Motorocker: show de lançamento do "Rock na Veia"

Resenha - Motorocker (Moinho Eventos, Curitiba, 15/10/2010)

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Por Vanda Moraes
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A “Malária”, como são conhecidos os fãs do MOTOROCKER, estava toda reunida, na última sexta-feira 15 de outubro, para o show de lançamento do “Rock na Veia”, novo álbum da banda curitibana.

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O convite dizia que o início da apresentação seria às 21:00. Porém, bastou o público começar a se aglomerar em frente ao Moinho Eventos para perceber que não seria assim.

Por volta das 22:30 os portões foram abertos e só uma hora depois a banda SOLUTION ORCHESTRA começou a sua apresentação. Vocal potente, uma equipe bem entrosada de sopro, figurino arrojadamente combinado e um guitarrista virtuoso: a banda de abertura deu conta do recado.

Ao final de sua apresentação o vocalista da SOLUTION fez questão de destacar as diferenças entre as duas bandas, mas a identificação que ambas têm com a música paranaense e a importância da amizade e respeito entre os mais diversos estilos musicais.

O brado de “Viva a Malária” já estava bem forte quando, à 1:30 de manhã de sábado, Marcelus, Sílvio, Luciano Pico, Thomas Jefferson e Juan Neto, finalmente, subiram no palco. A partir daí, foi um desfile do novo repertório, músicas das quais se destacou a carro chefe do álbum “Rock na veia”, tocada duas vezes durante o show.

Além disso, a apresentação contou com “Jogos de Azar”, “Zanon”, “Bem estar”, entre outras. Também, não podia ficar de fora, “Salve a Malária” e “Igreja Universal do reino do Rock”, os maiores sucessos da banda, e as interpretações do AC/DC, já que o MOTOROCKER começou suas atividades como tributo aos australianos e foi reconhecido pelos irmãos Angus e Malcolm Young como a melhor banda-tributo ao AC.

Um dos pontos mais emocionantes do show foi quando, para surpresa do público, já que não é comum, Marcelus tocou violão e cantou a canção “Homem Livre”. A música é uma composição dele em parceria com o Ivo, vocalista da banda BLINDAGEM, que faleceu no início deste ano, uma semana antes da música ser gravada, segundo Marcelus.

Emocionado, o cantor enxugou lágrimas enquanto se preparava para mais uma performance de vocais rasgados e letras instigantes. O público, formado em grande parte por conhecidos pessoais da banda, parecia saber todas as letras, apesar de ser lançamento do novo trabalho.

Houve até aniversariante homenageado pelo vocalista, que pediu desculpas pelos parabéns atrasados, além de algumas pessoas serem nomeadas, ou seja, um show quase intimista.

O atraso no início da apresentação e alguns erros da banda foram compensados com a energia que conseguiu passar ao público que, por sua vez, retribuiu à altura. O único momento a ser lamentado, foi quando uma pequena confusão se iniciou bem próximo à grade, rapidamente contornada com a atitude da banda: “Não tocamos com briga nem f.”, disse Marcelus, enquanto os outros integrantes esperavam a briga terminar para recomeçar a música.

A banda

O MOTOROCKER é uma banda curitibana criada em 1993 com a proposta de ser tributo à banda australiana AC/DC, a qual reconheceu os curitibanos como o melhor tributo que havia ouvido até meados da década de 1990.

A partir de 1996, o MOTOROCKER, que define o próprio estilo como rock “malária”, iniciou carreira autoral e, desde então, tem conquistado fãs de todo o Brasil e conta com uma agenda lotada com shows em todo o sul do país.

O grupo é formado pelo vocalista Marcelus, Sílvio Kruger no baixo, além dos guitarristas Luciano Pico e Thomas Jefferson e do baterista Juan Neto.

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