Rock n'Roll velho e do bom

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Rock n'Roll velho e do bom

Por Janary Bastos Damacena

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A juventude hoje parece desconhecer o significado de uma palavra, que para muitas pessoas com mais de 20 anos foi ou ainda é, na maioria dos casos, uma “religião”, o Rock n`Roll. Falo isso por que a grande maioria dos jovens de hoje não sabem o que é vem a ser realmente uma banda de qualidade. Uma música verdadeiramente legal ou mesmo onde procurar por tais coisas.

O texto representa a opinião do autor, não do Whiplash.Net ou de seus editores.

Rock n'Roll: Velho e do Bom
(Você realmente sabe o que é????)

Não que todos sejam cegos ou utópicos, mas é que a verdade é esta: hoje em dia se valorizam o que está passando na MTV (nada contra esta emissora pois havia qualidade antes a seu favor, o problema é a forma como são programas são “digeridos” pelas massas) e nas rádios, sem ter um conceito forte para avaliar o que é bom ou não, então acabam aceitando de praticamente tudo.

Claro que nem todos são assim, mas é tão pequena essa parcela de jovens “com os olhos abertos”, que chega a ser raro. Lembro-me que na época em que tinha meus 13 pra 14 anos, morava em uma cidade do interior do Pará, onde não existia o Rock (é... só tocava pagode, axé e sertanejo nas rádios, e não tinha MTV), por isso eu estava livre de influências ruins, pois só me chegavam bandas boas e de qualidade, meus amigos e eu, passávamos as tardes ouvindo Guns n`Roses, Iron Maiden, Nirvana, Ozzy Ousborne... Mais tarde em minha sede por conhecimento enveredei pelos caminhos do Punk Rock por um longo tempo, o que me levou à mais bandas de Heavy Metal, e dessa pro Hard Rock e daí para todos os outros estilos, tenho muito a aprender claro, porém meu conhecimento é vasto quando se trata do bom e velho Rock`n`Roll. Um dos problemas é que os jovens de hoje aceitam tudo sem questionar, não buscam sobre nada, pois não têm interesse pelo conhecimento, simplesmente aceitam... Agora também temos os problemas acerca das novas bandas, que em nada contribuem para a melhoria e renovação do Rock (que, diga-se de passagem, é uma de suas maravilhas, o poder de se renovar e sobreviver forte!), agora ninguém sabe por onde se desviou a antiga arte de fazer um som de qualidade que se ouve no volume máximo, talvez as bandas de hoje sejam menos criativas que as do passado, ou simplesmente inventaram de mais, tanto que quase acabaram com as obras primas do Rock já existentes.

Não estarei, neste artigo, criando uma “cartilha do bom roqueiro”, mas tentando colocar lucidez em algumas cabecinhas por aí, o que farei será detalhar onde o Rock N’Roll parou e o que está acontecendo com o atual cenário Rock.

OBS: Não falarei sobre o Rock Brasileiro ou citarei as bandas nacionais neste artigo, pois este é um tema que em certo ponto diverge do cenário mundial, o que seria mais interessante ter um material próprio.



A aparência tornou-se mais importante que o som

Desde que Elvis Presley subiu ao placo pela primeira vez, o rock nunca mais seria o mesmo (note bem, não seria! Pois ele já existia antes, apenas modificou-se), tanto pela musicalidade quanto pelos modos que seriam absorvidos por outros artistas, como certos cuidados com a aparência, nada em exagero, apenas estar bem com seu rostinho de galã para suas apresentações que arrebatavam muitas fãs. Os próprios Beatles, antes de estourarem nas rádios, tiveram que mudar os cortes de cabelo, vestir ternos, para assinarem o primeiro contrato. A lista é enorme e de variados tipos, como o caso do Led Zeppelin, que davam ênfase a sua sexualidade (com seu principal pilar sendo o virtuoso Robert Plant) e este é apenas um dos inúmeros casos.

