Em 04/07/2010 | Resenha - Tuska Open Air (Kaisaniemi Puisto, Helsinki, Finlândia, 04/07/10)

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Resenha - Tuska Open Air (Kaisaniemi Puisto, Helsinki, Finlândia, 04/07/10)


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Essa décima terceira edição do mais famoso festival de metal aqui na Finlândia, o Tuska, foi um grande sucessso, atraindo em torno de 33.000 fãs (uma média de 11.000 por dia). Além do forte calor que fez marcou esse ano o festival, dessa vez o line up do Tuska tinha em destaque bandas de thrash ou death metal, que estavam em grande número.

O texto representa a opinião do autor, não do Whiplash.Net ou de seus editores.

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Sexta-Feira (02/07)

O primeiro dia de festival começou um tanto cedo e com filas gigantescas para entrar, mas boa parte do público já estava dentro para ver o Barren Earth ou o The Arson Project nos palcos secundários. Ambas bandas fizeram um bom show para aquecer ainda mais o clima dentro do festival. Ás 14.30 entrava então a primeira atração internacional do Tuska: o Testament. A banda, que já esteve no Tuska 5 anos atrás, continua divulgando ”The Formation of Damnation” e fez uma mescla de sons mais recentes, entre eles: ”More Than Meets The Eyes”, ”Henchmen Ride” e a pesadíssima ”D.N.R. (Do Not Ressucitate)”, com alguns clássicos: ”The Preacher”, ”Practice What You Preach” e ”The New Order”. Chuck Billy comandou muito bem o público e toda banda exbanjou muita energia e carisma, deixando todos completamente satisfeitos. Um detalhe muito bom: dessa vez a organização colocou um telão ao lado do palco principal para que os fãs que estivem mais longe pudessem ver melhor a banda.

De volta aos palcos secundários o Insomnium e o Rytmihäiriö continuavam mantendo o público agitado. O Insomnium fez um show similar visto no Sauna Open Air, então fui conferir o Rytmihäiriö. A banda fez uma apresentação com bastante velocidade e peso, mantendo o pique do Testament. Era meio da tarde e no palco principal tocava o Tarot, que recentemente teve no Sauna Open Air. A banda parecia um pouco deslocada no meio de tanta banda pesada, mas teve sua parecela de seguidores que cantaram junto com a banda. Depois do Tarot era a vez do Pain e Swallow The Sun. O Pain é uma figura muito conhecida em terras finlandesas, tocando com bastante frequência, eo grupo teve uma forte participação do público no show. A banda tocou algumas favoritas dos fãs como: ”Same Old Song” e ”Shut Your Mouth”. Do outro lado do festival, o Swallow The Sun também contou com uma boa presença de fãs de doom. O show, de 60min, parecia muito longo, muitos chegaram a sair antes da banda terminar.

Era o fim da tarde, ainda quente e com muito sol, e o Satyricon entrava no palco principal. A banda entrou tocando o início de ”War Pigs” (Black Sabbath) e assim que Satyr apareceu, os fãs não paravam de gritar. Os noruegueses tocaram então ”Repined Bastard Nation”, ”The Wolf Pack” e ”Now, Diabolical” sem enrolação. Não havia uma boa interação entre banda e público, algo que afetou um pouco o show, afinal a banda parecia as vezes entediada e o set de 75 minutos pareceu longo demais. Mas os fãs não pareciam se importar muito, ainda mais quando eles tocaram ”Fuel For Hatred”, ”K.I.N.G.” e ”Mother North”, as músicas que causaram mais impacto em todo o show.

Às 19:30 tocavam o Obituary e Ihsahn, ambos atraindo uma enorme quantidade de fãs. A banda solo do vocalista do Emperor conta com músicos talentosos e o show foi uma felicidade para os fãs que perderam a chance de ver o Emperor aqui no Tuska alguns anos atrás. Do outro lado do festival, o show do Obituary contava com um som extremamente pesado, especialmente do baixo do Steve DiGiorgio. Para alguns, a banda a banda deveria estar no palco principal, mas a área que eles tocavam dava uma proximidade maior entre banda e público. Os fãs não paravam de banguear a cabeça com sons como ”Chopped in Half”, ”Turned Inside Out”, ”Dying”, ”Final Thoughts” e até um cover do Celtic Frost: ”Dethroned Emperor”.

A sexta-feira no Tuska terminou com uma apresentação especial, Devin Townsend tocaria o seu álbum ”Ziltoid - The Omniscient” na íntegra. Para os fãs seria uma chance imperdível e única, até alguns que não eram fãs estavam curiosos para ver como seria esse show. Obviamente todas as músicas desse álbum foram tocadas, a banda de Devin Townsend foi bastante competente e durante ”Planet Smasher”, Chuck Billy (Testament) participou. Mas depois de certo ponto chegava ser um tanto cansativo esse show, era uma experiência que talvez funcionasse melhor num clube fechado, ainda mais porque o álbum conta com alguns diálogos, e não num festival onde há um público muito diversificado. Porém para a alegria dos fãs fiéis, Devin Townsend estaria tocando mais uma vez (com outro set list é claro) no dia seguinte.

