Resenha - Dimmu Borgir (Credicard Hall, São Paulo, 24/04/2004)

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Por Adriano Coelho
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Fotos: Carolina Oliveira

Uma das principais polêmicas geradas em relação ao Dimmu Borgir é se a banda é realmente Black Metal ou se isso não passa de puro marketing. Aparentemente a dúvida pouca diferença fazia para o público que compareceu em peso ao Credicard Hall para prestigiar a banda que no momento recebe o rotulo de “Black Metal Melódico” ( tá bom assim?).

Encarregados de abrir a noite, o Torture Squad - quarteto paulistano formado por Victor (vocal), Amílcar (bateria), Castor (Baixo) e Ronaldo (Guitarra) - teve meia hora para mostrar todo seu peso e energia. Tocaram músicas dos cds "Pandemoniun", "The Unholy Spell" e "Asylum of Shadows" e acabaram agradando o público.

O Dimmu Borgir entrou mandando logo de cara "Spelbound". O som alto, a iluminação baixa e o desenho do artista Joachin Luetke no fundo faziam uma combinação perfeita, criando um clima extremamente sombrio, ou seja, tudo aquilo que a platéia queria.

Apesar do preconceito da maioria das pessoas com relação ao Black Metal, a galera foi super pacifica e comportada, dando um bom exemplo.

Uma das dúvidas do show era com relação ao baterista, já que o novato Reno teria a difícil tarefa de substituir o competente Nicholas. Porém poucos minutos após a início do show essa dúvida já havia sido totalmente dissolvida. Reno mostrou que dá conta do recado, castigando a batera sem dó. Mas os maiores destaques do Dimmu foram sem dúvidas o teclado, que chegou a soar de forma macabra e os Backing Vocals, que se destacaram bastante do vocal principal.

Com um set List bem curto, composto pricipalmente por músicas dos dois últimos cds “Death Cult Armagedon” e “Puritanical Euphoric Misanthropia”, o show teve apenas uma hora e quinze minutos de duração. A banda tem muito mais som para tocar e ficaram devendo músicas como “Stormblast”. Mesmo assim foi um grande espetáculo, fecharam o show com “Progenies of the Great apocalypse”.

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