Em 17/11/2012 | Resenha - Kiss (Arena Anhembi, São Paulo, 17/11/12)

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Resenha - Kiss (Arena Anhembi, São Paulo, 17/11/12)


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Existem algumas coisas na vida de um fã de Rock que remetem às melhores coisas da infância. Na vida de um roqueiro, não há nada mais colorido, mágico e fantástico do que a experiência de ter ouvido aquele vinil do Kiss que o pai tem guardado há anos ou de ver um vídeo antigo que um amigo mais velho mostrou. Quando surge a oportunidade de ouro de ver o circo e o espetáculo que a banda proporciona, não há como não agarrá-la e perder o sono por dias a fio até que chegue o momento esperado, talvez, por uma vida. No último dia 17 de Novembro, um sábado muito quente, a cidade de São Paulo teve, pela quinta vez em vinte e nove anos, a oportunidade de conferir o maior show de Rock do mundo, realizado pela intitulada “banda mais quente do mundo”: KISS!!!

O texto representa a opinião do autor, não do Whiplash.Net ou de seus editores.

Como se não bastasse a ansiedade de semanas esperando pelo dia, na quarta-feira imediatamente anterior ao show, Hugo Mariutti anunciou no Facebook e diversos meios de comunicação especializados no país oficializaram: ninguém menos que o Viper – que comemora em 2012 os vinte e cinco anos do lançamento de seu primeiro álbum, “Soldiers of Sunrise”, com uma turnê chamada “To Live Again”, reunindo a formação original quase inteira – abriria o evento, fazendo muitos headbangers pularem de felicidade (como este que escreve esta resenha, que planejou várias vezes, mas não conseguiu ver o histórico grupo em nenhuma data até então). A partir daí, cada vez que se pensava no show, tenho certeza que muitos tiveram a mesma sensação de frio incontrolável na barriga.

Dentro do ônibus e já nos arredores da Arena Anhembi, era possível perceber uma completa falta de organização na fila que aguardava, ansiosa, para adentrar o local. A ansiedade era potencializada pelo fato de não haver uma “pista premium”, proporcionando ainda mais magia ao evento, já que haveria a saudosa corrida pelo melhor lugar. Aliás, seria bom se isso voltasse a acontecer sempre; bandas como Aerosmith, Pearl Jam e AC/DC raramente ou nunca fazem shows com “pistas premium/ VIP”. De qualquer modo, os seguranças que deveriam cuidar da organização fora da Arena só atrapalharam: deixaram os que estavam nos primeiros lugares da fila mais nervosos, ainda mais quando anunciaram que o público não poderia entrar com comida ou água. Isso culminou num pequeno grupo que arrebentou as barreiras e saiu correndo para dentro da Arena; esses mesmos seguranças talvez tenham se redimido ao conseguir contornar a situação, evitando um tumulto entre as 25.000 pessoas presentes e, por conseguinte, até mesmo uma ou mais tragédias.

Depois de meio dia enfrentando fila, sol e suor, e finalmente dentro da Arena Anhembi, era possível ver o letreiro gigante e luminoso do Kiss (apagado) e uma bateria com o logo original do Viper. O coração de todo roqueiro brasileiro que se preze batia cada vez mais forte e ansioso conforme as horas foram passando. E então, o primeiro problema: Hugo Mariutti anunciara, via Facebook, que o Viper entraria no palco às 20:00 e, sabendo que o Kiss entraria às 21:30, não dava pra esperar que o “Soldiers of Sunrise” e o “Theatre of Fate” fossem executados na íntegra, como tem sido durante toda a turnê, mas dava pra esperar a maior parte disso. No entanto, a banda entrou no palco às 20:30, cortando o coração de quem esperava um show de média duração. Mesmo assim, e principalmente para aqueles que, como o autor desta resenha, não tiveram a oportunidade de ver a banda reunida até então, foi um prato mais do que cheio!

