Em 02/04/2008 | Stratovarius encerra atividades; Timo em nova banda

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Stratovarius encerra atividades; Timo em nova banda


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Depois do anúncio do lançamento de “New Era”, álbum de estréia de sua nova banda, REVOLUTION RENAISSANCE, o guitarrista Timo Tolkki anunciou, em comunicado oficial no seu site pessoal [www.timotolkki.com], o encerramento definitivo das atividades do STRATOVARIUS.

Matéria publicada em 02/04/08. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

”É hora de quebrar o silêncio e anunciar algo que alguns de vocês já vêm especulando há muito tempo. O STRATOVARIUS não existe mais. No último mês de outubro, eu disse aos caras que estava parando com a banda e expliquei minhas razões. Esta carta é endereçada a vocês, fãs do STRATOVARIUS, que apoiaram o grupo durante tantos anos. Inicialmente, pensei que deveria escrever um comunicado generalizado e típico da indústria musical, e que basicamente não diz nada. Então, eu decidi que vocês merecem ouvir pelo menos partes da verdade a respeito do que rolou nos bastidores, para que vocês entendam melhor minha decisão.

Durante todo o tempo, desde que Timo Kotipelto [vocais] e Jörg [Michael, bateria] se juntaram à banda, houve tensões e negatividade pairando no ar. Isso se concentrava basicamente em mim, Timo Kotipelto e Jörg. As razões pelas quais Jari Kainulainen [baixo] foi demitido alguns anos atrás são tão absurdas que eu nem vou tentar explicá-las aqui. Se eu escrever um livro um dia, então quem sabe.

De qualquer forma, eu acho que as sementes foram plantadas bem lá no passado, algo como 12 anos atrás. Houve muitos confrontos, Jörg ficava reclamando comigo sobre Timo Kotipelto e Timo Kotipelto reclamando comigo sobre Jörg. Às vezes tudo se transformava em uma bagunça, é claro, mas isso jamais deveria transparecer para os fãs. Não é minha intenção desrespeitar Timo Kotipelto e Jörg aqui. Fundamentalmente, eles são bons rapazes. As coisas às vezes acontecem e relacionamentos seguem direções que eles não gostariam que seguissem. É como um divórcio, ninguém quer que aconteça, embora algumas vezes seja o melhor para que ambas as partes possam continuar suas vidas. Além disso, quero contar como as coisas aconteceram por trás das cortinas. Você sempre vê somente o lado bom de qualquer forma, mas não sabe realmente o que está rolando.

Nós tivemos anos maravilhosos, 14 discos, 6 turnês mundiais com centenas de shows ao redor do globo, 3 discos de ouro, um Grammy finlandês e quase 3 milhões de álbuns vendidos. Cheguei à minha decisão depois de pensar muito de maneira cuidadosa, longa e racional durante um ano, e eu sei que isso é o certo para mim. Eu estava me sentindo mal por estar no STRATOVARIUS. Algo estava muito errado e ninguém parecia se importar.

A contagem regressiva realmente começou no último álbum do STRATOVARIUS, em 2005. Naquele tempo, a atmosfera na banda estava extremamente esquisita. Passei a maior parte de 2004 me recuperando de meu surto nervoso em abril de 2004, quando fiquei hospitalizado. Neste ponto, as coisas começaram a mudar. Jens [Johansson, teclados] me apoiou imensamente durante 2004 com seus telefonemas. Então fizemos o disco ‘Stratovarius’, que eu acho que é um disco horroroso, e fomos para a subseqüente produção de turnê. Naquele ponto, estava aparente para mim que as coisas iam realmente mal. Ninguém parecia se importar com nada. Tive a idéia de usar telas de projeção e, para isso, precisaríamos produzir imagens. Eu planejei isso e praticamente todo o show. Ninguém parecia interessado nisso. Parecia algo do tipo ‘quanto menos, melhor’. A atmosfera nos ensaios era péssima. Lauri Porra [baixo], que tinha acabado de entrar na banda, se perguntava o que estava acontecendo. Jörg Michael veio direto do SAXON para esta turnê usando uma camiseta do SAXON durante a maior parte dos shows. Sua atitude durante a maior parte da turnê foi extremamente arrogante, passando por cima de todo mundo. Mas especialmente com relação a mim e Timo Kotipelto. E a atitude de Timo Kotipelto com relação a mim era sossegada e polida, mas eu podia sentir a hostilidade. É claro, como profissionais, fizemos grandes shows, mas era mais um trabalho mecânico e uma performance ensaiada do que uma banda reunida e tocando emocionalmente, do fundo do coração.