Sábado 03/07

Os portões abriram mais uma vez às 13:00 e o dia se iniciava também com muito sol e o público matendo a sede com cerveja. Para abrir o dia, o Blake foi o escolhido e apesar de um show curto a banda incluiu diversas músicas de sua carreira, incluindo até um cover para o clássico do Black Sabbath: ”NIB”. Logo depois, para o azar do público death metal o Sotajumala e o Torture Killer tocavam na mesma hora nos palcos secundários. Realmente não deu pra entender qual era a razão de colocar essas duas bandas ao mesmo tempo, sendo que os fãs de death gostam igualmente das duas bandas. O Torture Killer, tocando pela primeira vez aqui no Tuska, fez um show extremamente brutal e mais uma vez mostrou o poder de suas músicas ao vivo, que soaram ainda mais fortes. O Sotajumala fez um show similar, tanto de peso quanto de técnica, sem dar muito tempo para os fãs descansarem. Ambas bandas foram um dos destaques do dia.

Veio então uma outra figura conhecida do dia anterior, o carismático Peter Tägtren, só que agora com sua outra banda: Hypocrisy. Os suecos fizeram um show preciso e bom, mantendo o público agitado com músicas como ”Killing Art”, ”Fire in the Sky, ”A Coming Race” e finalizando com ”Warpath” e ”Roswell 47”. Nos palcos secundários tocavam o Crowbar e o FM2000. Dessa vez o público compareceu em massa para presenciar o Crowbar tocar pela primeira vez na Finlândia. Infelizmente a banda tinha só 45 minutos de show, que deixou os fãs chateados, mas assim que a banda entrou ao som de ”High Rate Extiction” todos simplesmente esqueceram esse fato e curtiram essa apresentacão. A música do Crowbar, as vezes lenta e aliada com muito peso, caiu no gosto de todos, Kirk Windstein (também do Down) dedicou ”Planetes Collide” para Peter Steele e eles chegaram a tocar um cover do Carnivore: ”Race War”, que pegou todos de surpresa e terminou com ”All I Had (I Gave)”. Já o FM2000 fez de tudo para manter o público agitado, mas no fim das contas muitos não estavam interessados, apesar da banda ter sido boa.

No meio da tarde votava ao palco principal o canadense Devin Townsend, dessa vez tocando diversas músicas de sua carreira solo. Para os fanáticos foi excelente ver o músico talentoso ao vivo de novo, mas outros acharam um tanto injusto que ele teve essa chance única de tocar duas vezes ”seguidas”. Deixando de lado essa discussão, dessa vez o show foi melhor do que o anterior, a banda até parecia mais ”solta” no palco, sem uma certa pressão de tocar um especifíco álbum na íntegra. Depois do brincalhão Devin Townsend, era a hora do público curtir o Survivors Zero ou o Armed For Apocalypse. Ambas bandas fizeram um bom show, alto e pesado, em especial o Armed For Apocalypse que poucos conheciam e certamente depois desse show muitos viram fãs. Era impressionante o calor que fazia dentro da área dos palcos secundários, já que eles são ”fechados”.

A maratona de metal seguiu com o Kamelot no fim da tarde. A banda entrou ao som de ”Ghost Opera” e ”Rule the World” cheio de efeitos pirotécnicos, não sei como Roy Kahn conseguiu aguentar estar debaixo desse calor forte que fazia, vestido como se fosse inverno e ainda por cima perto dos fogos que faziam parte dos efeitos pirotécnicos. Mesmo assim o vocalista comandou o show muito bem, foi carismático e sua voz estava potente durante todo o show. Uma surpresa que os fãs não esperevam foi a participação da vocalista Elize Ryd (Amaranthe) durante algumas músicas e a outra surpresa foi a inclusão no set da novissíma ”The Great Pandemonium”. Nas últimas músicas o público ia se movendo para os palcos secundários para conferir o massacre sonoro que viria.