Quando o Viper foi anunciado, entraram no palco Guilherme Martin (bateria), Felipe Machado (guitarra e voz), Pit Passarel (baixo e voz) e o músico convidado Hugo Mariutti (guitarra e voz – ex-Shaman, ex-Henceforth e atual Remove Silence e Andre Matos), uma parte considerável dos presentes na Arena Anhembi pulava em sinal de comemoração e veneração à banda, mas é óbvio que foi quando Andre Matos (voz) chegou ao palco, segundos depois, que a catarse tomou conta dos presentes. Sem firulas, a banda iniciou o show de maneira direta com a “Metal-quase-Punk” “Knights of Destruction”, mesma canção que abre o histórico “Soldiers of Sunrise” (1987), fazendo com que começasse o tradicional empurra-empurra e todos pulando e querendo ver e curtir a banda tão intensamente quanto fosse possível. Era uma surpresa; não era de se esperar tanta gente curtindo o Viper num show do Kiss, até por se tratar de estilos um pouco diferentes, mas o que se via era muita gente agitando e fazendo barulho pela banda.

Em seguida, “To Live Again”, que dá nome à turnê, com seu ritmo acelerado e sua letra imperativa, que logo deu lugar a “A Cry from the Edge”, sendo as duas históricas do “Theatre of Fate” (1989), ainda hoje um marco do Heavy Metal brasileiro, venerado até mesmo em alguns lugares do mundo, como França e Japão, por exemplo. “Prelude to Oblivion” veio para reafirmar que, apesar de ser a banda de abertura, o Viper não se comportou como mera banda coadjuvante, mas para fazer um show digno de quem se sente honrado em fazer as honras para ninguém menos que Kiss – como deixou claro o vocalista Andre Matos pelo menos umas três vezes durante a curta, mas intensa apresentação de sua primeira banda. Um momento curioso foi em “Living for the Night” – quem sabia, cantava com toda a força que fosse possível; quem não sabia, ou batia palmas pra “dar uma força” ou ria dos fãs. Vai entender... De qualquer modo, foi de longe o momento de maior interação entre banda e público (é a música mais conhecida do Viper). No fim, “Rebel Maniac”, de uma fase em que a banda já não mais contava com Andre Matos nos vocais, e “We Will Rock You”, do Queen, em uma versão bem mais pesada e que inacreditavelmente gera controvérsias entre os fãs – ou amam ou odeiam. No fim, Andre Matos ainda convidou os presentes para o último show da turnê da banda, que será no dia 2 de Dezembro no Via Marquês, em São Paulo.

Quando o Viper deixou o palco, a ansiedade foi aumentando cada vez mais. Uma vez que o sonho de muitos headbangers acabara de ser realizado, agora ficava cada vez mais perto o momento de realizar aquele sonho infantil citado no começo desta resenha. Após acompanhar a preparação do palco e se surpreenderem ao perceber que TUDO no palco eram telões, às 21:30 a gigantesca cortina preta com o logo prateado do KISS cobriu todo o palco. Ainda assim, alguns minutos se passaram, gerando certa tensão com a ideia de um grande atraso por parte da banda – ainda mais sabendo que eles entraram duas horas depois do horário marcado em Porto Alegre, por causa do material que ficou preso na alfândega...

Entretanto, com apenas cinco minutos de atraso, já era possível ver Paul Stanley, Gene Simmons e Tommy Thayer numa plataforma acima do palco, mesmo com as luzes apagadas. A mágica voz de todos os shows do Kiss soltou as clássicas palavras: “HEY, SÃO PAULO! YOU WANTED THE BEST, YOU GOT THE BEST! THE HOTTEST BAND IN THE WORLD... KISS!!!” e a cortina caiu, dando visão para um palco extremamente iluminado, um show de fogos de artifício, a plataforma descendo ao palco com os três, seguidos por Eric Singer na bateria e as primeiras notas do megaclássico “Detroit Rock City” dando início ao circo. Pronto: o sonho estava se realizando!