O que mais eleva o conceito de tais artistas, é que em nenhum momento deixaram de lado à vontade de fazer música de qualidade, de abrir os horizontes de novas bandas e transformar o rock. Porem o fato é que a aparência no rock n’roll, nunca foi tão valorizada quanto está sendo hoje em dia; vemos artistas que não se preocupam com sua música dando maior enfoque a seu visual, poses no palco e se sua “roupinha” está bem para uma entrevista. Incrivelmente os shows de rock atuais, mais parecem desfiles de moda bizarra do que um estilo musical; bandas como Slipknot (todas as bandas de black metal, doom metal e qualquer derivado ou similar) querem passar para seus fãs a pose ao invés da música. Tudo isso seria irrelevante caso a música de tais artistas fosse digna de ser considerada rock, exemplos de como reter o equilíbrio perfeito entre visual excêntrico com música de verdade podem ser visto com os precursores de visuais mais extravagantes: Alice Cooper, Kiss, New York Dolls, David Bowie, Twisted Sister e em grau muito mais baixo Marilyn Manson (sua música não chega a ser excelente, mas tem seus momentos).

Outro grande problema são os considerados “Posers” (considerados pelos roqueiros de verdade, pois eles não assumem este rótulo), são pessoas que adotam um estilo para chamar atenção das outras pessoas, algo como “Olha nós somos roqueiros e somos loucos”, muitas vezes imitando um artista em especifico (Kurt Cobain deve ser o grande campão desta categoria) ou mesmo fazendo um amontoado de marcas de vários artistas, para assim impressionar mais. O que traz mais tristeza é que estas pessoas montam bandas e fazem com que mais adeptos surjam, o que torna os posers, uma praga no mundo do rock, pois eles apenas desvirtuam a música. Talvez os posers tenham surgido do inicio da década de 90, quando houve o auge das bandas Glum Rock, estilo que foi criticados por elevar um pouco mais o conceito de visual rockeiro e com suas letras falando apenas sobre amor e festas, mas sem perder a qualidade de suas músicas ou desmerecer o prestigio do qual gozam até hoje.

Em uma entrevista ao site Whiplash, o guitarrista Bill Leverty, do Firehouse, mostra o pensamento de um verdadeiro roqueiro sobre o assunto “Eu acho que a palavra "poser" pode descrever muitas das bandas de hoje, com gente que gasta mais tempo na oficina de tatuagem do que praticando seus instrumentos ou vocais”. Em tempo: o Glam Rock abriga várias bandas que marcaram a historia no cenário, tais como: Skid Row, Motley Crue, Guns n’ Roses, Poison, Firehouse, Bad English, Ratt, Mr Big, Backyard Babies, dentre muitas outras.



Cultura Pop (Problemas do Rock atual)

O que significa a expressão “pop” que designamos para nomear cantores que fazem música estilo Britney Spears e conjuntinhos como Backstreet boys, você sabe? Bem, ela vem de popular, que segundo o dicionário quer dizer: relativo ao povo; pertencente ao povo; usado pelo povo; feito para o povo; próprio do povo; estimado pelo povo. Ou seja, estamos utilizando esse termo meio errado, pois uma banda como o Iron Maiden, é conhecida e glorificada mundialmente o que faria encaixar-se neste termo, o que não soaria bem aos ouvidos de qualquer roqueiro, já pensou “A banda pop, Iron Maiden, faz show hoje...”, simplesmente não dá! Mas então você se pergunta, e o que tudo isso tem haver com o tema?

Tudo, se você for realmente esperto, terá lido a parte grifada aí em cima e perceberá logo de cara, que o cenário pop, é um dos senão o maior, fator que leva o cenário atual à decadência com exceção de pouquíssimas bandas. Para tanto, entenda que o cenário atual se refere às bandas novas e mesmo que uma banda antiga como o Rolling Stones continuem na ativa, eles não surgiram na atualidade.

Sem dúvida nenhuma, é bem verdade que a época e o ambiente em que foram criadas as bandas antigas, gerou uma gigantesca contribuição para que tais bandas tornassem únicas. O maior fato decorrente dessa afirmação, talvez seria o de que cada uma das maiores bandas de Rock revolucionou sua época porque eram novos estilos, novas combinações que não abusavam em nada. O que seria da década de 50 sem Elvis Presley ou dos anos 70 sem o Deep Purple? Diferentemente de nossos dias atuais em que existem problemas como o excesso de plágio de antigas obras primas do rock, que se tornou comum e descarado, a falta de criatividade faz do Rock n’ Roll verdadeiro, algo extinto, tentando ser resgatado por bandas chamadas de “novos Beatles” ou “salvadores do Rock”; denominação completamente equivocada. Ainda existem outros problemas como os roqueiros de butique, que se dizem roqueiros, mas na verdade não passam de seguidores da moda, apenas se vestem iguais a bandas do momento e/ou tendências de moda que se apresentam como moda de rebeldia juvenil, apresentados anteriormente como posers, que, em nada contribuem com a música, apenas a destroem!

