciso viver cada etapa por vez, sem se preocupar demais com as seguintes, sob pena de pirar antes da passagem de som começar…

Quinze minutos depois, vimos colocarem grades divisórias diante do portão do HOT SOUND. Às 11h54min, “mudaram” o local da nossa entrada: colocaram a placa um pouco mais à esquerda, na grade do estádio, e abriram o portão onde ela estava antes. Percebemos que algumas pessoas começaram a entrar por ali, então fomos até lá e também entramos, caminhando até um pequeno restaurante Spoleto, próximo ao qual ficamos em pé, na sombra. Todavia, dez minutos depois nos pediram para sair de lá, dizendo que a entrada do HOT SOUND não seria ali e que o portão só havia sido aberto para dar acesso ao restaurante… ficamos então lá fora, junto à grade onde havia sido colocada a placa do HOT SOUND. Reencontramos ali a jovem Júlia e seu pai, que havíamos conhecido no show do Ringo no Rio, em 2011.

Pouco depois, nos pediram para formar a fila rente à grade e disseram que iam tentar adiantar a nossa entrada, para não ficarmos muito tempo no sol. Durante a espera, recebemos bexigas (balões) e folhas de papel com mensagens de agradecimento (“Thank You!”) impressas. O sol não dava trégua e logo comemos as maçãs que havíamos levado, tentando manter o organismo alimentado.

A perspectiva de um atraso como o de 21 de abril de 2012 não era nada animadora, mas o tempo enfim passou e eram 13h07min quando nossa entrada foi autorizada (ufa!). Como a placa do HOT SOUND estava exatamente na grade que poderia ser aberta para entramos, preferiram abrir uma grade interna do caminho do restaurante Spoleto (a mais próxima de onde começava, lá fora, a nossa fila). Por ali, entramos já na primeira “leva”.

Como não haviam colocado grades isolando as diversas partes da nossa fila, que já estava dando voltas e voltas, teve “espertinho” que tentou passar na frente dos outros, mas foi barrado pelos seguranças, alertados pelos que se sentiam prejudicados. Mesmo no caminho até o posto de revista as pessoas que estavam mais na frente souberam impor um certo respeito (uma jovem que lá fora dizia que não adiantava correr porque iam chamar as pessoas pela ordem alfabética do nome, foi uma que apressou o passo e quis ir passando na frente dos outros…). Caminhamos, já “de coração na boca”, até entrarmos num portão à direita e sermos organizados em fila indiana para a revista.

Às 13h11min passamos pelos dois seguranças que faziam a revista: abríamos bolsas e sacolas e eles davam uma olhada no que tinha dentro. Depois da revista, demos mais alguns passos adiante e aguardamos a chamada para receber os ingressos e as pulseiras. Naquele momento, uma moça examinou o cartão de crédito que usamos na compra do “pacote”, a respectiva fatura e nossas carteiras de motorista (documentos com foto). Quando chegou a hora, ela nos liberou (eram 13h14min). Fomos até um balcão à esquerda da fila, colocado sob a cobertura de uma escadaria que dava acesso a um piso inferior, onde minha esposa só forneceu seu nome e assinou uma espécie de “lista de presença/recibo” para recebemos nossas pulseiras e nossos ingressos (que, surpreendentemente, não foram destacados!).

Depois de descermos a escadaria, já estávamos na entrada da “recepção”, ao som de Press. À nossa direita, logo na “boca”, havia outro balcão, onde cortaram as pontas (excessos) das nossas pulseiras e ganhamos, cada um, uma credencial e uma sacola contendo uma camiseta (faltou, dessa vez, a “tradicional” revista da turnê, uai!…).

O salão ficava à direita do final da escadaria e contava com sanitários próprios, espaçosos e limpos. Quando nos acomodamos no salão, garçons serviam os primeiros aperitivos a quem já havia entrado, demonstrando uma eficiência bem maior do que aquela que vimos em 2012. O som que ouvíamos vinha de vídeos extraídos do set “THE McCARTNEY YEARS”, os quais eram exibidos em telas espalhadas pelo restaurante, que estava todo muito bem arrumado. As mesas contavam com vasos de flores, pratos, talheres e guardanapos, como era de se esperar. Porém, havia também porta-copos (“bolachas”) com o nome da turnê e um enfeite de mesa com a “foto oficial” da “Out There!” (até a hora de sairmos dali, já não víamos mais nenhum deles sobre as mesas…).

Eram 13h55min quando, já mais ou menos satisfeito, parei de comer (os aperitivos) e de beber (suco de laranja), achando que ia ficar só nisso, como em Recife. Cerca de meia hora depois, um dos organizadores falou sobre “como é” o HOT SOUND, explicando que, por volta das 15h30min, quando a segurança liberasse, seríamos levados até o local de onde assistiríamos a passagem de som, que duraria aproximadamente uma hora. Segundo ele, éramos 250 pessoas.