Agora era a hora do Overkill e do Bloodbath, que atrairam uma multidão de fãs em ambos shows. Para aqueles não familiarizados, o Bloodbath é um projeto do de Mikael Åkerfeldt (Opeth), que conta com outros músicos suecos do Katatonia e também com o baterista do Opeth. A banda faz um death metal e ramente toca ao vivo. O grupo foi bem e agradou em cheio todos que estavam ali, mas alguns foram se movendo para assitir um pouco do Overkill. Aqueles que já viram o Overkill ao vivo sabem como a banda é frenética e extremamente louca (no melhor sentido!) ao vivo. Do comeco agitado com a nova ”Green and Black”, passando por clássicos como ”Rotten To The Core”, ”Hello From The Gutter” e ”In Union We Stand” a banda simplesmente destruiu ao vivo. Bobby com mais de 50 anos tem uma energia e presença de palco de dar inveja para a garotada mais nova e até para outros frontmen de bandas da mesma geração do thrash metal. Sem sombra de dúvida a melhor banda durante esses três dias.

Para terminar o dia o Nevermore foi chamado depois do cancelamento do Mastodon. Ao contrário das outras bandas que fechavam o dia, o Nevermore por alguma razão só teve por volta de 70 minutos (já que entrou um pocuo atrasada no palco), 20 minutos menos em comparacão as outras. Talvez por isso a banda foi tocando suas músicas sem muita conversa, mas o vocalista Warrel Dane parecia estar num péssimo dia, ele teve uma presença muito apagada durante todo o show. Pelo menos o resto da banda estava afiada, o destaque foi para o guitarrista Jeff Loomis. O público foi cantando com a banda algumas músicas como ”Born” e ”Emptiness Unobstructed”

Domingo 04/07

O domingo prometia ser o dia mais quente, chegando perto dos 30c, e apesar de um número menor de bandas, era o dia que a grande maioria esperava ansiosamente. As duas primeiras bandas foram o Turmion Kätilöt e o Finntroll. Os finlandeses do Turmion Kätilöt fizeram seus fãs dançarem e cantar suas músicas, e sempre que pudiam os dois vocalistas faziam alguma piada, mantendo sempre todos entretidos. O Finntroll também se deu bem, mesmo que o calor que fazia dentro da área que eles tocavam era um tanto quanto abafante. O primeiro grande nome do dia foi o W.A.S.P., uma figura conhecida do público local e também do festival. Quem já viu o W.A.S.P. ao vivo sabe muito bem o que esperar, seja do maneirismo do frontman Blackie Lawless ou das mais do que óbvias músicas presentes no show: ”On Your Knees” (essa emendada com ”The Real Me”), ”L.O.V.E. Machine”, ”Wild Child” e ”I Wanna Be Somebody”. A única novidade no set foi ”Babylon's Burning”. Mesmo que o show foi irregular, o público estava se divertindo.

Depois vinham os ingleses do Trigger The Bloodshed com seu death metal brutal e o Warmen. A banda solo do tecladista do Children of Bodom atraiu uma montanha de fãs, alguns com uma esperanca de ouvir algo do COB. O show foi uma aula de técnica e habilidade da parte dos músicos, mas faltava algo. Do outro lado, o Trigger The Bloodshed realizou um dos shows mais altos e pesados vistos nesses três dias de festival. Apesar de muitos ali não conhecer a banda, foi legal ver que o público não parava de fazer mosh pits ou walls of death. Os ingleses foram uma grata surpresa e um ótimo aquecimento do que viria depois deles.

De volta ao palco principal uma banda lendária da cena death faria uma destruição musical: o Cannibal Corpse. O massacre sonoro promovido por George ”Corpsegrinder” Fisher e cia foi impressionante, uma precisão única junto com um peso de fazer o chão tremer, os fãs não paravam de fazer mosh pits e banguear ao som de ”Scattered Remains”, ”I Will Kill You”, ”Splattered Brains”, ”A Skull Full of Maggots” e ”Staring Through The Eyes of the Dead”. George ”Corpsegrinder” até cutou parte do público que estava debaixo das árvores, meio que longe do palco, chamando eles de ”frescos” para risada geral da galera que estava nos mosh pits. Ele também agradeceu o apoio de todos e pediu que os fãs continuassem a apoiar não só o death metal, mas a cena metal em geral. Um fato curioso foi que Dave Mustaine e Shawn Drover (Megadeth) estavam num canto do palco vendo a performance do Cannibal Corpse, imagino o que Dave achou dos seus conterrâneos. Para terminar o clássico ”Hammered Smashed Face” e ”Stripped, Raped And Strangled”, dedicada as mulheres.

As últimas bandas do palco secundário foram o Nile e o [Armatory]. Não é nem preciso comentar sobre o talento dos músicos do Nile, e banda mais uma vez no Tuska foi boa. Boa parte da galera estava um pouco cansada depois de quase 2 horas seguidas de death (Trigger The Bloodshed e Cannibal Corpse), mas mesmo assim a banda agradou em cheio. O [Armatory] teve um público pequeno e a banda se esforçou para manter todos que estavam ali agitados.