Outro grande problema que o rock está enfrentando se deve à indústria fonográfica, que hoje em dia descobriu que o rock é uma mina de ouro para quem o possui e/ou a controla, com o exaustivo processo da mídia na formação pop-cultural das pessoas na escolha de novas bandas, e a eficácia deste método é mais ou menos como uma lavagem cerebral! Fatos do tipo “dois meses na rádio e nada mais” ou “banda de um sucesso”, infelizmente tornam-se cada vez mais comuns em nossa sociedade, pois tudo gira em torno do capital, renda e lucros, ou seja, uma banda de rock que estoura nas rádios, traz lucros pra quem investe nessa banda, por pior que seja o som (note que quando digo pior som, não me refiro a qualidade de gravação, mas sim à qualidade da música) o que gera o primeiro fator de má qualidade de som no mundo do rock; antigamente as bandas de rock demoravam a alcançar a fama e mais ainda para ter dinheiro (não que o processo tenha melhorado) mas agora o que ocorre são bandas pré-montadas, que fazem uma música mais ou menos e vendem milhões de discos, tudo por causa da mídia que também recebe comissão e por isso exagera na exposição e ridicularizarão de artistas.

Por exemplo, uma banda pode ser formada para gerar um único sucesso e depois acabar, apenas montados para fazer um sucesso, e que se possa extrair o máximo possível depois. O mesmo se aplica em relação às rádios que escolhem algumas bandas do momento e elevam tais bandas ao auge durante no máximo três meses, quando fazem uma nova seleção; e o pior de tudo é que todas as rádios fazem isso, então as pessoas são obrigadas a seguirem o modismo (as mentes fracas, pois quem experimentou o verdadeiro Rock, sabe do que falo aqui), pois rádios que abrem espaço para músicas realmente boas são raras, pelo menos fora do eixo Rio – São Paulo, e olha que eu moro na capital do país, o que deveria bastar para o surgimento de rádios do tipo, mas esse problema acerca do rock no Distrito Federal é outro tema que fica pra outra ocasião. Em determinado ano uma estação de rádio Estadunidense, que inaugurava, fez uma programação até hoje não igualada, tocando apenas uma música durante 24 horas ininterruptamente, Stairway to Heaven do Led Zeppelin (música que vale todos os seus 8 minutos); diferentemente do que acontece hoje em dia.

Não que as rádios tenham que fazer programações no mesmo estilo, longe disso, mas é que a rádio não se preocupou com a saturação que seus ouvintes poderiam ter em ouvir aproximadamente 360 vezes a mesma música, ou mesmo com o lucro perdido por fazer tamanha loucura. A rádio apenas se preocupou em mostrar um clássico, e nada mais, e é isso que deveria reger uma rádio: consideração com seus ouvintes além de apenas pensar em seus lucros!



Os maiores discos da história do Rock n’Roll

Na primeira vez que escrevi este artigo há alguns anos atrás, sobre este que é uma das minhas maiores paixões, eu havia colocado um tópico falando sobre os maiores discos, os que fizeram história, tipo uma “listinha dos 20 mais”. Mas hoje vejo que tais listas variam muito de acordo com a visão acerca dos gostos da pessoa que escreve. Não que minha lista estivesse ruim, mas resolvi alterá-la, colocando os discos que eu acho mais interessantes de serem conferidos e estudados, que fazem parte da cultura do Rock, mas não posso listar aqui tudo que gostaria, pois assim a lista seria colossal, pois existem incontáveis discos de excelente qualidade, o que quer dizer que a lista apresentada a seguir não está excluindo uma ou outra banda, mas sim mostrando os lançamentos que na minha opinião irá abrir os olhos daqueles que ainda desconhecem o verdadeiro sentimento que o Rock transmite ou para aqueles que desejam se aprofundar mais sobre o tema, vale a pena conferir estes discos, estas pérolas, se não toda pelo menos 1/3 dela, para se considerar um roqueiro descente!

