Revolution Rock: Um ano após o MOA, São Luis mostra sua força

Resenha - Revolution Rock (Energy Club, São Luis, 20/04/2013)

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Por Pedro Lucas Sousa
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20 de abril. Essa data para os headbangers de todo Brasil trazem tristes lembranças. O que era para ser a realização de um sonho se tornou um pesadelo. Exatamente um ano atrás, milhares de metalheads presenciaram um dos maiores fiascos da historia da música no Brasil. Calote, prejuízo financeiro, físico e emocional, o MOA marcou para sempre a historia do metal nacional. Porém, em vez de chorar pelo leite derramado e amargar uma “mancha” na imagem, São Luis do Maranhão mostrou toda a força do seu metal no Revolution Rock.

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O evento aconteceu no Energy Club, casa de shows que tem tudo para se tornar um dos grandes points para shows na ilha. Excelente estrutura de som, luz e espaço. Apesar da distância e de ser um tanto difícil o acesso para quem depende de transporte público, os headbangers apareceram em peso, mostrando que quando a cena é forte, não há empecilho que impeça que o show aconteça.

A abertura do evento ficou por conta da banda Smoking Kills. Infelizmente, não consegui chegar a tempo de conferir, porém, analisando o show de estréia e os comentários que eu ouvi, foi um show de primeira! Os caras fazem um Rock And Roll visceral, em uma pegada bem AC/DC, mas sem parecer àquela cópia descarada que muitas bandas fazem por aí.

Logo após, subiu ao palco a banda Redbeer Club. De longe, a banda é um marco na cidade por trazer aquele revival do Hard Rock 80, juntamente com a banda Fúria Louca, que dessa vez não participou do evento. Músicos excelentes que esbanjaram técnica e versatilidade em uma apresentação empolgante. Pra completar ainda rolou um belíssimo cover de Beat The Bullet do Danger Danger, que foi um dos pontos altos do evento.

A brutalidade começou com os riffs matadores da Tanatron. O Power trio maranhense retornou com força total, mostrando que mesmo depois de tanto tempo parados, ainda são músicos competentes que fazer um death metal de qualidade, abrindo uma roda violenta! A banda tocou as músicas do seu EP chamado Trivial Chaos, que está sendo relançado agora e ainda surpreendeu o público ao fazer uma inusitada versão death de Iron Maiden. Destaque para os vocais ferozes de Nyelson Weber!

Para finalizar e saciar os headbanger sedentos por mais metal, os thrash demons aparecem para terminar de quebrar tudo! A Jack Devil foi a última banda da noite, responsável por fechar com chave ouro. O quarteto lançou oficialmente o seu ep, intitulado Faster Than Evil e faz jus ao nome! Poucas vezes vi uma banda local ter tanto domínio de público como esses caras que iniciaram uma epidemia de mosh‘s e circle pits que levaram a galera à loucura.

Eventos como o Revolution Rock carregam mais de um motivo para que o público maranhense tenha orgulho de sua cena local. Primeiro, é exemplo em qualidade de organização e estrutura, além de abrir espaço para as bandas autorais mostrarem seu trabalho.

Além disso, A Jack Devil anunciou que logo estará iniciando uma turnê nacional passando por vários estados e carregando a bandeira do nosso estado e mostrando que apesar de tudo, o metal maranhense não está morto e é forte o bastante para conquistar esse país!

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Sobre Pedro Lucas Sousa

Pedro Lucas é maranhense, vocalista, e viu no jornalismo uma chance de poder trabalhar com o que mais gosta. Adorador fiel do heavy metal, hard rock, folk/viking metal entre outros, mas possui um amor incondiconal pelo hard rock. Começou a colaborar com o Whiplash! recentemente enviando reviews e notícias.

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