Resenha - Biohazard (DirectTV Music Hall, 07/03/2001)

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Por Fernanda Zorzetto
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Quem foi na última quarta-feira ao Direct TV, pôde conferir o Biohazard pela terceira vez no Brasil. Após o lançamento de “New World Disorder” em 99 e “The Tales from B-sides” em 2000 (que contou com versões novas de músicas dos álbuns anteriores), o Biohazard volta ao Brasil para divulgar “Uncivilization”, seu mais novo álbum, que sairá em junho.
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O álbum contará com a participação de Sen Dog (Cypress Hill) e desta vez a própria banda produzirá o álbum, que segundo Billy, fará com que todos os integrantes se envolvam mais no projeto.

A banda também aproveitou a pequena tour latina para dar uma pausa e descansar do estúdio, interrompendo a gravação do novo CD. A tour contará com dois shows na Argentina e um no Chile, onde o Biohazard divide o palco com o Bad Religion, que voltará para se apresentar no Brasil.

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Em única apresentação no Brasil e contando com a casa não muito cheia, o show começa às dez horas com pouco atraso. O início do show é marcado com a música tema do filme Star Wars estilizada e com uma base de riffs pesados e alguns efeitos, preparando o público para o que estava por vir. As músicas que mais agitaram a galera foram e não poderiam deixar de ser as clássicas “Tales from the hard side”, “Down for life”, “What makes us tick” e “Five blocks to the subway”, além de uma nova composição do álbum que está para ser lançado. Depois de uma breve pausa, fecharam o show com a tradicional Punishment.

Muitos stage divings puderam ser vistos e todos que subiram ao palco tiveram a oportunidade de cantar refrões com a banda. Inclusive, em um momento a apresentação teve que ser interrompida porque o palco havia sido invadido pelo público, desligando retornos e cabos.

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O destaque do show vai para a aula de batera de Danny Schuller e para o carisma de todos os membros da banda que, além de darem autógrafos aos fãs, trataram a imprensa e o público com muito respeito. Danny até brincou imitando a batera típica de Igor e Evan elogiou o público brasileiro gritando junto com a galera o nome de Sepultura em um coro. O público retribuiu mudando o coro para Biohazard.

De um modo geral os fãs puderam ficar mais satisfeitos que na primeira apresentação, no Monsters of Rock de 96, por ter tido um contato mais próximo com a banda (como na segunda vinda, em 97), segundo o próprio Biohazard gosta. É uma das poucas bandas de hoje que ainda realmente se diverte tocando ao vivo.

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