Nome do disco / Banda / Ano de lançamento

Mabellene - Chuck Berry (1955)
Elvis Presley - Elvis Presley (1956)
Here's Little Richards - Little Richards (1956)
Highway 61 Revisited - Bob Dylan (1964)
Rubber Soul - The Beatles (1965)
Out Of Our Heads - Rolling Stones (1965)
Pet Sounds - Beach Boys (1966)
The Doors - The Doors (1967)
Strange Days – The Doors (1967)
Are You Experienced? - Jimi Hendrix (1967)
Truth – Jeff Beck Group (1968)
Allman Brothers – The Allman Brothers Band (1969)
Blind Faith – Blind Faith (1969)
Tommy – The Who (1969)
Led Zeppelin II – Led Zeppelin (1969)
In Rock – Deep Purple (70)
Gasoline Alley – Rod Stewart (1970)
IV - Led Zeppelin (1971)
Paranoid - Black Sabbath (1971)
Live at the Fillmore East – The Allman Brothers Band (1971)
Fragile – Yes (1971)
Live - Steppenwolf (1971)
Machine Head - Deep Purple (1972)
Queen – Queen (1972)
Exile on Man St. – Rolling Stones (1972)
The six wives of Henry VIII - Rick Walkeman (1973)
Toys in the Attic – Aerosmith (1973)
Pronounced: Lêh-Nérd Skin-Nérd – Lynyrd Skynyrd (1973)
Billion Dollar Babies - Alice Cooper (1973)
The Dark Side of the moon - Pink Floyd (1973)
Suzi Quatro – Suzi Quatro (1973)
I've got my own album to Do – Ron Wood (1974)
Stormbringer - Deep Purple(1974)
Second Helping – Lynyrd Skynyrd (1974)
Rising – Rainbow (1976)
Destroyer - Kiss (1976)
Ramones - Ramones (1976)
News Of The World - Queen (1977)
Never Mind the Bollocks... - Sex Pistols (1977)
Rocket to Rússia - Ramones (1977)
Van Halen - Van Halen (1978)
The Wall – Pink Floyd (1979)
Highway the – Hell AC/DC (1979)
Overkill – Motörhead (1979)
Van Halen II - Van Halen (1979)
Love Hunter – Whitesnake (1979)
Back in Black – AC/DC (1980)
Live at Last – Black Sabbath (1980)
Heaven and Hell – Black Sabbath (1980)
Iron Maiden - Iron Maiden (1980)
We`ll Bring the House Down – Slade (1981)
Fire of Unknown Origin - Blue Öyster Cult (1981)
Combat Rock – The Clash (1982)
The Number of the Beast - Iron Maiden (1982)
Synchronicity – Police (1983)
1984 – Van Halen (1983)
Bark at the Moon – Ozzy Osbourne (1983)
Creatures of the Night – Kiss (1983)
Born Again – Black Sabbath (1983)
Power Slave – Iron Maiden (1984)
Ride the Lighting – Metallica (1984)
Slide it In – Whitesnake (1984)
The Las in Line – DIO (1984)
Stay Hungry – Twisted Sister (1984)
The Unforgettable Fire - U2 (1984)
Love – The Cult (1985)
Brothers in arms - Dire Straits (1985)
Master of Puppets - Metallica (1986)
Tribute to Randy Rhoads – Ozzy Osbourne (1987)
Appetite for Destruction - Guns n`Roses (1987)
Priest…Live! – Judas Priest (1987)
Painkiller – Judas Priest (1990)
Use Your Illusion 2 – Guns `n Roses (1991)
Ten – Peral Jam (1991)
Nevermind - Nirvana (1991)
Skid Row – Skid Row (1991)
Blues for the red sun – Kyuss (1992)
Acústico – Eric Clapton (1992)
Get a Grip - Aerosmith
Cult – The Cult (1994)
Acústico – Nirvana (1994)
Stripped – Rolling Stones (1995)
Under a Violet Moon – Blackmore`s Night (1997)
There`s Nothing left to Lose – Foo Fighters (1999)
Magica – DIO (2000)
Acústico – Scorpions (2001)
Unbreakable – Scorpions (2004)
Hangover Music Vol.VI – Black Label Society (2004)



“... em qualquer lugar do mundo, por mais carente que seja a comunidade, haverá sempre uma guitarra vagabunda plugada num amplificador podre, um baixo ferrado e uma bateria de lata para que garotos descubram a inigualável experiência de fazer os seus próprios sons. Pois bem, isso é rock`n`roll."
Autor desconhecido

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Janary Bastos Damacena é estudante de Jornalismo e roqueiro.

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