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Resenha - Nektar e Kiko Loureiro (Canecão, Rio de Janeiro, 09/11/05)

O Rio Art Rock Festival comemorou seus 10 anos em grande estilo. Depois de trazer bandas como Focus, Caravan e Wishbone Ash, este ano trouxe uma lenda do rock progressivo, Nektar, e para atrair um público que não viveu esses tempos da lenda, quem abriu foi Kiko Loureiro, muito bem acompanhado por Felipe Andreoli (B) e Fernando Schaefer (D).

O texto representa a opinião do autor e não a opinião do Whiplash.Net ou de seus editores.

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No início parecia que não iria encher, havia apenas algumas pessoas já sentadas e atentas. Próximo do início do show, o Canecão estava com outra cara, bem mais cheio, embora o local estivesse disposto com mesas e cadeiras, o que faz parecer ter uma quantidade menor de pessoas do que realmente havia.

Cerca de 21:45 começa bem Kiko Loureiro com “Pau-de-arara”, seguida de “Scaping” e da belíssima “No Gravity”. Sua presença de palco não é das mais animadoras, mas o público estava ansioso de ver suas músicas sendo executadas. Depois de cumprimentar a audiência, iniciou-se “Endangered Species”, passando para “La Force de L’Âme” e a incrível “Moment of truth”. Fernandão mostra sua competência em um solo de bateria, curto mas eficaz, e inicia com Felipe a percussão para “Tapping Into My Dark Tranquility”. Kiko fecha assim o show, com “In a Gentle Way” e “Enfermo”.

Às 23:30 entram no palco pela primeira vez no Brasil, Roye Albrighton (G), Randy Dembo (B) Ron Howden (D) e Tom Hughes (K), formando a lenda do rock progressivo, Nektar. Eles vieram com todo ânimo, e começam com um clássico, “Tab In the Ocean”, onde um público animado vagueava junto com suas várias mudanças rítmicas. Na seqüência “Crying in the Dark”, emendando na famosíssima (graças ao cover feito pelo Iron Maiden) “King of Twilight”. “Remember The Future (part 1)” começa para a alegria do público que em sua maioria esperou cerca de 30 anos por este show, e eles realmente não economizaram nos improvisos. “Cast You Fate” animou mais aquele publico sedento por um bom prog. As próximas “The Debate”, do último álbum de estúdio, Evolution, “Man In The Moon” e “Dream Nebula” cativaram atenção, sem grandes comoções, até o inicio da marca registrada da banda, “Desolation Valley”, onde a galera foi ao delírio. Em seguida, do álbum Down to Earth tocaram “Thats Life” e “Show me The Way”. Quem não viajou em “A Day In Life of a Preacher” seguida de “Squeeze”? Terminaram o set com a segunda parte de “Remember the Future”, bastante ovacionada, e “Recycled (part 1)”, que comprovou o quanto o Nektar veio com disposição e mostrou ao público carioca como se faz um bom rock progressivo. Não economizaram nem um pouco em seus improvisos e viagens, esbanjando bom gosto e criatividade.

Para o Bis, deixaram três grandes clássicos que fizeram todos na platéia delirar e se sentir novamente em 1970: “Good Day”, “Fidgety Queen” e “Woman Trouble”. Quase 2:30 da manhã, um público contente, que esperou 34 anos por este show, definitivamente saiu satisfeito!

Set-list:
Tab in the Ocean
Cryin' in the dark
King of twilight
Remember the future (part 1)
Cast you fate
The debate
Man in the moon
Dream nebula
Desolation valley
Thats life
Show me the way
A day in the life of a preacher
Squeeze
Remember the future (part 3)
Recycled (part 1)

Good day
Fidgety queen
Woman trouble

Contei com a colaboração de Renato Cruz, da loja Scherehazade, do Rio de Janeiro. Renato é fã convicto de Nektar e foi fundamental para a finalização desta matéria.

Fotos Kiko: Mauricio Von Abel
Fotos Nektar: Sylvia Helena D’Antonio

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