Esta matéria foi publicada em 28/10/06. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?
Eden Munro do Vue Weekly noticiou: REBEL MEETS REBEL, a banda que juntou o vocalista de country David Allan Coe e três membros do PANTERA, significa muito para o baterista Vinnie Paul.
O álbum auto-intitulado da banda tem feito parte do processo de cura para Paul, que perdeu seu irmão e companheiro de banda, “Dimebag” Darrel Aboot, durante um trágico acontecimento dois anos atrás. O álbum do REBEL MEETS REBEL já tinha sido gravado, então foi uma ação natural este ter sido lançado pela sua própria gravadora.
“Foi algo que me ajudou a sentir como se estivesse trabalhando novamente com ele,” explica Paul, falando por telefone diretamente do Texas. “E é algo que eu sei que ele tinha um grande desejo que as pessoas escutassem, pois ele estava realmente orgulhoso disso, e eu sei que é algo que David Allan Coe amou e compartilhou também. Fico muito feliz de que o projeto tenha finalmente visto a luz do dia.”
As sessões para o álbum aconteceram num período de quatro anos, começando em 1999. Os músicos gravavam em Dallas e não importava a época, pois as gravações eram nos dias de folga durante a turnê de cada um. Para Paul, parte da mágica deste álbum é que eles o fizeram sozinhos – sem nenhuma gravadora, empresários ou produtores dando palpite ou tentando colocá-los em algum conceito pré-estabelecido de vendas.
Toda vez que a banda começava uma sessão, eles começavam descansados, deixando que a vibração do momento lhes mostrasse o caminho, enquanto eles escreviam novas músicas. Apesar de Paul admitir que os músicos se sentiam intimidados na primeira vez que se juntaram a Coe – Paul diz que ele e Abbott cresceram escutando a música de Coe em casa – foi o próprio vocalista que os deixou tranqüilos.
“Ele entrou no estúdio e nós não sabíamos por onde começar. Ele apenas disse, ‘Cara, entre no groove e vamos lá,’” Paul ri. “Então nós começamos ‘Nothin’ to Lose’, que é provavelmente a músicas mais metal do álbum. Nós começamos por esta, depois continuamos e então falamos, ‘O que você acha?’. E ele disse ‘Eu estou amando tudo isso, apenas continuem. Estou escrevendo algumas letras aqui.’ Assim que terminamos a música, ele disse, ‘É a minha vez, me dê o maldito microfone.’ Nós demos o microfone pra ele e ele começou a cantar. Ficamos apenas olhando um para o outro pensando, ‘Wow, isso é inacreditável.”
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Um carioca apaixonado pela boa música que no momento está cursando o 5º período de Publicidade na PUC-Rio. Teve seu primeiro contato com o rock ainda na infância, quando sua irmã colocava os discos de Iron Maiden e Pantera no toca-fitas de sua casa. Nos últimos anos, tem se dedicado inteiramente à música e à guitarra. Sua banda favorita é Metallica e também é fã incondicional de Zakk Wylde, Steve Vai e John Petrucci. Escuta de tudo um pouco, desde Madonna até Sepultura. Espera que um dia o Metallica ainda venha fazer um show no Brasil e não tem vergonha em dizer que chorou no show do Black Sabbath, em 2004, no Ozzfest.
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