Depois disso, para nossa surpresa, por volta das 14h35min, começaram a servir um almoço, em sistema self service. Mesmo sabendo que não era muito prudente comer e beber ainda mais, acabei almoçando um pouco, enquanto a cabeça inevitavelmente já começava a pensar na passagem de som.

Com o passar do tempo, o nervosismo foi crescendo, conforme ficou claro que a passagem de som iria atrasar. Aos poucos as pessoas foram se aglomerando em um local que parecia ser a nossa futura saída e de onde era possível ver “as costas” do palco, mas depois nos avisaram que a saída não teria como ser por ali. Às 15h54min, nervos à flor da pele, e observando a movimentação dos organizadores, nos aglomeramos perto da escadaria por onde havíamos descido. Ali, à esquerda de onde descemos, havia uma cortina atrás da qual parecia existir uma saída.

Às 16h abriram a cortina para a passagem das primeiras cinquenta pessoas, entre as quais estávamos nós. Realmente, a “saída” era por ali. Seguranças pediram para andarmos junto à parede à esquerda, em fila indiana, e ficaram à nossa direita para impedirem “ultrapassagens proibidas” dos “espertinhos”… a caminhada foi feita em etapas, com idas e paradas. Saímos à direita, passamos entre cadeiras, viramos à esquerda, depois à direita e descemos uma escada. Às 16h09min chegamos à pista do Mineirão, acreditando que seria a primeira e última vez, pelo menos naquele sábado.

Em dois minutos, nos posicionamos no “curralzinho” montado no meio do campo, de onde os fãs iriam assistir à passagem de som. O espaço já estava totalmente sob a sombra do próprio estádio, o que significava que, assim como em 2012, não precisávamos mais nos preocupar com o sol. No tempo em que ficamos lá, foram distribuídos gratuitamente copos de água mineral. Sem dúvida, a organização estava muito melhor que no ano anterior. Mas o nosso nervosismo…

Eram 16h16min quando o baterista Abe perguntou como estávamos e falou que iríamos nos divertir naquela noite (tudo em Inglês). O que será que eles iriam “aprontar”? Que surpresas teriam eles para aquele show inaugural da turnê?

O pessoal ficou gritando o nome dele, mas por pouco tempo… às 16h17min Paul entrou no palco, de camisa azul claro e colete preto. Gritaria total. O que eu poderia esperar dessa passagem de som? Na verdade, depois de Ebony And Ivory, um clássico dos anos 80 na passagem de som de 2012, eu queria muito que ele nos (me) brindasse com uma do álbum “FLAMING PIE”, dos anos 90. Se isso acontecesse, todo o meu dia já estaria “mais do que ganho”, mesmo que depois o show fosse idêntico a algum dos anteriores…

Paul nos saudou formalmente, com um “Good afternoon, ladies and gentlemen”. Leu um cartaz que dizia que tinham levado um uquelele para ele e disse (em Inglês) que gostaria de ver o instrumento.

Às 16h19min finalmente começou a “passagem de choro” (como diz o Eduardo…). Com a guitarra “psicodélica” que usa em Let Me Roll It, Paul tocou Honey Don’t, já me fazendo lembrar que teremos shows do Ringo em outubro, e Blue Suede Shoes. Depois dessas ele nos cumprimentou de novo (“Hi, everyone”) e nos “lembrou” (em Inglês) que estavam fazendo a passagem de som. Com o lendário baixo “Höfner”, fez Highway (com o telão mostrando as mesmas imagens que no show do Morumbi em 2010) e All My Loving. Ele chegou a perguntar se o som do baixo estava chegando até nós (o pessoal gritou que sim, mas eu achei que as guitarras estavam muito mais altas e estridentes do que o ideal). No piano preto, tocou C Moon e Don’t Let The Sun Catch You Crying. Em seguida, recebeu no palco alguns fãs que lhe presentearam com o uquelele (em Português, falou “obrigado” para eles).

Com o violão mais claro, Paul aparentou estar querendo começar Calico Skies, mas não foi adiante (só para aumentar minha expectativa e quase me “matar do coração”…). Ele fez então We Can Work It Out (os instrumentos e a gritaria do pessoal estavam muito altos no início e tive a impressão de Paul ter errado a letra naquele começo). Em seguida, tocou uma instrumental curtinha, que me deixou em dúvida se seria só um improviso mesmo ou um trecho de alguma música de seu novo álbum, que está para sair. O que Paul estaria pensando? O que estaria ele disposto a tentar no espetáculo daquele sábado? Teria ele ainda alguma dúvida sobre o repertório do tão importante show de estreia da nova turnê mundial? De minha parte, naquela altura, já era capaz de ouvir ele tocar And I Love Her e achar que era Helter Skelter…

