Em entrevista de janeiro e 2008 ao radialista norte-americano Eddie Trunk, Tim "Ripper" Owens abriu o jogo sobre a sua saída do ICED EARTH.
"Acho que era algo necessário para ambos os lados. Mas não foi algo totalmente amigável. Você não é despedido duas semanas antes do Natal e esquece em dez minutos".
"Completei a tour com o Heaven and Hell e estava pronto para começar a trabalhar no 'Something Wicked part 2'. Na noite em que fui demitido deveria estar em meu carro saindo da minha casa em Ohio para ir até a casa de Jon em Indiana. Mas como ele não me disse nada, decidi esperar até a manhã seguinte. Na hora em que supostamente eu estaria chegando lá resolví checar meu e-mail para ver se tinha algo de Jon. Foi quando li a mensagem dele dizendo que eu estava fora da banda. Isso foi umas 5:30. Às 5:40 recebo o primeiro e-mail de alguém falando sobre o assunto e as 5:45 a primeira ligação com alguém falando 'cara, acabei de saber' (risos). Depois minha filha mais velha disse 'Imagina só se você tivesse ido até lá. Teria sido uma droga'. Então acho que as coisas não foram conduzidas como deveriam ter sido. É uma situação infeliz que teve um desfecho infeliz".
"Tive uma boa separação com o Judas Priest. Eles me deram uma garantia financeira que me permitia seguir em frente enquanto decidia qual seria o próximo passo da minha carreira. Tudo foi conduzido de maneira correta e profissional. Dessa vez acho que a pior coisa foi ser mandado embora duas semanas antes do Natal. Mas era algo necessário, tenho que ser honesto".
"Acho que eu e Jon tínhamos idéias diferentes. Queria escrever músicas mas não podia, embora na cabeça de Jon ele tinha me dado oportunidades para isso. Mas quer saber? Francamente falando, tudo correu bem em termos de trabalho, apenas o resultado não saiu como se esperava. Não tenho nada de ruim a dizer sobre Jon, desejo tudo de bom para ele".
"Quero seguir em frente com o Beyond Fear. O lado infeliz da história é que me ofereceram algumas boas oportunidades nos útimos anos e tive que recusar. Olhando para trás, talvez eu devesse ter aproveitado elas. Mas no fim foi uma boa aventura".
"A ironia disso tudo é o fato de o antigo vocalista voltar à banda depois de tudo que Jon falou sobre ele. Mas eles precisavam da volta de Matt, que é uma grande pessoa. Basicamente Jon diz a ele o que e como cantar, assim como fazia comigo".
"Se eu me juntasse a alguém como Yngwie Malmsteen saberia onde estava me metendo, afinal de contas ele não tem uma banda no sentido literal da palavra, e sim músicos contratados para fazer tudo como ele quer. Então é algo diferente. Achei que estava entrando em uma banda e tinham me prometido coisas diferentes. Mas é a banda de Jon, ele a construiu desde o início".
"Engraçado como as coisas acontecem. Lembro de Jon reclamando que Richard Christy (ex-baterista do grupo) saiu no meio de uma turnê - sendo que ele havia avisado com antecedência que sairia. Ele falou que aquilo não tinha sido profissional. E veja o que aconteceu comigo".
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27 anos, jornalista formado pela Universidade de Cruz Alta. Kissmaníaco inveterado, um verdadeiro apaixonado pela banda de Gene Simmons e Paul Stanley. Idolatra com quase a mesma paixão Queen, Van Halen e Black Sabbath. Aprecia desde o Rock dos anos 50 (Elvis, Little Richard, Chuck Berry, entre outros) e 60 (Beatles, Rolling Stones, The Who, Led Zeppelin...), Hard Rock dos 70's (AC/DC, Deep Purple, Alice Cooper...) e 80's (Mötley Crüe, Def Leppard, Europe, Talisman...), Metal Tradicional (Judas Priest, Dio, Ozzy...), NWOBHM (Iron Maiden, Saxon, Angel Witch...) e Thrash oitentista (Slayer, Destruction, Kreator...). Já teve um programa de rádio, chamado "Lavagem Cerebral", na Unicruz FM. Solteiro e seguidor das idéias de Gene Simmons em relação ao casamento.
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