Creio que Timo Kotipelto sempre foi muito amargo por não ter suas canções e/ou letras nos discos do STRATOVARIUS. Eu não entendia isso porque ele tem/tinha sua banda solo na qual ele podia fazer o que quisesse. Levou muitos anos até que eu aprendesse a dizer que não gostava de suas composições e letras e que a diferença entre eu e ele é que eu acabava escrevendo canções que se tornavam canções do STRATOVARIUS, enquanto ele estava tentando escrever canções do STRATOVARIUS que se tornavam canções do KOTIPELTO, o que significa que deveriam estar num disco do KOTIPELTO. Não é fácil dizer a alguém que você não gosta de sua música. Vocês, garotos e garotas, não gostam de todas as músicas do mundo. Nem eu. Nem Timo Kotipelto. Não sou ninguém para dizer qual música é boa ou ruim, mas eu posso dizer o tipo de música da qual gosto. E o material de Timo Kotipelto não é para mim. Tenho que dizer que acho que ele escreveu muitas grandes canções durante sua carreira solo. E sei que ele provavelmente diria o mesmo sobre minhas composições. Somos apenas muito diferentes. Ele tem um senso de humor diferente do meu.

Talvez a coisa mais estranha no STRATOVARIUS é que nós nunca fomos realmente amigos na banda. Em 12 anos, eu visitei Timo Kotipelto talvez umas 5 vezes. Para mim, Jens sempre foi o mais próximo e, no final, Lauri Porra, que é um cara maravilhoso. Mas nenhum deles foi realmente meu amigo. Pode ser surpreendente para vocês, mas é a verdade.

A turnê continuou e o roadie de bateria de Jörg, bêbado, me disse que Jörg deixaria a banda depois da turnê, mas que ele a estaria fazendo porque era ‘um homem de negócios’. Creio que pode se dizer que a atitude de Jörg culminou com o que ele me disse em Seattle naquela turnê. Ele me disse que achava que a banda tinha acabado. Tentamos gravar, pela terceira vez, um DVD ao vivo em São Paulo, mas não pudemos usar as filmagens porque tocamos muito mal. Foi tudo uma droga. Embora tenhamos detonado muitas multidões nesta turnê mundial de 120 datas, ainda assim o clima era como ‘estamos indo trabalhar’. Mas não para mim. Pelo menos, ainda não neste ponto. Mas eu sentia que o coração de ninguém estava na banda e que tudo estava acontecendo pelo dinheiro.

A turnê acabou, nós sobrevivemos e Jörg não deixou a banda. Mas foi a turnê mais bizarra que fizemos. Um grande sucesso, mas sentia que estávamos forçando algo. Não foi divertido. Foi triste.

A próxima coisa que eu tinha em mente era escrever um álbum de power metal à moda antiga, na trilha de ‘Vision’. Sentia que nossos fãs mereciam isso e sentia que era a coisa certa a fazer. Este foi o infame álbum ‘RR’. As composições estavam fluindo e as canções pareciam ótimas e melódicas, exatamente como o velho STRATOVARIUS. Estava sempre com um pé atrás por causa da situação da banda e vinha inclusive antecipando sessões de gravação bem difíceis. De qualquer forma, no final de 2006 completamos uma fita demo contendo 10 novas músicas. Eu não estava muito feliz com ela, mas serviria ao seu propósito, que era apresentar as novidades para a gravadora. Então, eu agendei 12 dias no estúdio Sonic Pump em Helsinque para março de 2007.