Segundo um amigo que assistia ao show comigo, tão extasiado e feliz quanto eu, todo ser humano precisa ouvir “Detroit Rock City” ao vivo, sendo executada assim, na sua frente. E não é por menos! O Kiss é uma banda formada por cinquentões e sessentões e, quando a idade chega, algumas coisas começam a mudar. Nesse quesito, a banda, que desde o início da carreira toca com os instrumentos afinados meio tom abaixo do diapasão, afinaram mais meio tom abaixo, deixando as canções ainda mais pesadas, mas sem perder o charme. Isso foi um remédio para a voz de Paul Stanley, que continua brilhante, mas não apresenta mais o mesmo vigor das décadas de 1970 e 1980, e que o fez desafinar logo no começo da turnê. Sem problemas; após essa sutil adaptação, a voz do Starchild se adequou e, como se pode ver nesse show em São Paulo, sua voz agradou e não fez feio diante das mais de 25.000 pessoas presentes!

Em seguida, “Shout it out loud” fez a plateia obedecer ao título; todos gritavam a letra e, principalmente, o refrão fácil, forte e grudento, e pulavam, fazendo o lugar ficar cada vez mais quente – e justificando o título do Kiss de “a banda mais quente do mundo”. Veio então o primeiro dos muitos momentos de interação entre Paul Stanley e o público. Após cumprimentar a plateia, Paul citou as passagens do grupo pelo Chile e pela Argentina (arrancando previsíveis vaias do público), mas disse que seu coração estava ali, em São Paulo, e as vaias deram lugar à ovação. Pronto! O povo estava ganho! A terceira canção permitiu que Gene Simmons tomasse as rédeas da situação pela primeira vez, ao som de “Calling Dr. Love”, que foi cantada de cabo a rabo por todos, arrancando um leve sorriso do The Demon. Paul retornou ao microfone e comentou sobre o mais recente álbum da banda, intilado “Monster”, e anunciou a faixa de trabalho, “Hell or Hallelujah”, uma das mais fortes composições do Kiss de todos os tempos. Aliás, esse álbum (bem como seu antecessor, “Sonic Boom”, de 2009) veio para provar que o Kiss ainda tem muita lenha pra queimar. Os caras estão bebendo nas fontes de suas mais antigas inspirações e fazendo o que faziam nos longínquos anos 1970: um Rock and Roll cru, direto e com belos trabalhos vocais. Durante essa canção, os telões mostravam imagens de gigantescas labaredas e de um anjo feminino com uma cara não muito boa – perfeita ilustração!

“Wall of Sound”, a segunda canção do álbum, é cantada por Gene Simmons, que domina o público apenas com sua presença e seu vozeirão de roqueiro bêbado de estrada. Uma pauleira fora do normal, que teve seu refrão urrado de maneira pouco comum quando se trata de música nova. Sem tempo para retomar o fôlego, eles mandaram “Hotter than Hell”, faixa-título do segundo álbum da banda, datado de 1974, e foi um momento divertido, quando todos mais pulavam do que cantavam, mais uma vez fazendo transparecer a felicidade no rosto dos quatro mascarados – mesmo quem estava mais longe certamente percebeu através dos telões. O momento foi coroado com Gene Simmons cuspindo sua aguardada labareda de fogo, e ali começava o circo do Kiss de fato. Entretanto, o momento de maior comoção até então com certeza foi à execução de “I Love it Loud”, canção arrasa-quarteirão lançada em 1982 no álbum “Creatures of the Night”. Os mais velhos e os fãs que mais pesquisam certamente sabem que, à época da primeira visita do Kiss ao Brasil, em 1983, essa canção fazia um sucesso estrondoso em terras tupiniquins (contrastando com um mau momento vivido pela banda durante a turnê pelos EUA), de modo que, provavelmente pela única vez num único show, o Kiss executou essa canção duas vezes naquela ocasião: quinta música após “Cold Gin” e primeira do bis, antes de “Rock and Roll all Nite”. Coisas de Brasil... E eu nem preciso dizer qual foi o efeito causado na plateia nesta mais recente data.