Se teve uma banda que realmente atraiu uma grande expectativa era o Megadeth que fechou esse ano o Tuska. Como todos estão carecas de saber, a banda está comemorando 20 anos do lançamento do clássico ”Rust In Peace” e ainda por cima agora com a volta de David Ellefson os fãs não queriam perder esse show. Depois de um pequeno atraso, começa soar pelos alto falantes uma intro e depois da entrada de Shawn Drover (d) e Chris Broderick (g), David Ellefson (b) entra sob fortes aplausos e gritos, que aumentam com a entrada de Dave Mustaine (v/g). De começo já mandam as clássicas ”Wake Up Dead”, ”In My Darkest Hour” e a nova (a única do último álbum no set) ”Headcrusher”. Já esse comeco foi fenomenal, com os fãs cantando junto e agitando sem parar. Sem nenhuma pausa a banda toca ”Skin O' My Teeth”, onde boa parte do público começou a perceber que o som estava um pouco embolado, ainda mais para aqueles que estavam assistindo o show de lado e não no meio. Então Dave finalmente falou com o público: ”Essa é uma música que escrevi há 20 anos atrás.”. Daí veio o riff da mega clássica ”Holy Wars...The Punishment Due” e todos foram a loucura, afinal era o momento que a grande maioria esperava: ”Rust In Peace” ao vivo. Tudo ia bem, mesmo que o som contiuava irregular, com ”Hangar 18” e daí veio a confusão: invés de tocar ”Take No Prisioners”, a banda toca ”Five Magics” e ”Poison Was The Cure”. Todos tiveram uma reação confusa, de um lado essas músicas eram excelentes, todos queriam ouvir elas, mas por que pular uma música da ordem que todos esperavam? E o sentimento continuou depois da banda tocar a monumental ”Tornado of Souls”, afinal a banda deixou de fora ”Lucretia”. Dave sai do palco, Dave Ellefson e Shawn Drover comecam tocar ”Dawn Patrol”, então vei uma surpresa: ”Trust”.

Dave volta a falar pouco com o público, introduzindo a outra surpresa ”Angry Again” como: ”Uma música que saiu num filme com Arnold Swarzenegger, direto de Hollywood e da política”. O resto do show foi até que óbvio, com algumas favoritas dos fãs como ”A Tout Le Monde”, ”Sweating Bullets”, ”Symphony of Destruction” e ”Peace Sells” finalizando um show abaixo do esperado. Ok, a banda no fim das contas não tocou o que os fãs queriam, faltou 3 músicas do ”Rust In Peace”, mas essa não foi a grande razão por ter sido um show mediano. Dave simplesmente não parecia estar interessado em estar ali, teve uma presença muito apagada, Shawn Drover também não convenceu muito dessa vez, em algumas músicas falatava algum 'punch' ou 'feeling', era tudo muito reto. O bom que Dave Ellefson estava em grande forma, foi carismático e sempre sorrindo, levantando o público. Chris Broderick também foi bem e mostrou porque Dave escolhou ele para se juntar ao Megadeth. Dos shows que vi do Megadeth em anos recentes, esse foi infelizmente foi o pior e para muitos ali tiveram a mesma decepção.

Assim terminava mais uma edição do Tuska, essa foi a última vez que o festival foi organizado nesse local (no parque de Kaisaniemi, perto do centro), no próximo ano uma nova área e a confiança que teremos mais uma vez um ótimo festival!

Testament Set List:

The Preacher
More Than Meets The Eye
The New Order
Practice What You Preach
Over The Wall
Henchmen Ride
Disciples Of The Watch
Into The Pit
D.N.R. (Do Not Resuscitate)
3 Days In Darkness
The Formation Of Damnation

Satyricon Set List:

War Pigs (intro) / Repined Bastard Nation
The Wolf Pack
Now, Diabolical
Black Crow On A Tombstone
Filthgrinder
The Rite Of Our Cross
The Pentagram Burns
Die By My Hand
Fuel For Hatred
K.I.N.G.

Bis:
Mother North

Overkill Set List:

Green & Black
Rotten To The Core
Wrecking Crew
Hello From The Gutter
Hammerhead
Coma
Ironbound
Elimination
In Union We Stand
Fuck You / Overkill / Fuck You

Megadeth Set List:

Wake Up Dead
In My Darkest Hour
Headcrusher
Skin O' My Teeth
Holy Wars...The Punishment Due
Hangar 18
Five Magics
Poison Was The Cure
Tornado Of Souls
Dawn Patrol
Trust
Angry Again
A Tout Le Monde
Sweating Bullets
Symphony of Destruction
Peace Sells
Holy Wars...The Punishment Due (Reprise)

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Sobre Petri da Costa

Fanático por cinema e música, colaborou como correspondente na Finlândia para a RockHard-Valhalla de 2002 até 2008, escrevendo reviews de shows e cds. Tem colaborado com a whiplash desde 2007.

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