Foram as sessões mais bizarras que já tive. Jörg ficava o tempo todo falando sobre nós termos que recuperar aquela ‘vontade do Vision’, embora eu achasse que ele mesmo não tinha esta vontade. Ninguém tinha. As gravações não se pareciam como as outras sessões de gravação anteriores. Ninguém tinha ensaiado realmente as canções e tudo parecia ruim demais. Eu adiei as faixas de bateria por uma semana e desisti. Foi neste ponto que realmente comecei a pensar por que eu estava mantendo isso vivo quando era tão complicado. Eu lembro quanto tempo, energia e dinheiro colocamos no 'Elements 1'. Não havia lugar nenhum para ir depois dele sem repetir o passado. Eu sei que Timo Kotipelto não gostou deste disco como um todo, o que mostra novamente a diferença entre ele e eu. Isso não significa que ele tenha que ter gostado, é claro, mas para mim 'Elements 1' representa o ápice da evolução do STRATOVARIUS e talvez eu devesse ter parado a banda naquela época.

Ano passado, 2007, foi o ponto de virada para mim em muitos aspectos. Eu me sentia melhor, mas em relação ao STRATOVARIUS eu estava bem pior. Havia brigas sobre tudo, até sobre trivialidades, o que realmente me aborrecia. Muitas brigas. Muitas. Tive que usar muita energia para tentar trazer itens de merchandising para a Stratoshop, que estava sob responsabilidade de Jörg e Timo Kotipelto, porque não havia itens para as pessoas encomendarem apesar delas continuarem a encomendar porque os itens estavam na página. O certificado SSL que prova que o site é seguro tinha expirado há um ano, eu tentei consertar isso, mas não pude porque não estava autorizado. Os itens mais populares da loja estavam esgotados e Jörg se recusou a fazer mais. Eu não podia entender nada do que estava acontecendo. Ao mesmo tempo, estava tendo mais diversão do que em muitos anos com minha ópera-rock 'Saana'. Quando eu a fazia, percebi o que estava faltando no STRATOVARIUS: o entusiasmo, a criatividade e a diversão. Não vinha sendo assim há muitos anos. 'Saana' me deu esperança de que ainda poderia existir algo de novo para aprender nesta idade e me deu um mundo totalmente novo de coisas para começar a trabalhar. E ainda sabia que eu tinha canções de metal muito legais sendo trabalhadas.

Tocamos em 8 festivais durante 2007 e foi aí, quando eu estava no palco do Wacken, na Alemanha, diante de 45.000 metalheads, que eu realizei por completo que esta banda tinha acabado. Eu lembro claramente de tocar aquelas velhas canções que tocamos tantas vezes antes e o sentimento que me veio foi: esta banda não tem mais alma. Olhei ao redor e percebi que era parte de uma peça de teatro com roteiro determinado ou quem sabe de uma máquina, e que não havia mais nada novo ou excitante acontecendo. A banda soava horrenda. O coração de ninguém estava ali. Eram apenas as mesmas velhas músicas. A esta altura, Jörg trabalhava em tempo integral na sua companhia de produção artística fazendo agenciamento de turnês e estava trabalhando no Wacken. Ele literalmente veio tocar direto de seu escritório e voltou para lá depois. Todo mundo foi educado, superficialmente, mas não havia amizade, tudo que eu podia sentir eram as eminentes tensões de relacionamentos que tinham chegado ao fim. Durante aquele ano, senti que a banda existia por apenas uma razão e ela era o dinheiro. Sentia que esta era a principal motivação que mantinha Jörg e Timo Kotipelto na formação a despeito das tensões visíveis. Para meu horror absoluto, enquanto estava de pé naquele palco do Wacken, entendi que aquilo para mim agora também era realidade. Eu também estava mantendo a banda viva por dinheiro. Foi quando decidi parar.

Durante este show, decidi que estava acabado. Eu ainda estava pensando sobre tudo, mas sentia que, para meu futuro, era a única coisa lógica a se fazer. Não queria despedir Timo Kotipelto e Jörg porque eles são e foram tão parte do STRATOVARIUS quanto eu, e isso não seria justo com os fãs. Então decidi que o melhor seria deixar descansar em paz o que já estava morto. Informei os caras por e-mail em outubro sobre minha decisão, e expliquei minhas razões esperando que eles pudessem ver meu ponto e concordassem que era real. Apenas Jens e Lauri responderam.