Para surpresa geral, Paul Stanley anunciou que Tommy Thayer cantaria a próxima música, a última vinda do álbum “Monster”, que motiva a turnê. Tratava-se de “Outta this World”, um típico “rockão” de estrada, pra se cantar com os amigos erguendo canecas de cerveja e festejando a vida, e era isso o que muitos faziam durante o show. Há de se dizer que Tommy Thayer – que veste as roupas e se maqueia como “Space Ace”, do saudoso Ace Frehley – cantou a canção tão bem, que houve quem gritasse o nome de “Shock Me” (Ace Frehley cantava essa música em sua época na banda). Aliás, Tommy não deve nada a Ace em termos técnicos, sendo um exímio guitarrista de Rock, como demonstrou durante seu solo compartilhado com Eric Singer – que veste e se maqueia como “Catman”, do não menos saudoso Peter Criss, que deixou a banda por conta de uma artrite, em 2004. Tommy também utiliza dos mesmos truques de Frehley, como quando sua guitarra atira fogos que atingem um ponto específico no palco, causando um efeito artificial muito bonito. Mas é lógico que Singer não poderia ficar para trás; arrancou de trás da bateria (que nesse momento já havia sido erguida por uma plataforma, ao mesmo tempo que Thayer se encontrava em outra num canto do palco) uma bazuca e atirou exatamente em cima do guitarrista, que se viu embaixo de uma chuva de grandes faíscas. O circo do Kiss tem dessas peculiaridades, e essas coisas permeiam os sonhos de nove entre dez roqueiros no mundo todo (sim, o Kiss, apesar de sua majestade, não é unanimidade, mas por muito pouco), sendo algo único e intocável quando finalmente se torna possível presenciar tais acontecimentos.

O momento circense foi coroado quando o palco ficou escuro e apenas uma luz verde iluminava Gene Simmons fazendo seu “solo” de baixo. Veja bem, não se trata de um solo de muitas notas ou mesmo melódico; segundo o próprio Gene relata no documentário “The Second Coming”, que registrou a reunião da banda original e volta das maquiagens em meados dos anos 1990, esse solo é mais um reflexo de sua personalidade – um homem de pensamentos obscuros, centrados e pesados – do que um show musical de fato. O momento esperado ali acontecia: Gene simulou um estado de possessão e, conforme marretava seu baixo, cuspia sangue e fazia cara de louco, para delírio da Arena Anhembi em geral. Em seguida, cabos que se prenderam às suas costas o ergueram para a mesma plataforma de onde a banda surgiu no início do show e lá estava ele, que cumprimentou a plateia e ainda soltou um “Tudo bem?”, só para dar início à soturna “God of Thunder”, e não houve um que não se emocionasse alegremente nesse momento. Aliás, e segundo as palavras do mesmo amigo que citei há pouco, a vida fica muito mais feliz depois que você vê Gene Simmons cuspir fogo, cuspir sangue, voar e cantar essa canção. De fato, só de ver aquela histórica língua monstruosa, já dá pra sentir aquele arrepio, um pouco por medo, um pouco pela lembrança das várias fotos e vídeos que se viu.

Uma canção que já nasceu clássica e que deveria fazer parte de todo e qualquer setlist da banda, e que tivemos o prazer de ver, ouvir e cantar juntos, foi “Psycho Circus”, faixa-título do único álbum resultante da reunião da formação original, lançado em 1998. A canção é forte, mais ou menos cadenciada, e sua letra foi brilhantemente lembrada por praticamente todos os presentes no lugar, no que se tornou inesperadamente um dos momentos mais bonitos do show. Veio então a pesada “War Machine”, cujo refrão foi outro grande momento marcante, mas nada que se compare a “Love Gun”, num momento em que Paul Stanley novamente elogiou São Paulo e demonstrou todo o seu carinho pela cidade, e disse que queria estar mais perto dos fãs. Quando a canção começou, foi a deixa para que o Starchild se prendesse a uma tirolesa que o levou a um mini-palco no meio da plateia, no momento mais inusitado e mais inacreditável de todo o concerto. No fim da canção, ele ainda voltou para o palco, que ficou escuro, e provocou a plateia ao tocar as primeiras notas de “Stairway to Heaven”, do Led Zeppelin. Stanley perguntou se os presentes queriam ouvir uma música do Kiss. Com a resposta óbvia, iniciou “Black Diamond”, que teve seu início melódico cantado em uníssono por todos, e fez com que Paul Stanley quisesse de novo e pedisse que todos cantassem novamente. Um momento especial, que terminou com a bateria de Eric Singer (que cantou a canção de maneira muito competente) novamente elevada até quanto fosse possível, com o desenho de dois tigres embaixo, e um globo de discoteca acima do palco. A banda se despediu rapidamente antes do bis.