Depois veio Midnight Special, que ele apresentou como sendo sobre um trem, explicando que, segundo a história, o condenado que fosse iluminado pela luz desse trem, quando a composição passasse perto da prisão, acabaria sendo libertado. Até ali eu estava até “indo bem”, sem dar nenhum “vexame”, e já me conformando com o fato de que não ia ser dessa vez que ouviria alguma do “FLAMING PIE” ao vivo… então veio Calico Skies, num disparo certeiro. Pela vibração do pessoal, espero que Paul tenha percebido que essa música merecia já ter sido tocada em alguns shows no Brasil (no “tempo regulamentar”). Quanto a mim, só restou sentar e chorar, literalmente… minha esposa até perguntou se eu estava “passando mal”. Puxa… “passando mal”?? Ah, bem que eu achei que não devia ter almoçado…

Não obstante, sobrevivi, como nas outras vezes. Em seguida, enquanto eu me recuperava, Paul leu mais alguns cartazes, chegando a responder a algumas das mensagens, dando parabéns a quem fazia aniversário, dez anos de casado e até mesmo saudando uma suposta “filha” (aliás, ao longo do ensaio, ainda respondeu às vezes aos gritos de “I love you” de alguns fãs). Com o seu próprio uquelele (e depois com violão), cantou Something. Depois veio Bluebird (usando o violão escuro, com o adesivo “Wings”). No pianinho “psicodélico”, ele pareceu improvisar uma melodia, enquanto dizia “Brasil! Brasil! Brasil!”, e depois encerrou com Lady Madonna. Eram 17h09min quando Paul agradeceu nossa presença e disse que nos veria mais tarde (em Inglês). Eu, é claro, estava com o dia “mais do que ganho” e com a certeza de que não iria chorar muito no show, porque o estoque de lágrimas havia sido praticamente “zerado”…

Percebendo a movimentação das pessoas, tomamos posição no canto esquerdo do “curralzinho”, nos preparando para correr em direção à grade. Em meio à histeria, ouvimos até homem gritar “Paul, you are the man of my life!”. Mas era chegada a hora da “maratona”.

Porém, não liberaram a nossa saída para a pista. Nos disseram que deveríamos voltar até o salão onde havíamos almoçado, porque o Paul (que ainda estava no palco) ainda queria ensaiar algumas coisas que deveriam permanecer como “surpresa” (minha nossa, bem que a gente podia participar dessa “surpresa”, né?). Depois também disseram que tínhamos de retornar devido a “problemas técnicos”. Muita gente reclamou e a volta até o salão foi lenta, já começando a revelar traços de desorganização. Ficamos em pé no salão, apertados, esperando novas orientações. A mim pareceu que essa “mudança de planos” também surpreendeu o pessoal da organização. Algumas pessoas começaram a manifestar receio de que os portões do estádio fossem abertos antes que pudéssemos chegar à pista, relembrando o incidente do segundo show do Morumbi, em 2010.

Às 17h49min, depois de ouvirmos muitas manifestações de insatisfação, começaram a nos liberar para voltar à pista. Alguns seguranças iam “de ré”, na frente, para impedir a “debandada” das pessoas, enquanto outros formaram uma “cerca” à direita, para evitar que os “espertinhos” fizessem “ultrapassagens proibidas”. Mas dessa vez não teve fila indiana e, depois que saímos do corredor, alguns conseguiram passar na frente dos demais. Tinha gente reclamando, dizendo que nunca havia sido tão humilhada… uma companheira ao nosso lado direito comentou que a área do HOT SOUND parecia mais próxima do palco dessa vez, assim como as cadeiras.

Chegamos novamente à pista, dessa vez perto da grade, às 17h52min. Naquele instante, deu para ver no telão do fundo do palco uma cena (parada) do clipe de Your Mother Should Know (provavelmente era uma das coisas que o Paul não queria que víssemos…). Me estiquei no chão, diante do microfone do Paul, paralelamente à grade, com apenas duas pessoas entre ela e eu. Era hora de aguardar e tentar ficar sentado o maior tempo possível. Recebemos mais bexigas (balões) e mais folhas impressas com a mensagem “Thank You!”, uma celebração do sucesso da campanha “Paul, vem falar UAI!”. Eram 18h02min quando vi o pessoal da “Pista Premium” chegando.

Em 2013, o conforto e a organização oferecidos pelo pacote HOT SOUND foram sem dúvida maiores do que em 2012. Mas a emoção de estar presente à passagem de som é sempre incomparável, inclusive pelo lado humano que podemos observar. Quanto ao show do Mineirão, eu não esperava maiores alterações em relação ao repertório da turnê anterior, assim como não tivemos muitas mudanças entre as turnês “Up And Coming” e “On The Run”, embora o fato de ser o primeiro show da turnê evidentemente envolvesse, por si, um inevitável elemento surpresa. Para mim, por exemplo, parecia certo que, conforme indicavam shows anteriores, o novo espetáculo começaria com Hello Goodbye ou Magical Mystery Tour… isso significaria que, pela primeira vez, eu veria um show dele começar da mesma forma que outro espetáculo que já assistira… obrigado por não ter deixado isso acontecer, Paul! E “até a próxima vez!”.

Para ver fotos e links especiais, acesse a matéria original no Minuto HM:

http://minutohm.com/2013/05/26/cobertura-minuto-hm-paul-mcca...

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