Timo Kotipelto e Jörg nem responderam esta mensagem. Jens entendeu minha decisão, Lauri não. Eu o entendo, ele teve o gosto de estar em uma banda de rock bem-sucedida fazendo shows pelo mundo. Não é fácil desistir disso. Ele não conseguiu entender meu lado da história. O fato de que Timo Kotipelto e Jörg não comentaram nada já fala por si só. Eu queria acabar com a saga do STRATOVARIUS com estilo e, ingênuo como sou, em fevereiro de 2008 escrevi um e-mail para a banda e propus que deveríamos dizer adeus com estilo aos nossos fãs fazendo mais uma turnê mundial. Não vou entrar em detalhes aqui, mas desta vez obtive resposta de Timo Kotipelto e Jörg. Eu desejei tudo de bom para eles e escrevi de volta dizendo que não poderia haver qualquer turnê por causa das reações hostis. E foi assim. Sinto-me bem sobre minha decisão, mas não tão bem porque, por causa de razões legais, tive que esperar tanto para fazer este anúncio.

Então, pensei que, como tinha muitas boas canções em mãos, eu gostaria de lançá-las de algum jeito. Entrei em contato com alguns amigos, trabalhamos nas faixas básicas no mesmo lugar onde as sessões do ‘RR’ do STRATOVARIUS aconteceram um ano antes e simplesmente fluiu. Havia felicidade. Havia energia. As canções soavam ótimas. Meus amigos Michael Kiske e Tobias Sammet concordaram em cantar no disco. Eu decidi formar uma nova banda chamada REVOLUTION RENAISSANCE para continuar o legado do STRATOVARIUS. Neste primeiro disco, eu só queria lançar estas músicas, então não tive tempo de procurar por um line up permanente. Mas agora eu tenho, então, se você está interessado, me mande uma mensagem! O álbum sai no dia 6 de junho de 2008, pela Frontiers Records.

Estou empolgado e feliz...pela primeira vez em anos. Mal posso esperar pelo que o destino me reserva com esta nova banda, novos projetos, novas composições. Estou vivendo um período muito criativo. Tenho minha empresa de produção e estou fazendo diversos projetos diferentes, não apenas metal, mas tudo que mexe comigo.

Primeiramente, eu gostaria de agradecer, apesar de tudo, Jörg, Timo Kotipelto, Jens, Jari, Lauri, Tuomo, Antti e Jyrki por estes 22 anos. Foi uma verdadeira jornada. Desejo a Jens, Timo Kotipelto, Jörg e Lauri o melhor no que eles decidirem fazer em suas vidas e sucesso em tudo isso.

Mas por último e, no entanto, mais importante, eu quero agradecer a todos os fãs do STRATOVARIUS pelo amor, pelo apoio e pela grande vida. Nós nos veremos de alguma forma, em algum lugar. Vocês sempre vão permanecer no meu coração”.

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Sobre Thiago El Cid Cardim

Thiago Cardim é publicitário e jornalista. Nerd convicto, louco por cinema, séries de TV e histórias em quadrinhos. Vegetariano por opção, banger de coração, marvete de carteirinha. É apaixonado por Queen e Blind Guardian. Mas também adora Iron Maiden, Judas Priest, Aerosmith, Kiss, Anthrax, Stratovarius, Edguy, Kamelot, Manowar, Rhapsody, Mötley Crüe, Europe, Scorpions, Sebastian Bach, Michael Kiske, Jeff Scott Soto, System of a Down, The Darkness e mais uma porrada de coisas. Dentre os nacionais, curte Velhas Virgens, Ultraje a Rigor, Camisa de Vênus, Matanza, Sepultura, Tuatha de Danaan, Tubaína, Ira! e Premê. Escreve seus desatinos sobre música, cinema e quadrinhos no www.observatorionerd.com.br e no www.twitter.com/thiagocardim.

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Sobre Thiago Coutinho

Formado em Jornalismo, 23 anos, fanático por Bruce Dickinson e seus comparsas no Maiden. O heavy metal surgiu na minha vida quando ouvi o vocalista da Donzela de Ferro em "Tears of the Dragon", em meados de 1994. Mas também aprecio a voz de pato bêbado do controverso Dave Mustaine, a simplicidade do Ramones, as melodias intrincadas do Helloween, a belíssima voz de Dio ou os gritos escabrosos de Rob Halford. A Whiplash apareceu em minha vida sem querer, acho que seus criadores são uns loucos amantes de rock e acredito que este seja o melhor site de rock do país, sem qualquer demagogia!

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