Ao voltarem, sorridentes, executaram a única canção da fase sem máscaras que foi lembrada, “Lick it up”, que ainda teve um trecho de “Won’t Get Fooled Again”, do The Who, uma das muitas influências da banda. A fase considerada mais “pop” pelos fãs também não ficou de fora, e foi com sua representante máxima, “I Was Made for Lovin’ You”, que essa fase foi resgatada. Sabe-se que Ace Frehley não gostava dessa música, e que muitos fãs também não são muito “chegados”, mas era nítido que todos se divertiam, pulavam e cantavam a canção inteira, até mesmo as vozes com jeito “disco”. O ponto final, obviamente, foi com o megahit “Rock and Roll all Nite”, com direito a mais chamas, fogos de artifício e uma chuva de papéis de dar inveja a qualquer outra banda que se atreva a usar o mesmo efeito. No fim, Paul Stanley ainda quebrou uma de suas guitarras, para delírio dos fãs que pediam por isso. A banda se despediu e saiu do palco, enquanto houve uma grande queima de fogos que durou alguns bons minutos. O telão gigante ao fundo do palco exibia os dizeres “Brazil, Kiss, we love you!!!”, tudo isso ao som de “God Gave Rock and Roll to You”, que soava nos PA’s.

Ver o Kiss ao vivo é presenciar um espetáculo sem precedentes ou sucessores; cada momento é único e uma resenha é pouco para explicar a sensação de ter visto o maior show de Rock que existe. Mesmo quem acompanhou pelo Terra – o site exibiu os dois shows, Viper e Kiss, em tempo real – conseguiu perceber que o show não foi mera formalidade, mas uma festa como poucas bandas são capazes de proporcionar. Até mesmo por isso é que podemos entender os preços salgados dos ingressos; com tanta pirotecnia e parafernalha que abrilhanta o show dos caras, um preço assim é mais do que justo e vale cada centavo. O Viper teve a cereja no bolo em sua turnê de reunião e fizeram mais do que bonito; fizeram história, mesmo após 25 anos de seu surgimento. O Kiss deu a São Paulo mais do que um presente; uma vitória, como somente os verdadeiros membros do Kiss Army poderiam almejar.

Setlist VIPER:

Andre Matos: voz
Felipe Machado: guitarra e voz
Hugo Mariutti: guitarra e voz
Pit Passarel: baixo e voz
Guilherme Martin: bateria

1. Knights of Destruction
2. To Live Again
3. A Cry from the Edge
4. Prelude to Oblivion
5. Living for the Night
6. Rebel Maniac
7. We Will Rock You

Setlist KISS:

Paul Stanley: guitarra e voz
Gene Simmons: baixo e voz
Tommy Thayer: guitarra e voz
Eric Singer: bateria e voz

1. Detroit Rock City
2. Shout it out loud
3. Calling Dr. Love
4. Hell or Hallelujah
5. Wall of Sound
6. Hotter than Hell
7. I Love it Loud
8. Outta this World
9. Guitar & Drum solos
10. Bass solo
11. God of Thunder
12. Psycho Circus
13. War Machine
14. Love Gun
15. Black Diamond
ENCORE:
16. Lick it up
17. I Was Made for Lovin’ You
18. Rock and Roll all Nite

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Sobre Hugo Alves

Hugo Alves é formado em Letras (Português and Inglês) pela UNISO – Universidade de Sorocaba e futuro mestrando em Literatura ou Semiótica. Começou a escutar Rock aos 11 anos com “Bring Me to Life” do Evanescence, mas o que o tomou para sempre para o Rock and Roll foi “Fear of the Dark” (versão ao vivo no Rock in Rio), do Iron Maiden, banda que, ao lado de The Beatles, considera como favorita, amando quase que igualmente os sons de Viper, Angra, Shaman, Andre Matos, Rush, Black Sabbath, Metallica, etc. Foi vocalista das bandas Holygator e Bad Trip, iniciantes em Sorocaba/ SP, e também toca guitarra e baixo. Outra de suas paixões é a Literatura, pela qual desenvolveu o gosto pela escrita e comunicação.

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