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Fotos: ImageDirect
O Concert For New York City foi um show beneficente para arrecadar fundos destinados ao Robin Hood Relief Fund, que distribuirá esta verba para o Twin Towers Fund, e outros grupos de caridade, que visam assistir as vítimas do ataque terrorista do dia 11 de Setembro deste ano, que resultou na queda das torres gêmeas do World Trade Center, além da destruição de várias propriedades vizinhas. Com ingressos saindo no guinche a $250, $500, $1000, $2500 e $5000, e uma arrecadação que continuaria via telefone (1-888-696-8742) ou através do website www.helping.org, pretende-se arrecadar uma pequena fortuna nesta noite. O evento é transmitido via televisão a cabo, como também via internet, graças aos esforços em conjunto de companhias como VH1, AOL, Miramax, e Cablevision.

Billy Cristal é o primeiro mestre de cerimônias a vir falar com o público, lembrando todos do verdadeiro heroísmo dos oficiais membros, dos corpos de bombeiro e policia da cidade. Entre piadas e discursos sérios, entram em seqüência Bon Jovi, o rapper Jay Z, Goo Goo Dolls, Billy Joel e Destiny's Child. Vale o destaque para o trio feminino, que ofereceu uma incrivelmente forte, bela e tocante versão para o velho sucesso, "Emotion" dos Bee Gees. Quando a ênfase não está para suas bundas e peitos, o trio mostrou que realmente sabem cantar.

Durante o decorrer do evento, que teve seis horas de duração, foram também apresentados vários curta metragens, especialmente feitos para o evento, e com a cidade de Nova York como tema. Entre os diretores destes curtas estão Martin Scorsese, Kevin Smith, Woody Allen, Jerry Seinfeld, Spike Lee, e Edward Burns.

Ao iniciar o número seguinte, "Baba O'Riley", a bandeira iluminada no telão é agora a Americana. A banda segue seu set com "Behind Blue Eyes", encerrando com "Won't Get Fooled Again", se tornando a banda com o segundo maior set da noite, com quatro canções. Durante a execução, ao fundo do palco, no telão, aparecem imagens do sul da ilha de Manhattan, com as torres gêmeas do World Trade Center bem visíveis. Ver os prédios ouvindo o refrão "we won't get fooled again" acaba ganhando simbolismo especial. No final da canção, quando Daltrey solta seu costumeiro grito, sua voz soa mais para esganiçado do que para grito primal. Um pouco envergonhado, ele e a banda deixam o palco, sobre muitos aplausos.


Um pouco depois de meia noite, mais de cinco horas desde o inicio da noite, Jim Carey apresenta o último artista da noite, Paul McCartney. Paul toma o palco com sua banda e apresenta seis números e um bis. Alternando de instrumento, inicia com seu famoso baixo Hoffman, do inicio da carreira com os Beatles, indo para o piano, e depois violão acústico. As canções são "I'm Down", "Lonely Road", "From a Lover To A Friend", esta última fazendo sua estréia ao vivo. A canção faz parte de seu mais novo compacto e CD e tem arrecadação destinada ao Twin Towers Fund.

Para encerrar, voltando ao piano, ataca os acordes de "Let It Be", que teve vários dos convidados da noite subindo o palco e participando. Teve Billy Joel no órgão, Eric Clapton na guitarra, além de Roger Daltrey, Bon Jovi, Melissa Etheridge e James Taylor, nos vocais. É final de show, o palco está lotado com todos os participantes mais policiais e bombeiros, quando Paul convida todos a cantar com ele. Com isso pega o violão e leva novamente "Freedom" que recebe um destaque para o solo de guitarra de Eric Clapton. Fim de festa, Paul McCartney agradece a presença de todos, aperta a mão de vários, as luzes da casa estão todos acessas. Hora de ir pra casa dormir. Um CD duplo está sendo planejado a ser lançado a tempo do mercado natalino.

















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Nascido no ano do rato. Era o inicio dos anos sessenta e quem tirou jovens como ele do eixo samba e bossa nova foi Roberto Carlos. O nosso Elvis levou o rock nacional à televisão abrindo as portas para um estilo musical estrangeiro em um país ufanista, prepotente e que acabaria tomado por um golpe militar. Com oito anos, já era maluco por Monkees, Beatles, Archies e temas de desenhos animados em geral. Hoje evita açúcar no seu rock embora clássicos sempre sejam clássicos.
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